Vinhos Doces – História, tipos, sabores e harmonias

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vinhos doces

De norte a sul, os vinhos doces dividem opiniões entre os apreciadores.

Por um lado, trata-se de um vinho extremamente apreciado, indicado especialmente aos iniciantes nesse mundo.

Por outro, um vinho costumeiramente desqualificado, sendo tido como um dos piores, menos popular que vinhos brancos ou espumantes, por exemplo.

Seja como for, os vinhos doces são marcantes, e fizeram história nos diversos países que passaram a produzi-lo.

Possui diversas características que os tornam únicos e, realmente, podem ser uma opção a ser considerada pelos que não estão acostumados com fortes taninos ou texturas secas.

Isso porque o vinho doce traz, em seu sabor, um toque mais açucarado, seja ele natural ou artificial, que facilita sua ingestão por iniciantes.

Além disso, muitos apreciadores experientes também não abrem mão de um bom vinho doce.

Sua suavidade é capaz de harmonizar perfeitamente com sobremesas, mas também com outros pratos e receitas mais elaboradas e robustas.

Alguns dos vinhos mais populares são produzidos na França, Espanha e, especialmente, Portugal, como o famoso vinho do Porto.

Ainda, os métodos de fabricação e vinificação das uvas que produzem vinhos doces também diferem da produção das demais categorias.

Entender todas as particularidades do vinho doce proporciona uma melhor apreciação de seu sabor, bem como compreender suas principais diferenças para os demais vinhos, particularmente o vinho suave.

Confira, também, sua história e como harmonizá-lo não somente com sobremesas e doces, mas também outros tipos de refeições.

Tudo o que você precisa saber sobre Vinhos Doces

Vinhos doces, os tipos de vinhos naturalmente doces e a diferença para os adoçados artificialmente

vinhos doces

Antes de mais nada, o principal equívoco que deve ser esclarecido é a diferença entre os vinhos naturalmente doces e os adoçados por meios artificiais.

Os vinhos que possuem doçura natural são os vinhos doces, enquanto os vinhos artificialmente adoçados são chamados vinhos suaves.

Apesar de serem tratados como sinônimos, as particularidades de ambas as categorias são distintas, e devem ser pontuadas corretamente.

A começar pela diferença mais marcante, o açúcar. Ainda que ambos possuam mais de vinte gramas de açúcar por litro, suas origens são diferentes.

Em termos de comparação, os vinhos secos devem ter apenas três gramas de açúcar por litro, e a cada porcentagem característica a bebida tem um novo nível dentro dessa escala.

O vinho doce mantém seu açúcar naturalmente, ou seja, das uvas. Por outro lado, o vinho suave é adoçado artificialmente.

Isso influencia diretamente em sua qualidade. O vinho suave é considerado de menor virtude, em paralelo aos demais.

Esse é um dos principais motivos pelos quais o vinho doce divide tantas opiniões. Por ser comparado, e, muitas vezes, confundido com a categoria suave, o vinho doce é considerado de menor qualidade.

No entanto, suas diferenças são acentuadas.

Como mencionado, o nível de açúcar contido no líquido é o que qualifica um vinho como doce.

Além disso, os vinhos doces também costumam ser mais sutis e, assim, mais facilmente apreciados por iniciantes.

Suas castas de uvas também possuem menos taninos e aspectos secos, com textura suave, aroma agradável e o sabor leve ao paladar.

No caso dos vinhos adocicados naturalmente é sua forma de produção que pode determinar essa caracterização.

Diferença nas produções

Como é de conhecimento, a produção dos vinhos é resultado de reações químicas que transformam o açúcar contido nas uvas em álcool.

Através da fermentação, a glicose se converte em etanol. Assim, quanto maior a presença do álcool, consequentemente menos açúcar está presente.

Contudo, diferentes maneiras de fabricação que foram elaboradas e adaptadas com o tempo, nas várias regiões da Europa, e, posteriormente, do mundo, possibilitaram que essa regra química fosse moldada para outras categorias.

Por exemplo, no caso dos vinhos doces, embora haja um alto nível de açúcar, sua taxa de álcool pode variar entre 14% e 18%.

Isso ocorre por conta de uma produção que admite o uso de álcool artificialmente produzido nas vinícolas.

Por outro lado, os vinhos suaves, que são confundidos com os vinhos doces, são produzidos com uvas populares, de qualidade inferior, e adoçados artificialmente, com xaropes ou melados.

Os suaves, inclusive, são mais facilmente encontrados em supermercados e outros comércios que não são especializados.

Em relação à produção dos vinhos doces, existem vários métodos, que serão abordados em seguida.

Ainda, é preciso se atentar a confusão entre vinhos doces e vinhos licorosos também. Apesar de ambos possuírem aspectos adocicados, também são diferentes.

A história por detrás dos vinhos doces

vinho doce

Ainda que, atualmente, sejam pouco apreciados, os vinhos doces já foram o centro das produções em diversas regiões populares ao longo da história.

Enquanto os vinhos são datados há muitos milênios, desde antes de Cristo, o vinho doce já aparece em contos míticos, como as aventuras de Ulisses.

No passado, os gregos foram responsáveis pela popularização definitiva dos vinhos doces.

