Vinho Carménère – Sabores, história e combinações

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Se você está em busca de se tornar um experiente degustador de vinhos, não pode deixar de conhecer o vinho Carménère lendo o artigo abaixo.

Símbolo da vinicultura no Chile, e com uma história de exportação curiosa, o vinho Carménère não agrada a todos, mas, aos que agradam, certamente têm muitos pontos positivos a acrescentar.

Com peculiaridades que devem receber a devida atenção, o processo de fabricação desses vinhos precisa de especial cuidado, ou seu sabor é afetado.

Por outro lado, equilibra-se perfeitamente entre taninos suaves, aromas marcantes e harmonização para refeições sofisticadas ou simples.

O vinho Carménère recebe o rótulo, muitas vezes, de meio-irmão da Merlot, com toques de similaridade com a Cabernet Sauvignon.

Contudo, aos que arriscam experimentá-lo, dificilmente irão confundir seu sabor com outras castas.

De fato, a casta Carménère conquistou seu lugar entre os mais apreciados mundialmente, elevando não somente o país chileno, mas também proporcionando uma nova degustação para os franceses, que, por muitos anos, deixaram de aproveitar esse vinho.

No Brasil, o vinho Carménère é um dos mais consumidos. No Chile, a casta é de suma importância, contando com mais de 10 mil hectares unicamente para essa vinicultura.

Esse vinho é bastante equilibrado, não muito encorpado, nem muito suave, ideal para iniciantes e experientes no mundo de degustação de vinhos.

Conheça mais sobre a história do vinho Carménère, porque ele se tornou símbolo da vinicultura chilena, seu sabor, aroma e as melhores harmonizações.

Tudo o que você precisa saber sobre o Vinho Carménère

Qual o sabor do vinho Carménère

 Vinhos Carménère

Muitas pessoas podem afirmar que o sabor do vinho Carménère é comparado a um meio-termo entre o Merlot e o Cabernet Sauvignon.

Certamente, essas castas trazem certa semelhança entre seu aroma e textura. Contudo, o Carmerene possui suas próprias particularidades que o distinguem de qualquer outro vinho.

A começar por sua aparência física, que, inclusive, é um dos fatores que tornam essa casta tão semelhante à Merlot.

A uva Carménère é arredondada, pequena e arroxeada, em tons violetas, de formato que pode lembrar mirtilos.

Um fator curioso é que castas que apresentam cascas demasiadas escuras costumam ter uma grande quantidade de taninos.

Os taninos são responsáveis pela acidez e encorporação dos vinhos que compõem.

Assim, quanto mais taninos uma uva apresenta, mais seu vinho será encorpado, forte, de sabor marcante.

Enquanto isso, a grande presença de taninos nas uvas é distinguida pela coloração, de modo que uvas mais arroxeadas costumam ter mais taninos.

Dessa forma, a uva Carménère, por conta de sua coloração arroxeada e escura, é de se esperar que seus vinhos possuam mais taninos e, consequentemente, sejam mais ácidos e encorpados.

No entanto, o vinho Carménère não apresenta forte acidez. Pelo contrário, a presença dos taninos é suave e, como mencionado, bastante equilibrado.

Isso o torna um vinho intermediário, não muito leve, mas também sem muita acidez, ainda que a característica de sua uva leve a acreditar que haja a presença massiva de taninos na fruta.

Essa é uma das principais características que marcam o sabor do vinho Carménère, a apreciação de um vinho equilibrado e de leveza na medida.

De fato, o sabor desses vinhos é bastante influenciado por sua uva, não somente pelas características que apresenta, mas também pelo cultivo.

Sabor a cada colheita

O tempo de amadurecimento das videiras Carménère é essencial para determinar o sabor que seu vinho apresenta.

Inclusive, seu amadurecimento foi um dos fatores que levou especialistas a diferenciar essa vinicultura de sua semelhante, a Merlot, conforme falaremos posteriormente.

Caso a uva Carménère seja colhida antes do tempo de seu total amadurecimento, o vinho proveniente desta safra terá determinado sabor.

