Vinhos portugueses - Conheça as origens e harmonizações

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Vinhos portugueses

Os vinhos portugueses são versáteis e variados. Por isso, esteja certo de que vai encontrar o rótulo perfeito para seu paladar.

Os vinhos portugueses são famosos e com toda razão! Afinal, há de se respeitar uma história que começou a ser escrita há mais 2.000 anos, concorda?  Pois, a relação entre Portugal e os vinhos é profunda e extremamente produtiva. Mas, é bem possível passar uma vida tomando vinhos portugueses sem saber por que o vinho do Porto é assim conhecido ou por que o vinho Madeira tem esse nome. Então, hoje você vai descobrir de onde vem os principais rótulos do país. Para fechar com chave de ouro, você vai encontrar dicas de como harmonizar vinhos portugueses com pratos deliciosos.

As origens dos vinhos portugueses

A arte de transformar uvas em excelentes vinhos já era comum cerca de 2.000 anos antes de Cristo. No entanto, a fama dos vinhos só ficaria conhecida a partir do século XII, com a exportação do produto para outras partes da Europa. Aliás, as garrafas do precioso líquido fizeram um grande sucesso e ganharam destaque no mapa dos grandes vinhos.

Um dos mais conhecidos vinhos portugueses, o vinho do Porto era o carro-chefe da vitivinicultura lusitana. Assim, proteger o vinho fortificado foi a motivação para a criação da primeira denominação de origem do país. Com o tempo, outras áreas foram se mostrando produtivas e conhecidas mundo afora, como os vinhos Madeira, Lancers e Mateus. Então, vamos ao que interessa. A seguir, conheça as principais regiões produtoras de vinhos português.

Principais regiões produtoras de vinhos portugueses

Vinhos portugueses

Portugal é um país mestre na arte da vitivinicultura. Aqui, você vai descobrir algumas de suas várias regiões produtoras.

Normalmente, os vinhos são conhecidos pelas variedades utilizadas em sua produção ou por suas regiões de origem. De fato, grande parte do sucesso obtido pelos vinhos portugueses foi resultado direto da técnica usada em cada região do país na produção de seus rótulos. Sendo assim, descubra as regiões de Portugal que têm seus nomes estampados em rótulos que rodam o mundo.

Madeira

Um dos vinhos portugueses mais conhecidos, o vinho Madeira, é produzido com uvas Tinta Negra, Malvasia, Boal, Verdelho e Sercial. Mas, o que o tornou um vinho mundialmente conhecido foi a região de origem: a Ilha da Madeira, localizada a cerca de 1.000 quilômetros de Lisboa. O clima na região é quente e úmido durante o verão e tem temperaturas agradáveis durante o inverno. Além disso, a influência do oceano e o solo vulcânico do local favorecem o cultivo das castas perfeitas para a produção do vinho que leva seu nome.

Dão

A cepa vinífera mais importante da região do Dão é a Touriga Nacional, uva tinta que resulta em vinhos com taninos bem fortes e alta concentração de álcool. Em 1908, a região passou a ser identificada como região demarcada de produção de vinhos. Com o passar do tempo, essa classificação foi revisada e ela ganhou o status de Denominação de Origem Controlada. Ou seja, a partir de então, todo vinho que levasse o nome da região, deveria seguir padrões específicos de cultivo e produção. Como resultado, os vinhos portugueses da região do Dão costumam apresentar características semelhantes como grande potencial de guarda, sabores complexos e com acidez acentuada.

Minho

Em seguida, temos a região do Minho, localizada próximo ao Oceano Atlântico, no extremo norte do país. Normalmente, os vinhos portugueses dali apresentam características como frescor, baixo teor alcoólico e aromas frutados. De lá vem o delicioso Vinho Verde, por exemplo, além de outros rótulos delicados. Afinal, o solo da região é formado em grande parte por granito e o clima é extremamente agradável.

Douro

O vinho do Porto, na verdade, é produzido em uma das mais importantes regiões vinícolas do mundo. De fato, o clima local, com frio e calor extremos, não é a única razão dos vinhos tão distintos. Afinal, o solo, a irrigação e as técnicas de produção milenares também têm influência direta nos aromas e na intensidade dos vinhos locais. Além disso, a região é banhada pelo rio Douro.

