Vinho seco, significado e diferenças entre seco e suave

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vinho seco

O vinho seco é um dos vinhos mais populares entre apreciadores.

No entanto, suas peculiaridades dividem opiniões, muito por conta do seu sabor diferenciado.

Para principiantes, é difícil adequar o paladar a todos os tipos de sabores.

Principalmente para harmonizar e conseguir aproveitar integralmente a experiência que o vinho oferece.

Isso acontece porque os vinhos secos, particularmente, apresentam um corpo mais bruto, como degustadores chamam.

Se deve por conta da quantidade de açúcar presente no vinho, além de outras composições que fazem parte de sua fabricação.

Dessa forma, pode ser um vinho dificilmente apreciado por paladares pouco acostumados.

No entanto, quem se permite experimentar, não se arrepende.

O vinho seco é extremamente apreciado em todo o mundo, e servido em diversos tipos de ocasiões.

Além disso, depois de conhecer as melhores harmonizações, também se torna mais natural saborear o gosto encorpado.

Atualmente, os vinhos possuem rótulos que se dividem em seco, meio seco e suave.

Para que não haja nenhum tipo de equívoco, apresentaremos todas as diferenças.

Conheça mais sobre o vinho seco, seu conceito técnico e as características que fazem desse rótulo um dos mais populares.

Tudo o que você precisa saber sobre vinho seco

vinho seco

1. Vinho seco e suave, conceito popular e técnico

Os conceitos populares que abrangem vinhos secos e vinhos suaves, muitas vezes, proporcionam o entendimento errado, especialmente de que está começando neste universo tão vasto.

Apesar disso, as definições populares descrevem bem a conceituação técnica que envolve as peculiaridades desse rótulo.

É comum que apreciadores, experientes, profissionais ou amadores, descrevam o vinho suave como “fácil de beber”.

Muito comumente seus sinônimos envolvem “vinho redondo” e “vinho agradável”.

Por outro lado, o vinho seco ganha rótulos não tão amigáveis. É descrito, principalmente, como “amargo”.

Um vinho que “amarra na boca”, ou “mais difícil de beber”. Certamente, essas percepções variam de paladar para paladar.

Contudo, podem levar a uma concepção equivocada desses rótulos. Isso porque a conceituação popular considera unicamente o sabor de ambos os vinhos.

De certa forma, essa relação não está errada, pois se relaciona com a presença dos taninos em cada corpo.

No entanto, é preciso salientar que esses rótulos não englobam, inteiramente, os conceitos técnicos que os vinhos recebem.

Profissionalmente falando, os vinhos devem ser descritos a partir da legislação.

Cada país elaborou uma legislação diferente que autoriza e regulamenta a produção e comercialização de vinhos.

No Brasil, trata-se da lei n° 7.678, de novembro de 1988. Ainda, recebeu um acréscimo em fevereiro de 2014, com o decreto n° 8.198.

É este que, justamente, regulamentou a produção de vinhos secos nacionais. São essas leis que determinam como o vinho será rotulado e vendido.

Conceito técnico dos vinhos secos

Sem dúvidas, os conceitos populares e técnicos se relacionam, mas é a classificação técnica que determina a definição popular dos vinhos.

O processo de definição dos vinhos acontece depois de sua fabricação, processo que interfere nos sabores apresentados.

Contudo, tecnicamente falando, importa apenas o resultado final do vinho, que é devidamente testado.

Cada legislação regulamentadora das produções determinou uma quantidade de açúcar que deve estar presente nos vinhos.

O açúcar, provindo da glicose, é originado durante o processo de fabricação.

Após a embalagem, e até mesmo o processo de envelhecimento, se analisa o corpo do vinho para estipular quanto açúcar é encontrado na bebida.

A partir disso, serviços de rotulação nomeiam o vinho apropriadamente. Esse conceito técnico é imprescindível não somente para apreciadores.

Mas também para que órgãos de fiscalização não multem ou suspendam produções que rotulam seus vinhos erroneamente.

No Brasil, existem três graus de açúcar para três determinações distintas. Vinhos com até 4 gramas de açúcar por litro são rotulados como vinhos secos.

Da mesma forma, vinhos de 4 a 25 gramas por litro são meio secos. Finalmente, vinhos com mais de 25 gramas de açúcar por litro são doces.

De fato, o conceito popular também se inspira no técnico. Afinal, vinhos doces são mais apreciados por degustadores inexperientes.

Isso se deve pelo costume do paladar à sabores mais adocicados.  Por outro lado, vinhos secos são mais “amargos” por conta, também, da pouca presença de açúcar.

Para quem deseja conhecer mais do universo de vinhos, é essencial conhecer ambas as conceituações.

Durante conversas ou eventos, não é necessário utilizar a conceituação técnica. Mas, dessa maneira, fala-se com propriedade.

Inclusive, existem vinhos considerados secos, que são meio secos, justamente por conta da análise da quantidade de açúcar.

O processo de fabricação é fundamental para essas composições distintas.

2. Diferenças entre seco, meio seco e suave

vinho seco

Como ressaltamos, é o processo de fabricação que determina a diferença entre vinhos secos, meio secos e doces.

Decerto que cada vinícola já possui todo o necessário para compor cada tipo de vinho, assim como maquinários apropriados, uvas selecionadas e rotinas específicas de fabricação.

No entanto, a termos de explicação e curiosidade, especificaremos o processo como um todo, para apresentar as diferenças exatas entre vinho seco, meio seco e doce.

Antes de mais nada, é importante ressaltar que não são todas as castas das uvas que produzem vinhos secos.

De fato, uvas brancas fabricam apenas vinhos mais suaves, enquanto as castas tintas fornecem os vinhos secos mais apreciados.

Isso se deve, especialmente, pela presença dos taninos.

Os taninos são composições presentes nas cascas das uvas, que, durante o processo, encorpam o sabor e lhe dão um paladar mais tonificado.

Vinhos secos são produzidos por uvas tintas, que apresentam maior composição de taninos.

Dessa forma, seu paladar é tido como mais forte, o que leva a conceituação popular anteriormente descrita.

Mas a diferença entre os vinhos é determinada em sua fabricação.

Fabricação e fermentação

Degustadores experientes já conhecem os processos de fabricação e fermentação, por serem essenciais para a apreciação plena de cada vinho.

Contudo, para apreciadores iniciantes, esse procedimento não é complicado de ser entendido.

Após a colheita das uvas, no tempo ou mais maduras, para realçar os taninos, elas são levadas para a fabricação do vinho.

Cada vinícola possui seus próprios métodos, muitas tradicionais, a famosa representação de amassar uvas com os pés.

No entanto, em grandes fabricadoras, as uvas são levadas para retirada do engaço e dos bagos.

Em seguida, a casca é rompida, e se mistura para criar o mosto. Após o suco, é iniciado o processo de fermentação.

Dependendo do tipo do vinho e da uva, ele leva mais ou menos tempo. Porém, em todos os métodos se acrescenta as leveduras.

Elas são microrganismos que transformam glicose em etanol, através de processos químicos.

É nesse ponto que se localiza a principal diferença entre vinho seco, meio seco e doce.

Quanto mais as leveduras atuarem e quanto mais fermentado for o vinho, mais açúcar é transformado em etanol.

Isso leva à criação do vinho seco, com maior presença de álcool, com pouca glicose.

Somado aos taninos, temos um rótulo encorpado e mesmo ligeiramente amargo para o paladar.

Enquanto isso, vinhos doces têm menos glicose transformada em etanol durante a fermentação, e, posteriormente, seu rótulo é atribuído ao medir as gramas de açúcar por litro.

Dessa forma, é importante se atentar para as distinções de cada vinho.

Ela não é dada somente pelos taninos, mas também pela transformação da glicose em etanol.

Claro, esses processos não são automatizados, e cada vinícola possui técnicas diferentes e únicas.

Por isso cada vinho também é único, e deve ser apreciado como tal.

3. As principais características do vinho seco

vinho seco

Agora que especificamos as diferenças entre os rótulos e como ela é atribuída, podemos falar sobre as características do vinho seco.

Antes, é importante lembrar que os vinhos secos são uma categoria que incluem diversos rótulos, não apenas tintos, mas também rosés e alguns espumantes.

Por isso, as particularidades de cada um podem se alterar, de acordo com as castas utilizadas, envelhecimento e outros fatores.

No entanto, existem determinadas peculiaridades mais gerais que podemos destacar. Decerto, a característica mais marcante é o sabor.

Os vinhos secos, por não possuírem grandes quantidades de açúcar residual, encorpam o paladar, deixando-o mais forte.

