Risoto de queijo - Receitas e harmonias

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risoto de queijo

Famoso por todo o mundo, o clássico risoto de queijo ganhou o paladar dos brasileiros

Risoto de queijo é um daqueles preparos bem molhadinhos e super saborosos que aquecem noites frias. É quase um abraço em um prato. Além disso, é incrível como ele combina perfeitamente com vinhos de diferentes estilos. Por isso, o Center Gourmet separou receitas cheias de sabor e que fazem a companhia ideal para vinhos igualmente deliciosos.

Para começar, confira as receitas que selecionamos para você. Em seguida, entenda quais os melhores vinhos para cozinhar e harmonizar. Para concluir, descubra por que vinho e risoto de queijo encaixam tão bem no paladar proporcionando uma experiência tão rica e prazerosa.

Receitas de risoto de dar água na boca

Risoto de queijo cremoso simples

risoto de queijo

Mesmo na receita simples, você tem todos os elementos necessários para uma refeição deliciosa

Ingredientes

01 xícara de arroz arbóreo ou carnarolli

700ml de caldo de legumes (você também pode usar 01 tablete dissolvido)

03 colheres sopa de manteiga

120ml (1/2 xícara) de vinho branco SECO

½ xícara de queijo parmesão ralado

½ cebola picada

Cúrcuma, azeite, pimenta do reino e sal a gosto.

Modo de preparo

Para começar, deixe o caldo de legumes em fogo bem baixinho durante todo o preparo. Então, em uma panela aqueça um fio de azeite e 02 colheres de manteiga. Em seguida, refogue a cebola e acrescente o arroz, mexendo bem.

Nesse ponto, junte o vinho branco e vá mexendo sem parar até que ele evapore. Agora, é hora de começar a juntar o caldo, uma concha por vez. Vá mexendo e quando ele estiver quase seco, acrescente mais uma. Repita o processo até que os grãos estejam al dente. Ou seja, ele deve estar macio por fora e com o miolinho esbranquiçado e mais firme.

Agora, desligue o fogo, coloque um pouco mais de cúrcuma, o queijo parmesão, a pimenta do reino e a manteiga aos poucos, sempre mexendo muito bem. Por fim, ajuste o sal, se for necessário, junte meia concha do caldo quente, mexa novamente e sirva.

Obs.: Essa última concha de caldo será absorvida pelos grãos em pouco tempo. Mas, vai garantir que o risoto de queijo mantenha a umidade e a textura.

Risoto quatro queijos

risoto de queijo

Ao combinar diferentes queijos no risoto, lembre-se de experimentar e ver qual vinho combina melhor no paladar

Ingredientes

04 dentes de alho

½ xícara de queijo prato picado

02 xícaras de arroz arbóreo

½ xícara de queijo muçarela picado

01 litro de caldo de carne quente

½ xícara de queijo parmesão picado

01 cebola ralada

½ xícara de queijo gorgonzola picado

½ xícara de vinho branco seco

Azeite, sal e pimenta do reino a gosto.

Modo de preparo

Inicialmente, refogue a cebola e o alho no azeite. Em seguida, junte o arroz e refogue levemente, acrescentando o vinho logo depois. Então, mexa bem até que o vinho seja quase todo absorvido. Nesse momento, comece a adicionar o caldo, uma concha por vez. Mais uma vez, mexa até que o líquido tenha sido absorvido. Vá repetindo o processo até que o arroz esteja al dente. Para terminar, junte os quatro tipos de queijo e misture vigorosamente para que ele derreta e incorpore o arroz. Corrija o sal, tempere com a pimenta e sirva ainda quente.

Risoto de queijo parmigiana, no Brasil, o parmesão

risoto de queijo

Quase um patrimônio nacional, o parmesão tem um sabor e uma salinidade inconfundíveis e merece atenção especial na hora de abrir um vinho. Confira as dicas

Ingredientes

01 xícara de arroz arbóreo

¾ de xícara de vinho branco SECO

100 g de queijo parmesão de boa qualidade

01 cebola média picada

02 colheres (sopa) de manteiga

01 litro de caldo de legumes quente

Azeite, sal e pimenta a gosto

Modo de fazer

Em uma panela refogue a cebola em azeite até ficar transparente. Então, junte o arroz e refogue levemente. Em seguida, acrescente o vinho seco e mexa até que ele evapore. A partir de então, vá juntando o caldo quente, uma xícara por vez ao arroz. Nessa etapa, é importante ir mexendo até que todo o líquido tenha evaporado antes de acrescentar a próxima concha.