Tejo

Várias regiões de Portugal são batizadas com os nomes dos rios que as banham, como o Dão e o Douro. Da mesma forma, Tejo está às margens do rio homônimo. A região tem solo e clima bem equilibrados. Como resultado, os vinhos portugueses da região são muito recomendados para harmonizar com refeições. Aliás, os mais famosos vinhos locais são os brancos, ricos em aromas frutados e com bastante acidez. Normalmente, você vai encontrar diversas uvas sendo produzidas na região como Verdelho, Sauvignon Blanc e Arinto. Mas, ao redor do rio Tejo, existe outra região vinícola importante para a vitivinicultura portuguesa, a região do…

Alentejo

Como o nome diz, a região abrange as terras além, ou depois, do rio Tejo. Anualmente, grande parte da produção de vinhos portugueses, cerca de 80 milhões de litros, saem dela. Localizada ao sul do país, o solo local é arenoso, o clima ameno e com poucas chuvas. Por isso, as uvas produzidas mantêm a acidez. Consequentemente, os vinhos do Alentejo costumam ser tintos bem estruturados, ou encorpados e muito aromáticos, produzidos com as uvas Touriga Nacional, Alicante Bouschet, Aragonez, Alfrocheiro, Cabernet Sauvignon e Syrah.

Infográfico Vinhos Portugueses

Bairrada

Famosa por vinhos feitos com a uva Baga, Bairrada está localizada na região central de Portugal, apresentando um solo rico em argila. Como resultado, os vinhos portugueses produzidos apresentam características únicas e são muito recomendados, tanto os brancos quanto os tintos.

Vinho Verde

Nem só de vinho verde vive a região do noroeste lusitano. No entanto, ele é mesmo a estrela do local. Resultado do terroir formado por clima de baixas temperaturas e alto índice de chuvas, ao mesmo tempo, o solo fértil contribui e muito, para a produção dos vinhos verdes.

Algarves

Na região de Algarves são produzidos vinhos portugueses elegantes e cheios de sabor. De fato, excelentes rótulos brancos e tintos saem da região de clima equilibrado e fresco. Os mais famosos, porém, são os vinhos rosés e os brancos, que apresentam bastante aromas e trazem frescor ao paladar. No entanto, os tintos não ficam para trás e oferecem uma experiência deliciosa na degustação.

Lisboa

Para concluir, temos a região de Lisboa, a capital portuguesa. Normalmente, os vinhos portugueses de Lisboa são vinhos para consumo imediato, vinhos de mesa, licorosos e sem muitos aromas complexos, perfeitos para o dia a dia. No entanto, você também encontra deliciosos espumantes produzidos na região de diferentes tipos de solo, que inclui montanhas secas e terras alagadas. Como resultado, seus vinhos apresentam diferentes características.

Como harmonizar vinhos portugueses

vinhos portugueses

Pratos e vinhos de origem semelhante costumam resultar nas melhores combinações. Experimente!

Normalmente, pratos e vinhos que têm a mesma origem harmonizam perfeitamente. Afinal, eles compartilham nutrientes do mesmo solo, recebem a mesma quantidade de luz solar e água das chuvas. Sendo assim, a melhor ideia para harmonizar com vinhos portugueses são preparos lusitanos. Aliás, o que não falta é referência na cozinha portuguesa para experimentar com os vinhos da região. Muito pelo contrário, a cozinha portuguesa oferece todo tipo de preparo, de sopas a porco assado. Então, veja a seguir as dicas de mestre para você não errar a mão na hora de combinar vinhos e sua refeição.

Entrada

Para combinar com vinhos portugueses alentejanos, dê preferência para pratos leves elegantes. Um Crudo de Pargo, servido com um molho de limão e folhas de rúcula, por exemplo, dá muito certo!

Prato Principal

Continuando, vinhos alentejanos também vão harmonizar lindamente com lombo de bacalhau e batatas. Da mesma forma, bons vinhos portugueses da região de Reguengos também fazem bonito na hora de harmonizar com um Fettucine com ragu de carne. Como opção, você pode servir Sardinha á moda portuguesa. No caso, o ideal é ter um Vinho Verde e sua acidez presente para limpar o paladar. Para concluir, um prato delicioso e que combina demais com os vinhos portugueses é o Francesinha. De fato, Francesinha é um sanduíche de pão caseiro e com linguiça, presunto, bife, mortadela e queijo…Ou seja, pede um vinho da região do Douro.

Sobremesa

Nesse caso, um belo vinho da região do Dão, feito com uvas Touriga Nacional, vai casar impecavelmente com uma Tarte Tartin. Para completar, você pode servir uma bela bola de sorvete de creme. Como opção, você pode servir Pasteis de Belém. Produzidos de forma artesanal e secreta desde o ano 1837, essa sobremesa cobiçada também harmoniza com vinhos portugueses. Para não errar, o ideal é escolher um vinho de sobremesa ou um vinho licoroso. O mais indicado, porém, é um delicioso vinho do Porto, vinho fortificado.

Vinhos portugueses no coração dos brasileiros

vinhos portugueses

Os vinhos portugueses fazem sucesso do lado de cá do oceano.

Não é de hoje que os vinhos portugueses ganharam espaço nas prateleiras e na mesa do povo brasileiro. Hoje vimos as principais regiões de origem dessa bebida tão emblemática e elegante. Além disso, aprendemos também como harmonizar preparos deliciosos e cheios de sabor com vinhos portugueses.