Para alguns, o gosto é mesmo amargo. Isso se deve pelo fato de sermos acostumados, ao longo da vida, com comidas adocicadas.

Seja processados, industrializados ou frutas, a quantidade de açúcar é considerável.

Assim, é normal estranhar novos sabores que não sejam extremamente adocicados.

E isso acontece com o vinho seco.

Não apenas ele possui um líquido menos doce, como também a presença de taninos traz a sensação de “amarrar a boca”.

As papilas gustativas, desacostumadas com um sabor tão encorpado, se contraem ao experimentarem vinhos mais fortes.

Além disso, o vinho seco também costuma acompanhar uma quantidade maior de álcool.

Degustadores menos experimentes podem sentir essa peculiaridade, inclusive serem afetados por ela mais facilmente.

Aroma e textura

Além do paladar, as características de aroma e textura também compõe um bom vinho seco.

Não é incomum encontrar degustadores que, antes de saborear o vinho, sentem seu aroma, apreciam os tons.

Para quem não conhece o universo dos vinhos, essa atitude pode parecer estranha.

Contudo, o aroma é parte fundamental de qualquer rótulo, especialmente dos vinhos secos.

Seu aroma primário provém da casta da uva, e é influenciado pelo terroir, no caso, as características físicas e climáticas da região onde foram cultivadas.

Assim, vinhos secos costumam ter aroma primário de frutas, principalmente escuras, como amora, mirtilo ou framboesa.

Em seguida, se acrescenta os aromas secundários, que provém da fabricação e fermentação.

Eles podem se instalar das leveduras, como toques suaves de pão, ou aromas lácteos, como leite ou manteiga, embora sejam menos usuais no vinho seco.

Por fim, pode-se encontrar aromas terciários, que advém do engarrafamento ou processo de envelhecimento.

Esses são mais facilmente identificados em vinhos secos. Aromas florais, como flores secas, balsâmicos, como baunilha e carvalho, e especiarias, como baunilha, são os mais comuns.

Enquanto isso, a textura do vinho seco, como seu nome indica, é mais seca que os demais.

Nesse caso, não é uma textura aveludada como se encontra em vinhos doces.

Alguns rótulos apresentam, inclusive, textura ligeiramente áspera, ao ser apreciada.

Esses fatores que levam à sensação de “amarração”, descrita popularmente.

Qualidade

Por fim, o vinho seco é descrito como de maior qualidade pelos especialistas.

Apesar dos vinhos doces serem mais populares, por conta do conforto proporcionado ao paladar, eles são de qualidade inferior, tecnicamente falando.

Isso porque a baixa presença de açúcar, característica desses rótulos, permite uma maior apreciação de sua textura e aroma, por exemplo.

A glicose disfarça grande parte do paladar do vinho, de forma que os vinhos secos seriam superiores nesse quesito.

Além disso, o processo de amadurecimento e envelhecimento é potencializado quando a glicose continua a ser usada na fermentação.

Assim, os melhores rótulos, mais valorizados no mercado, costumam ser os mais velhos, e mais secos.

Não a toa, alguns dos nomes mais famosos do vinho seco são o Cabernet Sauvignon e Merlot, por exemplo. Rótulos famosos em todo o mundo.

4. Paladares e harmonias do vinho seco

vinho seco

Finalmente, apreciar o vinho seco também depende das harmonizações que o acompanham.

É possível escolher acompanhamentos que ressaltem seu sabor, e o tornem ainda mais agradável.

Por outro lado, as harmonias corretas podem aplacar seu paladar mais forte, permitindo que apreciadores iniciantes aproveitem esse rótulo.

Ambas as opções são viáveis, e distinguem o paladar do vinho seco.

Ele pode ser apreciado em diversas ocasiões, sejam sofisticadas ou casuais.

Apesar de ser mais comum em jantares formais e comemorações, nada impede que rótulos secos acompanhem eventos simples.

Vale lembrar que harmonizações são muito pessoais. Cada pessoa vai apreciar o vinho de um modo, e as sugestões aqui são mais gerais.

Você pode combinar os rótulos com os acompanhamentos que preferir, seja para saborear o vinho ou torná-lo mais suave.

Os principais fatores a serem considerados em harmonizações são:

  • Acidez;
  • Taninos;
  • Teor alcoólico;
  • Corpo.

O vinho seco possui todos estes em abundância.

Dessa forma, as recomendações serão para equilibrar seu sabor de maneira adequada, e também para ressaltar seu paladar.

Entradas

Entradas são os pratos servidos antes do principal. Geralmente servem para abrir o apetite, recepcionar os convidados e introduzir o vinho.

No caso de vinhos secos, as entradas podem ser mais encorpadas.

Molhos de tempero forte e sabor pronunciado, usualmente acompanhados de pimentas e outros grãos semelhantes.

Além disso, a tábua de frios acompanha perfeitamente o vinho seco.

Entradas como salame, pepperoni, salsichas e outros embutidos possuem valor elevado de sal e gordura, o que equilibra esses rótulos.

Não dispense queijos mais fortes, como Gorgonzola, Provolone e Gouda.

Por outro lado, saladas, especialmente com frutas, não harmonizam muito bem.

Elas são demasiadas leves, o que destoa o sabor do vinho.

Sopas podem ser uma opção, mais encorpadas. As culinárias tailandesa, indiana e mexicana possuem pratos que combinam bem.

Prato principal

Muitos se preocupam em como harmonizar o prato principal com vinho seco.

Os principais pedidos são, sem dúvidas, as carnes mais gordurosas.

Churrascos, uma especialidade latina, são ideias para esse rótulo. Cortes como bovinos, cordeiro e picanha são bem populares.

Além disso, assados com tempero pronunciado podem equilibrar bem, como pernis.

Aposte em linguiças e suínos também.

Todos os pratos que possam equilibrar o paladar tornam o vinho seco mais saboroso.

Inclusive, nossa culinária se sobressai nesse quesito. Além do churrasco, a feijoada é ideal para acompanhar esse rótulo.

Por outro lado, se sua intenção é aproveitar unicamente o vinho, o prato principal pode ser algo mais suave.

Peixes não são indicados para iniciantes, pois a suavidade limpa o paladar para o vinho, que se torna ainda mais pronunciado.

No entanto, se essa for sua intenção, salmão e culinária japonesa pode cumprir adequadamente o objetivo.

Não aposte em frutos do mar, pois são poucos os pratos que harmonizam.

Sobremesas

Na sobremesa, o vinho seco não costuma ser a primeira opção.

Geralmente, os pratos doces não tem seu sabor realçado pela encorporação do rótulo, sendo preferido outros mais doces, ou até apropriados para sobremesa.

Mas, se quiser arriscar, opte por pratos com chocolate amargo e baunilha. Tortas e bolos costumam ter sua composição com esses dois elementos.

Não opte por frutas, que não combinam muito com esse vinho. Para finalizar a refeição, arrisque algumas nozes ou queijos.

5. Por que os vinhos secos são tão populares?

vinho seco

As particularidades desse vinho podem confundir a imagem do vinho seco, mas é justamente ao contrário.

Embora seja mais encorpado e dificilmente apreciado por paladares desacostumados, o vinho seco é um dos mais populares.

Claro, é importante lembrar que existem vários rótulos que se associam a essa classificação.

Isso porque o vinho seco é uma classificação, não um único tipo.

Assim, diversas variações acompanham e diferem suas características.

Como, por exemplo, casta da uva utilizada, composição, fermentação, tempo de amadurecimento e até mesmo blends.

Contudo, é inegável a influência dos vinhos secos nesse vasto universo.

Eles foram um dos primeiros a serem realmente comercializados, e se popularizaram especialmente da Europa, para o resto do mundo.

Alguns dos títulos mais tradicionais são vinhos secos, e encantam os degustadores.

Uma vez que o paladar se acostuma com a pequena presença de açúcar, é possível apreciar o aroma e a textura de qualidade dessa categoria.

Pode ser difícil experimentar um único vinho seco e se identificar imediatamente com ele.

No entanto, existem diversos outros tipos, que não são tão encorpados ou ácidos.

Se um degustador estiver em busca de conhecer mais sobre vinhos, ele deve provar mais de uma vez, diferentes rótulos, com diferentes harmonizações.

Afinal, elas também fazem a diferença.

Em suma, a popularidade dos vinhos secos provém especialmente de sua tradicionalidade e qualidade de composição.

Para os que apreciam, a presença do etanol é particularmente elevada, ideal para harmonizar pratos mais temperados.

Em celebrações e ocasiões formais, é inevitável encontrar um vinho seco sendo servido.