Afinal, é o ato de mexer vigorosamente que faz o arroz liberar o amido e criar a textura aveludada do risoto de queijo. Então, vá mexendo até que ele fique al dente. Por fim, desligue o fogo, junte o queijo e a manteiga e mexa bem. Para concluir, acrescente uma concha de caldo e mexa, para garantir a humidade do preparo.

Vinhos e risotos: Qual o melhor para cozinhar?

O vinho é extremamente importante para o sucesso de um risoto de queijo. Por isso, leve em conta que os sabores, aromas, a acidez do vinho precisam combinar com as mesmas características da bebida. Então, apesar de não precisar ser um vinho caro demais, mas escolha um vinho de qualidade.

O melhor, para que a receita não separe na boca, é usar o mesmo rótulo tanto para cozinhar quanto para servir. Mas, se não for possível, pense em vinhos que guardam as mesmas características de acidez, corpo e aromas.

E para harmonizar?

Normalmente, os vinhos brancos são os que mais combinam com a untuosidade do queijo e seus sabores únicos. Especialmente, vinhos espumantes. No entanto, também dá para usar vinhos tintos para risoto. Mas, tudo depende do contexto e dos ingredientes usados.

Por exemplo, para cada tipo de risoto podemos usar diferentes tipos de vinhos, dependendo dos ingredientes principais de cada um. No caso do risoto de queijo, você deve levar em conta o tipo de queijo. Então, se optar por queijos duros, como o parmesão, provolone e pecorino, o vinho para cozinhar pode até ser um tinto. Pois, a gordura e potência do queijo se equilibra com o corpo do vinho tinto.

Por outro lado, se o preparo leva queijos de sabor forte como gorgonzola, brie, camembert e feta, prefira cozinhar o seu risoto com vinhos que apresentam aromas terrosos. Nesse caso, escolha um vinho tinto de uvas Pinot Noir e note como a mistura de sabores na boca fica harmoniosa e agradável.

Mas, se você não quer correr nenhum risco de errar ao combinar risoto de queijo e vinho, abra um vinho branco que tenham bastante acidez e tenham um sabor fresco, como um vinho de uvas Pinot Grigio, por exemplo

Por que risoto de queijo e vinho combinam tão bem?

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Quando o assunto é harmonizar risoto de queijo e vinhos, a melhor forma de descobrir se a combinação funciona é experimentar e ver o que realmente agrada o seu paladar. Dessa forma, pode até não estar de acordo com os grandes experts do mundo do vinho, mas te dá uma direção e proporciona uma experiência prazerosa e agradável.

No caso dessa dupla dinâmica, queijo e vinhos, ambos “cresceram juntos” por séculos. Geralmente, eram produzidos no mesmo terroir e isso tem influência direta da combinação de sabores. Aliás, ambos podem levar anos de fermentação e maturação para atingir os níveis desejados no sabor e textura. Ao mesmo tempo, ambos também exigem atenção contínua dos produtores e o uso de técnicas milenares.

Ainda assim, é interessante notar como eles parecem atuar como contraponto um do outro. Pense bem… queijo é um ingrediente cheio de gordura. Já os vinhos são ácidos na boca. Mas, como muitas outras combinações improváveis, eles se completam lindamente. Aliás, a experiência confirma que quando combinados, seus benefícios para a saúde são potencializados.

Sendo assim, leve em conta os seguintes critérios na hora de combinar o par:

Cuidado com os taninos

Tanino é uma substância naturalmente presente na casca das uvas e que da aquela sensação de acidez no fundo da garganta e secura na língua. Por isso, que apenas um gole de um vinho seco dá a sensação mesmo de que toda a boca fica áspera e isso é bem comum nos vinhos tintos. Sendo assim, muito cuidado na hora de harmonizar queijos e tintos, já que os taninos não ficam muito agradáveis com o sabor untuoso do queijo.

Leve em conta o peso na boca

Não é necessário ter muito conhecimento sobre vinhos para saber que um rótulo deixa um gosto pesado na boca. Nesse caso, o vinho pede por um risoto de queijo que tenha um peso equivalente no paladar. Por exemplo, o sabor de um queijo envelhecido e maturado é bem mais pesado que o sabor de um queijo fresco ou ricota, concorda? Sendo assim, os queijos de sabor forte, podem ser combinados com vinhos tintos, como os que falamos agora a pouco. Por outro lado, queijos de sabor leve e fresco, pedem vinhos frutados e mais jovens.