Agora, que você já sabe as principais características de um vinho lusitano, escolha o seu!

 

O tinto blend de Lisboa

Portada Reserva Shiraz Cabernet Sauvignon 2019:

Saboroso, aveludado, harmonioso e intenso, com final elegante e persistente; Produtor: DFJ Vinhos; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Cabernet Sauvignon e Shiraz (vinho blend); Nariz: Expressivo, com notas marcantes de frutas vermelhas e toques de especiarias; Harmonização: Alheira, arroz de pato, queijo Serra da Estrela

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O tinto blend de Lisboa

Portada Reserva 2018:

Aveludado, elegante, intenso, taninos macios, final persistente; Produtor: DFJ Vinhos; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Touriga Nacional, Alicante Bouschet e Shiraz (vinho blend); Nariz: Aromas vibrantes de cerejas, morango e notas de pimenta preta e tostado no final de prova; Harmonização: Risotos, carnes assadas, aperitivos

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O tinto blend multirregional

Mestre André Vinho Tinto:

Elegante, frutado e bem equilibrado; Produtor: Quinta da Boa Esperança; Teor alcoólico: 13%; Uvas: várias uvas (vinho blend); Nariz: Expressivo, com notas intensas de ameixa; Harmonização: Pizzas variadas, tábua de frios, kibe de forno

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O tinto blend de Tejo

Hereditário Tejo 2019:

Encorpado com taninos macios, acidez marcante e final persistente; Produtor: Parras Wines; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: várias uvas (vinho blend); Nariz: Aroma de frutas vermelhas, como amora e framboesa; Harmonização: Massas ao molho vermelho, risotos e carnes suínas

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O tinto Syrah de Dão

Experimentum Syrah 2018:

Corpo médio, com taninos elegantes e acidez leve; Produtor: Quinta Madre de Água; Teor alcoólico: 13%; Uva: Syrah (vinho varietal); Nariz: Aroma frutado de ameixa preta com notas mentoladas e picantes; Harmonização: Carnes vermelhas e queijos maduros

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O tinto Touriga Nacional de Lisboa

Escada Touriga Nacional Vinho Regional Lisboa 2019:

Encorpado, fresco, frutado e saboroso, com final intenso e elegante; Produtor: DFJ; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Touriga Nacional (vinho varietal); Nariz: Aromas florais e de frutas vermelhas maduras; Harmonização: Cozido à portuguesa, bacalhau ao forno, queijos variados

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O tinto Touriga Nacional de Dão

Terras Madre de Água Touriga Nacional Dão D.O. 2019:

Complexo, com acidez equilibrada, taninos macios; Produtor: Madre de Água; Teor alcoólico: 14%; Uva: Touriga Nacional (vinho varietal); Nariz: Frutas maduras com toques de especiarias e de tosta; Harmonização: Carnes vermelhas grelhadas, queijos maduros, pratos típicos de Portugal

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O tinto blend de Lisboa

Portada Winemaker’s Selection 2019:

Encorpado, saboroso e frutado, com final levemente adocicado; Produtor: DFJ; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Tinta Roriz, Alicante Bouschet, Cabernet Sauvignon, Caladoc, Castelão, Pinot Noir e Touriga Nacional (vinho blend); Nariz: Frutas maduras como ameixa e groselha; Harmonização: Queijo parmesão, carnes assadas ou grelhadas

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O tinto blend de Douro

Tratado Douro DOC 2019:

Corpo médio, taninos macios, bastante fruta no final de prova; Produtor: Wine Douro Valley; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Touriga Franca, Tinta Roriz, Tinta Barroca e Touriga Nacional (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas frescas como morango e cereja; Harmonização: Queijos, pizza de calabresa

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O tinto blend de Dão

Coronel Serpa Tinto Dão 2018:

Equilibrado, persistente, frutado e harmonioso; Produtor: Caminhos Cruzados; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Alfrocheiro e Tinta Roriz (vinho blend); Nariz: Notas intensas de frutas vermelhas e pretas maduras; Harmonização: Carnes vermelhas e de caça, pratos da culinária portuguesa

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O tinto blend de Douro

Senhor da Vinha Douro DOC 2019:

Corpo médio, sabor de frutas vermelhos, taninos macios; Produtor: Caves Santa Marta; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Tinta Roriz, Touriga Nacional e Tinta Barroca (vinho blend); Nariz: Frutas maduras como morango e ameixa, toques de especiarias; Harmonização: Lagarto desfiado, aperitivos

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O tinto blend de Alentejo

Ossa Private Selection Regional Alentejano 2019:

Estruturado, macio e com final agradável; Produtor: Ségur Estates; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Aragonez, Alfrocheiro e Alicante Bouschet (vinho blend); Nariz: Aroma de frutas vermelhas e notas sutis de pimenta; Harmonização: Frango guisado, costeletas de cordeiro, massa à bolonhesa, peru assado e carne de porco à alentejana