Por isso, é essencial saborear esses rótulos cotidianamente, não apenas para se acostumar com o paladar, mas para ter a chance de experimentar vários tipos.

Um vinho para todos os gostos

O vinho seco é um vinho de personalidade, que divide opiniões e conquista admiradores em todos os lugares do mundo.

Os rótulos tradicionais são indispensáveis, mas também existem os vinhos para iniciantes que não abrem mão da experiência.

Por exemplo, tintos leves, branco frutado, rosés lights e espumantes frutados

São todos vinhos secos, com as particularidades da categoria, porém mais suaves de se apreciar.

Podem ser uma boa pedida para quem está começando, e deseja evoluir o paladar aos poucos.

Em conclusão, o vinho seco é popular, e de suma importância.

Sua história acompanha desde o início das fabricações e exportações, cultivando tradição e excelência há centenas de anos.

Se difere dos vinhos meio secos e doces por conta de dois fatores, os taninos e a fermentação.

Enquanto os taninos presentes na casca fortalecem o vinho durante a fabricação, a fermentação transforma a glicose em etanol.

São essas características, inclusive, que influenciam nos conceitos populares desses vinhos.

Muito se diz que os vinhos secos são “amargos” e “amarram na boca”, enquanto vinhos doces são “fáceis de beber”.

Apesar de ser uma definição popularizada por paladares pouco experientes, não deixa de ser embasado tecnicamente.

No entanto, não se deve deixar esses conceitos influenciarem a imagem dos vinhos secos.

Esses rótulos carregam alguns dos títulos mais importantes no mundo dos vinhos, e todos devem ter a chance de experimentar.

E, para acompanhar, é preciso harmonizar corretamente, o que melhora consideravelmente a descoberta.

Aposte em pratos fortes, sem medo de exagerar no tempero ou no sal. Eles ajudarão a equilibrar o paladar, sem apagar o sabor do vinho.

Com uma boa harmonia, o vinho seco se tornará ainda mais apreciado. Cada experiência é única, bem como as próprias preferências e paladares.

Tudo vai depender de como o degustador se identifica com o rótulo.

Mas, é certo garantir que os vinhos secos podem ser surpreendentes em quesitos de qualidade, sofisticação e sabor. Basta dar uma chance.

Vinhos secos, um prazer convidativo para iniciantes e um deleite para apreciadores, veja as melhores opções abaixo:

 

O tinto seco espanhol

Valtier Gran Reserva Utiel-Requena DOP 2014:

Início agradável e delicado, com boa estrutura, taninos integrados, e toques de baunilha, canela, alcaçuz e pimenta; Produtor: Hacienda y Viñedos Marqués Del Atrio; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Tempranillo e Bobal (vinho blend); Nariz: Expressivo, com notas de compota de frutas maduras e nuances balsâmicos e tostados; Harmonização: Queijos curados, cordeiro assado com batatas, polpetone recheado, croquetas de Jamón

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O tinto seco português

Desafinado DOC Douro 2019:

Corpo médio p/ encorpado, acidez agradável, taninos macios; Produtor: Parras Wines; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Tinta Barroca, Touriga Franca e Tinta Roriz (vinho blend); Nariz: Especiarias, frutas vermelhas maduras; Harmonização: Filé com risoto, churrasco, massas, hambúrguer, legumes grelhados, queijos

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O tinto seco francês

Château des Aladères A.O.P. Corbières Carignan Grenache 2016:

Intenso, redondo, taninos finos, com longa persistência; Produtor: Château de Lastours; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Carignan, Syrah, Grenache e Cinsault (vinho varietal); Nariz: Notas de frutas maduras (pequenas frutas vermelhas, groselha e até creme de groselha); Harmonização: Frango assado recheado com farofa, lombo defumado ao molho de ervas, legumes grelhados

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O tinto seco chileno

Calyptra Prestige 2018:

Fresco, frutado e taninos aveludados; Produtor: Calyptra; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Merlot, Syrah e Cabernet Sauvignon (vinho blend); Nariz: Aroma de amora, framboesa, ameixa e violeta; Harmonização: Tornedor de filé mignon com cenouras demi-glacê, carré de cordeiro, bife de ancho com purê de aipim, cogumelo portobello recheado

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O tinto seco italiano

Beni di Batasiolo Sabri D.O.C.G. Barbera dAsti 2019:

Corpo médio para encorpado, amadeirado, frutado, com presença de especiarias, taninos firmes, acidez alta que lhe confere um bom frescor, final longo e agradável; Produtor: Beni di Batasiolo; Teor alcoólico: 14%; Uva: Barbera (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas maduras, com notas de folhas secas, tosta e nuance de especiarias; Harmonização: Lombo suíno assado, macarrão à bolonhesa, nhoque ao sugo, cupim assado com batata, risoto de tomate seco e parmesão, e queijos duros

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O tinto seco francês

Terre des Anges Cabernet Sauvignon 2020:

Arredondado, equilibrado, taninos macios; Produtor: Domaines Montariol Degroote; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas bem maduras; Harmonização: Queijos maduro, hambúrguer, massas com molho ao sugo

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O tinto seco francês

Domaine de Lastours A.O.P. Corbières Syrah Grenache 2019:

Delicado, com taninos macios, confirmando os aromas no retro gosto; Produtor: Château de Lastours; Teor alcoólico: 14,5%; Uvas: Syrah, Grenache e Carignan (vinho varietal); Nariz: Notas de frutas vermelhas, cereja, framboesa e amora, alcaçuz e um toque herbáceo; Harmonização: Filé mignon ao molho madeira, lombo suíno ao molho de frutas vermelhas, hambúrguer de cogumelos

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O tinto seco espanhol

Viña Lerden Crianza Navarra D.O. 2017:

Frutado, com taninos macios e agradáveis, e notas amadeiradas; Produtor: Hacienda y Viñedos Marqués Del Atrio; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Várias uvas (vinho blend); Nariz: Aromas de frutas vermelhas, baunilha e madeira; Harmonização: Carnes vermelhas assadas, massas com molhos de carne, queijos maduro

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O tinto seco chileno

Dancing Flame Villarrica Gran Reserva Carménère 2020:

Encorpado, taninos suaves, final longo e agradável, acidez equilibrada; Produtor: Luis Felipe Edwards; Teor alcoólico: 14,5%; Uva: Carménère (vinho varietal); Nariz: Fruta preta, especiarias, pimentão e sutis notas de baunilha; Harmonização: Maminha assada ao molho chimichurri, choripán, pimentão recheado com carne moída e queijo parmesão, lasanha de berinjela

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O tinto seco italiano

Carpineto Dogajolo I.G.T. Toscano Rosso 2019:

Médio corpo, boa acidez, frutado, taninos macios, bom final; Produtor: Carpineto; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Sangiovese, Cabernet Sauvignon e outras uvas (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas, folhas secas, especiarias; Harmonização: Penne à bolonhesa, risoto de tomate seco com mussarela de búfala, filé mignon ao molho madeira, filé à parmigiana, joelho de porco defumado assado, e queijos semiduros

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O tinto seco francês

Château La Govinière Cuvée Prestige Lussac Saint-Emilion AOC 2020:

Redondo, macio, final longo; Produtor: Vignoble Charpentier; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Merlot, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas frescas; Harmonização: Massas com molho ao sugo, queijos maduros, pizzas de sabores variados

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O tinto seco português

S de Sagrado Tinto 2017:

Frutado, bom volume, taninos macios; Produtor: Quinta do Sagrado; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Touriga Franca , Tinta Roriz, Tinto Cão, Tinta Barroca, Sousão, Rufete e Touriga Nacional (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas com notas vegetais; Harmonização: Carne vermelha grelhada acompanhada de batata sauté, risoto de linguiça toscana, maminha assada, filé com fritas, massa com molho vermelho

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⇒ O tinto seco francês

Maison Bouachon Duc de Montfort A.O.C. Gigondas 2019:

Corpo médio para encorpado, elegante, frutado com nuances de tosta e especiarias, taninos macios, acidez agradável, final longo; Produtor: Maison Bouachon; Teor alcoólico: 15%; Uvas: Grenache e Syrah (vinho blend); Nariz: Aromas de frutas negras como cassis e groselha, toques de defumado, tosta, especiarias e chocolate; Harmonização: Costela de cordeiro com molho de hortelã, risoto de funghi, massa all’amatriciana

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O tinto seco francês

Reserve des Dentelles A.O.C. Rasteau 2019:

Estruturado, expressivo e equilibrado; Produtor: Vignobles & Compagnie; Teor alcoólico: 14,5%; Uvas: Grenache e Syrah (vinho blend); Nariz: Aromas de frutas negras, pimenta preta e um toque de baunilha; Harmonização: Costela suína ao barbecue, cogumelo eryngui refogado na manteiga de ervas com aligot de mandioquinha, cheeseburguer com bacon

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O tinto seco francês

Rive Droite A.O.C. Lirac 2019:

Complexo, redondo, taninos macios, boa persistência; Produtor: Vignobles & Compagnie; Teor alcoólico: 14,5%; Uvas: Syrah, Grenache, Mourvèdre e Cinsault (vinho blend); Nariz: Aromas de frutas negras e vermelhas, especiarias e alcaçuz; Harmonização: Risoto de presunto parma, copa lombo de porco com mandioquinha, quibe de abóbora com ervas frescas

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O tinto seco uruguaio

Pueblo del Sol Roble Cabernet Sauvignon 2020:

Corpo leve para médio, frutado, taninos macios, boa acidez, harmonia entre frutado e sutis notas de madeira; Produtor: Pueblo del Sol; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas, frutas negras, especiarias, nuance herbácea; Harmonização: Panqueca de carne, espaguete de abobrinha ao sugo, pimentão recheado com carne moída e queijo, lasanha de presunto e queijo

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O tinto seco europeu

Paul Fargadel Rouge:

Redondo e intenso com notas de frutas frescas e pretas maduras; Produtor: Castel; Teor alcoólico: 11,5%; Uva: Várias uvas (vinho blend); Nariz: Frutas negras e especiarias doces; Harmonização: Massas com molho vermelho e carnes vermelhas

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O tinto seco chileno

Costero Reserva D.O. Valle de Leyda Syrah 2019:

Frutado, picante, taninos sedosos e redondos; Produtor: Viña Tarapacá; Teor alcoólico: 13%; Uva: Syrah (vinho varietal); Nariz: Aromas de especiarias, pimenta, e frutas silvestres; Harmonização: Carne de sol grelhada com mandioca na manteiga de garrafa, filé ao molho de pimentas verdes, lasanha de berinjela, queijos semiduros

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O tinto seco argentino

Nieto Senetiner Benjamin Blend Malbec-Cabernet Sauvignon 2021:

Equilibrado, com taninos maduros e final harmônico; Produtor: Nieto Senetiner; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Malbec e Cabernet Sauvignon (vinho blend); Nariz: Aromas de frutas vermelhas maduras e notas de especiarias; Harmonização: Carnes vermelhas, massas italianas, risotos

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O tinto seco italiano

Antica Cantina Brotello Chianti Superiore DOCG 2019:

Frutado, macio e equilibrado; Produtor: Castellani; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Sangiovese e Canaiolo (vinho blend); Nariz: Aromas de frutas vermelhas maduras, com sutis notas de baunilha e chocolate; Harmonização: Talharim com molho pesto e tomate confit, alcatra assada com mostarda, moussaka

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O tinto seco francês

Roc La Gravière Bordeaux AOP 2020:

Paladar redondo e cheio; Produtor: Ginestet; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Várias uvas (vinho blend); Nariz: Aromas de frutos pretos maduros e groselha; Harmonização: Carnes grelhadas

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O tinto seco italiano

Casa di Rocco Rosso:

Fresco, leve e com taninos macios; Produtor: Castellani; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Várias uvas (vinho blend); Nariz: Notas de cereja sobrepõem-se às de framboesa; Harmonização: Queijos curados

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O tinto seco argentino

Susana Balbo Osadia de Crear Family Selection Red Blend 2021:

Taninos suculentos, acidez equilibrada, com boa persistência; Produtor: Susana Balbo Wines; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Malbec, Cabernet Sauvignon e Syrah (vinho blend); Nariz: Aromas de violetas, cerejas maduras, mocha e especiarias; Harmonização: Talharim ao ragu de carne, carne de panela com batata, quibe de berinjela defumada com especiarias

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O tinto seco português

Serras de Azeitão Seleção do Enólogo Tinto 2020:

Frutado, corpo leve para médio, fresco, taninos sedosos; Produtor: Bacalhôa Vinhos de Portugal; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Aragonez e Alicante Bouschet (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas como cereja e framboesa, sutis notas de especiarias; Harmonização: Creme de abóbora com carne-seca, bife a rolê, berinjela empanada com queijo

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O tinto seco argentino

Fauna Single Vineyard Malbec 2018:

Expressivo, complexo, com taninos macios e um frescor destacado; Produtor: Casarena Bodegas y Viñedos S.A.; Teor alcoólico: 14%; Uva: Malbec (vinho varietal); Nariz: Aromas de frutas vermelhas e negras, com componentes herbáceos e mineral ressaltados; Harmonização: Bife de chorizo ao molho de manteiga e ervas, polenta com ragu de cogumelos, massa à matriciana

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O tinto seco chileno

Vik 2014:

Sedoso, fino, com excelente corpo e complexidade, taninos maduros e final elegante; Produtor: Vik; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Cabernet Franc, Carménère, Merlot, Syrah e Cabernet Sauvignon (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas e negras maduras, com aporte de especiarias, notas de tabaco e tosta; Harmonização: Stinco de cordeiro em redução do próprio molho, risoto de cogumelos, bife ancho com legumes, mignon ao molho madeira com purê de mandioquinha, plateado chileno, carne vermelha na brasa

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⇒ O tinto seco francês

Joseph Pellerin Reserve A.O.C. Côtes-du-Rhône 2020:

Corpo médio para encorpado, estruturado, frutado com nuances de especiarias, taninos macios, acidez média para alta que lhe confere bom frescor; Produtor: Joseph Pellerin; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Grenache, Syrah e Mourvèdre (vinho blend); Nariz: Ameixa, amora, cereja, defumado, especiarias; Harmonização: Carne de panela com batatas, pizza de lombo defumado, penne com ragu de linguiça, lasanha de berinjela, queijos duros

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O tinto seco francês

Joseph Pellerin Reserve A.O.C. Côtes-du-Rhône 2019:

Corpo de leve para médio, acidez agradável, taninos macios; Produtor: Joseph Pellerin; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Mourvèdre, Syrah e Grenache (vinho blend); Nariz: Ameixa, amora, cereja, defumado, pimenta; Harmonização: Carne de panela com batatas, iscas de filé acebolado, lasanha, pizza de lombo defumado, penne com ragu de linguiça, queijos semiduros

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O tinto seco português

Esporão Monte Velho Regional Alentejano Tinto 2019:

Intenso e rico, com estrutura sólida e final persistente; Produtor: Esporão; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Trincadeira, Touriga Nacional, Syrah, Aragonez e outras uvas (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas e especiarias; Harmonização: Maminha grelhada com molho de ervas finas, espaguete com almôndegas ao sugo, pizza de portuguesa, filé de frango a parmegiana, queijos semimoles

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O tinto seco espanhol

La Llave Roja Vino de la Tierra de Extremadura IGP 2019:

Fresco, frutado, macio e fácil de beber; Produtor: Bodegas Carlos Plaza; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Tempranillo e Syrah (vinho blend); Nariz: Notas de frescas, menta, frutas pretas, morangos, nuances de geleia; Harmonização: Lasanha de shimeji, pizza de pepperoni, caponata de berinjela

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O tinto seco francês

Solis Terra Séguret A.O.P. Côtes du Rhône Villages 2019:

Elegante, taninos macios e final longo; Produtor: Gabriel Meffre; Teor alcoólico: 14,5%; Uvas: Grenache e Syrah (vinho blend); Nariz: Aromas delicados de frutas vermelhas e especiarias doces; Harmonização: Vegetais ao curry, frango à provençal, cogumelo Portobello recheado, almôndegas ao sugo

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O tinto seco francês

Marie Louise Parisot I.G.P. Pays dOc Malbec 2019:

Robusto, frutado e bom final; Produtor: Marie Louise Parisot; Teor alcoólico: 13%; Uva: Malbec (vinho varietal); Nariz: Aromas intensos de ameixa, violeta e especiarias doces (pimenta); Harmonização: Cordeiro, peru, porco assado, pratos com molhos apimentados, de sálvia, molhos cremosos de cogumelos, queijo derretido e, principalmente, queijo azul

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O tinto seco italiano

Antiche Cantine Dei Marchesi Di Barolo Barbera d’Asti Rurè DOCG 2020:

Cheio, envolvente, harmonioso, equilibrado, acidez ligeiramente evidente, bem integrado; Produtor: Marchesi Di Barolo; Teor alcoólico: 14,5%; Uva: Barbera (vinho varietal); Nariz: Expressivo, com notas de frutas vermelhas maduras e toques de baunilha e avelã tostada; Harmonização: Queijos envelhecidos, espaguete Cacio e Pepe, polpetone recheado