Eles produziam as bebidas mais adocicadas e concentradas possíveis, para, depois, misturá-las em água quente, fria ou mesmo água do mar.

Na Roma Antiga, vinhos brancos doces eram os mais consumidos, utilizando uma das técnicas populares até hoje, a desidratação das uvas.

Por outro lado, durante a Idade Média, a Itália, produtora tradicional de vinhos, lucrou com os rótulos doces, por conta do clima propício.

Regiões como França, Alemanha, África do Sul e Hungria também passaram a receber, produzir e apreciar o vinho doce.

Apesar de serem considerados de menor qualidade hoje em dia, muito por conta do equívoco com o vinho suave e o preconceito contra a bebida mais adocicada, os vinhos doces já foram muitos consumidos no passado.

Muito disso se deve ao fato de sua própria composição química. A maior presença de glicose no líquido faz com que ele possua grande longevidade.

Ou seja, vinhos doces podem ser armazenados e envelhecidos por muito mais tempo que outras categorias, como os secos.

Assim, o vinho doce era perfeito para ser transportado nas viagens marítimas, que duravam meses ou anos de duração, sem que estragasse ou perdesse seu sabor.

Atualmente, rótulos como o vinho do Porto fazem sucesso entre certos apreciadores, e ainda mantém seu espaço entre as escolhas mais marcantes.

As diversas formas de preparo dos vinhos doces

vinho doce

Conforme mencionado acima, as formas de produção dos vinhos doces são o que faz toda a diferença em sua composição.

Manter o aspecto adocicado sem prejudicar a taxa de álcool ou a qualidade das uvas é complexo e depende de métodos específicos e bem utilizados.

Vale lembrar, ainda, que os vinhos doces são produzidos a partir de castas nobres, como a Pinot Noir e Sauvignon Blanc.

Hoje, há quatro principais maneiras de fabricação do vinho doce, cada uma com sua especialidade e que atribuem diferentes características à bebida.

Contudo, apesar de distintas, todas as formas de produção são marcadas por manter não somente a doçura do vinho, mas também sua suavidade, textura leve e paladar que agrada diferentes apreciadores, iniciantes ou não.

Colheita tardia

Como o próprio nome leva a crer, esse método consiste na colheita tardia das uvas utilizadas na produção.

Em vez de realizar a colheita das castas no momento correto, antes de atingir sua maturação completa, mas sim permanecer semanas depois do tempo.

Esse método é bastante seletivo, pois colhe apenas as uvas que estejam extremamente maduras e prontas para serem utilizadas.

Assim, a colheita é feita por etapas, durante vários dias e até semanas, até que a quantidade adequada para a fabricação seja atingida.

Uma maior maturação faz com que as uvas concentrem um volume maior de açúcar, seja em suas cascas ou em seu sumo.

Com isso, durante a vinificação, o líquido obtido se tornará naturalmente mais doce.

Essa forma de produção também pode ser aplicada de forma inversa. Colher as castas antes do tempo de maturação as torna mais amargas, o que proporciona vinhos mais secos.

Contudo, uma vez que esse método é bastante complexo e elaborado, muitos cachos não podem ser utilizados, seja por terem passado do ponto ou não estarem adequados.

Isso faz com que essa forma seja considerada de alto risco, com mais gastos e menos produções que o usual.

Ainda, junto da colheita tardia, é aplicado uma interrupção da fermentação, o que faz com que o açúcar residual seja ainda mais alto.

Nesses casos, é aceito álcool artificial.

Podridão nobre

Esse é nome popular do método que utiliza o fungo Botrytis Cinerea, que se aloja nas uvas e proporciona maior doçura a elas.

No final da maturação, o fungo, semelhante a um pó amadeirado, toma as cascas das uvas, fazendo com que elas desidratem e, consequentemente, desenvolvam maior açúcar concentrado.

O limiar entre o fim da maturação com o fungo e um estado de inutilidade é bem próximo, de modo que a colheita deve ser acompanhada de perto, e com atenção.

O nome de “podridão nobre” foi dado porque o fungo propõe uma maior qualidade à uva, o que torna seu vinho mais apreciado.

Além disso, o fungo não somente auxilia na concentração do açúcar, mas, se deixado agir durante o tempo correto, também atinge as leveduras presentes nas castas.

Essas leveduras, futuramente, agem na fermentação. Dessa forma, uvas que passem pelo processo de podridão nobre possuem o equilíbrio perfeito entre doçura e acidez.

Desidratação

Também conhecido por pacificação, esse método é semelhante ao utilizado na fabricação de uvas passas.

De certa forma, todas as formas de produção buscam uma maior desidratação das cascas, o que concentra mais açúcar ao seu redor.

Contudo, na pacificação, especificamente, as uvas são colhidas no tempo hábil, antes de atingirem a completa maturação.

No entanto, antes da vinificação de fato, elas são expostas ao ar livre para secarem, usualmente ao sol, de formas naturais.

Assim, elas ficam mais desidratadas, e, dessa maneira, com alta taxa de concentração de glicose, que se converte em maior doçura natural no momento da fermentação.