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O tinto blend

Davideira:

Sabor intenso, taninos elegantes, final suave; Produtor: Parras Wines; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Uvas nativas (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas maduras; Harmonização: Estrogonofe de carne, picadinho de vegetais, lagarto com molho madeira, almôndegas, torta de cogumelos

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O tinto blend de Douro

Sagrado Vinhas Velhas Tinto 2015:

Frutado, mineral, bem estruturado com toques de chocolate e pimenta. Taninos presentes; Produtor: Quinta do Sagrado; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Vinhas Velhas (vinho blend); Nariz: Frutado, notas concentradas de cassis, morango e toques de chocolate; Harmonização: Acompanha pratos de caça, carnes vermelhas, embutidos e queijos

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O tinto blend de Douro

Sagrado VT Grande Reserva 2015:

Frutos negros, equilibrado com notas de tosta e chocolate. Taninos presentes; Produtor: Quinta do Sagrado; Teor alcoólico: 15%; Uvas: Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinto Cão (vinho blend); Nariz: Intenso aroma de frutas, amoras, mirtilo, especiaria doce; Harmonização: Carnes vermelhas e brancas, queijos embutidos

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O tinto blend de Douro

Sagrado Reserva Tinto 2016:

Potente, saboroso e bem equilibrado. Taninos macios; Produtor: Quinta do Sagrado; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas e negras com toques de cassis; Harmonização: Cordeiro assado, entrecot grelhado, costelas de porco assadas e diversos queijos

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O tinto Castelão de Alentejo

Tinto de Castelão by António Maçanita 2018:

Corpo médio, taninos firmes e boa refrescância; Produtor: António Maçanita; Teor alcoólico: 13%; Uva: Castelão (vinho varietal); Nariz: Frutas negras, como ameixa e mirtilo, tabaco e especiarias; Harmonização: Embutidos, feijoada, carnes vermelhas e carne de porco

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O tinto blend de Douro

Cuco Velho Reserva D.O.C. Douro 2016:

Frutado, taninos bem integrados e final complexo e longo; Produtor: Parras Wines; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca (vinho blend); Nariz: Aroma frutado elegante com notas de frutos silvestres, ligeiro floral e uma tosta bem integrada; Harmonização: Bife de ancho com batatas, coq au vin, feijoada, cozido português

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O tinto blend de Dão

Terras Madre de Água Dão D.O 2018:

Encorpado, saboroso e elegante, com toques minerais, final longo e refrescante; Produtor: Madre de Água; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Touriga Nacional e Jaén (vinho blend); Nariz: Notas de frutas maduras com toques florais e de especiarias; Harmonização: Carnes vermelhas, pizzas variadas, pratos da culinária portuguesa

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O tinto blend de Douro

Val da Ucha Tinto Douro DOC 2016:

Corpo médio, taninos maduros e boa acidez; Produtor: Val da Ucha; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas e pretas maduras, como cerejas, amoras e ameixas; Harmonização: Carnes vermelhas grelhadas, massas com molhos ao sugo, shimeji

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O tinto blend de Douro

Sagrado D.O.C Douro Tinto 2017:

Frutado, médio corpo, boa acidez, taninos macios; Produtor: Quinta do Sagrado; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Touriga Franca, Tinta Amarela , Tinta Roriz, Tinto Cão e Touriga Nacional (vinho blend); Nariz: Ameixa negra, cereja negra, violetas; Harmonização: Maminha assada, risoto de linguiça toscana, nhoque com ragu de costela, filé com fritas, batata recheada, queijos semi-duros

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O tinto Touriga Nacional de Tejo (Alentejo)

Cabeça de Toiro Touriga Nacional Reserva Tejo DO 2016:

Acidez bem equilibrada, fresco com notas picantes, de frutas e tostado, final longo e persistente; Produtor: Enoport; Teor alcoólico: 13%; Uva: Touriga Nacional (vinho varietal); Nariz: Flores e frutos silvestres, com notas de especiarias; Harmonização: Foie gras, carnes maturadas, queijos macios

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O tinto blend de Alentejo

Sericaia Tinto 2017:

Mais fresco e elegante, sem o tradicional ataque doce e de fruta cozida que caracterizam muitos vinhos da região; Produtor: Lusovini; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Aragonez, Alicante Bouschet e Trincadeira (vinho blend); Nariz: Aroma cheio de fruta madura, com notas de torrefação; Harmonização: Cordeiro assado, carnes vermelhas com chimichurri e queijo Grana Padano

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O tinto blend de Douro

Vallado Três Melros Tinto Douro DOC 2018:

Estruturado, carnudo, com taninos redondos, final persistente e fresco; Produtor: Quinta do Vallado; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Touriga Franca, Touriga Nacional, Tinta Roriz e Sousão (vinho blend); Nariz: Notas intensas de frutas vermelhas e pretas, com toques balsâmicos; Harmonização: Carnes vermelhas grelhadas, francesinha, alheira de mirandela, queijos