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O tinto seco francês

Baron Philippe de Rothschild I.G.P. Pays dOc Syrah 2019:

Bom equilíbrio entre densidade e acidez, e um final longo e poderoso com taninos maduros; Produtor: Baron Philippe de Rothschild; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Syrah (vinho varietal); Nariz: Notas frutas vermelhas maduras, amora, groselha, toque herbáceo e pimenta; Harmonização: Risoto de bacon com tomate seco, carne seca na moranga, nhoque ao molho de calabresa, cupim no bafo, queijos duros

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O tinto seco espanhol

Laurentia D.O.Q. Priorat 2018:

Encorpado, potente, bem equilibrado e final longo; Produtor: Cellers Unió; Teor alcoólico: 14,5%; Uvas: Carignan e Garnacha (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas, tostado, cacau e uva passa; Harmonização: Guisado de carne, frango recheado de ameixas secas e pinhão, morcela e tapenade de azeitonas pretas

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O tinto seco francês

Paul Mas Grenache Noir 2019:

Poderosa expressão da fruta em boca, com taninos aveludados, num corpo rico e com longo final tostado; Produtor: Domaines Paul Mas; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Grenache Noir (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas maduras, violeta, alcatrão e especiarias doces; Harmonização: Leitãozinho recheado com alho e alecrim, lentamente assado, servido pururucado; Cordeiro à tunisiana; Língua bovina estufada com legumes (nabos, cenouras), especiarias e bouquet garni, servida com molho levemente picante

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O tinto seco argentino

Condor Peak Vino Tinto 2020:

Redondo, agradável e equilibrado, com taninos macios e toques frutados; Produtor: Grupo Peñaflor; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Várias uvas (vinho blend); Nariz: Notas intensas de frutas vermelhas maduras; Harmonização: Carnes vermelhas grelhadas, pizzas, tábua de frios

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O tinto seco português

Casa Burmester Reserva D.O.C. Douro Tinto 2017:

Corpo de médio para encorpado, frutado, taninos macios, textura elegante e aveludada, final longo e agradável; Produtor: Burmester; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz (vinho blend); Nariz: Intensos aromas de frutas negras maduras, ameixa, framboesa, amadeirado, tosta; Harmonização: T-bone steak com batatas rústicas, alcatra ao forno, polenta mole com ragu de costela, estrogonofe de carne de soja, queijos duros

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O tinto seco espanhol

Baron de Beldon Vino Tinto 2020:

Saboroso, agradável e frutado, com corpo médio, acidez equilibrada e boa persistência; Produtor: Bodegas Bastida; Teor alcoólico: 11%; Uvas: Monastrell e Tempranillo (vinho blend); Nariz: Intenso, com notas de frutas vermelhas, mentol e flores; Harmonização: Queijo Manchego com Jámon Serrano, tortilha de batata com carne moída, pernil de cordeiro assado com alecrim

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O tinto seco espanhol

Enrique Mendoza La Tremenda Monastrell Alicante D.O. 2018:

Suculento, sedoso e redondo, com toques frutados e final longo; Produtor: Bodegas Enrique Mendoza; Teor alcoólico: 14,5%; Uva: Monastrell (vinho varietal); Nariz: Notas de frutas vermelhas, especiarias doces e cacau; Harmonização: Embutidos, massas com molho escuro e carnes vermelhas

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O tinto seco chileno

Manada Winemaker Selection Red Blend:

Elegante e equilibrado, com taninos macios e maduros; Produtor: Bodegas Y Viñedos de Aguirre; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Várias uvas (vinho blend); Nariz: Frutas frescas e ameixa; Harmonização: Carne seca na moranga, talharim ao sugo, queijos de pasta mole

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O tinto seco espanhol

8th Street Tempranillo Red Dry Wine:

Fresco e longo em boca, com taninos macios; Produtor: Vinos & Bodegas; Teor alcoólico: 12%; Uva: Tempranillo (vinho varietal); Nariz: Expressivo e frutado, com notas de framboesa, cassis e alcaçuz preto; Harmonização: Charcutaria, espaguete à bolonhesa, filé mignon assado com legumes

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O tinto seco argentino

Goulart R Reserva Malbec-Cabernet Sauvignon Single Vineyard Old Vines 2019:

Equilibrado, frutado, com taninos elegantes e notas de pimenta seca e cacau; Produtor: Bodega Goulart; Teor alcoólico: 14,5%; Uvas: Malbec e Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Elegante combinação de frutas pretas maduras com notas de especiarias e couro; Harmonização: Polenta à bolonhesa, tiras de carne grelhadas, queijos maduros

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O tinto seco espanhol

Raúl Pérez Ultreia Saint Jacques Mencía Bierzo D.O. 2018:

Redondo, com notas herbáceas e boa acidez; Produtor: Raúl Pérez Bodegas y Viñedos; Teor alcoólico: 14%; Uva: Mencía (vinho varietal); Nariz: Notas de cappuccino e especiarias; Harmonização: Bife de alcatra salteado na manteiga de ervas, lombo assado com sal grosso e alecrim, queijos curados

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O tinto seco argentino

Tinto Negro Malbec Uco Valley 2020:

Um vinho encorpado com rica textura em boca, taninos presentes e macios, boa acidez e refrescante; Produtor: Tinto Negro; Teor alcoólico: 13,7%; Uva: Malbec (vinho varietal); Nariz: Intenso aroma floral e de frutas negras maduras; Harmonização: Carnes vermelhas, pratos com molhos de especiarias, vegetais grelhados

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O tinto seco espanhol

Señorío de Irati Garnacha Navarra D.O. 2018:

Fresco e estruturado, com taninos delicados e final agradável; Produtor: Bodegas Manzanos; Teor alcoólico: 14%; Uva: Garnacha (vinho varietal); Nariz: Aroma rico em frutas pretas e vermelhas; Harmonização: Carnes grelhadas, legumes assados, aperitivos, frituras

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⇒ O tinto seco europeu

Baron de Taste Édition Spéciale Red Dry:

Equilibrado, redondo, saboroso, fácil de beber; Produtor: Maison Ginestet; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Várias uvas (vinho blend); Nariz: Aromas de frutas pretas e vermelhas maduras; Harmonização: Tábua de frios, pizza de calabresa, ravioli ao sugo

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O tinto seco espanhol

Ego de Bacco Pinot Noir 2020:

Agradável, com leves toques tostados, taninos macios e final delicado; Produtor: Ipsa Trading; Teor alcoólico: 12%; Uva: Pinot Noir (vinho varietal); Nariz: Aromas intensos de aromas e ameixas; Harmonização: Queijo Brie empanado, risoto de cogumelos, strogonoff de carne

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O tinto seco espanhol

Cune Gran Reserva Rioja DOCa 2015:

Taninos sedosos, acidez refrescante, final persistente e leve toque balsâmico; Produtor: Compañía Vinícola del Norte de España; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Tempranillo, Graciano e Mazuelo (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas maduras, especiarias, toffee, café torrado e notas balsâmicas.; Harmonização: Carnes vermelhas, pizza de queijo e embutidos

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O tinto seco italiano

Zorzettig Refosco dal Peduncolo Friuli Colli Orientali DOC 2018:

Cheio, robusto e frutado, com taninos redondos e final longo; Produtor: Zorzettig Vini; Teor alcoólico: 13%; Uva: Refosco dal Peduncolo Rosso (vinho varietal); Nariz: Notas intensas de frutas maduras, como framboesa e cereja preta, e toques minerais; Harmonização: Carnes vermelhas e de caça assadas, queijos envelhecidos, massas variadas

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O tinto seco espanhol

Miros de Ribera Roble Ribera Del Duero D.O. 2018:

Macio, com taninos equilibrados e boa intensidade de fruta; Produtor: Bodegas Peñafiel; Teor alcoólico: 15,5%; Uva: Tempranillo (vinho varietal); Nariz: Amora preta, mirtilo, cereja, toques de café e baunilha; Harmonização: Polvo na brasa, arroz de forno, cordeiro assado

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O tinto seco italiano

Santa Cristina Rosso Toscana IGT 2019:

Corpo macio e encorpado com final frutado; Produtor: Marchesi Antinori; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Sangiovese, Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah (vinho blend); Nariz: Aromas de cerejas com notas florais de violetas, baunilha e café; Harmonização: Medalhão de mignon com risoto de queijo Brie, ragu de costela com polenta cremosa, berinjela à parmegiana