Esse método é considerado um dos mais simples de ser aplicado e colabora para uma maior produção a cada safra, ao contrário de técnicas como a da colheita tardia.

Vinho congelado

Finalmente, o quarto método mais popular utilizado atualmente é o mecanismo do vinho congelado.

Conhecido também por seu nome em inglês, Ice Wine, esse recurso é aplicado em lugares com clima mais frio, geralmente com inverno característico, como Áustria, Alemanha e Canadá.

As uvas são colhidas após o inverno, no início da primavera, quando o clima congela os bagos das uvas. Mas apenas sua água, não o açúcar.

Assim, os bagos congelados, e, consequentemente, mais desidratados, passam pelo processo de vinificação ainda sólidos, o que aumenta a concentração da glicose.

O resultado é um vinho doce extremamente apreciado, com um volume menor, por conta da uva congelada.

Em todos esses métodos o objetivo é desidratar a casca das uvas, o que aumenta as taxas de açúcar concentrado e, futuramente, dando origem a vinhos doces naturalmente.

Os diversos tipos de vinhos doces

vinhos doces

Os vinhos doces, assim como diversas outras categorias, podem ser produzidos a partir de variadas castas de uvas e também adquirem características distintas a partir da região e da forma de produção.

Em suma, os vinhos doces são conhecidos, naturalmente, por sua doçura, mas também pela suavidade ao paladar, aromas leves e textura pouco ácida.

Ainda, seu teor alcoólico costuma estar em 14%, podendo variar até 18%, com a utilização de álcool etílico produzido artificialmente.

Uma vez que os vinhos doces são rotulados pela concentração de açúcar em sua composição, isso permite que possam ser produzidos com diversas uvas e, assim, componham várias categorias.

Os vinhos doces podem ser tintos, brancos ou rosés, de acordo com a casta que o produz.

No entanto, os tipos de vinhos doces costumam ser mais caracterizados por suas regiões e países de fabricação.

Por exemplo, os vinhos doces produzidos em Portugal, levando o nome de vinho do Porto, podem ser tintos ou brancos, e tem a fermentação interrompida no início.

Enquanto isso, na França, produtora tradicional de bons vinhos, os doces são elaborados em uma de suas principais regiões, em Bordeaux, que produz um apreciado vinho branco doce, com o processo de “podridão nobre”.

Outras regiões, como Espanha, Áustria, Estados Unidos e Canadá, também produzem vinhos doces.

Em sua maioria, eles são brancos, mas nada impede que sejam tintos, ou, mais raramente, rosés.

Além disso, a diferença entre vinhos doces naturais, vinhos doces suaves e vinhos licorosos é bem sutil, então é preciso ficar atento a cada especificação.

Harmonias desses sabores intensos: os vinhos doces

vinhos doces

Por fim, a harmonização dos vinhos doces é um assunto que levanta opiniões bastante divergentes.

O pensamento popular ainda mantém a impressão de que o vinho doce só pode ser apreciado no acompanhamento de sobremesas, doces ou chocolates.

No entanto, sua versatilidade se estende para além dos pratos finais de uma refeição.

Especialmente o vinho branco doce, alguns dos mais produzidos, pode ser particularmente harmonizado com outros tipos de comidas, além de doces e sobremesas.

Por contar com uma maior concentração de açúcar, é preciso se atentar para as melhores combinações gastronômicas.

Além do fator doçura, também é possível se atentar para a acidez, se é leve ou moderada, e sua intensidade ao paladar.

Ainda, pode ser recomendável fazer testes com diferentes comidas. Experimentar variadas composições com um gole de vinho doce é ideal para verificar sua harmonização sem prejudicar toda a refeição ou a ocasião em que se irá servir ambos.

Comidas picantes

O vinho doce branco, especialmente servido em menor temperatura, pode ser perfeito para acompanhar comidas mais picantes.

Isso porque a doçura é capaz de equilibrar com a intensidade do tempero, sem que nenhum dos elementos destoe.

Além disso, a combinação de comida picante com vinho doce é ideal para pessoas que não possuem o paladar acostumado com sabores mais fortes, tanto para a bebida quanto para a comida.

Assim, é possível acompanhar os vinhos doces com culinárias estrangeiras, como mexicana, tailandesa ou indiana, todas conhecidas por seu tempero picante.

Comidas salgadas

Levando o mesmo princípio das comidas picantes, as comidas com maior teor salgado também harmonizam bem com vinhos doces.

O contraste entre doce e salgado pode ser equilibrado, ou, ainda, proporcionar um sabor agridoce ao paladar, o que é apreciado por várias pessoas.

Dessa forma, pode-se optar por uma tábua de frios mais gordurosos e salgados, por exemplo.

Ou, ainda, a tradicional combinação de pizza com vinho. A pizza de aliche, por exemplo, quatro queijos ou baiana pode proporcionar uma ótima harmonia.

Comidas amargas

Para os mais ousados, apostar em pratos e receitas mais amargas pode combinar bem com o vinho mais doce.

Certos tipos de queijo e temperos são capazes de contrastar o sabor adocicado do vinho.

Especialmente, é possível destacar saladas temperadas fortemente com vinagres ou outros molhos mais amargos.