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O tinto blend de Alentejo

António Maçanita FitaPreta Alentejano 2018:

Encorpado, taninos firmes e redondos. Muito rico e com final de boca elegante; Produtor: Fita Preta – Maçanita; Teor alcoólico: 14,5%; Uvas: Aragonez, Trincadeira e Alicante Bouschet (vinho blend); Nariz: Frutas pretas frescas com notas de erva seca e toffee; Harmonização: Churrasco, cozido português e polenta com molho de agrião

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O tinto Tinta Roriz de Dão

Malva Vinho Regional Terras do Dão 2018:

Taninos macios, equilibrado e redondo, com acidez marcante; Produtor: Caminhos Cruzados; Teor alcoólico: 13%; Uva: Tinta Roriz (vinho varietal); Nariz: Frutas maduras como morango, cereja e ameixa; Harmonização: Carnes vermelhas, pizzas variadas, pratos da culinária portuguesa

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O tinto blend de Alentejo

Monte do Pardal:

Harmonioso, frutado; Produtor: Caves da Montanha; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Touriga Nacional, Aragonez e Alicante Bouschet (vinho blend); Nariz: Frutas maduras e especiarias; Harmonização: Queijos amarelos, pizzas

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O tinto blend de Dão

C de Cabriz Tinto 2017:

Elegante, harmonioso, sedoso e com sabor bastante frutado; Produtor: Cabriz; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Alfrocheiro, Aragonez e Touriga Nacional (vinho blend); Nariz: Aroma de frutos vermelhos frescos e notas de flores de pétalas escuras; Harmonização: Cozinhas mediterrânea, chinesa, indiana e africana

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O tinto blend de Douro

Kopke Tinto Douro 2018:

Fresco, com taninos presentes, frutado, com notas de cacau e especiarias; Produtor: Kopke; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz (vinho blend); Nariz: Aroma frutado e levemente floral; Harmonização: Bacalhau com batatas, queijos, carnes assadas

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O tinto blend de Lisboa

Ti Rita Regional Lisboa 2019:

Suculento, taninos aveludados; Produtor: Parras Wines; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Aragonez, Touriga Nacional e Castelão (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas e negras; Harmonização: Risoto com lingüiça, escalope de foie gras com uvas, frango assado, talharim com molho de carne bolonhesa bolognesa e Iscas de filé, queijos

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O tinto blend de Beira Atlântico

Pedro Teixeira Tinto:

Frutado, macio, elegante com distinta persistência; Produtor: Adega de Cantanhede; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Baga, Touriga Nacional, Jaen e Castelão (vinho blend); Nariz: Predominante em frutas vermelhas e frutas do bosque; Harmonização: Kibe de berinjela, polpetone recheado com queijo, pizza de embutidos, macarrão de forno com molho à bolonhesa, batata gratinada, queijo provolone

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O tinto blend de Bairrada

Pedro Teixeira Colheita Selecionada Bairrada D.O.C 2018:

Boa presença, com equilíbrio entre as notas frutadas e da madeira; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Baga, Aragonez, Touriga Nacional (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas maduras, frutas em compota, especiarias; Harmonização: Kibe de berinjela, macarrão de forno com molho à bolonhesa, pizza de embutidos, polpetone recheado com queijo, batata gratinada, queijo provolone

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O branco blend de Lisboa

Portada Reserva Branco 2019:

Encorpado, macio, saboroso, frutado, refrescante e com final longo; Produtor: DFJ Vinhos; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Fernão Pires, Arinto, Chardonnay e Verdelho (vinho blend); Nariz: Intenso, com notas de frutas brancas e nuances minerais; Harmonização: Caldeirada de peixe, bacalhau à Brás, polvo à Lagareiro

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O branco blend de Lisboa

Portada Winemaker’s Selection Branco 2020:

Frutado, refrescante, macio e fácil de beber; Produtor: DFJ Vinhos; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Fernão Pires, Arinto, Alvarinho, Chardonnay, Riesling, Verdelho, Moscatel (vinho blend); Nariz: Aromas cítricos, com notas de maçã; Harmonização: Legumes grelhados, queijo coalho assado, filé de frango ao pesto

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O branco/laranja blend de Alentejo

FitaPreta A Laranja Mecânica by António Maçanita 2020:

Cheio, com textura robusta e caráter refrescante; Produtor: António Maçanita; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Arinto, Roupeiro, Verdelho, Antão Vaz, Alicante Branco, Trincadeira-das-Pratas e Fernão Pires (vinho blend); Nariz: Exuberante e intenso, com notas de laranja cristalizada e toques de marmelo; Harmonização: Foie gras, bacalhau com natas, sardinha frita, peixes grelhados e sashimis

