Rótulos de vinhos premium ganham espaço no Brasil

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Rótulos de vinhos premium estão cada vez mais presentes nas taças brasileiras

O mercado de vinhos mudou no Brasil. Se antes os rótulos  de vinho premium costumavam ficar para ocasiões especiais e os vinhos mais comuns eram os mais procurados, parece que o jogo virou. Acontece que, após a pandemia de 2020, a procura por vinhos refinados cresceu. De fato, em relação a 2010, o número de adultos que afirmam consumir vinhos dobrou. 

Além disso, as importações cresceram cerca de 4,5% do ano de 2020 para 2021. Sem falar que a procura por rótulos de vinho que estão na casa das centenas aumentou mais de 30%. E estamos falando de vinhos que custam, em média, R$500,00.

Mas, os valores não parecem intimidar o consumidor brasileiro. Na verdade, de acordo com especialistas, nunca se bebeu tanto vinho no Brasil. Seguindo o fluxo, cresceu também todo o mercado ao redor das garrafas da felicidade. Afinal, com o aumento da procura, profissionais de todos os nichos, de viticultores a comerciantes, se tornaram cada vez mais indispensáveis para mover a grande roda do mercado dos produtos da uva.

Nesse ínterim, cresceu o número de clubes de degustação, consórcios de rótulos de vinhos caros, cursos para todos os níveis de apreciadores e e-commerces. Em resultado, o consumidor passou a entender melhor sobre o produto. Pois agora ele possui mais do que vontade de provar, ele tem conhecimento. 

Faltando bons vinhos no mercado?

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Pela primeira vez, a produção de vinhos considerados superiores não foi suficiente para cobrir a demanda do mercado

Aliás, mesmo se você ainda não tem muita afinidade com os vinhos, ainda, já deve ter notado que fala-se cada vez mais e bebe-se cada vez mais vinhos por aí, seja na casa dos amigos, seja nos restaurantes ou em sua própria casa. Pode ser até que os vinhos cheguem a tomar um lugar importante: ocupe o que um dia foi o lugar de honra da cerveja.

Por isso, o mercado está tendo uma dificuldade inusitada, que é de encontrar vinhos bons a qualquer momento. Afinal, os apreciadores agora já entendem seu paladar e sabem o que querem. Mas, antes de entrar em mais detalhes sobre os rótulos mais desejados do momento, vamos entender o que são rótulos premium.

O que são rótulos premium? 

Nem sempre o que reluz é ouro. Você já ouviu isso. Mas, no mundo dos vinhos, isso significa que nem sempre o preço está ligado à qualidade da bebida. Ou seja, nem sempre o vinho caro vai ser delicioso e oferecer uma experiência incrível. 

Mas, no caso dos rótulos de vinhos premium, o prazer ao consumir a bebida é quase garantido. Afinal, nesses casos, diversos fatores contribuem para que a bebida alcance níveis de qualidade superiores e se mantenha nesse nível. 

Então, veja a seguir o que leva um vinho a ser considerado um dos rótulos premium e, consequentemente, custar bem mais caro que os vinhos comuns.

O que torna um vinho especial

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Diferentes fatores interferem na qualidade e valor de um vinho

Normalmente, aqueles vinhos que estamos acostumados a comprar na prateleira dos mercados, com preços bem acessíveis e gostosos de beber na hora do almoço, são os chamados vinhos de mesa. Nesse caso, são rótulos criados para consumo imediato após seu lançamento no mercado. Além disso, sua produção costuma levar pouco tempo entre a colheita e o engarrafamento, diminuindo drasticamente os custos de produção para o viticultor. 

Por outro lado, os rótulos de vinhos premium já são diferentes desde o plantio. Então, com técnicas específicas, os produtores alcançam resultados específicos e conduzem uma verdadeira orquestra para que o consumidor tenha uma experiência maravilhosa ao experimentar a bebida. 

Todo esse processo encarece os vinhos especiais. Afinal, com métodos de produção limitados, a quantidade de vinho disponível no mercado também acaba sendo bem menor, com aromas mais marcantes e o preço sobe ainda mais. A seguir, confira os fatores que levam alguns rótulos a serem considerados premium.

O que faz um vinho custar mais caro?

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Como dito, são muitos os fatores envolvidos na produção de um vinho. A seguir, você vai descobrir detalhes sobre sete desses fatores. Confira.