Os opostos se atraem

Já observou como combinações inusitadas rendem experiências deliciosas? Pimenta preta e limão, chocolate com pimenta, queijo com goiabada, por exemplo, são bons exemplos de opostos que se atraem. Sendo assim, um vinho de acidez marcante, como um vinho branco de uvas Sauvignon Blanc combina perfeitamente com queijos frescos e amanteigados.

Agora você já sabe como combinar risoto de queijo e vinhos para ter uma refeição incrível e tirar o melhor tanto do prato quanto da bebida.

Então, escolha seu rótulo de acordo com as dicas, nessa seleta lista abaixo, e bom proveito!

 

O tinto Pinot Noir francês,

Bouchard Pere & Fils Pommard 2018:

Estruturado e firme, apresenta personalidade marcante; Produtor: Bouchard Père & Fils; Teor alcoólico: 13%; Uva: Pinot Noir (vinho varietal); Nariz: Notas intensas de frutas maduras, com toques de couro e carvalho; Harmonização: Entrecôte com purê de mandioquinha, arroz de pato, risoto de tomate seco e Parmesão

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O tinto blend argentino,

Susana Balbo Signature Valle de Uco Cabernet Sauvignon 2019:

Corpo médio para encorpado, frutado com nuances de especiarias e madeira, bem integrado e estruturado, redondo, taninos macios, acidez vibrante que lhe confere agradável frescor, final longo; Produtor: Susana Balbo Wines; Teor alcoólico: 14,5%; Uvas: Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc (vinho varietal); Nariz: Aromas de frutas negras, especiarias, toques florais, nuances herbáceas, cacau, cedro, sutil mineral; Harmonização: risoto de parmesão com filé mignon, costela assada com chimichurri, espaguete com almôndegas de lentilha, queijos maduros

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O branco Chardonnay brasileiro,

Salton Virtude Chardonnay Branco 2017:

Delicado, boa acidez, final persistente; Produtor: Vinícola Salton; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Chardonnay (vinho varietal); Nariz: Frutas cítricas, lima, abacaxi, pêssego branco; Harmonização: Queijos de maturação média, pratos com peixes brancos e rosados preparados com carnes brancas de aves, pratos com carne de porco, risotos leves

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O tinto blend francês,

Château Lalande Mausse AOC Fronsac 2018:

Redondo, acidez equilibrada, frutado e final persistente; Produtor: Château Lalande Mausse; Teor alcoólico: 14,5%; Uvas: Merlot e Cabernet Sauvignon (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas frescas e notas amadeiradas; Harmonização: Penne com ragu de pato, carré de cordeiro, risoto de brie e queijos maduros

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O tinto Tempranillo espanhol,

Terra dUro Uro DO Toro 2016:

Estruturado, elegante, frutado, equilibrado, com taninos macios, acidez agradável e frescor; Produtor: Terra d’Uro; Teor alcoólico: 14%; Uva: Tempranillo (vinho varietal); Nariz: Notas de framboesas, groselhas, cerejas sobre toques de violetas e lavanda, além de traços de especiarias e eucalipto; Harmonização: Risoto aos quatro queijos com tomate seco, picanha invertida, sanduíche de jamón ibérico

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O tinto blend chileno,

Carmin de Peumo Carménère 2018:

Corpo médio para encorpado, harmonia entre frutado e toques minerais, bom volume em boca, taninos maduros, acidez agradável, final longo e complexo; Produtor: Concha Y Toro; Teor alcoólico: 14,5%; Uvas: Carménère, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc (vinho blend); Nariz: Elegante, complexo e mineral, com notas de frutas negras, amora e um toque de cassis, sutis notas de especiarias; Harmonização: Risoto de parmesão acompanhado com filé mignon suíno ao molho de geleia de frutas vermelhas, espaguete com mix de cogumelos, rosbife com molho de cogumelos

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O tinto Merlot espanhol,

Marques de La Cruz Merlot 2019:

Bom volume de boca, final longo e boa drinkability; Produtor: Bodegas Fernando Castro; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Merlot (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas, pimenta preta e violeta; Harmonização: Frango assado com batatas, risoto de parmesão, hambúrguer, abobrinha à parmegiana, tapas, lasanha de berinjela

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O tinto Garnacha espanhol,

OGV Old Garnacha Vines D.O. Calatayud 2016:

Frutado, médio corpo, taninos macios, acidez agradável; Produtor: Bodegas Virgen de la Sierra; Teor alcoólico: 14%; Uva: Garnacha (vinho varietal); Nariz: Frutas maduras, floral; Harmonização: Risoto quatro queijos, maminha grelhada, frango assado ao creme de mostarda, canelone à bolonhesa, ensopado de carne e legumes, queijos do tipo Manchego