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O branco blend do Douro

Sagrado D.O.C. Douro Branco 2018:

Frutado, leve, acidez agradável; Produtor: Quinta do Sagrado; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Viosinho, Códega do Larinho, Rabigato e Gouveio (vinho blend); Nariz: Abacaxi, maçã, pêssego, flores brancas, cítrico; Harmonização: Filé de frango grelhado com salada, iscas de peixe frito, camarão empanado, espaguete ao alho e óleo, tomates recheados com ricota, quiche de abobrinha

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O branco blend de Vinho Verde

Passatempo Vinho Verde DOC:

Corpo leve, delicado, elegante e com toques minerais; Produtor: Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões; Teor alcoólico: 9%; Uvas: Várias uvas (vinho blend); Nariz: Notas minerais e de frutas maduras como limão; Harmonização: Culinária japonesa, aperitivos

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O branco blend multirregional

Mestre André Vinho Branco:

Refrescante, delicado, leve e frutado; Produtor: Quinta da Boa Esperança; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Várias uvas (vinho blend); Nariz: Notas intensas de frutas brancas e cítricas; Harmonização: Peixe assado, salada de camarão, legumes grelhados

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O branco blend multirregional

Torre de Pias Vinho Branco:

Refrescante, equilibrado, persistente e com boa acidez; Produtor: Jaws; Teor alcoólico: 13,2%; Uvas: Síria, Fonte Cal (vinho blend); Nariz: Notas minerais intensas, com nuances de frutas cítricas e brancas; Harmonização: Sushi, peixes grelhados com legumes, lombo de porco ao molho pesto

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O branco Loureiro de Vinho Verde

Solar das Bouças D.O.C. Vinho Verde Loureiro 2019:

Leve, fresco, frutado, cítrico, mineral, persistência agradável; Produtor: Solar das Bouças; Teor alcoólico: 11%; Uva: Loureiro (vinho varietal); Nariz: Frutas cítricas, frutas brancas frescas, condimentos, mineral; Harmonização: Risoto de bacalhau, casquinha de siri, salada niçoise, lasanha de peito de peru, focaccia ao pesto, wrap de camarão

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O branco blend de Alentejo

Flor de Sal Antão Vaz-Sémillon 2020:

Refrescante, jovem, com acidez marcante, final longo e frutado; Produtor: Ervideira; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Antão Vaz e Sémillon (vinho blend); Nariz: Notas intensas de frutas tropicais com toques minerais; Harmonização: Bacalhau à braz, caldeirada de peixe, caldo verde

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O branco blend de Península de Setúbal

Casa Portuguesa Península de Setúbal Branco 2019:

Frutado, macio, saboroso, com boa acidez; Produtor: José Maria da Fonseca; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Fernão Pires e Moscatel de Setúbal (vinho blend); Nariz: Notas intensas de frutas cítricas e tropicais; Harmonização: Aperitivos, frutos do mar e mariscos, peixes grelhados, vegetais

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O branco blend de Alentejo

Terras de Estremoz Special Selection Regional Alentejano Branco 2018:

Boca com sabor equilibrado, notas frutadas mais frescas. Elegante de corpo médio, com um final agradável; Produtor: Encostas de Estremoz; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Síria, Rabo de Ovelha e Arinto (vinho blend); Nariz: Aroma frutado, jovem e intenso de abacaxi e pêssego com notas minerais; Harmonização: Peixe grelhado ou no forno, mariscos, lagosta, carnes brancas ou de caça

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O branco blend de Vinho Verde

Lagar Vinho Verde DOC:

Acidez e frescor marcantes, com leve efervescência; Produtor: Quinta Do Melgaço; Teor alcoólico: 10,5%; Uvas: Alvarinho e Trajadura (vinho blend); Nariz: Notas cítricas e florais; Harmonização: Bacalhoada, salmão grelhado, camarão na moranga

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O branco blend de Douro

Vallado Três Melros Branco Douro DOC 2019:

Boa estrutura, refrescante, mineral, com sabor equilibrado e persistente; Produtor: Quinta do Vallado; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Rabigato, Códega, Viosinho, Gouveio, Arinto e Alvarinho (vinho blend); Nariz: Notas intensas de frutas brancas maduras com toques cítricos e florais; Harmonização: Caldo verde, bacalhau, caldeirada de peixe, sardinhas assadas

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O branco blend de Dão

Pedra Cancela Seleção do Enólogo Branco Dão 2019:

Refrescante, bom volume de boca e final persistente; Produtor: Lusovini; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Encruzado, Cerceal Branco e Malvasia Fina (vinho blend); Nariz: Aroma que destaca as frutas de polpa branca e caroço, notas cítricas e um interessante toque mineral; Harmonização: Mariscos, peixes brancos grelhados e saladas

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O branco blend de Dão

C de Cabriz Branco:

Sabor frutado e bastante fresco; Produtor: Cabriz; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Bical, Encruzado e Malvasia Fina (vinho blend); Nariz: Aroma intenso de frutas tropicais e flores de árvores de frutas cítricas; Harmonização: Aperitivos, comidas de origem asiática, cozinha mediterrânea

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O branco blend de Alentejo

FitaPreta Branco de Talha Alentejo 2018:

Apresenta ótima textura e uma acidez deliciosa, quase crocante; Produtor: António Maçanita Winemaker; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Roupeiro e Antão Vaz (vinho blend); Nariz: Frutas brancas frescas como maçã verde e pera, além de notas terrosas decorrentes da fermentação na talha; Harmonização: Saladas frescas, massas com molho de ervas e pratos que contenham ingredientes terrosos como cogumelos e trufa branca

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O branco blend de Alentejo

António Maçanita Palpite Reserva Alentejano Branco 2018:

Encorpado e com acidez bem marcada. Um vinho estruturado e com final de boca longo e fresco; Produtor: António Maçanita Winemaker; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Arinto, Tamarez, Alicante Branco, Antão Vaz e Verdelho (vinho blend); Nariz: Limão siciliano, abacaxi, pera e um leve toque lácteo decorrente do processo de battonage; Harmonização: Frutos do mar, bacalhau com natas e carnes de aves

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O branco blend de Alentejo

António Maçanita FitaPreta O Ancestral 2019:

Tem bom volume, é muito fresco, frutado e apresenta um final bastante persistente; Produtor: Fita Preta – Maçanita; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Roupeiro, Alicante Branco, Arinto, Rabo de Ovelha, Tamarez (vinho blend); Nariz: Frutas cítricas, pêssego branco e aromas de pedra molhada pela chuva; Harmonização: Frutos do mar, sardinha frita, peixes grelhados e sashimis

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O branco Antão Vaz de Alentejo

Gloria Reynolds Branco 2018:

Boa acidez, corpo de leve para médio, mineral, bom final; Produtor: Reynolds Wine Growers; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Antão Vaz (vinho varietal); Nariz: Frutas brancas, frutas amarelas, mineral, cítrico; Harmonização: Caldeirada de mariscos, risoto de alho poró, posta de bacalhau ao forno, atum grelhado, canapés de salmão defumado, peixe assado com legumes

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O branco blend de Vinho Verde

Pérola da Vinha Vinho Verde DOC:

Corpo leve, acidez acentuada e final frutado e delicado; Produtor: Manuel da Costa Carvalho Lima & Filhos; Teor alcoólico: 9%; Várias uvas (vinho blend); Nariz: Frutas cítricas, toques herbáceos; Harmonização: Bolinho de arroz, tapas e sushis

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O branco blend de Vinho Verde

Podador Vinho Verde DOC:

Corpo leve, acidez acentuada e final frutado e delicado; Teor alcoólico: 9%; Várias uvas; Nariz: Frutas cítricas e toques florais e herbáceos; Harmonização: Bolinho de arroz, tapas, saladas e sushis

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O branco blend de Tejo (Alentejo)

Cavalo Negro Tejo 2018:

Agradável e delicado, fresco, persistente e frutado; Produtor: Parras Wines; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Arinto, Fernão Pires e Trincadeira das Pratas (vinho blend); Nariz: Notas intensas de frutas tropicais, com toques florais; Harmonização: Risotos, moquecas, ceviches, pratos à base de peixe

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O rosé blend de Lisboa

Portada Winemaker’s Selection Rosé 2020:

Saboroso, refrescante e macio; Produtor: DFJ; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Shiraz, Caladoc, Castelão e Tinta Roriz (vinho blend); Nariz: Perfumado, com notas de maçã e frutos vermelhos maduros; Harmonização: Saladas, sushi, gastronomia vegetariana e mexicana

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O rosé blend de Alentejo

Artefacto Rosé 2020:

Um vinho jovem, leve, frutado, com acidez agradável e refrescante; Produtor: Luís Duarte Vinhos; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Trincadeira, Aragonez e Cabernet Sauvignon (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas, herbal e sutis notas minerais; Harmonização: Pizza marguerita, camarão na moranga, comida japonesa, croquete de frango, quiche de tomate seco, tomates recheados

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O rosé Syrah da Península de Setúbal

JP Azeitão Seleção do Enólogo Syrah Rosé 2020:

Um vinho leve, com acidez presente, refrescante e notas frutadas; Produtor: Bacalhôa Vinhos de Portugal; Teor alcoólico: 12,6%; Uva: Syrah (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas frescas, morango, framboesa, amora e notas florais; Harmonização: Risoto de camarão, iscas de peixe empanado, pizza marguerita, saladas caprese, bolinho de arroz, yakisoba de legumes

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O rosé blend multirregional

Mestre André Vinho Rosé:

Refrescante, frutado e equilibrado; Produtor: Quinta da Boa Esperança; Teor alcoólico: 11%; Uvas: Várias uvas (vinho blend); Nariz: Notas intensas de frutas vermelhas, como morango, cereja e framboesa; Harmonização: Asinha de frango, lombo suíno, queijo Brie

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O rosé blend de Alentejo

Terras de Estremoz Regional Alentejano Rosé 2020:

Bem equilibrado com final refrescante; Produtor: Encostas de Estremoz; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Castelão, Aragonez e Touriga Nacional (vinho blend); Nariz: Aromas frutados e sutis toques tropicais; Harmonização: Como aperitivo, salmão grelhado, mariscos, salada de frango, massas, sushi

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O rosé de Vinho Verde

Passatempo Rosé Vinho Verde DOP:

Leve, equilibrado, frutado e fácil de beber; Produtor: Jaws; Teor alcoólico: 11%; Várias uvas; Nariz: Aroma de frutas vermelhas frescas; Harmonização: Saladas, peixes e sopas

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O rosé blend de Douro

Sagrado D.O.C. Douro Rosé 2019:

Frutado, leve, boa acidez; Produtor: Quinta do Sagrado; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Touriga Nacional e Tinta Roriz (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas frescas, floral; Harmonização: Tagliatelle com molho de camarão, risoto caprese com tomates recheados, estrogonofe de frango, moqueca capixaba, bruschetta de queijo com tomate

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O rosé de Setúbal

Casa Portuguesa Península de Setúbal Rosado 2020:

Notas intensas de frutas vermelhas, saboroso, boa acidez; Produtor: José Maria da Fonseca; Teor alcoólico: 12%; Várias uvas; Nariz: Notas de frutas vermelhas com sutis toques florais; Harmonização: Aperitivos, gaspacho de legumes, frutos do mar

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O rosé Touriga Nacional de Dão

Pedra Cancela Touriga Nacional Rosé 2018:

Equilibrado, trazendo agradável sensação de frescor; Produtor: Lusovini; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Touriga Nacional (vinho varietal); Nariz: Notas de frutas do bosque, com um interessante e exótico toque mineral; Harmonização: Ótimo para acompanhar embutidos e queijos de massa mole

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O rosé blend de Dão

C de Cabriz Rosé:

Frutado, fresco e levemente macio; Produtor: Cabriz; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Alfrocheiro, Aragonez e Touriga Nacional (vinho blend); Nariz: Aroma intenso de frutos vermelhos frescos; Harmonização: Aperitivos, comidas de origem asiática, cozinha mediterrânea

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O espumante blend de Bairrada

Jp Brut:

Leve, frutado, com boa acidez e persistência; Produtor: Bacalhôa Vinhos de Portugal; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Castelão e Arinto (vinho blend); Nariz: Frutas como pera e maçã, notas florais e delicado traço de fermento; Harmonização: Ostras gratinadas ao vinho branco, wrap de camarão, arroz de marisco, salada Thai, acarajé vegano, bolinhos de arroz com ervas finas

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O espumante blend de Beira Atlântico

Pedro Teixeira Prestige I.G. Beira Atlântico:

Frutado, fresco, boa persistência; Produtor: Adega de Cantanhede; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Bical e Arinto (vinho blend); Nariz: Aromas de amêndoas, frutas secas; Harmonização: Fettuccine na manteiga com tilápia frita, antepastos, ravioli de bacalhau, abobrinhas verdes recheadas

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O licoroso blend de Douro

Dalva Ruby Porto:

Denso, encorpado, adocicado e harmonioso; Produtor: C da Silva; Teor alcoólico: 19%; Uvas: Tinta Amarela, Tinta Cão, Touriga Nacional, Touriga Francesa, Tinta Roriz, Tinta Barroca e Souzão (vinho blend); Nariz: Aromas de frutas vermelhas; Harmonização: Queijo Gorgonzola, tiramisù, cheesecake de frutas vermelhas

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O licoroso blend de Douro

Dalva White Porto:

Encorpado, licoroso, adocicado; Produtor: C da Silva; Teor alcoólico: 19%; Uvas: Codega Rabigato, Malvasia Rei, Malvasia Fina, Viozinho e Donzelinho (vinho blend); Nariz: Aroma de frutas em calda; Harmonização: Melão com presunto parma, amêndoas assadas com azeite e sal, sorvete de baunilha

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O licoroso blend de Douro

Vallado Porto LBV 2016:

Saboroso, com notas intensas de cereja, taninos macios, final intenso e longo; Produtor: Quinta do Vallado; Teor alcoólico: 19,5%; Uvas: Tinta Roriz, Tinta Amarela, Touriga Franca e Touriga Nacional (vinho blend); Nariz: Elegante, com notas de frutas pretas frescas e especiarias; Harmonização: Nozes, queijos, sobremesas

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