Terroir

Para começar, o terroir, ou conjunto de fatores que interferem no resultado de um rótulo, já dá o tom sobre o quão valorizado esse vinho será. Por exemplo, um espumante produzido no Brasil, tem qualidade, oferece sabores e aromas deliciosos, e custa um preço acessível. 

Por outro lado, um espumante produzido em determinada região francesa, seguindo métodos de plantio, manejo e colheita bem específicos, seguindo rígidas regras de produção e que carrega o nome de Champagne, possui um valor de mercado muitas vezes mais alto. Ou seja, todos esses fatores fazem dele um dos mais famosos rótulos premium.

Idade das vinhas

No campo da vitivinicultura, o tempo é fundamental para amadurecer sabores, aromas e nuances delicadas de cada uva. Para isso, até mesmo as vinhas mais antigas são mais valorizadas. Aliás, você sabia que vinhas antigas podem dar frutos por mais de um século?

Para isso, o produtor deve ter todo um cuidado para que as vinhas adquiram características agradáveis ao longo do tempo.  

Esse tempo, porém, causa uma diminuição na quantidade de frutos por vinha. No entanto, os frutos que saem possuem uma concentração de nutrientes acima da média, tornando a safra muito especial. Cuidar dessa quantidade limitada de frutos e fazer com que ela seja capaz de produzir, encarece a bebida e torna a bebida um dos rótulos premium.

Processo de produção dos rótulos de vinhos premium

Existem diferentes métodos de produção de vinhos. Por exemplo, as uvas podem ser colhidas e maceradas imediatamente, ou podem ser levadas para um galpão e passam-se meses enquanto secam e acumulam açúcar em seus frutos. 

Ou então, pode ser que a bebida passe por apenas uma etapa de maceração e já seja despejada em tanques de inox, onde fica apenas tempo suficiente para fermentar. Ou então, pode ser que ela seja direcionada para barris de carvalho envelhecidos, onde os vinhos ficam armazenados por meses, até que assimilem características da madeira em seus aromas e sabores. Aliás, já vamos entrar nesse detalhe. 

Por fim, temos todo o tempo e recursos gastos na produção de uma bebida única. De fato, tudo isso leva uma bebida ao nível dos rótulos premium.

Passagem por barrica de carvalho

Como vimos, a passagem por barricas muda completamente um vinho. Ao escolher envelhecer um vinho em barrica, o produtor assume um risco, na qualidade e no sabor. Afinal, o vinho pode acabar ficando armazenado por meses, tornando a bebida em um vinho muito denso.

Por fim, manter a temperatura correta, a umidade ideal e o controle certo sobre todos os possíveis percalços do caminho, é de inteira responsabilidade do produtor e pagamos por isso também em rótulos premium.

Embalagem

Como em qualquer nicho, as embalagens variam de acordo com o nível de qualidade dos produtos, serviços e clientes. No caso, dos vinhos, as bebidas que acumulam requisitos para serem consideradas rótulos premium, vão ser envasados em garrafas resistentes, que possam suportar a pressão criada dentro delas. De fato, elas são embalagens próprias para garantir que os rótulos premium sejam mantidos e conservados da melhor forma. Tudo isso, eleva os preços dos vinhos.

A safra do vinho

Além da idade das vinhas, o conjunto de fatores que tornam a produção de um determinado ano mais interessante que outros faz a safra ser superior ou inferior. O que isso significa? Todo processo de criação de um vinho pode ser manipulado e construído. 

Mas, geralmente, o clima, a umidade, fatores como mais luz ou menos ventos e noites frias ou quentes, tudo isso faz da safra uma grande safra ou apenas mais uma safra. Então, quando a soma de tudo isso resulta em uma grande safra, o vinho se torna um rótulo premium.

Produção limitada

Os rótulos premium não são aqueles com grandes quantidades disponíveis no mercado. Na realidade, os vinhos mais caros são produzidos com menor quantidade de uvas, passam mais tempo maturando ou fermentando, são colhidas à mão ou passam por outros processos especiais na produção. Como resultado, o volume produzido é bem inferior à quantidade de vinhos para consumo imediato. Por isso, o preço é elevado. Afinal, poucas unidades, e grande procura.

Cresce a procura

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Aparentemente, durante o isolamento social imposto pela quarentena durante a pandemia do coronavírus o consumo de álcool cresceu notavelmente. Então, muitos brasileiros enfim tiveram tempo para aprofundar seus conhecimentos no vasto universo dos vinhos. Consequentemente, o conhecimento levou os entusiastas para o próximo nível, onde além de gostar, passa-se a entender os motivos que te levam a gostar ou não de rótulos específicos. 