Especialmente, ele será marcado pelo que se denomina “tons herbáceos”.

Seu aroma e sabor terão notas bastante marcantes e características de pimentões. Essa é uma das peculiaridades que mais distinguem o vinho Carménère dos demais.

Uma vez que a uva é colhida precocemente, o vinho demonstra aroma, principalmente, de pimentões, e também de outros caules e pimenta-do-reino.

O menor toque de herbáceos no aroma do vinho Carménère já possibilita a distinção de sua colheita.

É importante lembrar que tons herbáceos são apreciados por muitos degustadores, inclusive em vinhos de porte famoso, mas, no Carménère, não é exatamente aconselhável, e pode prejudicar seu verdadeiro sabor.

Por outro lado, quando a uva é colhida em seu total amadurecimento, o sabor e aroma obtidos são bastante diferentes.

Assumem um toque de frutas vermelhas, especialmente ameixa e framboesa, além de ervas finas, baunilha e cacau, dependendo da localidade de cada terroir.

Os vinhos Carménère produzidos no Chile costumam apresentar sabor com essas características, com algumas regiões, inclusive, acompanhando um toque de minerais no aroma.

Por conta dessa particularidade com o tempo de amadurecimento e a colheita das videiras, muitos especialistas conseguem distinguir um bom Carménère apenas com um gole.

Outras características do sabor

Em questões mais técnicas, o vinho Carménère é bastante elegante.

Da mesma maneira que sua colheita antecipada influencia no sabor, a colheita tardia pode diferenciar o nível de acidez presente na fabricação.

De modo geral, esse vinho é equilibrado quanto ao teor alcoólico. Sua intensidade é mediana, o que reitera sua presença equilibrada e adequada para a maioria dos paladares.

Sendo uma casta originalmente francesa, o nome “Carménère” significa, em tradução, “carmim”, justamente por conta da característica física do vinho.

Sua uva, arroxeada em tons escuros, proporciona um líquido de coloração rubra, em tom de rubi, quase um “vinho”, ironicamente.

Essa característica é típica de uvas da classe dos tintos, vinhos mais avermelhados.

Ainda, os vinhos Carménère entram na classificação dos sofisticados, por serem mais aveludados ao paladar.

Se envelhecidos em tonéis de carvalho, se tornam ainda mais pronunciados, reforçando o toque amadeirado e de baunilha que possuem.

De fato, esse vinho é recomendado a passar um bom tempo de envelhecimento. Sua uva é propícia a longos períodos de conservação.

Trata-se de uma das castas mais potentes que existem, e o vinho Carménère pode, tranquilamente, ser guardado por, no mínimo, 8 anos.

Mesmo assim, especialistas recomendam apreciar um bom Carménère entre 10 e 20 anos de idade, com o sabor devidamente apurado.

Apesar das comparações, contudo, o Carménère não chega a ter a delicadeza da Merlot, de modo que permanece no meio, como dito, não tão encorpado, mas não tão suave.

Comparação com outras uvas

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Como mencionado anteriormente, muitas pontuações acerca da uva e do vinho Carménère são feitas, especialmente quanto à sua semelhança com outras castas.

Essa uva é tida como meio-irmã de videiras com a Merlot e a Cabernet Sauvignon, duas famosas castas da classe dos tintos.

Enquanto isso, não é incomum encontrar especialistas que definam o sabor e o aroma do vinho Carménère como um meio-termo encontrado entre as duas castas citadas acima.

De fato, a Carménère é bastante semelhante à Merlot, por exemplo.

Não somente se tratando de sua aparência física, como o formato da uva e sua coloração escura, mas também a tonalidade do vinho, aroma, sabor e textura parecidos.

Os sabores mais adocicados e a presença de taninos mais leves, mesmo com tons escuros, faz com que a Carménère seja constantemente associada e comparada com outras uvas, principalmente a Merlot.