Culinária agridoce

Muitas culinárias, como a asiática, possuem pratos naturalmente agridoces, que combinam vários elementos em busca de um equilíbrio ao paladar.

Assim, se deseja harmonizar o vinho doce em alguma refeição ou ocasião, procurar por culinárias que tragam o agridoce em seus pratos pode ser uma boa opção.

Sobremesas

Por fim, a principal harmonização, sem dúvidas, é com as sobremesas.

Não somente sobremesas, pratos servidos ao final das refeições, mas também outros tipos de doces, compostos de diferentes comidas.

Especialmente, é indicado procurar harmonizar com baunilha, caramelo e coberturas de coco, mas outros tipos de doces também equilibram bem com esse vinho.

Tortas, bolos e, sobretudo, sobremesas com frutas são capazes de destacar o sabor do vinho doce sem prejudicar nenhuma composição.

Contudo, é preciso tomar cuidado ao harmonizar com chocolates. É preferível acompanhar os brancos.

Conclusão

Embora o vinho doce seja desqualificado por parte dos apreciadores, é inegável que seu destaque seja notável em todo o mundo.

É particularmente recomendado a iniciantes, que não possuem o paladar acostumado com a acidez de vinhos com taninos mais fortes, ideal para primeiras experimentações.

Por outro lado, os vinhos doces são bastante subjugados muito por conta do preconceito.

O fator social é essencial para essa classificação. Ainda se mantém a ideia de que homens não devem consumir bebidas doces, que isso é “coisa de mulher”.

Além disso, a confusão dos vinhos naturalmente doces com os vinhos artificialmente adocicados, chamados vinhos suaves, também contribui para sua diminuição.

Os vinhos suaves são mais populares, produzidos a partir de uvas de menor qualidade e misturados a xaropes e destilados, para adquirir maior doçura.

Enquanto isso, os vinhos doces são adocicados a partir de diferentes processos que atenuam a concentração de açúcar em suas cascas.

Os métodos mais conhecidos buscam uma maior desidratação das uvas, que pode ser alcançado a partir da colheita tardia, com a ajuda de um fungo nobre ou com o clima gélido, que proporciona o congelamento das uvas.

No passado, os vinhos doces eram muito apreciados, especialmente pelos gregos e romanos. Com o passar do tempo, se popularizou na Europa, na África e na América.

Por se tratar de uma forma de produção de vinhos, é possível fabricar vinhos doces como tintos, brancos ou rosés, embora os brancos sejam mais comuns.

Uma versatilidade pouco conhecida

Apesar dos vinhos doces terem fama de vinhos de sobremesa, não são apenas com doces que eles harmonizam bem.

Um equilíbrio e contraste podem ser adquiridos a partir de comidas mais picantes, como pratos mexicanos ou tailandeses, ou comidas mais salgadas.

Sabores amargos e agridoces também podem agradar alguns apreciadores, de modo que o paladar não seja prejudicado, de nenhuma das partes.

Em suma, o vinho doce possui uma versatilidade pouco conhecida, ou bastante menosprezada por parte da comunidade apreciadora dessa bebida.

Contudo, é uma das indicações iniciais mais recomendadas, por ser fácil de estimar os paladares mais inexperientes.

Mesmo os consumidores mais peritos podem apreciar um bom vinho doce, seja acompanhado de uma sobremesa ou outras refeições.

De sabores agradáveis e texturas leves, sua degustação pode surpreender, embora com as taxas mais concentradas de açúcar.

Não se pode confundir os vinhos doces com vinhos doces suaves ou licorosos, ainda que possuam particularidades semelhantes e, muitas vezes, sejam tratados como sinônimos.

De modo geral, todo apreciador deve dar uma chance para os vinhos doces, especialmente os de renome, como um bom vinho do Porto ou os vinhos doces brancos franceses.

Vinhos doces, prove essa experiência intensa aqui:

 

Vinho licoroso doce português, para harmonizar com sobremesa de frutas e de chocolate

o Monge Porto Fine Ruby:

Encorpado, doce e equilibrado, com notas de cerejas, álcool bem integrado, e final longo e intenso; Produtor: Adega Cooperativa de Favaios; Teor alcoólico: 19,5%; Uvas: Touriga Franca, Tinta Roriz, Tinta Barroca, Tinta Amarela, Touriga Nacional, Tinto Cão (vinho blend); Nariz: Aroma intenso de frutos vermelhos e pretos; Harmonização: Tábua de queijos, sobremesas de chocolates, sobremesas de frutas vermelhas

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Vinho branco doce francês, para harmonizar com sobremesas com frutas e queijos azuis

o Carmes de Rieussec Sauternes AOC 2012:

Redondo, cremoso, com notas frutadas e final expressivo e mineral; Produtor: Eleanor; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Sémillon, Sauvignon Blanc e Muscadelle (vinho blend); Nariz: Notas florais, de acácia, pêra e damasco cristalizado; Harmonização: Queijos azuis, sobremesas com abacaxi ou creme brulée, quiche, foie gras

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Frisante tinto italiano, para harmonizar com pratos apimentados

o Frisante Pontebello Lambrusco IGT dellEmilia Rosso Amabile:

Frutado, leve, acidez agradável e refrescante, suave no paladar, adocicado; Produtor: Medici Ermete Wines; Teor alcoólico: 8%; Uva: Lambrusco (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas frescas; Harmonização: Tacos picantes, rolinho primavera, nachos, burritos, lombo agridoce, pizzas variadas

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Vinho licoroso doce português, para harmonizar com sobremesa de frutas e chocolate

o Monge Porto Fine Tawny:

Elegante, encorpado, aveludado, adocicado e bem estruturado; Produtor: Adega Cooperativa de Favaios; Teor alcoólico: 19,5%; Uvas: Touriga Franca, Tinta Roriz, Tinta Barroca, Tinta Amarela, Touriga Nacional, Tinto Cão (vinho blend); Nariz: Aromas de frutas maduras e secas, como figo, e notas de especiarias e caramelo; Harmonização: Cremes, sobremesas de frutas e chocolates, queijos

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Vinho branco doce argentino, para harmonizar com frutos do mar

o Nieto Senetiner Benjamin Suave & Refrescante Branco 2021:

Refrescante, macio, sutilmente adocicado e com final agradável; Produtor: Nieto Senetiner; Teor alcoólico: 11,7%; Uva: Várias uvas (vinho varietal); Nariz: Aromas de maçã, pêssego e flores brancas; Harmonização: Frutos do mar, massas leves, ceviches, sushis

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Vinho rosé doce argentino, para harmonizar com frutos do mar, queijos suaves e sobremesas de frutas

o Nieto Senetiner Benjamin Suave & Refrescante Rosado 2021:

Refrescante, com bom equilíbrio entre doçura e acidez; Produtor: Nieto Senetiner; Teor alcoólico: 14,5%; Uvas: Malbec, Syrah e Merlot (vinho blend); Nariz: Aromas de uvas frescas e flores; Harmonização: Frutos do mar, queijos suaves, aperitivos, sobremesas de frutas

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Vinho branco doce francês, para harmonizar com sobremesas bem doces e queijos azuis

o Château Jean Galan Sauternes AOC 2019:

Refrescante, redondo, delicado, equilibrado, e com notas de abacaxi; Produtor: Sarl Jean Galan; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Sémillon (vinho varietal); Nariz: Expressivo e frutado, com nuances amanteigadas, tostadas e de flores brancas; Harmonização: Pudim, Crème Brûlée, queijo Roquefort

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Vinho licoroso doce italiano, para harmonizar com queijos azuis, doces à base de frutas e pratos apimentados,

o Cantine Pellegrino D.O.C. Pantelleria Passito Liquoroso 2020 500 mL:

Médio corpo, sedutora doçura, bem equilibrado, frutado, boa acidez; Produtor: Cantine Pellegrino; Teor alcoólico: 15%; Uva: Zibibbo (vinho varietal); Nariz: Frutas cristalizadas, mel; Harmonização: Risoto de gorgonzola com pera e nozes, torta de maçã, panetone gratinado com creme inglês, pães com geleias, frango tandoori

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Vinho tinto doce francês, para harmonizar com doces de chocolate, queijos azuis e massas à bolonhesa,

o Cour de Mandelotte Red Medium-Sweet:

Redondo, cheio, com dulçor marcante; Produtor: Maison Ginestet; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Várias uvas (vinho blend); Nariz: Notas intensas de amoras e groselhas maduras; Harmonização: Mousse de chocolate, queijo Gorgonzola, espaguete à bolonhesa

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Vinho branco doce argentino, para harmonizar com doces de frutas e queijos azuis,

o El Bautismo Blend De Blancas Dulces 2020:

Frutado, doce, leve, boa acidez; Produtor: La Liga de Enólogos; Teor alcoólico: 10%; Uvas: Torrontés, Moscatel e Pedro Giménez (vinho blend); Nariz: Frutas maduras, lichia, floral, mel; Harmonização: Canapés com toque adocicado, brie com mel, abacaxi em calda, salada de frutas, bolo de massa branca, gorgonzola e roquefort

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O frisante doce italiano, para harmonizar com doces de frutas e queijos leves

o Fantasia Bianco Amabile Lambrusco Dell’Emilia IGT:

Fresco e levemente adocicado, com acidez marcante e borbulhas delicadas; Produtor: Vinicola Decordi; Teor alcoólico: 7,8%; Uva: Lambrusco (vinho varietal); Nariz: Aroma frutado, com notas cítricas, de maçã e florais; Harmonização: Carnes brancas com molho agridoce, queijos leves, sobremesas de fruta

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Vinho licoroso doce italiano, para harmonizar com chocolate amargo e doces de chocolate

o Barolo Chinato Marchesi di Barolo:

Caráter intenso, concentrado, e com final doce e persistente; Produtor: Marchesi Di Barolo; Teor alcoólico: 16,5%; Uva: Nebbiolo (vinho varietal); Nariz: Perfume intenso e aromático, destacando especiarias, flores e casca de laranja; Harmonização: Chocolate amargo, Tiramisú, torta de chocolate com caramelo salgado

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Vinho rosé doce americano, para harmonizar com frutos do mar e saladas de frutas,

o Carlo Rossi White Zinfandel:

Frutado, doce e macio; Produtor: Carlo Rossi; Teor alcoólico: 8,5%; Uva: Zinfandel (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas, morango e melancia; Harmonização: Caranguejo, camarão, comida japonesa, feijoada, salada de frutas

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Vinho tinto doce argentino, para harmonizar com doces de chocolate, queijos azuis e doces com frutas,

o Condor Peak Sweet Red Wine 2020:

Frutado, leve e adocicado; Produtor: Andean Vineyards; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Bonarda, Sangiovese e Tempranillo (vinho blend); Nariz: Aroma de frutas vermelhas; Harmonização: Mousse de chocolate, queijos azuis, cheesecake de frutas vermelhas

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Vinho rosé doce francês, para harmonizar com pratos apimentados,

o Rosé Piscine Copacabana:

Um vinho jovem, frutado, leve, acidez agradável e muito refrescante, final exótico e cativante; Produtor: Vinovalie; Teor alcoólico: 11%; Uva: Négrette (vinho varietal); Nariz: Aromas de pêssego, romã e lichia, além de sutis notas florais; Harmonização: Sushi, saladas, arroz de mariscos, camarão na manteiga, quiche de queijo com tomate seco, asinha de frango frita com molho apimentado, pad thai, acarajé

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Vinho branco doce francês, para harmonizar com doces com frutas ou queijos azuis,

o Carmes de Rieussec Sauternes AOC 2014:

Redondo, cremoso, com notas frutadas e final expressivo e mineral; Produtor: Eleanor; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Sémillon, Sauvignon Blanc e Muscadelle (vinho blend); Nariz: Notas florais, de acácia, pêra e damasco cristalizado; Harmonização: Queijo gorgonzola, pudim, creme de papaia

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Vinho licoroso doce português, para harmonizar com doces com boa concentração de açúcar,

o Sanders Vinho do Porto Tawny Reserva:

Encorpado, com intensidade de fruta e doce na medida certa; Produtor: Campelo; Teor alcoólico: 19,5%; Uvas: Várias uvas (vinho blend); Nariz: Damasco, marmelo, frutas secas e casca de laranja; Harmonização: Frango com cebolas caramelizadas, torta de amêndoas, banoffee e bolo de churros

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Vinho licoroso doce português, para harmonizar com doces com frutas, chocolate ou queijos azuis,

o Sanders Vinho do Porto Ruby Reserva:

Encorpado, macio e frutado; Produtor: Campelo; Teor alcoólico: 19,5%; Uvas: Várias uvas (vinho blend); Nariz: Cereja madura, geleia de amora e ameixa cozida; Harmonização: Queijos azuis, torta de ameixa, trufas de chocolate, bolo de frutas vermelhas

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Vinho tinto doce europeu, para harmonizar com doce de chocolate e queijos azuis,

o Baron de Taste Édition Spéciale Red Medium-Sweet Suave:

Macio, redondo, doçura marcante; Produtor: Maison Ginestet; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Várias uvas (vinho blend); Nariz: Notas de frutas vermelhas maduras; Harmonização: Mousse de chocolate, queijo Gorgonzola, espaguete à bolonhesa

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Vinho tinto doce italiano, para harmonizar com chocolate meio amargo e panetones,

o Cesari Recioto della Valpolicella Classico DOCG 2018:

Intenso, saboroso e sedoso; Produtor: Cesari; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Corvina, Rondinella e Rossignola-Negrara (vinho blend); Nariz: Aroma de frutas caramelizadas, especiarias, chocolate e tostado; Harmonização: Bolo de chocolate meio amargo, panetones

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Vinho licoroso doce português, para harmonizar com doces com frutas ou queijos azuis,

o Dalva Ruby Porto:

Denso, encorpado, adocicado e harmonioso; Produtor: C da Silva; Teor alcoólico: 19%; Uvas: Tinta Amarela, Tinta Cão, Touriga Nacional, Touriga Francesa, Tinta Roriz, Tinta Barroca e Souzão (vinho blend); Nariz: Aromas de frutas vermelhas; Harmonização: Queijo Gorgonzola, tiramisù, cheesecake de frutas vermelhas

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Vinho tinto doce europeu, para harmonizar com aperitivos leves,

o Vieux Papes Rouge Medium Sweet:

Macio, redondo e equilibrado, com dulçor agradável e marcante; Produtor: Grupo Castel; Teor alcoólico: 11,5%; Uva: Várias uvas (vinho blend); Nariz: Intenso e profundo, com aromas de frutas vermelhas e pretas maduras; Harmonização: Carnes vermelhas, tábua de aperitivos leves, queijo Roquefort

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Vinho licoroso doce italiano, para harmonizar com chocolate ou com geleia de frutas vermelhas,

o Uncle Joseph Marsala Superiore Rubino Dolce Doc 2015:

Doce, com toques evidentes de frutas vermelhas, cerejas e romãs; Produtor: Cantine Pellegrino; Teor alcoólico: 18%; Uva: Nero d’Avola (vinho varietal); Nariz: Frutado com notas de cerejas, romãs e ameixas; Harmonização: Chocolate amargo, brie com geleia de frutas vermelhas, pão com geleia de amora, queijos fortes

