Espumantes Rosé - Versatilidade, Métodos e Harmonias

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espumantes rosé

Os espumantes rosé vêm ganhando notoriedade entre os rótulos de vinhos mais apreciados pelos degustadores.

Esse fator pode se dever à sua versatilidade nas harmonizações, ou seu método de fabricação sofisticada, ou mesmo sua composição, de características refinadas.

Seja como for, o espumante rosé é uma escolha satisfatória para todos os momentos e, embora seja pouco conhecido, é indicado para ser experimentado por todos aqueles que estimam uma boa bebida.

Os espumantes, de modo geral, possuem uma história peculiar em as categorias de vinhos.

Conhecidos por sua gaseificação, proveniente de uma segunda fermentação ou métodos de alta pressão, os espumantes costumam ser mais suaves e leves que vinhos tidos como tradicionais.

Ainda, as uvas rosés, também chamadas de “irmãs brancas”, possuem particularidades compartilhadas pelas castas tintas e também pelas castas brancas.

Sua coloração, presença de taninos e acidez é menor que nas uvas tintas. No entanto, possui maior concentração e líquido mais encorporado que as uvas brancas.

De modo geral, os espumantes rosé são rótulos especiais entre os diversos a serem escolhidos.

Ideais para paladares iniciantes, mas também para apreciadores experientes, o espumante rosé cumpre bem seu papel em diversos eventos e ocasiões.

Não são tão populares quanto algumas categorias, mas o blend de uvas famosas, como a Chardonnay e a Pinot Noir, proporcionam espumantes rosé realmente apreciados.

É importante lembrar diferenças como espumante e champagne, que, apesar de terem fabricação semelhante, não são sinônimos, ainda que alguns espumantes rosé venham da região que leva o nome da famosa bebida.

Curiosamente, um dos primeiros espumantes rosé foram feitos por uma mulher, que aprendeu os métodos de fermentação do champagne com seu marido, na França.

Hoje, o espumante rosé vem se popularizando e ganhando espaço com seu sabor.

Conheça mais sobre esse rótulo, sua fabricação, suas características e, especialmente, sua versatilidade.

Tudo o que você precisa saber sobre Espumante Rosé

A versatilidade dos espumantes rosé

espumantes rosé

Muitos são os fatores que podem ser atribuídos à versatilidade dos espumantes rosé.

Muitos degustadores valorizam sua capacidade de harmonizar com a maioria dos pratos e ocasiões. No entanto, a versatilidade do espumante rosé vem desde sua produção.

Antes de mais nada, esse tipo de espumante pode ser feito a partir de um blend de uvas tintas e brancas ou a partir de castas rosé.

Dessa forma, existem várias alternativas para a composição de um bom espumante rosé, sem ser, necessariamente, utilizando famílias de uvas caracterizadas como rosé.

O processo de fabricação de um vinho, geralmente, segue a ordem de colheita das uvas e, depois, retira-se o mosto, também chamado suco.

As cascas e as sementes são separadas, no caso de vinhos branco. Os vinhos rosé também podem passar por esse processo.

Nas cascas das uvas, encontram-se substâncias denominadas taninos, que promovem a acidez e encorporação do líquido.

A característica dos espumantes rosé, que também facilitam sua versatilidade, é a suavidade, mais que os vinhos tintos.

Por isso, antes da primeira fermentação, que transforma o açúcar em álcool, é preciso retirar parte dos taninos, que deixariam o espumante com presença mais forte.

Após passar pela segunda fermentação, que atribui a gaseificação dos espumantes, essa categoria se torna ideal para diversos tipos de ocasião.

Flexibilidade nas harmonizações

Como dito, o ecletismo dos espumantes rosé nas harmonizações marca bem o rótulo.

Espumantes, em geral, são tidos como versáteis em diversas ocasiões e com os mais variados pratos.

É possível encontrar espumantes em comemorações, aniversários, ocasiões especiais, encontros casuais ou jantares.