No entanto, ainda que semelhanças possam ser apontadas, é importantes destacar as diferenças entre as duas castas, para torná-las distintas e indicar, especialmente, como identificar cada uma.

Diferenças entre Carménère e Merlot

Falando especificamente sobre essas duas castas, tão semelhantes e as mais comparadas, existem alguns pequenos elementos que tornam sua identificação distinta.

A começar pelas videiras, é possível notar que a Merlot apresenta folhas jovens de tonalidade branca, enquanto a Carménère traz folhas avermelhadas.

Essa é uma das principais características que vinicultores utilizaram para diferenciar as espécies no plantio.

Além disso, a segunda principal diferença que podemos pontuar é o tempo de amadurecimento de ambas as castas.

Inclusive, foi através desse ponto que estudiosos descobriram a existência da Carménère entre videiras de Merlot.

A maturação da Carménère é dada cerca de 2 a 3 semanas depois da Merlot. Isso faz com que suas colheitas sejam realizadas em tempos distintos, e as videiras fiquem maduras em momentos diferentes.

Caso a vinicultura seja realizada em conjunto, diminui-se a safra da Carménère, para que ela esteja madura junto da Merlot e ambas sejam colhidas ao mesmo tempo, diminuindo os gastos.

No quesito sabor e aroma, elementos mais confundidos entre ambos os vinhos, seus taninos realmente são mais leves e possuem maior presença de açúcar em sua fabricação.

No entanto, os vinhos Carménère não apresentam a mesma leveza dos Merlot. Sua textura não é tão aveludada e delicada quanto a da segunda casta.

Seu aroma é mais pronunciado, além da característica herbácea, mencionada acima. Caso sejam colhidas no tempo certo de maturação, ambas apresentam sabores parecidos.

Enquanto a Merlot apresenta aroma de frutas vermelhas, mais voltadas para cerejas, enquanto os vinhos Carménère possuem aroma de frutas negras, como amora, framboesa e ameixa.

De modo geral, embora as castas Merlot e Carménère possam ser parecidas, e tidas como meio-irmãs, existem algumas distinções que devem ser levadas em conta na hora de degustar um de seus vinhos.

A história, a phylloxera e a geografia chilena

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A história do vinho Carménère é bastante peculiar e tem relação com a praga que dizimou grande parte dos vinhedos europeus, responsável pela popularização da vinicultura na América.

Além disso, só foi constatada a presença da uva Carménère em território chileno mais de cem anos depois da praga.

História da uva

Apesar de ter se tornado um símbolo da vinicultura no Chile, a uva Carménère é, na verdade, originária da França.

Ela era cultivada na região de Médoc, em Bordeaux, já conhecida por ser berço de muitas castas de uvas e dos vinhos mais tradicionais.

A Carménère era cultivada em larga escala e apresentava bons resultados, quase tão popular quanto a Cabernet Sauvignon e a Pinot Noir, por exemplo.

Contudo, a situação muda em 1860.

Esse foi o ano em que a praga phylloxera – ou filoxera, como pode ser encontrada em outras referências – empesteou boa parte dos vinhedos da Europa.

A phylloxera representa uma doença que acomete na raiz dos vinhedos, levando pequenos insetos que consomem e acabam com os cultivos.

Essa praga, no entanto, representou uma verdadeira mudança na história dos vinhos em todo o mundo, não somente nas regiões europeias afetadas.

Uma das castas mais afetadas, especialmente na França, embora outros países como Espanha e Portugal também tenham sofrido, foi a Carménère.

Sua produção foi quase que completamente dizimada, de modo que a fabricação dos vinhos Carménère ficou comprometida por anos.

Nessa situação, muitos produtores, que foram a falência, passaram a imigrar para os países do chamado Novo Mundo, na América.

Tanto a América do Norte quanto a América do Sul estavam em processo de colonização, e esses produtores vieram trazendo o que restava dos vinhedos, em busca de melhores condições.

Além disso, muitos correspondentes trocaram mudas e castas, como aconteceu, por exemplo, com os primeiros vinhedos do Uruguai.