De fato, o mercado de vinhos superou todas as expectativas. Só em 2020, foram 24 milhões de litros vendidos no Brasil. Entre os rótulos premium, a procura aumentou 29% em 2020, mesmo com a alta do dólar. 

Ou seja, o brasileiro está em busca de produtos de alto nível, que oferecem uma experiência única e que entregue aromas e sabores incríveis, mesmo que isso signifique pagar mais caro pelos rótulos premium. 

Existem rótulos premium fora do Velho Mundo?

Sim, existem. Na verdade, tanto os vinhos do Velho Mundo quanto os produzidos em países mais jovem possuem suas características próprias. Aliás, os vinhos do Novo Mundo ganham contornos definidos pelo uso de técnicas mais modernas, inovações tecnológicas e o frescor de uma nova leva de profissionais do mundo dos vinhos.

Confira nossa seleção de rótulos incríveis preparada para você.

 

O tinto francês blend barricado de Bordeaux,

Château Saint Brice Saint-Émilion AOC 2018:

Redondo, macio e de bom comprimento, com taninos sedosos; Produtor: CGM; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Merlot e Cabernet Sauvignon (vinho blend); Nariz: Notas intensas de frutas vermelhas maduras, com toques de cassis, especiarias e madeira; Harmonização: Carnes vermelhas e de caça, tábuas de queijos maduros, sobremesas a base de chocolate

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⇒ O tinto francês blend barricado do Vale de Rhône,

Maison Bouachon Duc de Montfort A.O.C. Gigondas 2019:

Corpo médio para encorpado, elegante, frutado com nuances de tosta e especiarias, taninos macios, acidez agradável, final longo; Produtor: Maison Bouachon; Teor alcoólico: 15%; Uvas: Grenache e Syrah (vinho blend); Nariz: Aromas de frutas negras como cassis e groselha, toques de defumado, tosta, especiarias e chocolate; Harmonização: Costela de cordeiro com molho de hortelã, risoto de funghi, massa all’amatriciana

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O tinto francês Pinot Noir barricado de Borgonha,

Ropiteau Bourgogne A.O.C. Hautes-Côtes de Nuits 2019:

Um vinho leve, elegante, delicado, frutado, taninos macios, acidez presente que lhe confere agradável frescor, bom final; Produtor: Ropiteau Frères; Teor alcoólico: 13%; Uva: Pinot Noir (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas frescas, especiarias, amadeirado; Harmonização: Risoto de funghi, medalhão de filé mignon, costela suína com cuscuz marroquino, massa folhada com brie e geleia de frutas vermelhas, queijos semi-moles

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O tinto francês Pinot Noir barricado de Borgonha,

Ropiteau Frères Nuits-St-Georges Rouge 2018:

Médio corpo, taninos macios, boa acidez; Produtor: Ropiteau Frères; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Pinot Noir (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas, tosta, terroso, especiarias; Harmonização: Risoto de linguiça fresca, coq au vin, paella, salmão grelhado, espaguete com polpetone, codorna recheada

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O branco doce francês Sémillon amadurecido em aço inox de Bordeaux,

Château Jean Galan Sauternes AOC 2019:

Refrescante, redondo, delicado, equilibrado, e com notas de abacaxi; Produtor: Sarl Jean Galan; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Sémillon (vinho varietal); Nariz: Expressivo e frutado, com nuances amanteigadas, tostadas e de flores brancas; Harmonização: Pudim, Crème Brûlée, queijo Roquefort

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O tinto francês blend barricado do Vale do Rhône,

Les Trois Couronnes Châteauneuf-du-Pape AOP 2018:

Paladar encorpado e elegante, com notas picantes; Produtor: Vignerons de l’Enclave; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Grenache, Syrah e Mourvèdre (vinho blend); Nariz: Aroma intenso de frutas negras, com notas de amoras, groselha e especiarias; Harmonização: Carnes de caça assadas, carnes vermelhas, queijos maduros

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O espumante francês blend de Champagne,

Piper-Heidsieck Champagne Jacket Lifestyle Cuvée Brut:

Suculento, estruturado e refrescante, com toques de frutas cítricas; Produtor: Piper Heidisieck; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Chardonnay e Pinot Noir (vinho blend); Nariz: Aromas frutados, de panificação e cítricos, com toques de pêra e maçã; Harmonização: Aperitivos, magret de pato com molho de frutas vermelhas

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O espumante francês blend de Champagne,

Champagne Moët & Chandon Impérial Brut 375 ml:

Estruturado, com boa presença em boca, cremoso, boa acidez, notas de brioche; Produtor: Moët & Chandon; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Chardonnay, Pinot Noir e Pinot Meunier (vinho blend); Nariz: Maçã verde, pêssego, pera, flores brancas, brioche, nozes, cítrico; Harmonização: Vieiras empanadas, risoto de camarão, codorna recheada, folhado de salmão, moqueca capixaba, ostras frescas

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O espumante francês blend de Champagne,

Champagne Dom Pérignon Vintage 2010 Brut:

Um vinho redondo, macio, com presença cheia, rica e suculenta. Na boca é generoso, firme e assertivo. Um vinho frutado com nuances de especiarias, com bom volume e frescor. Apresenta um final longo, mineral e complexo; Produtor: Moët & Chandon; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Chardonnay e Pinot Noir (vinho blend); Nariz: Frutas cristalizadas, manga verde, melão e abacaxi, casca de laranja, sutis notas florais de peônia e jasmim, toques de pão tostado; Harmonização: Lagosta à thermidor, moqueca de cação, temaki de salmão, pato ao molho de laranja, shitake na manteiga, cogumelos, pratos à base de algas e queijos moles

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O tinto italiano Sangiovese barricado de Toscana,

Cantina di Montalcino Brunello di Montalcino DOCG 2016:

Encorpado, com taninos ricos que são equilibrados com acidez e álcool, final envolvente e longo; Produtor: Cantina di Montalcino; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Sangiovese (vinho varietal); Nariz: Intenso, com notas de cereja preta, groselha que são complementados por toques de tostado, e alcaçuz; Harmonização: Queijo grana padano, picanha na brasa

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O tinto italiano Sangiovese barricado de Toscana,

Vigneti di Campomaggio Chianti Classico Riserva DOCG 1993:

Acidez marcante, taninos finos, corpo médio, toques de eucalipto, cedro, louro e tabaco, final longo; Produtor: Castellani – Tenuta di Campomaggio; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Sangiovese (vinho varietal); Nariz: Expressivo, com notas frutas vermelhas secas, como cereja, groselha e ameixa, e nuances de couro, tabaco, flores e ervas desidratadas; Harmonização: Bistecca alla fiorentina, Papardelle com ragu de cordeiro, queijo Grana Padano

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O tinto italiano blend barricado de Campânia,

Villa Matilde Cecubo 2014:

Redondo e elegante, tem taninos de excelente textura, gostosa acidez e final persistente; Produtor: Villa Matilde; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Primitivo e Piedirosso (vinho blend); Nariz: Aromas de cassis, ameixas, notas florais, de especiarias e de alcaçuz; Harmonização: Carnes de caça e queijos azuis

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O tinto italiano Primitivo de Puglia,

Gran Maestro Primitivo di Manduria DOC 2020:

Equilibrado, persistente e concentrado, com taninos macios e redondos; Produtor: Cielo e Terra; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Primitivo (vinho varietal); Nariz: Notas intensas de frutas vermelhas, especiarias e café; Harmonização: Gnocchi ao ragu de calabresa, penne com tomates gratinados, polenta gratinada com Gorgonzola e queijo Pecorino

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O tinto italiano blend barricado de Vêneto,

Vivaldi Ai Colli Amarone della Valpolicella DOCG 2018:

Complexo, encorpado, taninos maduros e sedosos, final persistente e agradável; Produtor: Vivaldi; Teor alcoólico: 15%; Uvas: Corvina, Corvinone e Rondinella (vinho blend); Nariz: Compota de frutas pretas e vermelhas, especiarias e notas de carvalho; Harmonização: Pernil de cordeiro assado, costela no bafo com mandioquinha, queijo Gorgonzola

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O tinto italiano Corvina de Vêneto,

Tenuta Sant`Antonio Scaia I.G.T. Veneto Corvina 2018:

Aveludado, médio corpo, frutado, boa acidez, taninos macios, final agradável; Produtor: Tenuta Sant’Antonio; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Corvina (vinho varietal); Nariz: Cereja negra madura, amora, framboesa, floral, especiarias; Harmonização: Espaguete com linguiça fresca, risoto de paio com couve, panqueca de frango, lombo suíno assado, lasanha gratinada, queijos semiduros

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O tinto italiano Sangiovese barricado de Toscana,

Il Poggione Brunello di Montalcino DOCG 2016:

Intenso, aromático e equilibrado, com taninos macios e aveludados; Produtor: Tenuta Il Poggione; Teor alcoólico: 14,5%; Uva: Sangiovese (vinho varietal); Nariz: Aroma intenso e persistente, com notas de frutas vermelhas maduras, especiarias e violetas; Harmonização: Carnes vermelhas, carnes de caça, queijos maduros

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O branco italiano blend de Úmbria,

Santa Cristina Campo Grande Classico Orvieto DOC 2019:

Macio, fresco, com notas minerais e frutadas; Produtor: Marchesi Antinori; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Grechetto e Procanico (vinho blend); Nariz: Aromas frutados de pêssego e damasco, com notas de flor de laranjeira; Harmonização: Batata rústica com alecrim, palmito pupunha grelhado, risoto de polvo

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O tinto português blend barricado de Lisboa,

Portada Reserva Vinho Regional Lisboa 2020:

Complexo, estruturado, saboroso e frutado; Produtor: DFJ; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Touriga Nacional, Alicante Bouschet, Syrah/Shiraz, Caladoc e Tannat (vinho blend); Nariz: Aromático, com notas intensas de frutas vermelhas maduras; Harmonização: Cozido à portuguesa, bacalhau ao forno, queijo Emmental

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O tinto brasileiro Cabernet Franc barricado da Serra Gaúcha,

Don Giovanni Cabernet Franc 2020:

Bem estruturado e equilibrado, com taninos delicados e final persistente; Produtor: Don Giovanni; Teor alcoólico: 13%; Uva: Cabernet Franc (vinho varietal); Nariz: Aroma frutas vermelhas, geleia de framboesa e notas de especiarias; Harmonização: Carnes vermelhas e de caça, massas e queijos maduros

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O tinto argentino Malbec barricado de Mendoza,

Nieto Senetiner Malbec 2021:

Suculento, com corpo médio, taninos aveludados e final longo; Produtor: Nieto Senetiner; Teor alcoólico: 14,5%; Uva: Malbec (vinho varietal); Nariz: Aromas de frutas vermelhas frescas e maduras, notas de caramelo e baunilha; Harmonização: Carnes vermelhas grelhadas, massas, queijos amarelos

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O tinto argentino Malbec barricado de Luján de Cuyo,

Luigi Bosca Malbec 2020:

Encorpado, intenso, frutado, com taninos muito finos. Final longo, elegante e mineral; Produtor: Luigi Bosca; Teor alcoólico: 14,5%; Uva: Malbec (vinho varietal); Nariz: Aroma de frutos vermelhos maduros, aromas, notas de alcaçuz e violeta; Harmonização: Parrillada, risoto de cogumelos, paleta de suína ao forno e queijos duros

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O tinto argentino Malbec barricado de Luján de Cuyo,

Fauna Single Vineyard Malbec 2018:

Expressivo, complexo, com taninos macios e um frescor destacado; Produtor: Casarena Bodegas y Viñedos S.A.; Teor alcoólico: 14%; Uva: Malbec (vinho varietal); Nariz: Aromas de frutas vermelhas e negras, com componentes herbáceos e mineral ressaltados; Harmonização: Bife de chorizo ao molho de manteiga e ervas, polenta com ragu de cogumelos, massa à matriciana

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O branco argentino Chardonnay barricado de Mendoza,

Nieto Senetiner Chardonnay 2021:

Acidez refrescante, corpo cremoso e final prolongado; Produtor: Nieto Senetiner; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Chardonnay (vinho varietal); Nariz: Aromas de frutas tropicais, como abacaxi e manga, e notas de frutas cítricas e mel; Harmonização: Risotos, legumes grelhados, aperitivos, peixes

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O tinto argentino Malbec barricado de Mendoza,

Finca La Escuela Malbec 2018:

Frutas vermelhas, com toques do carvalho; Produtor: Tinto Negro; Teor alcoólico: 14%; Uva: Malbec (vinho varietal); Nariz: Aromas únicos do terroir; Harmonização: Cordeiro assado, pratos com molhos picantes

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O branco argentino Torrontés de Salta,

Goulart T Torrontés Small Production 2020:

Frutado, refrescante, delicado e com final cítrico; Produtor: Bodega Goulart; Teor alcoólico: 14%; Uva: Torrontés (vinho varietal); Nariz: Elegante combinação de frutas brancas, com notas florais e um toque mineral; Harmonização: Peixes, sushi, carnes brancas e queijos leves

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O tinto chileno Syrah barricado do Vale do Colchagua,

Ventisquero Pangea Valle de Colchagua Syrah 2016:

Encorpado, redondo, taninos maduros e firmes, acidez alta, fresco, um vinho bem estruturado, harmonioso equilíbrio entre fruta e madeira, com notas de especiarias e chocolate, final longo, complexo e agradável; Produtor: Viña Ventisquero; Teor alcoólico: 14,5%; Uva: Syrah (vinho varietal); Nariz: Aromas ricos e complexos, intensos aromas de frutas negras, especiarias, cedro, caramelo e sutis toques minerais especiarias, condimentos e mineralidade proveniente de distintos tipos de solo do Syrah; Harmonização: Carré de cordeiro ao molho de ervas, risoto de funghi, bife ancho ao molho de especiarias

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O tinto chileno blend barricado do Vale do Maipo,

Almaviva EPU 2018:

Encorpado, redondo, equilibrado, frutado, suculento, textura macia, taninos maduros, acidez média que lhe confere agradável frescor, final longo e complexo; Produtor: Almaviva; Teor alcoólico: 15%; Uvas: Cabernet Sauvignon, Carménère, Merlot e Cabernet Franc (vinho blend); Nariz: Intensos aromas de frutas vermelhas e negras maduras como morangos silvestres, cassis e amoras, toques herbáceos, alcaçuz, especiarias e notas de café; Harmonização: Bife angus na parrilla, risoto de funghi, talharim com ragu de costela e queijos duros

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O tinto chileno Cabernet Sauvignon barricado do Vale do Cachapoal,

Calyptra Zahir D.O. Valle de Cachapoal Cabernet Sauvignon 2012:

Um vinho com complexidade em sabores, encorpado, taninos presentes e macios, textura sedosa e suave, boa acidez, frutado, amadeirado, final longo e persistente; Produtor: Calyptra; Teor alcoólico: 15%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Aromas de frutas negras e vermelhas maduras como cereja, ameixa, cassis e framboesa. Especiarias, notas herbáceas e amadeirada; Harmonização: Bife ancho, risoto de gorgonzola com nozes, lombo de cordeiro ao molho rotie de amora, cogumelos salteados

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O tinto chileno Cabernet Sauvignon não barricado do Vale Central,

Valle Do Atacama Single Vineyard Cabernet Sauvignon 2019:

Elegante e com bom equilíbrio, taninos macios e maduros; Produtor: Bodegas y Viñedos de Aguirre; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Frutas maduras como groselha e cerejas pretas; Harmonização: Carnes vermelhas, pratos de ervas ou queijos maduros

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O tinto chileno Cabernet Sauvignon barricado do Vale do Maipo,

Vistamar Winemakers Selection D.O. Valle del Maipo Cab Sauvignon 2018:

Frutado, taninos aveludados e final longo; Produtor: Viña Vistamar; Teor alcoólico: 14%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Aromas de frutas vermelhas maduras, cereja, ameixa e notas de café; Harmonização: Cordeiro ao coulis de menta, assado de tira com arroz de amêndoas, pappardelle com ragu funghi porcini

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O tinto chileno Cabernet Sauvignon barricado do Vale do Maipo,

Undurraga Founder’s Collection D.O. Valle del Maipo Cabernet Sauvignon 2018:

Encorpado, equilíbrio entre frutado e notas provenientes da barrica, textura macia e aveludada, taninos firmes e bem integrados, acidez agradável, final longo e complexo; Produtor: Undurraga; Teor alcoólico: 14%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Aromas de frutas negras como amoras, frutas vermelhas como cerejas, notas de tosta, tabaco, toque herbáceo e de especiarias; Harmonização: Bife ancho na parrilla, berinjela à parmegiana, polenta mole com ragu de costela, queijos duros

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O tinto chileno blend barricado do Vale do Maipo,

Undurraga Altazor D.O. Valle del Maipo 2016:

Encorpado, bom boa densidade em boca, suculento, frutado em equilíbrio com as características da barrica, intenso, complexo, com taninos maduros, acidez alta que lhe confere ótimo frescor, final longo e agradável; Produtor: Undurraga; Teor alcoólico: 13,6%; Uvas: Cabernet Sauvignon, Carignan e Carménère (vinho blend); Nariz: Intensos aromas de frutas vermelhas como cassis, morango e framboesa combinada com toques de frutos negros, sutis notas terrosas, mineral e de especiarias e nuances de tabaco e chocolate amargo; Harmonização: Bife angus na parrilla, talharim com ragu de lentilha, alcatra na manteiga de ervas e queijos duros

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