Vinho meio seco, o que é e como saborear?

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O vinho meio seco, também chamado demi-sec, é apenas um entre os vários rótulos que iniciantes podem conhecer em sua jornada.

Esse vinho é tido como equilibrado, capaz de agradar diversos grupos; os que preferem vinhos mais encorpados e, também, os que valorizam o aspecto doce.

Antes de entender as particularidades do vinho meio seco, é preciso compreender quais as características que compõe seu sabor e o levam a ter esse título.

No tocante dos rótulos atribuídos aos vinhos, cada país tem a liberdade de elaborar regulamentações próprias que determinam os valores para cada vinho.

Além disso, o vinho meio seco apresenta diferenciações quanto ao seu rótulo, uma vez que dois vinhos com grande distinção no sabor podem, ambos, ser considerados demi-sec.

Como diversas outras categorias de vinhos, existem várias possibilidades de produção do vinho meio seco, com castas de uvas famosas e grande exportação.

Ainda, a harmonização dos vinhos meio secos pode combinar com diversos pratos e diferentes sabores, por conta de sua versatilidade.

Se você deseja se tornar um especialista de vinhos, certamente precisa experimentar o vinho meio seco, além de conhecer suas particularidades e, quem sabe, descobrir que esse rótulo agrada plenamente seu paladar.

Continue conosco para conhecer todas as etapas que envolvem a produção do vinho meio seco, como reconhecê-lo e harmonizá-lo corretamente.

Tudo o que você precisa saber sobre vinho meio seco

O que quer dizer vinho doce, meio seco e seco?

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Embora os vinhos possuam inúmeros rótulos dissemelhantes, todos compartilham uma característica: a presença de açúcar.

De fato, é o açúcar que determina o título que o vinho recebe, a partir da quantidade identificada em sua composição.

A presença da glicose é natural nas uvas e, de acordo com o processo químico pelo qual o vinho passa, essa presença pode ser mantida ou diminuída.

Durante a fabricação dos vinhos, através da maturação e da fermentação das uvas, o açúcar pode se tornar mais significativo ao sabor, ou ser transformado em etanol quase que por completo.

Assim, é possível determinar o rótulo do vinho através desse fator.

Durante a jornada através da experimentação de diferentes vinhos, certamente você irá se deparar com nomes como vinho doce, vinho meio seco e vinho seco.

Trata-se de uma categorização bastante simples.

Vinhos doces, como o nome indica, possuem alta taxa de açúcar presente em sua fabricação. Geralmente, são os preferidos de apreciadores iniciantes, não apenas para vinhos, mas com outras bebidas também.

A presença da glicose na bebida faz com que o paladar seja mais agradável, especialmente pessoas que não estão acostumadas a apreciar vinhos mais encorpados.

Por outro lado, o vinho seco é o oposto do vinho doce. Ele apresenta taxas menores de açúcar, consideravelmente menores se comparado aos títulos mais adocicados.

Durante o processo de fermentação, os vinhos secos costumam ter quase toda sua glicose transformada em etanol.

Dessa forma, não é incomum se deparar com vinhos secos bastante pronunciados quanto ao teor alcoólico, ao passo que seu sabor doce é praticamente impronunciado.

Enquanto isso, o meio termo é encontrado no vinho meio seco.

Seu rótulo também é indicativo. Ele não é totalmente seco, no tocante de teor alcoólico e doce. Contudo, tampouco apresenta sabor tão adocicado quanto os vinhos doces propriamente ditos.

Demi-sec, suave, licoroso, espumantes

O vinho meio seco também pode ser conhecido por vinho demi-sec. No entanto, não se trata de bebidas diferentes, apenas da rotulação.

Em alguns países, é comum que as categorias de vinhos se divida com esses títulos. Considera-se, então, o vinho seco, o vinho demi-sec e o chamado vinho suave, no caso, o vinho doce.

Trata-se apenas de uma questão de nomenclatura, de forma que não se altera a bebida, apenas o título pela qual é conhecida.

Enquanto isso, existem outras categorias de vinhos que podem ser consideradas, e possivelmente você irá se deparar com elas ao longo da descoberta de novos rótulos.

O vinho licoroso é aquele considerado entre uma faixa específica de teor alcoólico.

Da mesma forma que o vinho seco e o vinho doce são identificados pelo grau de doçura, o vinho licoroso é categorizado pelo álcool presente em sua fabricação.

Enquanto isso, os chamados espumantes, também muito conhecidos, possuem suas próprias subcategorias, também podendo se dividir de acordo com o mesmo conceito dos vinhos secos e doces.

Os espumantes podem ser nature, ou considerados secos, extra-brut, brut, sec, demi-sec ou doce.

Assim, é preciso se atentar para os rótulos aos quais se refere o vinho, pois existe o vinho demi-sec, o vinho meio seco, mas também o espumante demi-sec.

Embora os nomes sejam semelhantes, aplica-se a diferentes características, que alteram, e muito, o sabor e a experiência.

O que classifica um vinho como meio seco?

Quais são os tipos de vinhos que existem?

Você sabe que as rotulações de um vinho dependem do seu teor alcoólico e de açúcar presente na composição. No entanto, o que classifica um vinho como meio seco?

Conforme mencionado, cada país possui a liberdade de determinar sua própria legislação de vinhos.

No Brasil, esses decretos são levados a sério, não somente pela União Brasileira de Vinicultura, mas pela própria ANVISA, que verifica e certifica a qualidade dos vinhos de acordo com os rótulos que apresentam.

Dessa forma, assim como o Brasil conta com suas especificações, a Europa também tem uma determinação diferenciada.

Basicamente, essa legislação certifica a quantidade de concentração de açúcar em gramas por litro.

Assim, quando o vinho é elaborado, ele passa pelas análises que adicionam todas as informações pertinentes no rótulo.

Segundo as leis estabelecidas em território nacional, existem três categorias de vinhos que são considerados no Brasil, além de casos a parte, como o espumante, mencionado acima.

De acordo com o novo decreto atualizado em 2014, o vinho é considerado seco se possui até quatro gramas de glicose por litro.

Por outro lado, o vinho doce deve possuir de vinte e cinco a oitenta gramas de glicose por litro.

Enquanto isso, o vinho meio seco está entre essa faixa de valores. Deve possuir entre quatro gramas e vinte e cinco gramas de glicose por litro.

É por esse motivo que o vinho meio seco possui tantas particularidades, mesmo dentro de sua própria categoria.

Afinal, imagine um vinho que possua cinco gramas de glicose por litro e um vinho com vinte e dois gramas de glicose por litro.

Certamente, seus sabores, composições e apreciações serão diferentes, mesmo se tratando de dois rótulos de vinho meio seco.

Legislações europeias

Assim como o Brasil, a Europa também possui sua própria legislação de vinhos, tratando-se de um continente tradicional quanto à produção e exportação de vinhos.

Além dos valores que se diferem um pouco, as leis europeias também consideram uma quarta categoria, não apenas três, como as leis brasileiras.

Ainda, possui dois jeitos de determinar a classificação do vinho: pela concentração de glicose por litro, ou através da acidez total, que é estabelecida em um teto de comparação.

Desse modo, um vinho seco deve possuir até quatro gramas de glicose por litro, ou nove gramas se a acidez total não for inferior a dois gramas por litro.

Por exemplo, um vinho com nove gramas de glicose por litro é considerado seco, com acidez mínima de sete gramas por litro.

O vinho meio seco deve estar entre os valores de quatro gramas de glicose por litro, até doze gramas totais.

Enquanto isso, também há o vinho meio doce, categoria que não existe no Brasil, e considera as bebidas com valores entre doze e quarenta e cinco gramas de glicose por litro.

Por fim, o vinho doce europeu deve conter mais que quarenta e cinco gramas de glicose por litro.

Essas diferenciações podem interferir na apreciação de vinhos que tenham rótulos semelhantes, por exemplo.

Se um apreciador, acostumado com um vinho doce brasileiro, experimenta um vinho doce europeu, pode estranhar seu sabor, por conta da produção importada.

Assim como a classificação entre categorias é importante, as diferenças de legislações também podem influenciar no momento de conhecer determinado rótulo.

De onde vem o açúcar do vinho?

Como identificar os aromas de frutas em cada vinho?

A fermentação do vinho é um processo familiar para degustadores e apreciadores de longa data.

Inicialmente, as castas das uvas são cultivadas de acordo com o vinho que se planeja fabricar. É importante lembrar que mesmo o vinho meio seco pode ser feito de diversas famílias de uvas.

Em seguida, ao serem colhidas, as uvas passam pelos procedimentos de separação e são avaliadas de acordo com sua qualidade.

Cada uma das etapas até a fermentação pode interferir no sabor. Uvas colhidas depois do tempo, ou seja, mais maduras, concentram mais açúcar em suas cascas, por exemplo.

Enquanto isso, os vinhos tintos são fermentados com as cascas, justamente para preservar o sabor que se conserva nela, enquanto os vinhos brancos fermentam apenas o suco retirado das uvas.

Finalmente, a fermentação ocorre não apenas uma, mas diversas vezes, podendo ser de maneira natural ou com componentes artificiais.

Plantas com clorofila transformam gás carbônico em oxigênio, energia e glicose. O mesmo acontece com as uvas.

Quando são colhidas e levadas para a fermentação, esse processo faz com que o dióxido de carbono e a glicose presente em suas células se transformam em etanol.

Esse procedimento ocorre com a ajuda de leveduras, que podem ser selvagens, presentes no ambiente ou nas plantas, e também artificiais, incluídas durante a fabricação.

Basicamente, o açúcar presente nas uvas é transformado quimicamente em etanol, e essa é uma das características que define a categoria de cada título.