Foi dessa maneira que alguns produtores chegaram à região correspondente ao Chile, trazendo algumas castas mais populares para serem plantadas ali, como a Pinot Noir e a Merlot.

Carménère por Merlot

Acontece que muitas famílias trouxeram castas como a Merlot para as novas regiões e começaram a plantá-las, sem perceber que existiam sementes de Carménère entre elas.

Exatamente. Começou-se a produzir Carménère entre as plantações de Merlot, inclusive fabricando vinhos com esse rótulo, mas com diferentes uvas.

Como já mencionado, as duas castas possuem muitas semelhanças, desde físicas, como seu formato e cor, até no sabor dos vinhos, com taninos leves e aspecto mais adocicado.

A partir de meados de 1860, quando a praga phylloxera devastou a Europa, a Carménère passou a ser cultivada no Novo Mundo, mas sem que soubessem que era essa casta.

A descoberta só foi feita mais de cem anos depois, em 1994.

Um pesquisador francês começou a estudar alguns dos vinhedos, para entender porque parte do cultivo amadurecia mais rápido, e parte não.

Através de um estudo genético, descobriu-se, então, que se tratava das castas Merlot e Carménère, e não apenas Merlot, como se acreditava.

Apesar da semelhança, conforme descrito anteriormente, uma das principais diferenças entre essas duas espécies é seu tempo de amadurecimento.

A partir de então, o Chile adotou a Carménère como símbolo de sua vinicultura.

Inclusive, a casta ganhou o apelido de “fênix das uvas”, por ter ressurgido e voltado a produzir vinhos Carménère.

Isso porque a praga phylloxera dizimou os vinhedos da França, e muitos apreciadores europeus só tiveram a chance de degustar um vinho Carménère novamente a partir das produções chilenas.

Dessa forma, o país elevou seu título como produtor de vinhos e tornou a Carménère como seu símbolo, como a Malbec é para a Argentina.

Geografia chilena

Apesar de ter sido bem cultivada nas regiões europeias, a casta Carménère encontrou seu terroir perfeito no Chile.

Isso se deve por conta da geografia do país, especialmente.

O Chile é cercado pelo oceano Pacífico, pela Cordilheira dos Andes, pelas terras da Antártica e pelos desertos do Atacama.

Basicamente, trata-se de um país isolado, com condições climáticas ideais. É bastante úmido, tropical, o que permite que a casta se desenvolva apropriadamente.

Os vinhedos podem crescer com segurança, sem poluição de grandes países e livre de pragas, que não são importadas de outras regiões.

Os vinhos Carménère também são produzidos na Itália, nos Estados Unidos e na China, mas, definitivamente, foi no Chile que encontrou melhores qualidades para se desenvolver.

O que combina com Carménère?

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Finalmente, para apreciar corretamente os vinhos Carménère, é necessário harmonizá-lo com as refeições corretas.

Aproveitar o vinho com os pratos certos proporciona uma apuração do sabor de ambos os elementos.

O vinho Carménère é bastante equilibrado e, em questões técnicas, mediano.

Seus taninos são leves, e seu sabor é suave, com toques adocicados. Como grandes nomes da classe dos tintos, os vinhos Carménère acompanham uma textura aveludada e aroma de frutas vermelhas.

Dessa forma, ele se torna ideal para balancear refeições leves, mas também acompanhar pratos mais encorpados.

Entradas

As opções de entradas que são ideais para harmonizar com vinho Carménère são diversas.

Saladas são uma boa pedida para abrir o apetite apreciando esse rótulo. Elas podem vir acompanhadas de molhos mais encorpados, pois o sabor contrasta de forma satisfatória.

Por outro lado, é recomendável evitar molhos ácidos, que podem destoar do vinho.

Ainda, tábuas de frios são uma ótima alternativa para a Carménère. Azeitonas, especialmente, harmonizam muito bem com o rótulo.

Diferentes queijos, menos gordurosos, e embutidos também podem compor uma boa entrada para acompanhar o vinho.