Isso se dá por conta de suas características refrescantes, suaves, de sabor leve, mas pronunciado. Ainda, o sabor e aroma de frutas vermelhas traz um diferencial para a categoria.

O espumante rosé costuma ser consumido em temperaturas baixas, de 4°C a 6°C, o que o torna uma boa escolha para dias quentes.

Essa sua particularidade também faz com que o rótulo combine com diferentes sabores, temperos e pratos.

Seja a entrada, o prato principal ou a sobremesa, os espumantes rosé podem ser escolhidos como peça-coringa da refeição, sem risco de desarmonizar quaisquer texturas.

Além disso, escolher um espumante rosé é uma opção segura para quem está começando no mundo dos vinhos.

Por exemplo, se o evento conta com saladas, canapés e um prato principal de massa, diferentes vinhos precisam ser servidos, para que o sabor não destoe ao longo da apreciação.

No entanto, um rosé, ainda mais um espumante, é capaz de preencher cada uma das refeições e ser degustado apropriadamente.

Assim, o espumante rosé apresenta versatilidade em todas suas etapas, desde a produção, até seu consumo.

Particularmente, podemos destacar seu segundo processo de fermentação, grande responsável pelas características suaves que permitem a apreciação adequada do espumante rosé.

Método Chanpenoise e Charmat

espumantes rosé

A fermentação dos vinhos é uma das etapas mais fundamentais na transformação do mosto das uvas em vinho.

Isso ocorre por conta de um processo químico que envolve a glicose da fruta. Muitas plantas captam gás carbônico para gerar energia e alimento.

Assim, a partir da fermentação com leveduras, acrescentadas junto ao líquido, a glicose transforma suas moléculas em etanol.

Basicamente, quanto mais um vinho parece ácido e encorpado, mais sua fermentação transformou a glicose em álcool, também se devendo a presença dos taninos, comum em vinhos tintos.

Não é incomum que vinhos mais encorpados tenham maior teor alcoólico e menor concentração de açúcar.

Quando se trata dos espumantes rosé, há uma segunda fermentação. Ela é a responsável pela gaseificação da bebida, ou seja, libera o gás carbônico e o mantém em forma de gás e bolhas.

Antigamente, apenas um método era utilizado, iniciando na França e caracterizando uma das bebidas espumantes mais famosas, o champagne.

Hoje, um segundo método foi criado, e ambos podem ser utilizados satisfatoriamente para desenvolver esse rótulo.

Conheça cada um deles e o que os diferencia.

Método Champenoise

Também chamado de método tradicional ou clássico, o nome pode soar familiar.

Isso porque ele surgiu na região de Champagne, na França, há muitos séculos. Acredita-se que um monge praticava a produção de vinhos com as uvas Chardonnay e Pinot Noir, principalmente.

Descobriu-se, então, que uma segunda fermentação podia acontecer dentro da garrafa do vinho já vedado, o que originava bolhas e gás.

Não se sabe ao certo como esse processo acontecia, mas longas navegações e transporte dos vinhos permitia que o líquido chacoalhasse bastante nos navios e passasse meses armazenado.

Com o tempo, passou a ser aperfeiçoado, sendo aplicado até hoje.

A principal característica dos espumantes feitos pelo método Champenoise, que leva o nome da região onde foi descoberto, é que a gaseificação ocorre dentro da própria garrafa.

Depois da primeira fermentação, onde o mosto é transformado em vinho, adquire-se o “vinho base”, armazenado em garrafas apropriadas.

Essas garrafas são inclinadas quase que verticalmente, próprias para serem movimentadas diariamente, de modo que o líquido não fique parado.

Nele, é comum que uma mistura de açúcar seja adicionada a mais. O vinho base não pode ter grande quantidade de álcool e acidez. O açúcar extra pode provir de cana-de-açúcar ou da própria uva.