Se o vinho passa por um processo de fermentação onde pouco açúcar é transformado em álcool, então, provavelmente, seu rótulo será de vinho doce.

Por outro lado, vinhos que passam por muita fermentação possuem maior teor alcoólico e menor composição doce, tornando-se um vinho seco.

Doçura no vinho meio seco

Como é de se imaginar, o vinho meio seco é fabricado através de uma fermentação equilibrada, que não produz muito teor de álcool, mas também não é extremamente doce.

Conforme indicado acima, a faixa de concentração de açúcar dos vinhos demi-sec é de quatro a vinte e cinco gramas por litro.

Assim, todo rótulo que se encaixar nesse intervalo é considerado um vinho meio seco.

Seu açúcar, como nos demais vinhos, vem das uvas. Diversos aspectos podem interferir na quantidade de glicose presente nas castas.

Forma de cultivo, família de uvas utilizadas, colheita tardia e quantidade de fermentação são alguns dos aspectos que alteram o açúcar presente nesse vinho.

Além disso, é essencial lembrar que o rótulo do vinho meio seco é bastante volátil, podendo ser mais voltado para o seco, quanto para o doce.

Algumas das castas mais famosas que são utilizadas para fazer o demi-sec é a Chardonnay, Merlot e Malbec.

Dessa forma, a doçura vem da própria matéria-prima do vinho. No entanto, o estilo também permite que sacarose de cana-de-açúcar também seja adicionada, de forma artificial.

Quanto mais açúcar presente no vinho, mais ele irá agradar paladares menos acostumados.

Degustadores experientes tendem a apreciar mais os vinhos secos, enquanto iniciantes podem estranhar a estrutura forte e encorporada.

Por isso, o vinho meio seco se torna uma opção equilibrada e indicada para agradar ambos os grupos, não tão doce, e nem tão seco.

Quais as características do vinho meio seco

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Como foi bem destacado, o vinho meio seco é equilibrado. Trata-se de uma categoria que não é extremamente doce, mas também não possui a encorporação do vinho seco.

No entanto, é preciso lembrar que o vinho meio seco pode variar entre uma faixa considerável de concentração de açúcar.

Se estiver em algum dos extremos dos valores, certamente o vinho terá características mais parecidas com as demais categorias.

Por exemplo, um vinho meio seco que possua cinco gramas de açúcar por litro terá aspecto mais forte, com mais taninos e sensação de “amarração” na boca.

Por outro lado, um vinho demi-sec com vinte gramas de açúcar por litro será mais doce, agradável ao paladar.

Dessa forma, é preciso avaliar cada rótulo individualmente, para compreender quais as características que aquele vinho em específico carrega.

Contudo, existem algumas particularidades que são reconhecidas na maior parte dos títulos que compõe essa categoria.

O vinho meio seco é conhecido por ser macio, sem muita presença de álcool, mesmo com pouca concentração de doçura, e seus taninos costumam ser finos.

Os taninos, também encontrados na casca, são os responsáveis pelo porte mais forte e encorpado de um vinho. O meio seco costuma não apresentar taninos muito densos.

Assim, torna-se difícil que os vinhos dessa categoria fuja do aspecto mais doce, ainda que não sejam exatamente enjoativos ou possuam alta concentração de açúcar.

Por isso, é comum que o vinho demi-sec agrade grande parte dos degustadores.

Nível de açúcar e acidez

É importante lembrar que o nível de açúcar nem sempre é o único fator a estabelecer o sabor de um vinho.

No caso do vinho meio seco, é comum que o nível de acidez também se faça presente no momento de experimentar essa categoria.

Isso significa que, mesmo que sua concentração de açúcar em gramas por litro seja consideravelmente mais alta que outro rótulo, a acidez dos taninos pode fazer o gosto não ser perceptivelmente doce.

O oposto também é válido. Mesmo vinhos meio secos menos doces não parecerão tão marcantes no paladar, por conta do açúcar.

De modo geral, o vinho é aveludado e macio. Seu aroma depende da casta da uva utilizada, podendo ter toques amadeirados e mais doces, frutados.

É amadurecido em barris de carvalho, o que também influencia na textura final. Notas florais, comuns em vinhos mais doces, também se tornam presentes.

O que comer com vinho meio seco?

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Finalmente, é hora de harmonizar o vinho meio seco para apreciá-lo corretamente junto de uma boa refeição.

Esse vinho não possui grandes dificuldades de harmonização. Isso ocorre porque sua versatilidade e equilíbrio de sabor permite que ele seja consumido com uma grande variedade de comidas.

Antes de mais nada, é preciso decidir que o vinho irá acompanhar a refeição, ou a refeição irá acompanhar o vinho.

Pode não parecer, mas essas duas possibilidades representam uma grande diferença na harmonização.

Se o vinho estiver acompanhando o prato, então é possível harmonizar comidas mais complexas, pois a bebida irá limpar o paladar e aumentar o sabor.

Por outro lado, se estiver a procura de refeições para acompanhar o vinho meio seco, valorize pratos mais leves, que ressaltem o sabor do vinho.

Entradas

As entradas são os primeiros pratos, e servem para abrir o apetite. Seja em uma situação mais formal, ou encontro entre amigos, uma boa entrada pode harmonizar perfeitamente com o vinho demi-sec.

Se o rótulo for mais doce, opte por entradas leves, como torradas, saladas e queijos de sabor suave.

Enquanto isso, um rótulo com menor concentração de açúcar pode combinar com patês e temperos mais encorpados.

É sempre possível harmonizar o vinho meio seco com entradas mais elaboradas, uma vez que seu sabor equilibrado é ideal para a maioria dos pratos.

Prato principal

Passando para o prato principal, o vinho meio seco se sai muito bem com a maioria das refeições, por conta de seu sabor harmonioso.

Geralmente, o demi-sec é ideal para acompanhar peixes e grelhados. O sabor suave da carne faz com que ambos os sabores sejam valorizados.

No entanto, também pode ser uma boa categoria para limpar o paladar diante de pratos mais gordurosos e pesados, como cortes de carne vermelha.

Quanto as massas, a maioria dos molhos podem harmonizar com o vinho meio seco. Molhos vermelhos e brancos, embora mais gordurosos, tem seu sabor ressaltado.

De modo geral, diversas alternativas de prato principal podem acompanhar um demi-sec, o que permite um leque de opções para que seja degustado.

Sobremesas

Por fim, uma das particularidades do vinho meio seco é sua versatilidade para harmonizar com sobremesas também.

O aspecto doce permite que seu sabor ressalte variados doces e sobremesas.

Chocolates, morango, chantili e mesmo sobremesas feitas à base de frutas são capazes de acompanhar satisfatoriamente as sobremesas.

Dessa forma, esse vinho é ideal para ser consumido durante todas as refeições. Seu sabor equilibrado não prejudica nenhuma gustação, das entradas as sobremesas.

Particularmente, vinhos meio secos com rótulos mais adocicados podem harmonizar mais satisfatoriamente, mas nada impede que outros títulos também cumpram esse papel.

Além disso, a combinação de vinho e queijo é indicada em várias situações, inclusive com o vinho demi-sec, optando por um paladar mais suave, se possível.

Conclusão

A importância do equilíbrio entre açúcar e acidez em um bom vinho

O vinho meio seco é, de muitas formas, versátil e equilibrado. Essas são duas características que definem bem essa categoria, de modo que ele agrada vários públicos.

Durante o cultivo das matérias-primas, as uvas, o dióxido de carbono é captado pelas plantas para se transformar em energia e glicose.

Após a colheita e no início do processo de fermentação, esse mesmo carbono e glicose são transformados quimicamente em etanol.

Basicamente, vinhos que têm mais glicose transformada tendem a possuir maior teor alcoólico e menos aspecto doce.

Por outro lado, vinhos mais doces são menos alcoólicos. Claro, existem rótulos que recebem interferência externa, o que modifica seu sabor e composição.

Contudo, diferentes legislações determinam, a partir dessas concentrações, como cada rótulo é categorizado.

No Brasil, vinhos doces possuem mais de vinte e cinco gramas de açúcar por litro. Vinhos secos devem ter menos de quatro gramas de açúcar por litro.

Dessa forma, o vinho meio seco se localiza entre essa faixa.

Essa característica faz com que diferentes rótulos intitulados meio seco, ou demi-sec, tenham particularidades distintas, mesmo sendo parte da mesma categoria.

De modo geral, trata-se de um vinho macio, aveludado, com textura agradável e ligeiramente doce, apesar da acidez que a concentração de álcool pode trazer.

O equilíbrio do vinho meio seco permite que ele agrade vários grupos de degustadores, os que estão acostumados com vinhos mais encorpados, e também os paladares iniciantes.

Costumeiramente, o açúcar costuma ser mais apreciado entre iniciantes, não somente no vinho, mas em outras bebidas também.

Por isso, o vinho meio seco é ideal para acompanhar diversas situações, e harmoniza perfeitamente com um grande número de opções.

Se for preciso contar com um vinho curinga, que precise agradar a todos os gostos, o vinho demi-sec pode ser uma opção considerável.

Dificilmente desagrada, possui grande leque de variedades e é profundamente apreciado por todos os grupos, seja de paladar seco ou doce.