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⇒ O tinto Grenache australiano,

John Duval Annexus Barossa Valley Grenache 2018:

Corpo médio, frutado com nuances herbáceas e de especiarias, complexo, bem estruturado, taninos aveludados, acidez vibrante, excelente frescor, final persistente e agradável; Produtor: John Duval Wines; Teor alcoólico: 14%; Uva: Grenache (vinho varietal); Nariz: Intensos aromas de frutas vermelhas acompanhadas por notas florais, alcaçuz, de ervas e de especiarias doces; Harmonização: Filé mignon suíno com molho de frutas vermelhas, frango assado com batatas, risoto de abóbora com grana padano e alecrim, queijos

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O tinto Cabernet Sauvignon americano,

Carnivor Cabernet Sauvignon 2018:

Corpo de médio para encorpado, taninos presentes, boa acidez, traço de doçura, final longo; Produtor: Carnivor Wines; Teor alcoólico: 14%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Frutas negras maduras, frutas vermelhas maduras, chocolate, amadeirado, torrefação; Harmonização: Risoto de parmesão, picanha ao forno, iscas de filé-mignon, maminha grelhada, penne à bolonhesa, batata recheada

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O tinto Cabernet Sauvignon argentino,

Fran Cabernet Sauvignon 2021:

Harmonioso e persistente, com taninos elegantes; Produtor: Nieto Senetiner; Teor alcoólico: 13%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Notas acentuadas de frutas pretas e cassis; Harmonização: Costelas de porco com molho chilli, risoto de queijo Parmesão, carré de cordeiro com molho de ervas

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O branco Chardonnay francês,

Ropiteau Frères A.O.C. Puligny-Montrachet Blanc 2020:

Médio corpo, volumoso, boa untuosidade no paladar, frutado com nuances da barrica, redondo, acidez média, final longo; Produtor: Ropiteau Frères; Teor alcoólico: 13%; Uva: Chardonnay (vinho varietal); Nariz: Frutas amarelas e brancas, toque floral, notas minerais, e sutil aroma de baunilha; Harmonização: Moqueca de badejo, risoto de brie com pera, espaguete com camarão na manteiga

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O tinto Cabernet Sauvignon chileno,

Calyptra Zahir D.O. Valle de Cachapoal Cabernet Sauvignon 2012:

Um vinho com complexidade em sabores, encorpado, taninos presentes e macios, textura sedosa e suave, boa acidez, frutado, amadeirado, final longo e persistente; Produtor: Calyptra; Teor alcoólico: 15%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Aromas de frutas negras e vermelhas maduras como cereja, ameixa, cassis e framboesa. Especiarias, notas herbáceas e amadeirada; Harmonização: Bife ancho, risoto de gorgonzola com nozes, lombo de cordeiro ao molho rotie de amora, cogumelos salteados

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O tinto Merlot sul africano,

Nederburg 56 Hundred Merlot 2019:

Corpo entre leve e médio, taninos macios e acidez agradável; Produtor: Nederburg; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Merlot (vinho varietal); Nariz: Frutas como framboesas, ameixas e groselhas, notas de baunilha e tosta; Harmonização: Tian de legumes, galinha caipira refogada com quiabo e polenta, tapioca de queijo e carne seca, picanha suína assada, risoto de queijo brie com presunto parma e queijos semiduros

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O tinto Malbec argentino,

Bodega Norton Barrel Select Malbec 2021:

Elegante, redondo, consistente e de bom corpo; Produtor: Bodega Norton; Teor alcoólico: 14,2%; Uva: Malbec (vinho varietal); Nariz: Expressivo, com notas maduros de ameixa e figo; Harmonização: Parrillada argentina, risoto de queijo Parmesão, cordeiro assado na manteiga de ervas

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O tinto blend francês,

Coq Licot Vin de France Merlot Cabernet 2020:

Equilibrado, frutado e taninos macios; Produtor: Vignobles & Compagnie; Teor alcoólico: 14%; Uvas: Merlot e Cabernet Sauvignon (vinho blend); Nariz: Aroma de frutas negras, groselha preta, amora; Harmonização: Lombo assado com batatas, risoto de parmesão com iscas de filé mignon, strogonoff de shimeji, filé de frango com legumes

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O tinto blend português,

Tago 2018:

Fresco, jovem, taninos finos e boa acidez; Produtor: Pinhal da Torre; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Tinta Roriz, Trincadeira, Castelão e Touriga Nacional (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas frescas, trufas, maçã e um leve tostado; Harmonização: Bolinho de carne seca, risoto de queijo, cupim assado, frango ao molho de vinho com purê de pupunha, almôndega de soja ao molho de tomate

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O branco blend português,

Burmester D.O.C. Douro Branco 2019:

Frutado, leve, acidez presente, jovem; Produtor: Burmester; Teor alcoólico: 13%; Uvas: Rabigato, Gouveio e Malvasia Fina (vinho blend); Nariz: Frutas brancas, frutas cítricas, vegetal; Harmonização: Tilápia ao molho de alho poró, risoto de queijos, salada Niçoise, casquinha de siri, pancetta na grelha, frango à Kiev

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O tinto Grenache francês

Comte Bivin Grande Cuvée Grenache 2020:

Elegante e fresco, com taninos leves; Produtor: Domaine du Père Guillot; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Grenache (vinho varietal); Nariz: Aroma de frutas vermelhas; Harmonização: Ravióli de ricota com espinafre, risoto de parmesão, batata rosti

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O tinto Cabernet Sauvignon italiano,

Fantinel Borgo Tesis D.O.C. Friuli Cabernet Sauvignon 2018:

Equilibrado, fresco, com médio corpo e notas frutadas mescladas a um toque amadeirado; Produtor: Fantinel; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas e negras, especiarias, com nuances terrosas; Harmonização: Fraldinha churrasqueada, risoto de queijo, medalhão de lombo com bacon, filé à parmegiana, lasanha de berinjela, penne ao ragu de carne

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O branco Pinot Grigio italiano,

Conte Fosco D.O.C. Delle Venezie Pinot Grigio 2020:

Suave, delicado e fresco; Produtor: Terre Cevico; Teor alcoólico: 12%; Uva: Pinot Grigio (vinho varietal); Nariz: Notas de maçã, pera e cítricos; Harmonização: Entradas, frutos do mar e aves

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O branco Sauvignon Blanc chileno,

Finca Dorada Selección Especial Sauvignon Blanc 2021:

Frutado, leve, boa acidez e com final agradável; Produtor: VyF Wines; Teor alcoólico: 13%; Uva: Sauvignon Blanc (vinho varietal); Nariz: Frutas cítricas tropicais como lima e maracujá; Harmonização: Risoto de queijo, espetinho de camarão, espaguete ao pesto, tomates recheados, salada com molho cítrico, ceviche

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O tinto blend francês, com taninos macios,

Maison Foucher Le Champ Vallin A.O.C. Touraine Rouge 2019:

Leve, boa acidez, taninos macios; Produtor: Maison Foucher; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Cabernet Franc e Gamay (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas, nuance defumada, ervas; Harmonização: Risoto de queijo, escondidinho de carne-seca, espaguete ao sugo, lasanha de berinjela com queijo, filé de frango grelhado com legumes, polpetone

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O tinto Pinot Noir chileno,

Casas Del Bosque Winemakers Selection Pinot Noir Valle de Casablanca D.O. 2020:

Corpo médio, acidez vibrante, taninos macios, final longo; Produtor: Viña Casas Del Bosque; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Pinot Noir (vinho varietal); Nariz: Complexo, com notas de cerejas, morangos e framboesas, e toques minerais; Harmonização: Berinjela à parmegiana, strogonoff de carne, charcutaria

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O tinto Malbec argentino,

Manos Negras Selección de Suelo Malbec 2019:

Sabores intensos, muito frescor, com acabamento persistente na boca; Produtor: Manos Negras; Teor alcoólico: 13,9%; Uva: Malbec (vinho varietal); Nariz: Aromas de florais e minerais; Harmonização: Bife de chorizo assado no forno com batatas, risoto de parmesão, nhoque com ragu de cordeiro

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O licoroso Zibibbo italiano, só que para harmonizar com risoto de queijos azuis com frutas e nozes,

Cantine Pellegrino D.O.C. Pantelleria Passito Liquoroso 2020 500 mL:

Médio corpo, sedutora doçura, bem equilibrado, frutado, boa acidez; Produtor: Cantine Pellegrino; Teor alcoólico: 15%; Uva: Zibibbo (vinho varietal); Nariz: Frutas cristalizadas, mel; Harmonização: Risoto de gorgonzola com pera e nozes, torta de maçã, panetone gratinado com creme inglês, pães com geleias, frango tandoori

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