A glicose, com o tempo, faz a liberação do gás carbônico, que gera as bolhas e a gaseificação própria dos espumantes.

No entanto, a bebida ainda não está pronta. Ainda deve ser virada e permanecer de “ponta cabeça”, para que a espuma excedente se concentre no topo.

Em seguida, ao ser congelada, a garrafa permite que esse excesso seja retirado, e o espumante é armazenado em uma nova garrafa.

O método Champenoise é tradicional e leva mais tempo para ser concluído, quase um ano.

Método Charmat

Por outro lado, espumantes rosé e outras categorias podem ser produzidos a partir de um segundo método de fermentação, denominado método Charmat.

Também sendo desenvolvido na França, acredita-se que essa técnica tenha surgido em 1845, pelo italiano Federico Martinotti, nome pelo qual o método é conhecido na Itália.

Contudo, só foi patenteado em 1907, por Eugène Charmat, na França, levando oficialmente seu nome.

Ao contrário do método Champenoise, o método Charmat foi criado para produção em larga escala.

Depois da primeira fermentação, que produz o vinho base, também chamado vinho tranquilo, o líquido é transferido para novos recipientes.

Enquanto o início do processo pode ser realizado em tanques de madeira, agora, o recipiente deve ser composto de aço inox.

São grandes tanques, aprimorados com o tempo e a tecnologia, que armazenam a bebida por um período de tempo.

Ao acrescentar mais leveduras, o gás carbônico surge e adiciona bolhas ao vinho.

O diferencial desse método é que os tanques podem ter sua temperatura controlada por painéis, assim como a pressão exercida. É fundamental que os tanques sejam vedados corretamente, pois, quanto mais pressão, melhor.

Também possibilita controlar o nível de gás carbônico em cada tanque, de modo que é possível originar vinhos mais ou menos gaseificados.

Enquanto o método Champenoise é tradicional e demora para ser concluído, o método Charmat visa produções em massa, terminando em apenas três ou quatro meses.

Dessa forma, espumantes do método Charmat são mais em conta no mercado, enquanto espumantes do método Champenoise possuem valor mais elevado e maior atenção em suas etapas.

Ainda, o Charmat oferece custo-benefício mais em conta para grandes produtoras de vinhos e espumantes, especialmente por se tratar de uma técnica industrial.

Rótulos do método tradicional costumam ser mais completos e estruturados, enquanto o método popular traz bebidas mais leves e fáceis de beber, para o dia a dia.

Blends de uvas brancas e tintas

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Diferentes rótulos de vinhos, e mesmo o espumante rosé, podem ser originar a partir do blend de castas.

Blend, em inglês, assemblage, em francês, ou corte, em português, representam o mesmo processo.

Um vinho de corte é o vinho que passa pela mistura de duas ou mais castas de uvas, em busca do aperfeiçoamento da bebida, ou aprimoramento do rótulo.

Não é incomum que uma casta de menor qualidade seja misturada com uma de renome, para que o rótulo obtenha um maior nível.

A prática do blend também ocorre em outras indústrias alimentícias, como em queijos e carnes, para que o sabor seja ressaltado.

Muitos defendem que o corte é uma arte nobre dos vinhos, pois é preciso experiência para misturar corretamente os elementos, e proporcionar maior degustação das bebidas.

No caso dos espumantes rosé, o blend é ainda mais importante, pois mistura duas castas diferentes para dar origem à categoria, sendo com uvas tintas e uvas brancas.

Blend dos espumantes rosé

Os vinhos de corte utilizam as melhores uvas da safra e suas variações, para que o rótulo seja o mais aprimorado possível.

Ao misturar uvas tintas com uvas brancas, é possível obter espumantes rosé, ou vinhos branco. De fato, espumantes em geral utilizam muito essa técnica.

Na fase de produção, é possível realizar a primeira fermentação com as uvas juntas ou separadas.