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Frisante doce italiano, para harmonizar com doces com frutas,

o Maestri Cantinieri Lambrusco Dell’Emilia Bianco Amabile:

Refrescante, macio, delicado e frutado; Produtor: Casa Vinícola Caldirola; Teor alcoólico: 8%; Uva: Lambrusco (vinho varietal); Nariz: Notas intensas de maçãs com toques florais; Harmonização: Merengue de morango com suspiro, salada de frutas cremosa, torta de frutas vermelhas

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Vinho licoroso doce português, para harmonizar com doces variados,

o Porto Burmester Ruby:

Jovem, robusto, de grande vivacidade e persistência; Produtor: Burmester; Teor alcoólico: 19,5%; Uvas: Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz (vinho blend); Nariz: Frutas negras maduras como mirtilo, ameixa seca e nuance de amêndoas; Harmonização: Mousse de morango e iogurte, brownie de chocolate com nozes, clafouti de frutas vermelhas, folhado de camembert com framboesas, frutas secas, queijos de média cura

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Frisante doce brasileiro, para harmonizar com frutos do mar,

o Frisante Ballade Moscatel Branco Suave 2021:

Vinho jovem, muito refrescante, de ótimo equilíbrio entre acidez e açúcar; Produtor: Miolo Wine Group; Teor alcoólico: 7%; Uva: Moscatel (vinho varietal); Nariz: Intensos aromas florais, como rosa, jasmin, e frutados, como manga e melão; Harmonização: Frutos do mar, risoto de camarão, atum selado com gergelim, coxinha, taco de frango desfiado com pimenta jalapenho, dadinho de tapioca, acarajé

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Vinho licoroso doce francês, para harmonizar com chocolate,

o Domaine de La Rectorie Banyuls Rimage Léon Parcé 2016 50cl:

Encorpado, com taninos macios e final longo; Produtor: Domaine de La Rectorie; Teor alcoólico: 16,5%; Uvas: Grenache e Carignan (vinho blend); Nariz: Frutas negras maduras, frutas cristalizadas e especiarias como canela e noz moscada; Harmonização: Chocolates, bolo de frutas e foie-gras

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Vinho licoroso doce português, para harmonizar com doces variados,

o Vallado Porto LBV 2016:

Saboroso, com notas intensas de cereja, taninos macios, final intenso e longo; Produtor: Quinta do Vallado; Teor alcoólico: 19,5%; Uvas: Tinta Roriz, Tinta Amarela, Touriga Franca e Touriga Nacional (vinho blend); Nariz: Elegante, com notas de frutas pretas frescas e especiarias; Harmonização: Nozes, queijos, sobremesas

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Vinho licoroso doce francês, para harmonizar com chocolate,

o Domaine de La Rectorie Banyuls Rimage Therese Reig 2017 50cl:

Rico, com taninos redondos com final longo e frutado; Produtor: Domaine de La Rectorie; Teor alcoólico: 17%; Uvas: Grenache e Carignan (vinho blend); Nariz: Cereja, ameixa, amora em compota e toques de cacau; Harmonização: Queijo azul, queijo de cabra, doce de figo e sobremesas a base de chocolate

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Vinho licoroso doce português, para harmonizar com doces à base de frutas secas,

o Porto Burmester Extra Dry White:

Bom corpo, fresco, frutado, untuoso, notas da madeira, doce; Produtor: Burmester; Teor alcoólico: 20%; Uvas: Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz (vinho blend); Nariz: Melão, limão, pêssego, mel, baunilha; Harmonização: Sobremesas a base de frutas secas ou cristalizadas, panetone, bolo de nozes e queijos como brie, camembert, boursin e limburger

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Vinho licoroso doce francês, para harmonizar com doces variados,

o Le Sauternes Prestige AOC 2013 – 375mL:

Doçura agradável, frutado, equilibrado e persistente; Produtor: LD Vins; Teor alcoólico: 13,5%; Uvas: Sémillon e Sauvignon Blanc (vinho blend); Nariz: Frutas amarelas maduras; Harmonização: Queijo roquefort ou gorgonzola, merengue de morango

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Vinho licoroso doce italiano, para harmonizar com doces variados,

o Bip Benjamin Marsala Superiore Riserva Oro Dolce Doc 2013:

Doce e persistente, com notas evidentes de damascos e peras cozidas; Produtor: Cantine Pellegrino; Teor alcoólico: 18%; Uvas: Catarratto, Inzolia e Grillo (vinho blend); Nariz: Notas de melão e mel; Harmonização: Doces com ricota, pastelaria, queijos picantes e envelhecidos

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Vinho rosé blend europeu, para harmonizar com doces à base de frutas,

o Vivid Rosé:

Doçura agradável, frutado, equilibrado e persistente; Produtor: Grupo Castel; Teor alcoólico: 10,5%; Uvas: Tempranillo, Merlot e Syrah (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas frescas; Harmonização: Sushi, queijo brie, torta de morango

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Espumante doce brasileiro, para harmonizar com doces à base de frutas,

o Faces do Brasil Moscatel:

Paladar envolvente, boa acidez e doçura agradável; Produtor: Lidio Carraro; Teor alcoólico: 7,5%; Uva: Moscatel (vinho varietal); Nariz: Notas florais de rosas, jasmim e tilia, além de um elegante toque cítrico de maçã verde, limão e casca de laranja; Harmonização: Embutidos, tábua de frios, pavê de limão, torta de morango, panetone, salada de frutas, queijos

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Espumante doce brasileiro, para harmonizar com doces à base de frutas,

o Courmayeur Vinho Espumante Moscatel 375mL:

Equilibrado, cremoso e fresco, com notas de frutas maduras; Produtor: Courmayeur; Teor alcoólico: 7,5%; Uvas: Moscato Branco e Malvasia (vinho blend); Nariz: Aromas frutados e florais, com notas de lichia, pêssego, jasmim e maçã-verde; Harmonização: Torta de pêssego, salada de frutas, bolo de abacaxi

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Espumante doce francês, para harmonizar com aperitivos,

o Champagne Maison Vollereaux Célébration Ice:

Frutado com paladar amplo e generoso e um final com muito frescor; Produtor: Maison Vollereaux; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Chardonnay, Pinot Noir e Pinot Meunier (vinho blend); Nariz: Intensamente frutado; Harmonização: Aperitivos e entradas

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Espumante doce brasileiro, para harmonizar com doces à base de frutas,

o Lidio Carraro Dádivas Moscatel:

Leve, acidez agradável, adocicado; Produtor: Lidio Carraro; Teor alcoólico: 8%; Uva: Moscatel (vinho varietal); Nariz: Rosa, jasmim, pêssego, lichia, melão, mel; Harmonização: Panetone, panna cotta, salada de frutas, mousse de maracujá, torta de maçã, cheesecake

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Espumante doce argentino, para harmonizar com frutas secas,

o Dadá Nº 7 White Sweet:

Delicadas borbulhas, vibrante, jovem e muito agradável; Produtor: Finca Las Moras; Teor alcoólico: 5,5%; Uva: Torrontés (vinho varietal); Nariz: Notas florais e frutadas; Harmonização: Perfeito para harmonizar refeições exóticas com sabor picante e molhos agridoces. Bem como é excelente para sobremesas, frutas secas e queijos moles

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Espumante doce brasileiro, para harmonizar com doces à base de frutas,

o Casa Perini Moscatel:

Leve, doce, boa acidez; Produtor: Casa Perini; Teor alcoólico: 7,5%; Uva: Moscatel (vinho varietal); Nariz: Lichia, pêssego, floral; Harmonização: Panetone, frutas secas, mousse de maracujá, mousse de limão, lombo suíno com geleia de laranja, vegetais caramelados

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Espumante doce chileno, para harmonizar com doces à base de frutas, sorvete e queijos azuis,

o Dancing Flame Moscatel:

Jovem, refrescante e bom equilíbrio entre acidez e açúcar; Produtor: LFE Wines – Luis Felipe Edwards; Teor alcoólico: 8%; Uva: Moscatel (vinho varietal); Nariz: Maça verde, damasco e flores brancas; Harmonização: Tarte tatin, apfelstrudel, abacaxi flambado ao rum com sorvete de coco, panetone, papaya com cassis, torta de pera, bolo de banana, queijos azuis

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Espumante rosé doce brasileiro, para harmonizar com doces à base de frutas,

o Solear Moscatel Rosé NV:

Bolhas macias, com boa intensidade de fruta e saboroso dulçor; Produtor: Nova Aliança; Teor alcoólico: 7,6%; Uva: Moscatel (vinho varietal); Nariz: Morango, cereja e framboesa; Harmonização: Torta de morango, Pad Thai e dadinho de tapioca com geleia de pimenta

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Espumante rosé doce argentino, para harmonizar com doces à base de frutas,

o Dadá Nº 7 Pink Sweet:

Cremoso, delicado e refrescante; Produtor: Finca Las Moras; Teor alcoólico: 5,5%; Uvas: Torrontés e Malbec (vinho blend); Nariz: Notas florais como de rosa, limão, casca de laranja, canela; Harmonização: Perfeito para acompanhar para sushi e frutos do mar. Assim como é ideal para servir ao lado de sobremesas à base de massa folhada, cremes, maçãs ou frutas de caroço

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Espumante doce brasileiro, para harmonizar com doces à base de frutas,

o Alísios Moscatel:

Leve, persistente e doce no paladar, com um final de boca jovial e refrescante; Produtor: Miolo Wine Group; Teor alcoólico: 7,5%; Uva: Moscatel (vinho varietal); Nariz: Fresco e típico, com notas de jasmim e outras flores brancas, guaraná, cítricos e mel; Harmonização: Salada de frutas, merengue, torta de limão, sorvete de frutas cítricas

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Espumante doce espanhol, para harmonizar com doces à base de frutas,

o Castillo Santa Barbara Moscato:

Cremoso e bom equilíbrio entre acidez e açúcares; Produtor: Bodegas Fernando Castro; Teor alcoólico: 10%; Uva: Moscatel (vinho varietal); Nariz: Uva verde, flores brancas e pêssego; Harmonização: Tarte tatin, apfelstrudel, torta de pera, bolo de banana, panetone, papaya com cassis, abacaxi flambado ao rum com sorvete de coco

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