Prato principal

Já quanto ao prato principal, existem algumas boas alternativas que ressaltam o sabor do vinho Carménère e combinam com diferentes situações.

Carnes magras, brancas e nobres são as primeiras opções que devem ser consideradas.

Por conta da região chilena, não é incomum que se aprecie o vinho Carménère com carnes de porco, geralmente assadas, e cordeiros temperados com ervas e especiarias.

Além disso, bons cortes de filé mignon ou peru assado também harmonizam adequadamente.

Por ser um vinho equilibrado, o Carménère pode acompanhar pratos mais salgados ou amargos, limpando o paladar para pratos encorpados.

Quanto a massas, é preferível optar por molhos brancos e menos ácidos. Ainda, acompanhamentos com vegetais como feijão e lentilhas também harmonizam bem.

Peixes, especialmente temperados com alho, cebola e pimentas também são boas pedidas.

De modo geral, pratos mais leves, grelhados ou assados, são os mais optados, embora o vinho Carménère também possa harmonizar satisfatoriamente com refeições mais gordurosas.

Sobremesas

Como grande parte dos rótulos tintos, os vinhos Carménère não são a primeira opção para acompanhar sobremesas.

No entanto, por conta dos taninos leves e sabor ligeiramente adocicado, esse vinho também pode harmonizar com pratos doces de maneira considerável.

É preferível sobremesas com frutas, especialmente vermelhas, que são identificadas no aroma e textura do vinho.

Framboesas, ameixas e amoras são algumas das frutas que compõem bons doces, e harmonizam com o rótulo Carménère.

Outras sobremesas, como tortas e bolos, podem ser acompanhadas, mas evitando chocolate ao leite, optando pelo branco ou chocolate amargo.

Ainda, morango e chantili são uma combinação que podem harmonizar bem com o vinho Carménère. Tudo se trata da preferência e do paladar do degustador.

Como servir

Parte da experiência de apreciar um bom vinho Carménère é servi-lo da maneira correta.

A grande maioria dos rótulos exigem condições específicas, que valorizam seu sabor.

No caso do Carménère, não é necessário utilizar uma taça de modelo característico para ser apreciado. Desde que seja enchida da metade para baixo, qualquer formato é bem-vindo.

Enquanto isso, a temperatura ideal para os vinhos Carménère é de 16°C, sem resfriá-lo rapidamente, deixando nas partes menos geladas do refrigerador, por mais tempo.

Conclusão

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O vinho Carménère é o rótulo emblemático do Chile, que elevou o nome do país entre exportadores do mundo todo.

Sua história é curiosa. Por conta da praga phylloxera, que devastou vinhedos por toda a Europa, muitos produtores migraram para a América trazendo algumas sementes.

Na região do Chile, começou-se a cultivar a casta Merlot com sementes da Carménère junto, sem que soubessem.

Inclusive, muitos dos vinhos foram oferecidos com esse rótulo, mas utilizando a segunda uva, por conta de sua similaridade, tanto fisicamente, quanto no sabor e aroma.

A descoberta só foi feita em 1994, quando pesquisadores estudaram porque certos vinhedos amadureciam mais cedo, e outros mais tarde, o que prejudicava as produções.

Então, o Chile assumiu a Carménère como símbolo de sua vinicultura. Muitos apreciadores franceses só voltaram a apreciar esse rótulo a partir da exportação chilena.

A geografia sul-americana foi o que possibilitou o sucesso na produção dos vinhedos. O isolamento proporcionado por oceanos, desertos e pela Cordilheira dos Andes faz com que seja uma região isolada e sem pragas.

O vinho Carménère é bastante equilibrado. Possui taninos suaves, leve doçura e é capaz de harmonizar satisfatoriamente com grande parte das refeições.

Cortes de filé mignon, cordeiro e assados são os pratos mais indicados. Entradas com azeitonas e temperos com ervas e especiarias também são bons acompanhamentos.

Em suma, o vinho Carménère se confere como um rótulo sofisticado, elegante e bastante apreciado.