Se interessou em provar por si mesmo um bom vinho meio seco? Confira as ofertas:

 

O tinto Pinot Noir português

Grand’Arte Pinot Noir Vinho Regional Lisboa 2017:

Elegante, agradável, aveludado, persistente e frutado, com notas de compota de amoras silvestres e nuances de cedro e chocolate; Produtor: DFJ Vinhos; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Pinot Noir (vinho varietal); Nariz: Rico e expressivo, com aromas de frutas vermelhas e chá, e toques tostados; Harmonização: Queijo Serra da Estrela, cozido à portuguesa, bolinhos de bacalhau

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O tinto Mataro australiano

John Duval Annexus Barossa Valley Mataro 2018:

Corpo médio para encorpado, equilibrado, generosos sabores de frutas maduras com nuances minerais, taninos maduros, acidez agradável, final longo e complexo; Produtor: John Duval Wines; Teor alcoólico: 14,5%; Uva: Mataro (vinho varietal); Nariz: Intensos aromas de frutas negras maduras, floral como rosas e violetas, especiarias, defumado e um toque de carvalho; Harmonização: Filé mignon ao molho madeira, costela no bafo, risoto de funghi, queijos

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O tinto Malbec argentino

Pirueta Malbec 2021:

Encorpado com bons níveis de taninos e final de boca deliciosamente frutado; Produtor: Fecovita; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Malbec (vinho varietal); Nariz: Amora e ameixa preta com toques de cravo-da-índia e pimenta; Harmonização: Pizza de calabresa, queijo Parmesão, costela na brasa

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O tinto Cabernet Sauvignon argentino

Pirueta Cabernet Sauvignon 2021:

Taninos marcados e macios, acidez deliciosa e corpo médio; Produtor: Fecovita; Teor alcoólico: 12,7%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Cereja, groselha preta, pimentão e toques de cacau; Harmonização: Polenta com linguiça, hambúrguer, filé ao molho poivre

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O tinto Cabernet Sauvignon argentino

Dadá Nº 391 Art Cabernet 2020:

Corpo médio com taninos suaves e maduros; Produtor: Finca Las Moras; Teor alcoólico: 13%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Frutas negras, pimenta preta, canela e coco; Harmonização: Fondue de carne, presunto cru, tábua de embutidos, polenta com ragu de linguiça e queijos maduros

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O tinto Malbec argentino

Finca Las Estancas Roble Malbec 2021:

Encorpado e intenso, com taninos sedosos; Produtor: Garbin Estate; Teor alcoólico: 13%; Uva: Malbec (vinho varietal); Nariz: Expressivo, com notas de ameixa e cereja; Harmonização: Parrillada argentina, massas ao molho bolonhesa, quiche de queijo Parmesão

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O tinto Cabernet Sauvignon australiano

Mrs Q Cabernet Sauvignon 2015:

Encorpado, taninos equilibrados e final longo; Produtor: Quarisa Wines; Teor alcoólico: 13,6%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Aromas de frutas vermelhas maduras, cassis, pimenta preta e tosta; Harmonização: Paleta de cordeiro, pimentão recheado, berinjela grelhada

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O tinto blend português

Portada Reserva Vinho Regional Lisboa 2020:

Complexo, estruturado, saboroso e frutado; Produtor: DFJ; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Touriga Nacional, Alicante Bouschet, Syrah/Shiraz, Caladoc e Tannat (vinho blend); Nariz: Aromático, com notas intensas de frutas vermelhas maduras; Harmonização: Cozido à portuguesa, bacalhau ao forno, queijo Emmental

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O tinto Malbec argentino

Cavas Don Carlos Roble Malbec 2021:

Taninos marcados e redondos; Produtor: Bodegas Garbin Estate; Teor alcoólico: 13%; Uva: Malbec (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas maduras; Harmonização: Churrasco, pizza de quatro queijos

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O tinto Cabernet Sauvignon australiano

Hunter and Fox Cabernet Sauvignon 2019:

Corpo de leve para médio, boa acidez, taninos macios, final agradável; Produtor: Grape Expectations Estates; Teor alcoólico: 12,8%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Ameixa, groselha negra, cedro, louro, especiarias; Harmonização: Bem versátil: Carnes vermelhas e brancas, pizzas

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O tinto Cabernet Sauvignon americano

Carnivor Bourbon Barrel Aged Cabernet Sauvignon 2018:

Encorpado, bem estruturado, frutado, taninos firmes, acidez equilibrada, final persistente e agradável; Produtor: Carnivor Wines; Teor alcoólico: 15%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Intensos aromas de frutas negras maduras, baunilha, tosta e sutis notas de cacau e maple; Harmonização: Bife de chorizo na brasa, batata recheada com mix de cogumelos, hambúrguer angus com geleia de bacon e queijo

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O tinto blend italiano

Monti Garbi Superiore D.O.C. Valpolicella Ripasso 2018:

Corpo médio para encorpado, intenso, frutado com nuances da barrica, bem estruturado, taninos macios, boa acidez, delicada doçura; Produtor: Tenuta Sant’Antonio; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Oseleta, Corvinone, Rondinella e Croatina (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas maduras, especiarias, amadeirado; Harmonização: Filé ao molho de morangos, espaguete à putanesca, costelinha suína ao molho barbecue, nhoque de abóbora com cogumelos na manteiga de sálvia, queijos semiduros

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O tinto Merlot sul africano

Nederburg 56 Hundred Merlot 2019:

Corpo entre leve e médio, taninos macios e acidez agradável; Produtor: Nederburg; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Merlot (vinho varietal); Nariz: Frutas como framboesas, ameixas e groselhas, notas de baunilha e tosta; Harmonização: Tian de legumes, galinha caipira refogada com quiabo e polenta, tapioca de queijo e carne seca, picanha suína assada, risoto de queijo brie com presunto parma e queijos semiduros

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O tinto Pinotage sul africano

Nederburg 56 Hundred Pinotage 2019:

Frutado, bom corpo, taninos sedosos, fresco, leve amadeirado; Produtor: Nederburg; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Pinotage (vinho varietal); Nariz: Ameixa madura, cereja negra, amora negra, especiarias; Harmonização: Batatas recheadas, risoto de carne-seca, cozido de carne com legumes, espaguete à bolonhesa, frango recheado, quiche de queijo

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O tinto Primitivo italiano

Gran Maestro Primitivo di Manduria DOC 2020:

Equilibrado, persistente e concentrado, com taninos macios e redondos; Produtor: Cielo e Terra; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Primitivo (vinho varietal); Nariz: Notas intensas de frutas vermelhas, especiarias e café; Harmonização: Gnocchi ao ragu de calabresa, penne com tomates gratinados, polenta gratinada com Gorgonzola e queijo Pecorino

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O tinto Primitivo italiano

Maestro Italiano Primitivo Puglia IGT 2020:

Redondo, complexo e frutado, com taninos delicados; Produtor: Cielo e Terra; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Primitivo (vinho varietal); Nariz: Intenso e sedutor, com aromas de frutas vermelhas e especiarias; Harmonização: Gnocchi de mandioquinha, ragu de calabresa com polenta cremosa, lasanha de berinjela

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O tinto Carménère chileno

Root: 1 Reserva Carménère 2019:

Bom corpo, taninos macios, acidez agradável; Produtor: Viña Ventisquero; Teor alcoólico: 13%; Uva: Carménère (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas, frutas negras, vegetal, especiarias; Harmonização: Miolo de alcatra na manteiga de ervas, penne ao sugo, pimentão recheado com carne, frango assado recheado com farofa, lasanha de linguiça calabresa, queijos semiduros

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O tinto blend português

Rocinha:

Médio corpo, acidez agradável, taninos presentes; Produtor: Parras Wines; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Uvas nativas (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas, amora, morango, cereja; Harmonização: Risoto de mignon, spaghetti com almôndegas, gnocchi de batatas com molho de tomate, berinjela à parmegiana, pizza

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O tinto Primitivo italiano

Velar D.O.C. Primitivo di Manduria 2019:

Encorpado, taninos sedosos, final com notas de cacau; Produtor: Vigneti del Salento; Teor alcoólico: 15,5%; Uva: Primitivo (vinho varietal); Nariz: Bouquet intenso com notas de cerejas, amoras, hortelã, tabaco e especiarias; Harmonização: Risoto de ossobuco, bife de chorizo com batatas ao murro, macarrão tailandês ao molho agridoce, berinjela assada e recheada com ricota e tomate seco, pernil de porco ao molho de vinho tinto, queijos como do reino e gruyère

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O tinto blend português

Granja Amareleja D.O.C. Alentejo 2020:

Equilibrado, muito distinto e final prolongado; Produtor: Cooperativa Agrícola de Granja; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Moreto, Aragonez e Trincadeira (vinho blend); Nariz: Frutos vermelhos bem maduros; Harmonização: Picadinho de carne com legumes, lasanha de berinjela e abobrinha, polenta com carne moída

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O tinto blend italiano

Schola Sarmenti LAmpa Negroamaro e Malvasia IGT Salento 2017:

Envolvente, final longo, com retrogosto de frutas maduras; Produtor: Schola Sarmenti; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Negroamaro e Malvasia Nera di Lecce (vinho blend); Nariz: Aromas de frutas maduras, toques picantes; Harmonização: Talharim ao ragu de cordeiro, palpetone de carne com queijo ao molho pomodoro e polenta cremosa, lasanha de berinjela com molho pesto

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O tinto Montepulciano italiano

San Cetteo Turandot D.O.P. Montepulciano dAbruzzo 2020:

Encorpado e delicado com taninos macios. Harmônico, boa acidez e final persistente; Produtor: Ettore Galasso; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Montepulciano (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas, morango, cereja; Harmonização: Espaguete à bolonhesa, costela de cordeiro, risoto de legumes, ratatouille, ravióli com parmesão, carnes vermelhas leves

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O tinto blend francês

Coq Licot Vin de France Merlot Cabernet 2020:

Equilibrado, frutado e taninos macios; Produtor: Vignobles & Compagnie; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Merlot e Cabernet Sauvignon (vinho blend); Nariz: Aroma de frutas negras, groselha preta, amora; Harmonização: Lombo assado com batatas, risoto de parmesão com iscas de filé mignon, strogonoff de shimeji, filé de frango com legumes

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O tinto Primitivo italiano

Suolo Rosso D.O.P. Primitivo di Manduria 2019:

Frutado, médio corpo, acidez agradável, taninos macios, leve amadeirado, doçura sutil; Produtor: Farnese; Teor alcoólico: 15%; Uva: Primitivo (vinho varietal); Nariz: Frutas em compota, caramelo, baunilha, coco, cacau; Harmonização: Bife de chorizo com batatas ao murro, risoto de ossobuco, pernil de porco ao molho de vinho tinto, macarrão tailandês ao molho agridoce, berinjela assada e recheada com ricota e tomate seco, queijos como do reino e gruyère

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O tinto Pinot Noir francês

Louis Chevallier Pinot Noir 2019:

Um vinho jovem, leve, com taninos sedosos, frutado e bom final; Produtor: Louis Chevallier; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Pinot Noir (vinho varietal); Nariz: Aromas de frutas vermelhas, cereja, sutis notas de café em grão com carvalho; Harmonização: Carne de aves, vitela e peixes ricos, como o salmão

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O tinto blend português

Meum Regional Alentejano Tinto 2019:

Corpo médio, frutado, envolvente, taninos suaves, acidez equilibrada, final agradável; Produtor: Parras Wines; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Aragonez, Trincadeira e Alicante Bouschet (vinho blend); Nariz: Aromas de frutos vermelhos maduros, notas sutis de especiarias; Harmonização: Massa à bolonhesa, berinjela à parmegiana, linguiça suína ao forno com batatas

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O tinto Sangiovese italiano

Campo al Moro I.G.T. Toscana Sangiovese 2019:

Corpo entre leve e médio, com acidez presente e refrescante, taninos presentes; Produtor: Cecchi; Teor alcoólico: 13%; Uva: Sangiovese (vinho varietal); Nariz: Frutas como framboesas e amoras, com traço de alcaçuz; Harmonização: Vinho de corpo leve para médio e taninos presentes. Aposte então em pratos à base de massas, molhos vermelhos e carnes vermelhas. Dicas: massas à bolonhesa, filé à parmegiana, berinjela à parmegiana

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O tinto Cabernet Sauvignon francês

L’Empreinte I.G.P. Pays dOc Cabernet Sauvignon 2019:

Encorpado, saboroso e bom final; Produtor: Vignobles & Compagnie; Teor alcoólico: 14%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Amora, especiarias, tabaco; Harmonização: Lombo assado com batatas, filé mignon grelhado ao molho de pimentas verdes, tender, queijos

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O tinto Syrah australiano

Hunter and Fox Syrah 2019:

Corpo de leve para médio, acidez agradável, taninos macios; Produtor: Grape Expectations Estates; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Syrah (vinho varietal); Nariz: Cereja, baunilha, pimenta branca, chocolate; Harmonização: Bem versátil: Carnes brancas e vermelhas, pizzas

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O tinto Primitivo italiano

Brondello Maturo Primitivo Puglia IGT 2019:

Encorpado, intenso e frutado, com taninos macios; Produtor: Castellani; Teor alcoólico: 13%; Uva: Primitivo (vinho varietal); Nariz: Aroma de frutos vermelhos, com notas de alcaçuz e especiarias; Harmonização: Parmegiana de berinjela, ravioli à bolonhesa, filé mignon assado com batatas e queijo

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O tinto Merlot americano

Turning Leaf Merlot:

Frutado, macio e com leve doçura; Produtor: Turning Leaf; Teor alcoólico: 12%; Uva: Merlot (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas como cereja, amora e ameixa madura, com delicada nuance amadeirada; Harmonização: Costela churrasqueada, hambúrguer com fritas, pizza, espaguete ao molho de linguiça fresca, lasanha à bolonhesa, queijos médios

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O tinto Negroamaro italiano

Campi Rudi Appassimento Rosso Puglia Passito IGT 2018:

Sedoso, com taninos macios e boa intensidade de fruta; Produtor: Angelo Rocca e Figli Srl; Teor alcoólico: 15%; Uva: Negroamaro (vinho varietal); Nariz: Ameixa, amora madura, cereja em compota, além de toques de baunilha e canela; Harmonização: Risoto de Parmesão, carne de panela com especiarias, torta de chocolate meio amargo

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O tinto blend português

Encosta do Forte Special Selection Regional Lisboa 2019:

Envolvente, boa acidez e taninos suaves; Produtor: Quinta de São Sebastião; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Syrah, Touriga Nacional e Cabernet Sauvignon (vinho blend); Nariz: Aromas de frutas vermelhas, cedro, especiarias e flor de laranjeira; Harmonização: Cupim assado com batatas, feijoada carioca, feijoada vegana

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O tinto Dornfelder alemão

Ernst Loosen Pfalz Edition Dornfelder 2020:

Frutado, leve, acidez agradável, taninos macios; Produtor: Ernst Loosen; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Dornfelder (vinho varietal); Nariz: Amora, cereja, groselha, framboesa, especiarias, mineral; Harmonização: Risoto de salmão defumado com Emmental, vitela com cenouras, frango com cogumelos guisados, costelinha de porco com batata doce, moussaka, ravióli de presunto cru com molho branco

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O tinto blend italiano

Casato Mastino Amarone della Valpolicella DOCG 2015:

Paladar complexo, encorpado, taninos maduros e sedosos, final persistente e agradável; Produtor: Mabis Wine; Teor alcoólico: 15%; Uvas: Corvina, Corvinone e Rondinella (vinho blend); Nariz: Compota de frutas pretas e vermelhas, especiarias e notas de carvalho; Harmonização: Carnes vermelhas e de caça, massas e queijos maduros

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O tinto Cabernet Sauvignon chileno

Rawen Cabernet Sauvignon Estate Bottled 2020:

Equilibrado e redondo, com acidez agradável e taninos firmes; Produtor: Viña Ravanal; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Notas intensas de frutas vermelhas, cassis e pimenta; Harmonização: Filé mignon suíno assado, carne de cordeiro com alecrim, queijo Grana Padano

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O tinto blend italiano

Famiglia Cielo 1908 Appassionante Veneto IGT 2019:

Redondo, elegante, cheio, persistente e frutado; Produtor: Cielo e Terra; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Merlot, Sangiovese e Corvina (vinho blend); Nariz: Notas intensas de frutas maduras e especiarias; Harmonização: Rabada com polenta mole, lombo de porco com vegetais chamuscados, queijos Provolone e Pecorino

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O tinto blend italiano

Elettra Shining Star Primitivo-Negroamaro Puglia IGT 2020:

Robusto, complexo e persistente, com taninos aveludados e notas frutadas; Produtor: Provinco; Teor alcoólico: 14,5%; Uvas: Primitivo e Negroamaro (vinho blend); Nariz: Expressivo, com notas marcantes de cerejas, amoras e amêndoas, e nuances de especiarias; Harmonização: Bistecca alla Fiorentina, queijos Grana Padano e Pecorino, lasanha à bolonhesa

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O tinto Cabernet Sauvignon australiano

McGuigan The Plan Cabernet Sauvignon 2017:

Encorpado, nuances de frutas vermelhas e pretas, taninos aderentes; Produtor: McGuigan; Teor alcoólico: 13%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Aroma intenso de cereja, amora, groselha preta e cacau; Harmonização: Carnes vermelhas, massa recheadas com molhos intensos, queijos maduros

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O tinto Primitivo italiano

Doppio Passo Primitivo Puglia IGT 2020:

Equilibrado, estruturado, com taninos macios e acidez agradável; Produtor: Botter Wines; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Primitivo (vinho varietal); Nariz: Fresco e expressivo, com notas de amoras e cerejas maduras; Harmonização: Queijos maduros, porco assado na brasa, massas variadas ao molho bolonhesa

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O tinto australiano blend de South Eastern

McGuigan The Plan Red Blend 2017:

Generoso, notas de frutas vermelhas, taninos macios e sedosos; Produtor: McGuigan; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Várias uvas (vinho blend); Nariz: Aromas de ameixa, cereja e amora; Harmonização: Carnes vermelhas grelhadas, legumes recheados, massas com molho vermelho, queijos amarelos

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O tinto Syrah australiano

McGuigan The Plan Shiraz 2017:

Corpo médio, frutas vermelhas e pretas, taninos macios e notas de especiarias; Produtor: McGuigan; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Syrah (vinho varietal); Nariz: Aromas de ameixa e cereja preta, nuances de baunilha e pimenta branca; Harmonização: Carnes vermelhas grelhadas, legumes assados, risotos, queijos amarelos

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O tinto blend português

Portada Reserva Shiraz Cabernet Sauvignon 2019:

Saboroso, aveludado, harmonioso e intenso, com final elegante e persistente; Produtor: DFJ Vinhos; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Cabernet Sauvignon e Shiraz (vinho blend); Nariz: Expressivo, com notas marcantes de frutas vermelhas e toques de especiarias; Harmonização: Alheira, arroz de pato, queijo Serra da Estrela

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O tinto blend italiano

Villa Puccini Toscana Governo All’Uso Toscano 2018:

De corpo médio, sedoso e com taninos macios. Boa amplitude de sabores; Produtor: Castellani; Teor alcoólico: 13,8%; Uvas: Sangiovese, Ciliegiolo e Cabernet Sauvignon (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas e pretas mistas, com toques de grafite e especiarias; Harmonização: Carne de panela, massa com molho bolonhesa e queijos maduros

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O tinto blend italiano

Lupo Meraviglia Due di Due Rosso di Puglia IGT 2019:

Ótima estrutura, taninos macios e equilibrados; Produtor: Botter Wines; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Negroamaro e Malvasia (vinho blend); Nariz: Aromas de frutas maduras, groselha e amora; Harmonização: Risoto de Parmesão, lasanha à bolonhesa, rocambole de carne