É importante que as cascas e sementes sejam separadas, para que os taninos e acidez das uvas tintas não interfiram no sabor das uvas brancas, mais suaves.

Para a produção dos espumantes, é preciso que haja a segunda fermentação, seja pelo método Champenoise ou pelo método Charmat.

Tradicionalmente, o blend de uvas tintas e brancas para originar espumantes rosé é feito com Chardonnay e Pinot Noir.

No entanto, outros cortes podem incluir Merlot ou Malbec.

Esses espumantes são considerados não aromáticos, embora sua qualidade seja inquestionável. Isso porque o terroir e as condições de cultivo são as primeiras influências na casta.

Além disso, cada uva conta com uma característica, que se reflete no rótulo final. São bebidas leves, suaves e de sabor frutado.

4. Espumantes, o coringa das harmonias, entenda o rosé

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Como mencionado e reiterado, a versatilidade dos espumantes rosé é sua maior característica.

Isso se deve por vários fatores, como seu cultivo, métodos de fermentação, corte dos vinhos e, principalmente, seu sabor.

O espumante rosé costuma ter um sabor mais frutado, com textura suave ao paladar. A gaseificação também proporciona uma degustação adequada, e, ao ser consumido em temperaturas baixas, nos dias quentes, traz maior refrescância.

Dessa forma, o espumante rosé é considerado um coringa das harmonizações, como dito no tópico acima.

Seu sabor adequado, capacidade de harmonização com diferentes ocasiões e refeições faz com que ele seja ideal para combinar mais de um estilo de prato.

Se há a necessidade de destacar vários sabores, em um jantar, por exemplo, em vez de abrir mais um vinho, acompanhar um bom espumante pode ser a melhor solução.

Além disso, seu sabor leve e efervescente limpa o paladar. Acompanha pratos leves, sem que seu sabor seja ignorando, e alivia comidas mais gordurosas ou de tempero forte.

Por isso, quanto o assunto é harmonização com espumante rosé, as alternativas são inúmeras.

Entradas

As entradas trazem pratos que abrem o apetite, reúnem os convidados e criam um bom clima para o prato principal.

Se o espumante rosé é a escolha da noite, então as entradas ideais variam desde composições simples, até elaborações de sabor.

Saladas são as mais comuns, com elementos verdes ou coloridos. Ainda, a presença de frutas não é um problema para a harmonização dessa categoria.

Além disso, canapés, salpicão e camarões são algumas indicações mais específicas que combinam bem o sabor.

Todos os tipos de queijos podem harmonizar com os espumantes rosé, desde os mais duros e fortes, até os queijos mais suaves.

Ainda, torradas com diferentes molhos e acompanhamentos podem ser servidos sem preocupações.

Embutidos, como salame, pepperoni ou copa também são bem-vindos, bem como pães ou brioches.

Prato principal

Já no prato principal, o espumante rosé não deixa a desejar, seja qual for a escolha.

A “quebra do sal” e da gordura são dois elementos que valem a pena ser explorados durante a refeição.

Frutos do mar e peixes, como bacalhau, podem compor um sabor incomparável com o espumante rosé, além da lagosta, ostras e salmão.

Carnes grelhadas são uma opção popular para acompanhar essa categoria de vinhos. Mesmo cortes mais gordurosos não são problema, apesar de ser indicado pratos com menor presença de encorporação, para que o sabor seja adequadamente apreciado.

Todos os tipos de massas e molhos podem ser servidas. Especialmente molhos com tomate, e temperos fortes, caem bem.

No entanto, a efervescência dos espumantes rosé podem aguentar mesmo as comidas mais condimentadas e de sabor mais pronunciado.

Culinárias mexicana, japonesa e tailandesa acompanham satisfatoriamente essa bebida, para quem gosta de sabor e diversificação.

Sobremesa

Finalmente, a última etapa das refeições, mais difícil de harmonizar com vinhos, pode ser acompanhada do espumante rosé.