Apesar de ser originalmente francês, conquistou seu renome a partir das exportações chilenas e, hoje em dia, configura um vinho de grande sucesso, excelente para todos os tipos de degustadores.

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O tinto do Vale Central

Wine Festival San Javier Carménère Valle Central DO 2021:

Bem equilibrado, com taninos redondos, e nuances de geleia de ameixa, chocolate preto e especiarias; Produtor: Cremaschi Furlotti; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Carménère (vinho varietal); Nariz: Notas intensas de frutas vermelhas, como cereja e framboesa, com toques suaves de pimenta; Harmonização: Chili com carne e tortillas, pimentão recheado com carne moída, pizza de pepperoni

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O tinto do Vale Central

La Conquista Single Vineyard Carménère Valle Central DO 2021:

Equilibrado e elegante, com taninos aveludados; Produtor: Bodegas De Aguirre; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Carménère (vinho varietal); Nariz: Aromas de geleia de frutas vermelhas, ameixas, e especiarias; Harmonização: Massas, receitas com ervas, presunto, e queijos maduros

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O tinto do Vale Central

Pioneers Carménère 2021:

Macio e com taninos moderados; Produtor: Cremaschi Furlotti; Teor alcoólico: 13%; Uva: Carménère (vinho varietal); Nariz: Ameixas maduras, amoras, e elegantes toques de especiarias; Harmonização: Pimentões recheados, rosbife, comida mexicana

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O tinto do Vale do Maipo

Santa Alicia Reserva Carménère 2018:

Redondo, de corpo médio e taninos macios; Produtor: Santa Alicia; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Carménère (vinho varietal); Nariz: Notas intensas de ameixa madura, com nuances de especiarias, baunilha, coco e tostado; Harmonização: Chili com carne e tortillas, pimentão recheado com carne moída, queijo Parmesão

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O tinto do Vale do Curicó

Echeverria Reserva Carménère 2020:

Macio e aveludado, é bem equilibrado, com toques de especiarias e frutos silvestres; Produtor: Viña Echeverría; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Carménère (vinho varietal); Nariz: Intenso, com notas de framboesa, cereja, pimentão vermelho e pimenta preto; Harmonização: Filé mignon ao molho madeira, massas ao molho bolonhesa, polenta gratinada com gorgonzola

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O tinto do Vale do Maipo

Concha Y Toro Terrunyo Camenere 2018:

Estruturado, volumoso, levemente mineral, com aporte de grafite e fruta madura, de taninos maduros e intensos; Produtor: Concha Y Toro; Teor alcoólico: 14,5%; Uva: Carménère (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas maduras, como ameixa e cereja e notas de especiarias; Harmonização: Risoto de tomate seco com bacon e rúcula, stinco de cordeiro em redução de molho, costeleta de javali ao poivre, mix de cogumelos, penne gratinado, queijos maduros

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O tinto do Vale Central

Baron Philippe de Rothschild Mas Andes Reserva Carménère 2019:

Médio corpo, frutado, equilibrado, taninos firmes, média acidez; Produtor: Baron Philippe de Rothschild; Teor alcoólico: 13%; Uva: Carménère (vinho varietal); Nariz: Frutas negras, especiarias, café e um leve tostado; Harmonização: Carne de panela, nhoque de mandioquinha com creme de cogumelos, arroz carreteiro e queijos semiduros

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O tinto do Vale do Maipo

Península Limited Edition D.O. Valle Del Maipo Carménère 2019:

Corpo médio para encorpado, equilibrado, frutado com nuances de especiarias, tem uma entrada suave, com taninos aveludados e firmes, uma acidez fresca que o torna longo e persistente; Produtor: Viña Ventisquero; Teor alcoólico: 14%; Uva: Carménère (vinho varietal); Nariz: Frutas pretas como amoras, mirtilos e cerejas pretas, misturadas com notas de pimenta e especiarias, além de terra úmida e até algumas notas minerais, como grafite; Harmonização: Carré de cordeiro ao molho de ervas, talharim com ragu de costela, quibe de soja de forno e queijos semiduros