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O tinto seco francês

Cave de Ladac Grand d’Excellence Cuvée Prestige Côtes du Rhône AOP 2019:

Elegante, com taninos macios e final suculento; Produtor: Domaine du Père Guillot; Teor alcoólico: 13%; Uva: Várias uvas (vinho blend); Nariz: Frutas negras maduras, um toque de pimenta preta e especiarias; Harmonização: Steak au poivre, polenta mole com ragu de costela defumada, tábua de frios

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O tinto seco espanhol

Midtown Red Dry Wine:

No paladar é fresco, com taninos aveludados e final longo; Produtor: Vinos y Bodegas; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Tempranillo, Bobal e Garnacha (vinho blend); Nariz: Aroma frutado, com notas de framboesa, cassis e alcaçuz preto; Harmonização: Carnes magras, massas com molho vermelho, charcutaria, queijos semi-duros

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O tinto seco francês

Domaines Delon Chapelle de Potensac Médoc AOC 2017:

Saboroso, fresco, frutado, vivaz e com taninos macios; Produtor: Domaines Delon; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Merlot, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc (vinho blend); Nariz: Notas intensas de frutas vermelhas e groselhas pretas, com toques de especiarias e chocolate; Harmonização: Queijo Provolone, entrecôte ao molho bordelaise, risoto de cogumelos frescos

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O tinto seco europeu

Gouverneur 1960 Rouge:

Equilibrado, agradável em boca, frutado e persistente; Produtor: Grupo Castel; Teor alcoólico: 11,5%; Uvas: Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot (vinho blend); Nariz: Notas intensas de frutas vermelhas maduras; Harmonização: Embutidos, massas com molho escuro e carnes vermelhas

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O tinto seco francês

Tour de Pez 2014:

Rico, elegante e com taninos aveludados; Produtor: Eleanor; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas maduras; Harmonização: Filé mignon ao molho madeira

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O tinto seco francês

Château Gravat Médoc Cru Bourgeois AOC 2018:

Frutado, taninos sedosos e abundantes; Produtor: CGM Vins; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot (vinho blend); Nariz: Aroma de frutas vermelhas e especiarias; Harmonização: Carnes vermelhas e de caça, queijos

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O tinto seco espanhol

Ponderado Pinot Noir 2020:

Frutado, corpo leve e macio; Produtor: Bodegas López Morenas; Teor alcoólico: 12%; Uva: Pinot Noir (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas frescas; Harmonização: Aperitivos leves, sushi, carnes brancas

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O tinto seco português

Ossa Private Selection Regional Alentejano 2019:

Estruturado, macio e com final agradável; Produtor: Ségur Estates; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Aragonez, Alfrocheiro e Alicante Bouschet (vinho blend); Nariz: Aroma de frutas vermelhas e notas sutis de pimenta; Harmonização: Frango guisado, costeletas de cordeiro, massa à bolonhesa, peru assado e carne de porco à alentejana

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O tinto seco italiano

Santa Cristina Chianti Superiore DOCG 2018:

Corpo macio com taninos aveludados e final longo; Produtor: Villa Antinori; Teor alcoólico: 13%; Uva: Sangiovese (vinho varietal); Nariz: Aroma frutado, com notas de cerejas e ameixas secas; Harmonização: Risoto de queijo Parmesão, fraldinha assada com abóbora, burrata com molho de tomate

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O tinto seco romeno

Prahova Valley Cabernet Sauvignon 2018:

Frutado e elegante; Produtor: The Iconic Estate; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Aromas de pimenta preta, tabaco e carvalho; Harmonização: Carnes vermelhas, massas e queijos

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O tinto seco francês

Croix d’Or Pinot Noir Pays d’Oc IGP 2019:

Goles frutados, delicados e macios; Produtor: Domaines Montariol Degroote; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Pinot Noir (vinho varietal); Nariz: Aromas de morangos e cerejas frescas; Harmonização: Cogumelos recheados, pizza de marguerita, penne com molho pesto

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O tinto seco italiano

Fantinel La Roncaia D.O.C. Friuli Colli Orientali Refosco 2013:

Corpo de médio para encorpado, acidez agradável, taninos presentes, bom final; Produtor: Fantinel; Teor alcoólico: 14,5%; Uva: Refosco dal Peduncolo Rosso (vinho varietal); Nariz: Cereja em compota, morango, groselha, pimenta preta, tosta, especiarias; Harmonização: Ossobuco com polenta, risoto de cogumelos, costela no bafo, picanha suína assada, sopa de beterraba com creme de leite, e queijos duros

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O tinto seco francês

Croix d’Or Cabernet Sauvignon Pays d’Oc IGP 2019:

Paladar com frutas maduras, taninos macios e final longo; Produtor: Domaines Montariol Degroote; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Aromas de compota de frutas e geleia de framboesa e ameixa; Harmonização: Risoto de funghi, rondelli de ricota com espinafre, medalhão de filé mignon com bacon

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O tinto seco francês

Ensedune Marselan Pays d’Oc IGP 2017:

Muito frutado, vivo, com taninos sedosos e fácil de beber; Produtor: Les Vignobles Foncalieu; Teor alcoólico: 14%; Uva: Marselan (vinho varietal); Nariz: Aroma balsâmico, tem ainda notas de frutas silvestres como groselha, mirtilo e morango; Harmonização: Carnes vermelhas e de caça, massas e queijos

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O tinto seco italiano

Villa Antinori Rosso Toscana IGT 2018:

Encorpado e macio com taninos redondos, boa acidez e intensidade de fruta; Produtor: Villa Antinori; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Sangiovese, Cabernet Sauvignon, Petit Verdot, Merlot e Syrah (vinho blend); Nariz: Mirtilo, groselha, ameixa e toques de amêndoas tostada e baunilha; Harmonização: Lasanha, lombo suíno, codorna com cogumelos

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O tinto seco francês

Le Grenache dans la Peau by Jeff Carrel Maury AOP 2016:

Intenso e bem equilibrado, com notas de frutos pretos e especiarias; Produtor: Jeff Carrel; Teor alcoólico: 15,5%; Uvas: Grenache e Syrah (vinho blend); Nariz: Aroma de frutas vermelhas maduras, violetas, especiarias e alcaçuz; Harmonização: Carnes vermelhas, massas, risotos

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O tinto seco italiano

Villa D’Ancona Vitale Vino Nobile di Montepulciano 2016:

Cheio, redondo e saboroso, com taninos firmes e final longo; Produtor: Fattoria Villa D’Ancona; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Sangiovese e Canaiolo (vinho blend); Nariz: Notas de frutas vermelhas maduras, com destaque para groselha e framboesa; Harmonização: Carnes vermelhas e de caça assadas, queijos envelhecidos, pratos da culinária italiana

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O tinto seco italiano

Cantine Cecconi Vecchio Podere Chianti DOCG 2019:

Jovem, gastronômico e saboroso; Produtor: Cantine Cecconi; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Sangiovese, Canaiolo e Trebbiano (vinho blend); Nariz: Aroma intenso de frutas vermelhas frescas; Harmonização: Carnes vermelhas e massas

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O tinto seco brasileiro

Origem 1929 Marselan 2014:

Corpo marcante, taninos maduros e final persistente; Produtor: Cainelli; Teor alcoólico: 13%; Uva: Marselan (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas, cidreira, menta; Harmonização: Carnes de caça, massas com molhos condimentados, queijos

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O tinto seco francês

Chais du Batard Côtes du Rhône Villages Plan de Dieu 2019:

Encorpado, com taninos maduros, boa acidez e final de boca longo; Produtor: Vignobles & Compagnie; Teor alcoólico: 14,5%; Uvas: Grenache e Syrah (vinho blend); Nariz: Amora, mirtilo, pimenta preta e alcaçuz; Harmonização: Filet au poivre, carne de caça e pratos com temperos de ervas

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O tinto seco francês

Marie Louise Parisot I.G.P. Pays dOc Cabernet Sauvignon 2019:

Taninos aveludados, paladar macio e saboroso; Produtor: Marie Louise Parisot – Labouré-Roi; Teor alcoólico: 13%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Frutas maduras, groselha e um leve toque vegetal; Harmonização: Perfeito com uma boa carne vermelha e pequenos legumes; uma carré de cordeiro com alecrim, ou com aves, grelhadas ou com molho

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O tinto seco espanhol

Valduero Tierra Alta En 2 Maderas Ribera del Duero DO 2017:

Bem estruturado e aveludado, deixando um final longo; Produtor: Valduero; Teor alcoólico: 14%; Uva: Tempranillo (vinho varietal); Nariz: Frutas negras, ameixa e amora com toque de cravo e noz moscada; Harmonização: Carnes bovinas, jamón serrano, chorizo e queijos semi curados

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O tinto seco francês

Château Haut-Vigneau Pessac-Léognan AOC 2016:

Encorpado, taninos macios e aveludados, ótimo equilíbrio e final persistente; Produtor: Château Haut-Vigneau; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Merlot e Cabernet Sauvignon (vinho blend); Nariz: Ameixa madura, groselha preta e toques de tostado e especiarias ao final de prova; Harmonização: Carnes grelhadas ao molho, queijos cremosos

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O tinto seco italiano

Masi Modello Rosso:

Com excelente estrutura, possui taninos firmes bem integrados às notas de frutas vermelhas e especiarias; Produtor: Masi Modello; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Merlot, Refosco e Raboso Veronese (vinho blend); Nariz: Notas intensas de frutas vermelhas e pretas maduras, com toques de especiarias; Harmonização: Pratos à base de carne vermelha, queijos, pratos típicos da Itália

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O tinto seco italiano

Famiglia Castellani Chianti Classico DOCG 2017:

Taninos macios, acidez média mais, toques de frutas vermelhas e final longo; Produtor: Castellani; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Sangiovese e Cabernet Sauvignon (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas maduras como morango e framboesa, notas de especiarias e tostado; Harmonização: Nhoque ao molho sugo, lasanha à bolonhesa

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O tinto seco francês

M. Chapoutier Mure de Larnage Hermitage AOC 2016:

Fresco com taninos firmes e macios, sabor frutado e final longo; Produtor: M. Chapoutier; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Syrah (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas, violetas, pimenta, tabaco e couro; Harmonização: Risoto de parmesão, guisado de carne

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O tinto seco italiano

Friuli Colli Orientali Merlot DOC 2018:

Redondo, cheio e saboroso, com toques frutados e taninos macios; Produtor: Zorzettig Vini; Teor alcoólico: 13%; Uva: Merlot (vinho varietal); Nariz: Notas intensas de frutas vermelhas maduras; Harmonização: Bisteca fiorentina, espaguete, lasanhas, tábua de queijos maduros

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O tinto seco italiano

Friuli Colli Orientali Cabernet Franc DOC 2019:

Sabor cheio e robusto, com toques frutados e final longo; Produtor: Zorzettig Vini; Teor alcoólico: 13%; Uva: Cabernet Franc (vinho varietal); Nariz: Notas intensas de frutas pretas maduras, com toques herbáceos; Harmonização: Carnes vermelhas e de caça assadas, queijos envelhecidos, massas variadas

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O branco seco português

Pacheca Raízes Branco Douro DOC 2020:

Refrescante e cheio, com acidez marcante e final persistente; Produtor: Quinta da Pacheca; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Códega e Moscatel Galego (vinho blend); Nariz: Notas intensas de frutas brancas e cítricas; Harmonização: Caldeirada de peixe, bacalhau à Brás, polvo à Lagareiro

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O branco seco francês

Paul Fargadel Blanc:

Saboroso, refrescante, equilibrado e frutado; Produtor: Castel; Teor alcoólico: 11%; Uvas: Várias uvas (vinho blend); Nariz: Notas intensas e agradáveis de frutas e flores brancas; Harmonização: Ravióli de ricota com espinafre, tilápia assada com legumes, canapés de salpicão

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O branco seco argentino

Susana Balbo Lujanita Torrontés 2021:

Acidez brilhante, cremosidade sutil e longo acabamento que lhe dão profundidade e equilíbrio no paladar; Produtor: Susana Balbo Wines; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Torrontés (vinho varietal); Nariz: Aromas de frutas cítricas, maracujá, flores brancas e lichia; Harmonização: Carpaccio de pupunha ao pesto, peixe assado ao molho de alcaparras e aspargos, quiche de espinafre com ricota

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O branco seco espanhol

Toro Loco D.O.P. Utiel-Requena Viura Sauvignon Blanc 2019:

Leve, fresco, cítrico, fácil de beber; Produtor: BVC Bodegas; Teor alcoólico: 12%; Uva: Sauvignon Blanc e Viúra (vinho blend); Nariz: Frutas brancas, frutas cítricas, floral; Harmonização: Risoto de limão siciliano, lula a dore com guacamole, supremo de frango, saladas diversas, cuscuz de legumes, e queijos frescos

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O branco seco francês

Un Été En France Branco 2020:

Fresco, frutado e acidez vibrante; Produtor: Gabriel Meffre; Teor alcoólico: 12%; Uva: Grenache Blanc (vinho varietal); Nariz: Aromas de frutas como pêssego e maçã, e notas florais; Harmonização: Bacalhau ao forno com batata, canelone ao molho de quatro queijos, cogumelos salteados na manteiga

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O branco seco argentino

Terrazas de los Andes Reserva Torrontés 2020:

Leve, frutado, acidez agradável e refrescante; Produtor: Terrazas de los Andes; Teor alcoólico: 14%; Uva: Torrontés (vinho varietal); Nariz: Lichia, pêssego, ervas frescas, flores brancas; Harmonização: Peixe ao forno com legumes, carpaccio de pupunha ao pesto, bolinho de bacalhau, penne ao molho branco, quiche de alho-poró, queijos frescos

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O branco seco europeu

Baron de Taste Édition Spéciale White Dry:

Fresco, frutado, delicado; Produtor: Maison Ginestet; Teor alcoólico: 11,5%; Uvas: Várias uvas (vinho blend); Nariz: Notas cítricas e florais; Harmonização: Peixe com molho de camarão, sashimi, talharim ao molho branco

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O branco seco português

Vallado Três Melros Branco Douro DOC 2019:

Boa estrutura, refrescante, mineral, com sabor equilibrado e persistente; Produtor: Quinta do Vallado; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Rabigato, Códega, Viosinho, Gouveio, Arinto e Alvarinho (vinho blend); Nariz: Notas intensas de frutas brancas maduras com toques cítricos e florais; Harmonização: Caldo verde, bacalhau, caldeirada de peixe, sardinhas assadas

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O branco seco francês

M. Chapoutier Crozes-Hermitage AOP 2018:

Encorpado e delicado, com leve frescor e bastante aromático; Produtor: M. Chapoutier; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Marsanne (vinho varietal); Nariz: Maçã verde, flores, frutas e aromas cítricos; Harmonização: Peixes, frutos do mar, carnes brancas e queijos moles

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O rosé seco europeu

Paul Fargadel Rosé:

Refrescante, equilibrado e frutado; Produtor: Castel; Teor alcoólico: 11%; Uvas: Várias uvas (vinho blend); Nariz: Expressivo e agradável, com notas de frutas vermelhas maduras; Harmonização: Frango assado com batatas, talharim ao pesto, fritada de abobrinha

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O rosé seco argentino

Susana Balbo Lujanita Malbec Rosé 2021:

Equilibrado com final vibrante; Produtor: Susana Balbo Wines; Teor alcoólico: 14%; Uva: Malbec (vinho varietal); Nariz: Aromas expressivos de frutas vermelhas; Harmonização: Risoto de tomate seco com mussarela de búfala, salmão grelhado, tartine de presunto cru e queijo brie

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O rosé seco português

Encostas De Estremoz Bis Rosé 2019:

Jovem, frutado, leve, boa acidez; Produtor: Encostas de Estremoz; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Touriga Nacional e Castelão (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas frescas, floral; Harmonização: Aperitivos, sashimi de salmão, saladas, peixe grelhado, comida tailandesa, mariscos

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O rosé seco francês

Un Été En France Rosé 2020:

Frutado, acidez equilibrada e final saboroso; Produtor: Gabriel Meffre; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Syrah (vinho varietal); Nariz: Aromas expressivos de frutas vermelhas como framboesa; Harmonização: Salmão grelhado com alecrim, peru recheado com farofa, legumes ao forno

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O rosé seco argentino

Passion de Los Andes Rosado del Malbec 2020:

Saboroso, bom corpo e final longo; Produtor: Vignes Des Andes; Teor alcoólico: 13%; Uva: Malbec (vinho varietal); Nariz: Aromas de frutas vermelhas maduras e florais como rosas; Harmonização: Arroz de camarão, carpaccio de salmão, quiche lorraine, nhoque ao sugo

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O rosé seco chileno

Baron Philippe de Rothschild Mas Andes Rosé 2021:

Um vinho jovem, leve, frutado, acidez presente que lhe confere bom frescor, final longo e agradável; Produtor: Baron Philippe de Rothschild; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Grenache, Cabernet Sauvignon e Carignan (vinho blend); Nariz: Intensos aromas de frutas vermelhas como cereja e framboesa, sutis toques florais; Harmonização: Risoto de tomate seco com mussarela de búfala, ceviche de salmão, iscas de peixe frito com molho tártaro

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O rosé seco francês

Inès Rosé Fronton AOP 2018:

Macio, sedoso e elegante, com volume médio e notas críticas; Produtor: Vinovalie; Teor alcoólico: 13%; Uva: Négrette e Syrah (vinho blend); Nariz: Aroma intenso, com notas de groselha e framboesa; Harmonização: Ratatouille, sashimi de atum e bruschetta de tomate

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O rosé seco francês

Villa Riviera Grand Reserve Côtes de Provence AOP 2020:

Refrescante, leve, frutado e fácil de beber; Produtor: Villa Riviera; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Grenache, Tibouren e Cinsault (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas frescas com notas florais; Harmonização: Carnes brancas, legumes na brasa, sushi

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O rosé seco espanhol

Baron de Beldon Vino Rosado 2020:

Intenso e equilibrado, retrogosto frutado, agradável e persistente; Produtor: Bodegas Bastida; Teor alcoólico: 11%; Uvas: Monastrell e Tempranillo (vinho blend); Nariz: Expressivo, com nuances de frutas vermelhas maduras e flores; Harmonização: Gaspacho espanhol, frango assado com limão siciliano e ervas, caldo de fubá com linguiça

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O rosé seco uruguaio

Pueblo del Sol Tannat Rosé 2021:

Um vinho jovem, leve, frutado, macio, com acidez agradável e refrescante; Produtor: Pueblo del Sol; Teor alcoólico: 12%; Uva: Tannat (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas fresca, morango e cereja; Harmonização: Salada de frutos do mar, risoto de tomate seco, sushi, frango com vinagrete de morango, quiche de abóbora com carne seca

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O rosé seco italiano

Carpineto Dogajolo I.G.T. Toscano Rosato 2020:

Fácil de beber, boa acidez, frutado e gastronômico; Produtor: Carpineto; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Canaiolo e Sangiovese (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas frescas, como morango e groselha, associadas aos toques florais; Harmonização: Ceviche de camarão, bobó de frango, pernil grelhado, peixe com fritas, penne ao alho e óleo, legumes na manteiga

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O rosé seco chileno

Calyptra Vivendo Reserve Rosé 2019:

Jovem, leve, frutado, acidez presente; Produtor: Calyptra; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Syrah e Sauvignon Blanc (vinho blend); Nariz: Morango, cereja, framboesa, floral; Harmonização: Espetinho de camarão, sushi e sashimi, sanduíche de peito de peru, moqueca, torta de frango, quiche de legumes

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O rosé seco argentino

Altivo Classic Rosé 2019:

Leve, boa acidez, traços de taninos, fácil de beber; Produtor: La Celia; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Malbec e Syrah (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas, floral; Harmonização: Arroz de camarão, tender assado com frutas, quiche lorraine, carpaccio, nhoque ao sugo, queijos semimoles

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O rosé seco francês

La Combe Dor I.G.P. Pays dOc Grenache 2020:

Boa acidez, saboroso e fresco; Produtor: Vignobles & Compagnie; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Grenache (vinho varietal); Nariz: Flores brancas, frutas vermelhas, morango, pêssego; Harmonização: Salmão grelhado, comida japonesa, principalmente sashimi e sushi, frutos do mar, peixes com molhos salada de folhas verdes com morangos, aves

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O rosé seco chileno

Ímpetu D.O. Valle Central Rosé 2021:

Um vinho jovem, leve, frutado, equilibrado, acidez agradável e refrescante; Produtor: Viña San Pedro; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Intensos aromas de frutas vermelhas frescas, morango; Harmonização: Um vinho leve, aposte em pratos com a mesma estrutura. Dicas: filé de frango grelhado com molho, peixe frito, quiche de tomate seco

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O rosé seco espanhol

Navaldar D.O.Ca. Rioja Rosado 2017:

Perfeito equilíbrio entre fruta e acidez, final delicado; Produtor: Bodegas D. Mateos; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Garnacha (vinho varietal); Nariz: Notas sutis de vegetais, fresco, intenso e frutado (framboesa, morango e groselha); Harmonização: Peixes secos, arrozes, guisados, cozinha oriental e verduras grelhadas

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O rosé seco chileno

Urmeneta Rosé 2020:

Leve, frutado, boa acidez, jovem, fácil de beber; Produtor: Urmeneta; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Cabernet Sauvignon e Merlot (vinho blend); Nariz: Morango, cereja, framboesa; Harmonização: Espetinho de camarão, comida japonesa, saladas, salgadinhos fritos, espaguete primavera, sobrecoxa recheada

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O rosé seco espanhol

The Wine System Rosenium D.O. Navarra 2020:

Frutado, fresco e final agradável; Produtor: Bodegas Príncipe de Viana; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Garnacha (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas, morango e flores; Harmonização: Pizza marguerita, camarão alho e óleo, coxinha de frango, moqueca baiana, mix de cogumelos, quiche de espinafre e presunto, tomates recheados

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O rosé seco chileno

Vik A Rosé 2021:

Leve, fresco e jovem; Produtor: Vik; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Syrah (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas maduras, grafite, lavanda, violeta, damasco, maracujá; Harmonização: Salmão grelhado com legumes, sashimi, sushi, ceviche, canapés, bolinho de bacalhau, bolinho de arroz, salada de rúcula com morangos

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O rosé seco argentino

El Bautismo El Criollo Rosado 2021:

Um vinho jovem, leve, frutado, com acidez agradável e refrescante; Produtor: La Liga de Enólogos; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Criolla (vinho varietal); Nariz: Intensos aromas de frutas vermelhas e flores, lembra morango e rosas; Harmonização: Camarão empanado, risoto caprese, salmão grelhado, talharim com molho rosé, espetinho de legumes, salada primavera

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O rosé seco francês

Domaine de Cibadiès Pegasus I.G.P. Pays dOc Syrah Grenache Rosé 2019:

Fresco com final frutado; Produtor: Domaine de Cibadiès; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Syrah e Grenache (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas frescas; Harmonização: Gravlax de truta salmonada e blinis de batata doce, badejo grelhado com purê de mandioquinha, lombinho assado, yakisoba de legumes, bruschetta de berinjela com ricota, quiche de palmito com tomate seco

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O rosé seco chileno

Marques de Casa Concha Rosé 2020:

Em boca, mostra uma sensação suave e cremosa com notas minerais, cheias de frescor e delicadeza; Produtor: Concha Y Toro; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Cinsault, Garnacha e Chasselas (vinho blend); Nariz: Notas de romã e melão rosado; Harmonização: Perfeito como aperitivo e com entradas frescas, filé de peixe grelhado com aspargos, frutos do mar, salada grega

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O rosé seco francês

Château La Martinette Rollier Côtes de Provence AOP 2018:

Refrescante, frutado e saboroso, com final longo e generoso; Produtor: Château La Martinette; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Cinsault, Syrah, Grenache, Tibouren e Mourvèdre (vinho blend); Nariz: Notas intensas de frutas vermelhas, frutas cítricas, pêssego e flores brancas; Harmonização: Carnes brancas temperadas com limão, carpaccio de peixe, aperitivos

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O rosé seco argentino

Partridge Flying Malbec Rosé 2020:

Fresco, frutado e de boa acidez; Produtor: Viña Las Perdices; Teor alcoólico: 13%; Uva: Malbec (vinho varietal); Nariz: Notas de frutas vermelhas como cereja e ameixa; Harmonização: Culinária japonesa, frutos do mar, moqueca, saladas

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O rosé seco francês

Enclos du Wine Hunter Bordeaux Rosé 2019:

Elegante, leve, fresco, frutado, final agradável; Produtor: Enclos du Wine Hunter; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Cabernet Franc, Merlot e Sauvignon Blanc (vinho blend); Nariz: Mescla de notas florais e frutas vermelhas; Harmonização: Bacalhau com natas, lula à dorê, ceviche de salmão, farfalle ao molho alfredo, bolinho de risoto recheado de queijo, salada de brotos com cogumelos refogados com tofu

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O rosé seco francês

Magnum Villa Riviera Reserve Côtes de Provence AOP 2019 – 1,5L:

Refrescante, saboroso, delicado e frutado; Produtor: Villa Riviera; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Grenache, Mourvèdre e Cinsault (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas e notas florais; Harmonização: Canapés, sushi, frutos do mar

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