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O tinto blend americano

Hook & Ladder Station Ten Red Blend 2016:

Intenso, taninos firmes e final persistente; Produtor: Hook & Ladder Winery; Teor alcoólico: 14,8%; Uvas: Zinfandel, Cabernet Sauvignon, Petite Sirah, Carignan e Alicante Bouschet (vinho blend); Nariz: Aromas de frutas maduras, ameixa, especiarias e chocolate amargo; Harmonização: Tiras de filé mignon com molho barbecue, risoto de cogumelos, lasanha à bolonhesa, pizza margherita, ragu de linguiça

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O tinto blend italiano

Lupo Meraviglia Tre di Tre Rosso di Puglia 2019:

Estruturado e persistente, com ótimo acabamento tânico; Produtor: Botter Wines; Teor alcoólico: 14,5%; Uvas: Negroamaro, Aglianico e Primitivo (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas e geleia, com notas doces e picantes de madeira; Harmonização: Pratos à base de carne com molhos picantes, queijos maduros, chocolate

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O tinto blend português

Portada Winemaker’s Selection 2019:

Encorpado, saboroso e frutado, com final levemente adocicado; Produtor: DFJ; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Tinta Roriz, Alicante Bouschet, Cabernet Sauvignon, Caladoc, Castelão, Pinot Noir e Touriga Nacional (vinho blend); Nariz: Frutas maduras como ameixa e groselha; Harmonização: Queijo parmesão, carnes assadas ou grelhadas

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O tinto blend italiano

Romeo & Juliet Passione Sentimento I.G.T Veneto Rosso 2017:

Acidez agradável, taninos macios, leve para médio corpo, amadeirado, doçura sutil; Produtor: Pasqua; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Merlot, Croatina e Corvina (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas maduras, especiarias, amadeirado; Harmonização: Risoto de tomate seco, filé-mignon à parmegiana, frango teriyaki, lombo suíno com molho agridoce, escondidinho de carne seca com abóbora, batatas recheadas

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O tinto Negroamaro italiano

Schola Sarmenti Roccamora D.O.C. Nardo Negroamaro 2019:

Aveludado, taninos macios e especiarias; Produtor: Schola Sarmenti; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Negroamaro (vinho varietal); Nariz: Especiarias, couro e tabaco com notas frutadas no final; Harmonização: Ideal com pratos à base de carne como javali refogado e carne de cordeiro, ou um bom espaguete com almôndegas

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O tinto blend argentino

Chateau Garbin Red Blend 2021:

Estruturado, persistente, frutado, com boa acidez e taninos delicados; Produtor: Bodegas Garbin Estate; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Merlot, Bonarda e Malbec (vinho blend); Nariz: Notas de frutas vermelhas e pretas maduras, com toques herbáceos; Harmonização: Pizzas, massas com molhos de tomate, churrasco

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O tinto blend argentino

Atardecer De Los Andes Red Blend 2021:

Boa acidez, taninos macios, corpo médio; Produtor: Fecovita; Teor alcoólico: 11,5%; Uvas: Várias uvas (vinho blend); Nariz: Notas de frutas vermelhas; Harmonização: Pizzas, massas com molhos de tomate, embutidos

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O tinto Bonarda argentino

Chateau Garbin Bonarda 2020:

Frutado, com taninos delicados e sedosos, e leve frescor; Produtor: Garbin Estate; Teor alcoólico: 13%; Uva: Bonarda (vinho varietal); Nariz: Aroma de frutas vermelhas; Harmonização: Carnes vermelhas e massas com molho vermelho

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O tinto Malbec argentino

Tinto Negro Malbec Mendoza 2020:

Estruturado, taninos macios e toques de carvalho; Produtor: Tinto Negro; Teor alcoólico: 13,4%; Uva: Malbec (vinho varietal); Nariz: Frutado, notas de frutas negras e maduras; Harmonização: Carnes, massas, vegetais grelhados e queijos duros

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O tinto blend português

Portada Reserva 2018:

Aveludado, elegante, intenso, taninos macios, final persistente; Produtor: DFJ; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Touriga Nacional, Alicante Bouschet e Shiraz (vinho blend); Nariz: Aromas vibrantes de cerejas, morango e notas de pimenta preta e tostado no final de prova; Harmonização: Risotos, carnes assadas, aperitivos

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O tinto blend espanhol

Toro Loco D.O.P. Utiel-Requena Tinto Superior 2019:

Frutado, corpo de leve para médio, taninos macios, acidez agradável; Produtor: BVC Bodegas; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Tempranillo e Bobal (vinho blend); Nariz: Frutas frescas, floral; Harmonização: Churrasco, filé com fritas, carne de panela com legumes, picadinho de carne com banana da terra, lasanha quatro queijos, pizzas e panquecas variadas

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O tinto blend italiano

Grande Alberone La Forza Rosso:

Corpo médio, maciez persistente, notas de ameixa; Produtor: Provinco; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Primitivo, Cabernet Sauvignon e Merlot (vinho blend); Nariz: Notas intensas de frutas vermelhas maduras, com toques de chocolate e baunilha; Harmonização: Pizza de pepperoni, Bistecca alla Fiorentina, bife de alcatra salteado na manteiga de ervas

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O tinto Sangiovese italiano

Terre Forti Radici D’Italia Sangiovese Rubicone IGT 2020:

Equilibrado, encorpado e com sabor de frutas vermelhas; Produtor: Caviro; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Sangiovese (vinho varietal); Nariz: Aroma de cerejas maduras e amoras silvestres; Harmonização: Carnes curadas, queijos maduros, massas

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O tinto blend espanhol

Toro Loco D.O.P. Utiel-Requena Tinto Superior 2019 375 ml:

Frutado, corpo de leve para médio, taninos macios, acidez agradável; Produtor: BVC Bodegas; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Tempranillo e Bobal (vinho blend); Nariz: Frutas frescas, floral; Harmonização: Churrasco, picadinho de carne com banana da terra, filé com fritas, carne de panela com legumes, lasanha quatro queijos, pizzas e panquecas variadas

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O tinto Primitivo italiano

Nero Reale Primitivo di Manduria DOC 2018:

Concentrado, marcante e com taninos redondos; Produtor: Angelo Rocca e Figli Srl; Teor alcoólico: 14,5%; Uva: Primitivo (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas e toques de baunilha e especiarias; Harmonização: Pratos condimentados, carnes bovinas e assadas

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O tinto blend italiano

Baccolo Appassimento Rosso Veneto IGT 2019:

Redondo e persistente; Produtor: Cielo e Terra; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Merlot e Corvina (vinho blend); Nariz: Notas intensas de frutas maduras e especiarias; Harmonização: Lombo de porco com vegetais chamuscados, queijos Provolone e Pecorino, Fegato alla Veneziana

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O tinto Primitivo italiano

Primo Reale Primitivo di Salento 2019:

Frutas em geleia, taninos macios, acidez média; Produtor: Angelo Rocca e Figli Srl; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Primitivo (vinho varietal); Nariz: Ameixa, amora e toques de especiarias; Harmonização: Pizzas variadas, queijos amarelos

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O tinto blend italiano

La Mora D.O.C. Maremma Toscana Rosso 2016:

De personalidade, frutado, com taninos macios e notas de especiarias; Produtor: Cecchi; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas como morango e framboesa silvestres, com notas de folhas secas, e nuance de madeira e especiarias; Harmonização: Bife ancho com batatas assadas, risoto de rabada, t-bone com polenta, lasanha à bolonhesa, mix de queijos e embutidos, legumes gratinados

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O tinto italiano

Tavernello Rosso d’Italia:

Fácil de beber com taninos sutis; Produtor: Caviro; Teor alcoólico: 11,5%; Várias uvas; Nariz: Frutas frescas com toques delicados de flores; Harmonização: Carnes vermelhas, massas, queijos e receitas com arroz

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O tinto Cabernet Sauvignon uruguaio

El Taller Cabernet Sauvignon 2019:

Encorpado, taninos presentes e aveludados, acidez média e final longo; Produtor: Aurora Uruguai; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Frutas maduras como morango, cereja e ameixa, com toques de alcaçuz ao final; Harmonização: Kafta de carne, pizza de pepperoni, carré de cordeiro com molho de ervas

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O tinto Negroamaro italiano

Alese I.G.T Salento Negroamaro 2019:

Frutado, jovem e de persistência média; Produtor: Schola Sarmenti; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Negroamaro (vinho varietal); Nariz: Floral e frutas silvestres; Harmonização: Pratos a base de massas, sopas, legumes e carnes vermelhas

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O tinto Syrah português

Pinhal da Torre The Syrah 2013:

Potente, taninos macios, maduro, acidez agradável, longo final; Produtor: Pinhal da Torre; Teor alcoólico: 14%; Uva: Syrah (vinho varietal); Nariz: Frutas negras maduras, menta, baunilha, cacau, pimenta-do-reino; Harmonização: T-bone com batatas rústicas, risoto de gorgonzola com nozes, coelho a caçadora, massa recheada com ragu de costela, lasanha 5 queijos, medalhão de alcatra ao poivre

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O tinto blend italiano

Tenuta SantAntonio Valpolicella Superiore Ripasso Monti Garbi 2017:

Médio corpo, taninos macios, boa acidez, delicada doçura; Produtor: Tenuta Sant’Antonio; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Oseleta, Corvinone, Rondinella e Croatina (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas maduras, especiarias, amadeirado; Harmonização: Steak au poivre, costelinha suína ao molho barbecue, filé ao molho de morangos, nhoque de abóbora com cogumelos na manteiga de sálvia, espaguete à putanesca, queijos semiduros

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O tinto Nero d’Avola italiano

CentAre D.O.C. Sicilia Nero dAvola 2017:

Frutado, corpo médio, saboroso; Produtor: Cantine Pellegrino; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Nero d’Avola (vinho varietal); Nariz: Notas intensas de rosas, cerejas e amora; Harmonização: Lasanha gratinada, panceta ao forno, filé à parmegiana, pimentão recheado com carne, charutos de uva e espetinho de queijo coalho

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O tinto blend italiano

Tavernello Amabile d’Italia:

Leve com taninos macios e final prazeroso; Produtor: Caviro; Teor alcoólico: 10,5%; Uvas: Sangiovese e Montepulciano (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas frescas com toques adocicados; Harmonização: Carnes vermelhas, massas com molho vermelho e queijos

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O tinto Cabernet Sauvignon francês

La Combe dOr I.G.P. Pays dOc Cabernet Sauvignon 2019:

Potente, estruturado e com taninos marcantes; Produtor: Vignobles & Compagnie; Teor alcoólico: 14%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas passadas, tabaco; Harmonização: Queijos apimentados, carne vermelha, espaguete com molho de queijo picante, iscas de filé com pimenta-do-reino, quesadilla de queijo

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O tinto blend português

Casa Portuguesa Península de Setúbal Tinto 2019:

Bom corpo, taninos presentes, boa presença e acidez, é redondo; Produtor: José Maria da Fonseca; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Castelão e Aragonez (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas e negras, com destaque para morangos, amora e ameixa, além de um toque de madeira; Harmonização: Queijos curados, carnes brancas com especiarias

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O tinto blend português

C de Cabriz Tinto 2017:

Elegante, harmonioso, sedoso e com sabor bastante frutado; Produtor: Cabriz; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Alfrocheiro, Aragonez e Touriga Nacional (vinho blend); Nariz: Aroma de frutos vermelhos frescos e notas de flores de pétalas escuras; Harmonização: Cozinhas mediterrânea, chinesa, indiana e africana

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O tinto Merlot uruguaio

La Mirada Merlot 2019:

Corpo médio e acidez equilibrada; Produtor: Aurora Uruguai; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Merlot (vinho varietal); Nariz: Ameixas, cerejas e arandos; Harmonização: Picanha, embutidos, queijos e cogumelos

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O tinto Montepulciano italiano

San Ceteo Tosca:

Equilibrado, frutado e suculento; Produtor: Ettore Galasso; Teor alcoólico: 12%; Uva: Montepulciano (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas, morango, ameixa; Harmonização: Macarrão com almôndegas ao molho de tomate, ravióli de carne, polenta com ragu de carne, caponata, berinjela à parmegiana

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O tinto blend português

JP Azeitão Seleção do Enólogo Tinto 2019:

Frutado, bom corpo, taninos macios, acidez agradável; Produtor: Bacalhôa Vinhos de Portugal; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Castelão, Aragonez e Syrah (vinho blend); Nariz: Ameixa, framboesa, cereja, amora, especiarias; Harmonização: Risoto de queijo, espaguete com almôndegas, filé à parmegiana, lasanha gratinada, frango recheado, mix de queijos

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O tinto blend português

Pinhal da Torre Resoluto 2015:

Corpo de médio para encorpado, taninos presentes, acidez agradável, amadeirado; Produtor: Pinhal da Torre; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Touriga Franca, Trincadeira, Alicante Bouschet (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas maduras, cacau, especiarias, amadeirado; Harmonização: Carré de cordeiro com molho de hortelã, risoto de funghi, churrasco, hambúrguer de angus com queijo gruyère, picanha invertida, mix de queijos duros

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O tinto blend português

Pedro Teixeira Tinto:

Frutado, macio, elegante com distinta persistência; Produtor: Adega de Cantanhede; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Baga, Touriga Nacional, Jaen e Castelão (vinho blend); Nariz: Predominante em frutas vermelhas e frutas do bosque; Harmonização: Kibe de berinjela, polpetone recheado com queijo, pizza de embutidos, macarrão de forno com molho à bolonhesa, batata gratinada, queijo provolone

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O tinto blend português

Ti Rita Regional Lisboa 2019:

Suculento, taninos aveludados; Produtor: Parras Wines; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Aragonez, Touriga Nacional e Castelão (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas e negras; Harmonização: Risoto com lingüiça, escalope de foie gras com uvas, frango assado, talharim com molho de carne bolonhesa bolognesa e Iscas de filé, queijos

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O tinto blend italiano

Carpineto Originale Vino Rosso Italiano:

Leve, boa acidez, taninos macios, delicada doçura; Produtor: Carpineto; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Sangiovese e uvas nativas (vinho blend); Nariz: Floral, frutas vermelhas, folhas secas; Harmonização: Risoto de queijo, kafta de cordeiro, filé-mignon à parmegiana, tagliatelle ao sugo, escondidinho de carne seca, berinjela recheada

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O tinto blend português

Pedro Teixeira Colheita Selecionada Bairrada D.O.C 2018:

Boa presença, com equilíbrio entre as notas frutadas e da madeira; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Baga, Aragonez, Touriga Nacional (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas maduras, frutas em compota, especiarias; Harmonização: Kibe de berinjela, macarrão de forno com molho à bolonhesa, pizza de embutidos, polpetone recheado com queijo, batata gratinada, queijo provolone

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O tinto blend americano

Apothic Crush 2016:

Frutado, médio corpo, taninos presentes, boa acidez, doçura discreta; Produtor: Apothic; Teor alcoólico: 14,5%; Uvas: Petite Sirah/Petit Syrah, Zinfandel, Pinot Noir e Teroldego (vinho varietal); Nariz: Frutas maduras, baunilha, especiarias, chocolate; Harmonização: Filé à parmegiana, risoto de pepperoni com queijo, churrasco, costelinha suína, comida mexicana, frango teriyaki

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O branco blend português

Alto Lima Branco Vinho Verde DOC 2020:

Delicado, equilibrado e refrescante, com acidez ligeiramente vibrante; Produtor: Adega Cooperativa Ponte da Barca e Arcos de Valdevez; Teor alcoólico: 9,5%; Uvas: Loureiro, Arinto e Trajadura (vinho blend); Nariz: Notas intensas de frutas cítricas e flores brancas; Harmonização: Caldeirada de peixe, bolinho de bacalhau, legumes grelhados

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O branco blend chileno

Emiliana Adobe Gewürztraminer 2020:

Notas florais e frutadas de maçã, damasco e tangerina. Tem um bom volume e o seu final é saboroso e persistente, deixando uma agradável sensação de doçura e frutado; Produtor: Emiliana Organic Vineyards; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Gewürztraminer e Sauvignon Blanc (vinho blend); Nariz: Aromas florais de jasmim, com notas de ervas e lichia com notas de mel; Harmonização: Aves, entradas frias, peixes, petiscos, queijos leves, risotos

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O branco blend italiano

Tenuta SantAntonio Fontana D.O.C. Soave 2020:

Leve, frutado, fresco, delicado, cítrico; Produtor: Tenuta Sant’Antonio; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Trebbiano di Soave e Garganega (vinho blend); Nariz: Frutas brancas frescas, frutas cítricas, floral, mineral; Harmonização: Sobrecoxa recheada com queijo, abará, moqueca de grão de bico

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O branco Falanghina italiano

Masseria Altemura I.G.T. Salento Falanghina 2020:

Fresco, frutado e acidez equilibrada; Produtor: Masseria Altemura; Teor alcoólico: 13%; Uva: Falanghina (vinho varietal); Nariz: Aromas de frutas cítricas, flores, damasco e pêssego; Harmonização: Risoto caprese, casquinha de siri, mix de folhas com queijo cabra, damasco e nozes

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O branco Grillo italiano

CentAre D.O.C. Sicilia Grillo 2020:

Um vinho jovem, leve para médio, frutado, com notas cítricas, acidez alta que lhe confere um excelente frescor; Produtor: Cantine Pellegrino; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Grillo (vinho varietal); Nariz: Frutas cítricas, notas de jasmim, sutis notas herbáceas e mineral; Harmonização: Peixe grelhado, espaguete ao pesto com mussarela de búfala e tomate cereja, frango ao curry, camarão na manteiga e queijos moles

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O branco Grillo italiano

CentAre D.O.C. Sicilia Grillo 2019:

Notas cítricas, frescor e ótima acidez; Produtor: Cantine Pellegrino; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Grillo (vinho varietal); Nariz: Frutas cítricas e notas de jasmin; Harmonização: Crustáceos, peixe grelhado, ceviche, saladas, penne mediterrâneo

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O branco Riesling francês

Albert Boxler Riesling Reserve 2017:

Muito leve, frutado, macio e com dulçor residual; Produtor: Albert Boxler; Teor alcoólico: 13%; Uva: Riesling (vinho varietal); Nariz: Envolvente, com bom equilíbrio entre notas frutadas, minerais e hidrocarbônicas de fundo; Harmonização: Ragú de vitelo, queijos de cabra e ovelha e ceviche

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O branco blend português

Capote Velho Reserva Regional Lisboa Branco 2019:

Boa estrutura, boa acidez e agradável final de boca; Produtor: Parras Wines; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Arinto, Chardonnay e Fernão Pires (vinho blend); Nariz: Frutas tropicais e frutas cítricas; Harmonização: Maçã verde recheada com farofa de quinoa e castanhas, acarajé e panqueca de queijo

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O branco Chardonnay italiano

Cantina Reale I.G.T. Veneto Chardonnay 2019:

Saboroso, elegante e equilibrado; Produtor: Botter; Teor alcoólico: 12%; Uva: Chardonnay (vinho varietal); Nariz: Bouquet delicado e elegante de frutas frescas; Harmonização: Massa ao pesto, quiche de parmesão, mix de queijos e embutidos, risole de abobrinha

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O branco Pinot Grigio italiano

I Castelli Romeo e Giulietta D.O.C. Delle Venezie Pinot Grigio 2020:

Fresco, acidez vibrante, fácil de beber; Produtor: Cielo e Terra S.P.A.; Teor alcoólico: 12%; Uva: Pinot Grigio (vinho varietal); Nariz: Aromas de crosta de pão e maçã verde; Harmonização: Espetinho de frango com bacon, quiche de alho poró com palmito, macarrão ao molho pesto com tomate cereja

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O branco Chardonnay argentino

Viña de Los Andes Chardonnay 2021:

Início doce, fresco, com final persistente; Produtor: Fecovita; Teor alcoólico: 11,8%; Uva: Chardonnay (vinho varietal); Nariz: Delicado, com notas cítricas e tropicais marcantes; Harmonização: Saladas e aperitivos, pratos com molhos leves, queijos

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O branco blend português

Terra Grande Regional Alentejano Branco 2019:

Boa estrutura, final agradável, boa acidez e frescor; Produtor: Parras Wines; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Roupeiro, Arinto e Antão Vaz (vinho blend); Nariz: Aromas de frutas brancas e amarelas e flores; Harmonização: Pipoca com manteiga, sushi, bolinho de bacalhau e frango assado com batatas

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O branco Riesling australiano

Heritage Road Riesling 2018:

Refrescante, equilibrado, levemente doce, com notas de limão; Produtor: McGuigan; Teor alcoólico: 11,5%; Uva: Riesling (vinho varietal); Nariz: Aromas cítricos, com notas de frutas de caroço e toques florais; Harmonização: Legumes e vegetais assados, queijos frescos, peixes e frutos do mar

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O branco blend português

Portada Winemaker’s Selection Branco 2020:

Frutado, refrescante, macio e fácil de beber; Produtor: DFJ Vinhos; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Fernão Pires, Arinto, Alvarinho, Chardonnay, Riesling, Verdelho, Moscatel (vinho blend); Nariz: Aromas cítricos, com notas de maçã; Harmonização: Legumes grelhados, queijo coalho assado, filé de frango ao pesto

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O branco Riesling alemão

Georg Breuer Charm Riesling 2020:

Perfeita harmonia entre vibrante acidez, notas minerais e leve teor de açúcar; Produtor: Georg Breuer; Teor alcoólico: 11,02%; Uva: Riesling (vinho varietal); Nariz: Aromas frescos de lima, limão, algo de maracujá e pêssego; Harmonização: Aperitivos, salmão gravlax, queijos frescos e cozinhas orientais picantes

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O branco blend português

Artefacto D.O.C. Vinho Verde 2020:

Leve, frutado, acidez agradável e refrescante, sutilmente gasoso; Produtor: Luís Duarte Vinhos; Teor alcoólico: 11,5%; Uvas: Arinto, Loureiro e Azal (vinho blend); Nariz: Frutas brancas frescas, cítrico, floral; Harmonização: Estrogonofe de frango, peixe assado com tomate cereja e azeitonas, empadão de palmito, macarrão ao molho branco

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O branco Sauvignon Blanc chileno

Palafitos de Mar Semi Sweet Sauvignon Blanc 2021:

Fresco, acidez agradável e notas minerais; Produtor: Viña Fray Leon; Teor alcoólico: 13%; Uva: Sauvignon Blanc (vinho varietal); Nariz: Flores brancas, frutas tropicais e um toque herbáceo; Harmonização: Frutos do mar, peixe assado com legumes, entradas, salada caesar, tartine de ricota cremosa com pesto e tomatinhos cereja, queijo camembert

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O branco Sauvignon Blanc americano

Dark Horse Sauvignon Blanc 2019:

Boa acidez, jovem, fresco; Produtor: Dark Horse; Teor alcoólico: 13%; Uva: Sauvignon Blanc (vinho varietal); Nariz: Frutas cítricas, limão, toranja; Harmonização: Tilápia com molho de limão, risoto de alho poró, camarão, crepe de palmito, salada refrescante de folhas verdes, bruschetta de muçarela de búfala com tomate cereja

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O branco blend português

Adega do Marquês Branco Vinho Verde DOC:

Leve, jovem, refrescante e persistente; Produtor: Caves Campelo; Teor alcoólico: 10,5%; Uvas: Loureiro, Trajadura e Arinto (vinho blend); Nariz: Aroma fresco de maçã, limão e pêssego; Harmonização: Peixes, frutos do mar, carnes brancas, aperitivos

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O branco Fetească Albă romeno

Prahova Valley Feteasca Alba Demisec Dealu Mare DOC 2020:

Fresco e bem equilibrado; Produtor: The Iconic Estate; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Fetească Albă (vinho varietal); Nariz: Aromas de frutas, capim-limão e flor de sabugueiro; Harmonização: Frutos do mar, peixes, aperitivos e risotos

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O branco blend italiano

Grande Alberone Bianco Chardonnay Catarratto Inzolia Terre Siciliane IGP 2020:

Equilibrado, redondo e persistente, com notas de frutas tropicais e cítricas; Produtor: Provinco; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Chardonnay, Catarratto e Inzolia (vinho blend); Nariz: Expressivo e complexo, com aromas de pêssego, melão e ervas; Harmonização: Canapés de carpaccio, legumes grelhados ao molho pesto, gratinado de frango com queijo Brie

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O branco Macabeo espanhol

Faustino Rivero Ulecia Blanco Semidulce:

Fresco, suculento e frutado, com final redondo e doçura delicada; Produtor: Faustino Rivero Ulecia; Teor alcoólico: 11%; Uva: Macabeo (vinho varietal); Nariz: Aroma de frutas cítricas com notas de abacaxi e banana; Harmonização: Queijos, carnes branca e frutos do mar, aperitivos

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O branco Riesling alemão

Ernst Loosen Private Reserve Riesling 2019:

Leve, boa acidez, cítrico, mineral; Produtor: Ernst Loosen; Teor alcoólico: 12%; Uva: Riesling (vinho varietal); Nariz: Pêssego, pera, abacaxi, cítrico, mineral; Harmonização: Camarão empanado, peixe ao forno com legumes, galeto recheado, salada de folhas com salmão, arroz de frutos do mar, bolinho de bacalhau

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O branco Riesling alemão

Rebgarten Riesling Qualitätswein Nahe 2020:

Redondo e refrescante, com toques adocicados, acidez agradável, mineralidade persistente e muita cremosidade; Produtor: Moselland; Teor alcoólico: 11%; Uva: Riesling (vinho varietal); Nariz: Notas de mel, pêssego, maçã-verde e frutas brancas, com traços minerais; Harmonização: Salada de frutas, pratos da culinária indiana e asiática, peito de frango assado com ervas finas e batatas

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O branco Pinot Gris alemão

J. Meyer Pinot Gris Pfalz 2020:

Equilibrado, frutado e refrescante, com nuances de damascos maduros; Produtor: Moselland; Teor alcoólico: 12.5%; Uva: Pinot Gris (vinho varietal); Nariz: Notas intensas de peras maduras, com toques florais; Harmonização: Risoto de brócolis com Parmesão, bobó de camarão na moranga, espaguete de pupunha ao pesto de manjericão

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O branco Riesling chileno

Cartagena D.O. San Antonio Valley Riesling 2020:

Vinho sedoso e com frescor na medida certa para equilibrar o açúcar residual; Produtor: Casa Marin; Teor alcoólico: 12%; Uva: Riesling (vinho varietal); Nariz: Aromas de flor, camomila, pêssego e mel; Harmonização: Como aperitivo, ceviche, ostras, sopa de camarões picantes e leite de coco, carne com curry

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O branco blend francês

Colombelle Colombard-Sauvignon Blanc Côtes de Gascogne IGP 2020

Boa acidez vinda das uvas; Produtor: Plaimont; Teor alcoólico: 11%; Uvas: Colombard e Sauvignon Blanc (vinho blend); Nariz: Frutas cítricas, como toranja e maracujá, e notas florais; Harmonização: Queijo de cabra, comida japonesa, ravioli de rúcula

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O branco Chardonnay americano

Frei Brothers Reserve Chardonnay 2017:

Bom corpo, boa acidez, final agradável; Produtor: Frei Brothers; Teor alcoólico: 13,9%; Uva: Chardonnay (vinho varietal); Nariz: Lima, maçã-verde, baunilha; Harmonização: Risoto de bacalhau, ceviche de linguado, camarão cremoso na moranga, bruschetta de atum defumado, palmito gratinado com parmesão e queijos frescos

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O branco blend português

C de Cabriz Branco:

Sabor frutado e bastante fresco; Produtor: Cabriz; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Bical, Encruzado e Malvasia Fina (vinho blend); Nariz: Aroma intenso de frutas tropicais e flores de árvores de frutas cítricas; Harmonização: Aperitivos, comidas de origem asiática, cozinha mediterrânea

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O branco blend português

Portada Winemaker’s Branco 2019:

Frutado, refrescante, macio e fácil de beber; Produtor: DFJ; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Alvarinho, Chardonnay, Riesling e Moscatel (vinho blend); Nariz: Aromas cítricos, com notas de maçã; Harmonização: Pratos vegetarianos indianos

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O branco Fetească Albă romeno

Mosia de la Tohani (Red Horses) Fetească Albă 2019:

Redondo, equilibrado, frutado e saboroso, com toques cítricos e final longo; Produtor: Domaine Tohani; Teor alcoólico: 13%; Uva: Fetească Albă (vinho varietal); Nariz: Notas intensas de frutas cítricas, com toques de maçã verde e flores; Harmonização: Culinária japonesa, massas ao molho branco, saladas, carnes brancas

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O rosé Criolla argentino

El Bautismo El Criollo Rosado 2020:

Leve, frutado, acidez agradável; Produtor: La Liga de Enólogos; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Criolla (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas, floral; Harmonização: Risoto caprese, camarão empanado, salmão grelhado, talharim com molho rosé, salada primavera, espetinho de legumes

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O rosé blend português

Alto Lima Rosé Vinho Verde DOC 2020:

Refrescante, jovem e leve, com acidez equilibrada; Produtor: Adega Cooperativa Ponte da Barca e Arcos de Valdevez; Teor alcoólico: 9,5%; Uvas: Vinhão, Borraçal e Espadeiro (vinho blend); Nariz: Notas de frutas vermelhas; Harmonização: Salpicão de frango, caldo verde, arroz de mariscos

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O rosé blend chileno

Hielo Sur Secret Blend Rosé D.O. Valle de Colchagua 2021:

Fresco, frutado e suculento; Produtor: Viña Ventisquero; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Syrah e Sauvignon Blanc (vinho blend); Nariz: Intensidade aromática com notas de frutas vermelhas como morango e framboesa; Harmonização: Bobó de camarão, galinhada, chili vegetariano

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O rosé Rondinella italiano

Tenuta SantAntonio Scaia I.G.T. Veneto Rosato 2020:

Leve, frutado, elegante, bem estruturado, acidez agradável, traço de doçura; Produtor: Tenuta Sant’Antonio; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Rondinella (vinho varietal); Nariz: Floral, leve frutado, toque cítrico; Harmonização: Camarão frito, moqueca, espaguete ao pesto com tomate cereja e queijos cremosos

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O rosé Aglianico italiano

Nativ Centoviti Campania Rosato IGP 2018:

Macio, acidez crocante, nuances mentoladas e levemente tânico; Produtor: Vini Nativ; Teor alcoólico: 13%; Uva: Aglianico (vinho varietal); Nariz: Aroma frutado de framboesa e cereja, e notas florais de gerânio; Harmonização: Sopas, massas, peixes, carnes magras, queijos de massa mole

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O rosé Pinot Grigio italiano

I Castelli Romeo e Giulietta D.O.C. Delle Venezie Pinot Grigio Ro 2020:

Leve, refrescante e frutado; Produtor: Cielo e Terra S.P.A.; Teor alcoólico: 12%; Uva: Pinot Grigio (vinho varietal); Nariz: Aromas de morango, abacaxi, com toque mineral; Harmonização: Espetinho de camarão, sanduíche de croissant com presunto defumado, dadinho de tapioca com geleia de pimenta

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O rosé blend português

Torre de Pias Vinho Rosé:

Refrescante, frutado, de corpo leve e doçura cativante; Produtor: Jaws; Teor alcoólico: 10,3%; Uvas: Várias uvas (vinho blend); Nariz: Suave e frutado, com notas de frutas vermelhas; Harmonização: Canapés, filé de frango grelhado, espaguete com legumes salteados

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O rosé Cabernet Sauvignon chileno

Paine Rosé 2021:

Um vinho jovem, leve, frutado, acidez agradável e refrescante; Produtor: VyF Wines; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Intensos aromas de frutas vermelhas frescas; Harmonização: Risoto caprese, espetinho de camarão, isca de peixe empanado, bruschetta de queijo com tomate cereja, bolinho de bacalhau

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O rosé blend chileno

Palafitos de Mar Semi Sweet Rosé Cabernet Sauvignon Syrah 2021:

Equilibrado, fresco e com acidez agradável; Produtor: Viña Fray Leon; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Syrah e Cabernet Sauvignon (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas, framboesa, morango; Harmonização: Salmão grelhado com legumes, comida japonesa, salada de folhas verdes e morangos, salada de fruta

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O rosé blend francês

Maison Foucher Le Point du Jour A.O.C. Rosé dAnjou 2019:

Frutado, leve, boa acidez, doçura discreta; Produtor: Maison Foucher; Teor alcoólico: 11%; Uvas: Grolleau Gris e Cabernet Franc (vinho blend); Nariz: Floral, framboesa, cereja, morango, amora; Harmonização: Risoto de tomate seco, camarão grelhado com legumes, carpaccio de salmão, beirute de rosbife, salada de bacalhau, tomate recheado

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O rosé blend português

Portada Winemaker’s Selection Rosé 2020:

Saboroso, refrescante e macio; Produtor: DFJ; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Shiraz, Caladoc, Castelão e Tinta Roriz (vinho blend); Nariz: Perfumado, com notas de maçã e frutos vermelhos maduros; Harmonização: Saladas, sushi, gastronomia vegetariana e mexicana

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O rosé Syrah português

JP Azeitão Seleção do Enólogo Syrah Rosé 2020:

Um vinho leve, com acidez presente, refrescante e notas frutadas; Produtor: Bacalhôa Vinhos de Portugal; Teor alcoólico: 12,6%; Uva: Syrah (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas frescas, morango, framboesa, amora e notas florais; Harmonização: Risoto de camarão, iscas de peixe empanado, pizza marguerita, saladas caprese, bolinho de arroz, yakisoba de legumes

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O rosé Pinot Noir alemão

Ernst Loosen Pfalz Edition Pinot Noir Rosé 2019:

Frutado, leve, boa acidez, final agradável; Produtor: Ernst Loosen; Teor alcoólico: 11,5%; Uva: Pinot Noir (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas frescas; Harmonização: Salada com lascas de salmão grelhado, filé de peixe ao molho mediterrâneo, anéis de lula na manteiga, moqueca capixaba, pizza caprese, torta folhada de frango

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O rosé blend americano

Apothic Rosé 2019:

Um vinho leve e frutado, acidez agradável, traço de doçura, refrescante; Produtor: Apothic; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Grenache, Carignan, Tempranillo, Sangiovese e outras uvas (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas frescas; Harmonização: Espetinho de camarão frito, filé de frango grelhado com legumes, espaguete ao molho rosé com champignon

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O rosé Rondinella italiano

Tenuta Sant`Antonio Scaia I.G.T. Veneto Rosato 2019:

Leve, acidez agradável, fácil de beber, traço de doçura; Produtor: Tenuta Sant’Antonio; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Rondinella (vinho varietal); Nariz: Floral, leve frutado, toque cítrico; Harmonização: Salmão grelhado, camarões empanados, pizza caprese, tomates recheados, espaguete ao molho rosé, bruschetta de queijo com tomate

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O rosé blend sul-africano

Pearly Bay Rosé Crisp & Floral:

Saboroso, frutado e com dulçor equilibrado; Produtor: KWV; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Chenin Blanc, Hanepoot e Pinotage (vinho blend); Nariz: Morango, framboesa e pétalas de rosas; Harmonização: Salada de camarão, cuscuz marroquino, sushi e sashimi

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O rosé blend romeno

Prahova Valley Merlot Rose DOC Dealu Mare 2019:

Paladar fresco, frutado, com corpo estruturado e equilibrado; Produtor: The Iconic Estate; Teor alcoólico: 13%; Uva: Merlot (vinho varietal); Nariz: Aromas de frutas vermelhas e pretas; Harmonização: Carnes brancas, aperitivos, queijos e frutos do mar

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O rosé blend português

C de Cabriz Rosé:

Frutado, fresco e levemente macio; Produtor: Cabriz; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Alfrocheiro, Aragonez e Touriga Nacional (vinho blend); Nariz: Aroma intenso de frutos vermelhos frescos; Harmonização: Aperitivos, comidas de origem asiática, cozinha mediterrânea

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O rosé blend francês

Maison Castel Classics Rose D’Anjou AOC 2018:

Fresco e vívido; Produtor: Grupo Castel; Teor alcoólico: 10,5%; Uvas: Grolleau e Gamay (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas e cítricas; Harmonização: Peixes assados, queijos e aperitivos

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O rosé blend francês

Apothic Rosé 2018:

Leve, acidez agradável, traço de doçura, fruta em evidência; Produtor: Apothic; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Grenache, Carignan, Tempranillo, Sangiovese e outras uvas (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas frescas; Harmonização: Espetinho de camarão frito, risoto caprese, filé de frango grelhado com legumes, espaguete ao molho rosé com champignon, tomate recheado com salmão, salada tropical

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O espumante blend brasileiro

Chandon Riche Demi-Sec:

Aveludado, com bom frescor, excelente cremosidade e ótima harmonia entre acidez e doçura; Produtor: Chandon Brasil; Teor alcoólico: 11,6%; Uvas: Riesling Itálico, Chardonnay e Pinot Noir (vinho blend); Nariz: Doce de laranja, frutas secas como uva passa, figo, damasco e toque de mel; Harmonização: Camarão em molho agridoce, ceviche picante, comida tailandesa, nhoque na manteiga e sálvia, torta de maçã, queijos fortes como gorgonzola e roquefort

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O espumante rosé blend brasileiro

Chandon Passion On Ice Demi-Sec:

Leve, frutado, macio, acidez agradável, delicada doçura; Produtor: Chandon Brasil; Teor alcoólico: 11,7%; Uva: Malvasia de Cândia, Malvasia Bianca, Moscatel Graúdo e Pinot Noir (vinho blend); Nariz: Pêssego, maracujá, lichia, jambo, flor de laranjeira; Harmonização: Salmão ao forno, lagosta, aperitivos, salada de folhas verdes com frutas tropicais, torta de frutas vermelhas, mix de queijos

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O licoroso blend italiano

Old John Marsala Superiore Riserva Ambra Semisecco Doc 1998:

Encorpado, álcool presente, notas de damasco e frutas cristalizadas; Produtor: Cantine Pellegrino; Teor alcoólico: 18%; Uvas: Inzolia, Catarratto e Grillo (vinho blend); Nariz: Notas de damasco, delicados aromas de tomilho e pimenta preta; Harmonização: Queijos como parmesão, ricota, gorgonzola, sobremesas como cheesecake, tiramisù

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