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O tinto do Vale de Colchagua

Dancing Flame Villarrica Gran Reserva Carménère 2020:

Encorpado, taninos suaves, final longo e agradável, acidez equilibrada; Produtor: Luis Felipe Edwards; Teor alcoólico: 14,5%; Uva: Carménère (vinho varietal); Nariz: Fruta preta, especiarias, pimentão e sutis notas de baunilha; Harmonização: Maminha assada ao molho chimichurri, choripán, pimentão recheado com carne moída e queijo parmesão, lasanha de berinjela

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O tinto do Vale Central

Nube de Oro Carménère 2021:

Macio, corpo médio, taninos sedosos; Produtor: Sur Valles Wine Group; Teor alcoólico: 13%; Uva: Carménère (vinho varietal); Nariz: Aromas expressivos de amora, e um toque de especiarias; Harmonização: Queijo Gouda, costela de porco com barbecue, frango grelhado com chimichurri

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O tinto do Vale Central

Urmeneta Reserva Carménère 2020:

Frutado, vegetal, médio corpo, taninos macios, fresco; Produtor: Urmeneta; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Carménère (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas, amadeirado e vegetal; Harmonização: Galeto recheado, pimentão assado, carnes vermelhas assadas, pizzas, massas com molho de carne e queijos tipo camembert

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O tinto do Vale Central

Expedicion Single Vineyard Selection Carménère Central Valley D.O. 2021:

Macio, aveludado, com frescor agradável, notas de frutas pretas e um toque de pimenta; Produtor: Bodegas y Viñedos de Aguirre; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Carménère (vinho varietal); Nariz: Agradável, com notas de amoras, chocolate e tabaco; Harmonização: Arroz Thai, pizza de pepperoni, filé mignon ao molho madeira, costelinha grelhada

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O tinto do Vale Central

Templo Sur Limited Series Carménère 2021:

Saboroso, corpo médio, taninos equilibrados e final agradável; Produtor: Sur Valles; Teor alcoólico: 13%; Uva: Carménère (vinho varietal); Nariz: Vivaz, com notas de amoras maduras e toques picantes; Harmonização: Chili com carne e tortillas, pimentão recheado com carne moída, queijo Parmesão

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O tinto do Vale Central

Templo Sur Limited Series Reserva Carménère 2021:

Rico, concentrado e frutado, com taninos redondos, e retrogosto longo e agradável; Produtor: Sur Valles; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Carménère (vinho varietal); Nariz: Complexo, com notas de amoras, especiarias doces e mentol, e toques de tabaco; Harmonização: Polpetone recheado, picanha na manteiga e alho, carré de cordeiro na brasa

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O tinto do Vale do Colchagua

Cruz Andina Estate Collection Carmenere Organico 2019:

Corpo de médio para encorpado, taninos presentes, acidez presente, notas frutadas e amadeiradas em equilíbrio; Produtor: Veramonte; Teor alcoólico: 14%; Uva: Carménère (vinho varietal); Nariz: Ameixa madura, amora madura, herbáceo, pimenta; Harmonização: Contrafilé grelhado, risoto de parmesão, lagarto recheado com legumes, gratinado de berinjela com carne, penne com ragu de linguiça toscana, queijo Edam

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O tinto do Vale Central

Descendientes Carmenere 2020:

Taninos presentes e aveludados, acidez equilibrada, final frutado; Produtor: Siegel; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Carménère (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas e figo, e toque de pimentão maduro; Harmonização: Kafta com hortelã, Yakisoba, lombo suíno com legumes

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O tinto blend do Vale do Cachapoal

Carmin de Peumo Carménère 2018:

Corpo médio para encorpado, harmonia entre frutado e toques minerais, bom volume em boca, taninos maduros, acidez agradável, final longo e complexo; Produtor: Concha Y Toro; Teor alcoólico: 14,5%; Uvas: Carménère, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc (vinho blend); Nariz: Elegante, complexo e mineral, com notas de frutas negras, amora e um toque de cassis, sutis notas de especiarias; Harmonização: Risoto de parmesão acompanhado com filé mignon suíno ao molho de geleia de frutas vermelhas, espaguete com mix de cogumelos, rosbife com molho de cogumelos

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O tinto do Vale de Colchagua

Mr. Deer Carménère Colchagua Valley D.O. 2020:

Equilibrado, harmonioso e com taninos macios; Produtor: Bodegas Marchigüe; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Carménère (vinho varietal); Nariz: Aromas de frutas pretas, ervas e pimentões; Harmonização: Chili com carne e tortillas, pimentão recheado com carne moída, queijo Parmesão

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O tinto do Vale Central

Fauna Reserve Carménère Central Valley D.O 2019:

Agradável, sedoso, taninos macios e levemente picante; Produtor: Bodegas Y Viñedos de Aguirre; Teor alcoólico: 13,2%; Uva: Carménère (vinho varietal); Nariz: Aromas de ameixas secas e trufas; Harmonização: Massas, carnes vermelhas temperadas, queijos amarelos

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O tinto do Vale do Maipo

De Martino Carmenere Valle del Maipo D.O. 2020:

Corpo médio, acidez equilibrada e taninos macios; Produtor: De Martino; Teor alcoólico: 14%; Uva: Carménère (vinho varietal); Nariz: Amora preta, mirtilo, cereja e pimenta preta; Harmonização: Carne de porco, rosbife, pimentões recheados e feijão branco com toucinho

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O tinto do Vale Central

Concha y Toro Exportacion Selecto Carmenere 2021:

Corpo médio e persistente, taninos macios e final herbáceo; Produtor: Concha Y Toro; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Carménère (vinho varietal); Nariz: Toques herbáceos, de especiarias e frutas silvestres; Harmonização: Pizzas variadas, carnes defumadas

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O tinto do Vale do Colchagua

Relmu Carménère Reserva 2019:

Corpo médio, frutado e com acidez equilibrada; Produtor: Ravanal; Teor alcoólico: 13%; Uva: Carménère (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas, ervas e chocolate; Harmonização: Queijos amarelos, pimentão recheado, carnes brancas

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O tinto do Vale Central

Finca Patagonia Expedicion Reserve Carmenere Central Valley D.O. 2020:

Macio, aveludado, frescor agradável, notas de pimenta; Produtor: Finca Patagonia; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Carménère (vinho varietal); Nariz: Notas de amoras, chocolate e tabaco; Harmonização: Costelinha grelhada, pizzas de sabores variados, queijos maturados

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O tinto do Vale do Maipo

De Martino Organic Reserve Carmenere Valle del Maipo D.O. 2020:

Macio, taninos redondos, boa intensidade de fruta; Produtor: De Martino; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Carménère (vinho varietal); Nariz: Ameixa e amora preta, pimenta preta, especiarias; Harmonização: Filé mignon, lentilhas, queijo Gruyère

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O tinto do Vale de Curicó

GO UP Carménère Reserva 2018:

Com taninos sedosos e final de boca macio; Produtor: TDP Wines; Teor alcoólico: 13%; Uva: Carménère (vinho varietal); Nariz: Notas de amoras e cerejas; Harmonização: Carré de cordeiro, carnes vermelhas assadas, queijo parmesão

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O tinto blend do Vale do Colchagua

Ventisquero Obliqua Valle de Colchagua Carménère 2018:

Corpo médio para encorpado, estrutura firme, frutado com nuances de madeira e especiarias, taninos bem presentes, muito elegante, boa acidez, equilibrado e persistente; Produtor: Viña Ventisquero; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Carménère, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas frescas, como framboesa, misturadas com notas de pimenta branca e notas balsâmicas, e um pouco de especiarias suaves; Harmonização: Picanha assada na manteiga de ervas, lasanha de cogumelos, costela defumada, queijos duros

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