O sabor frutado, leve, suave e refrescante é ideal para doces e outros tipos de sobremesas.

Opte por doces feitos a base de frutas, mas também pode consumir biscoitos, tortas e componentes com chocolate, morango ou chantili.

Alto teor de açúcar não é um problema para o espumante rosé, uma vez que o rótulo é capaz de limpar o paladar sem prejudicar nenhum dos sabores.

De modo geral, na dúvida da escolha para sua comemoração ou evento, o espumante rosé pode acompanhar a maioria dos pratos e suas composições.

Conclusão

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Os espumantes rosé são uma escolha ideal para a maioria das ocasiões.

Sua característica versátil permite que esse rótulo seja apreciado adequadamente acompanhado de uma variedade de pratos, refeições e comemorações.

Isso porque a flexibilidade do espumante rosé está presente em mais de uma de suas etapas, não apenas na finalização da produção.

Logo no início, é possível realizar o corte dos vinhos, misturando mais de uma casta, para extrair o melhor de cada safra.

Particularmente, o blend de uvas brancas e tintas podem resultar em bons espumantes, inclusive espumantes rosé.

Qualidades como refrescância e leveza são as marcas desse rótulo de espumante, que, servido em temperaturas mais baixas, pode ser degustado em diversos momentos.

A composição dos espumantes provém de uma segunda fase de fermentação, que desenvolve o gás carbônico presente nas uvas, diretamente para a bebida.

Existem dois métodos conhecidos para a gaseificação do vinho.

O método Champenoise é o tradicional, e leva mais tempo para ser concluído, sendo um processo mais complexo e de nível superior.

Por outro lado, o método Charmat, mais novo que o Champenoise, foi desenvolvido no intuito de industrializar a produção de vinhos, de modo que demora bem menos tempo e tem maior custo-benefício.

Com poucas alterações de um rótulo para o outro, os espumantes rosé são igualmente apreciados por degustadores.

Um espumante para todos os momentos

O espumante rosé não é uma das categorias mais conhecidas ou populares, mas vem ganhando seu lugar e não à toa.

São poucos os rótulos que são capazes de harmonizar satisfatoriamente com qualquer ocasião, comemoração e, principalmente, sabores.

Se há uma situação em que diferentes texturas e pratos serão servidos, não precisa haver a necessidade de abrir e servir mais de um tipo de vinho, para que os paladares sejam destacados.

O espumante rosé, na qualidade de um coringa dos vinhos, pode acompanhar sabores mais leves, suaves, como também limpar o paladar para alimentos mais gordurosos ou condimentados.

As várias peculiaridades desse espumante fazem com que ele seja ideal em algum momento de indecisão.

Além disso, o espumante rosé pode, e deve, ser apreciado por degustadores menos experientes, principalmente por conta do sabor suave e fácil de ser consumido.

Por outro lado, desfrutadores de longa data também pode aproveitar essa categoria, em dias mais quentes, ou em uma situação de confraternização.

Afinal, não é incomum a presença dos espumantes em casamentos, aniversários ou em festas de ano-novo, por exemplo.

Assim, os espumantes rosé se convertem em uma alternativa que precisa estar sempre na lista de considerações, para o caso de alguma emergência, ou simplesmente um evento casual que precise de uma boa bebida.

Apesar de ser uma casta menos popular, a rosé tem características de ambas as famílias, não tão encorpado quanto os tintos, porém com mais presença que as brancas.

Por fim, seja para um jantar formal, com pratos complexos e elaboradas, ou refeições simples, um espumante rosé saberá como harmonizar os sabores.

Ele pode ser aproveitado sozinho, em um dia quente, ou acompanhado de diferentes temperos e alimentos.

Essa versatilidade que o acompanha é, certamente, uma de suas maiores qualidades, que tornam os espumantes rosé uma bebida com o dever de ser apreciada.

Quer experimentar vários pratos com um único vinho? Veja as ofertas:

 

O Demi-Sec espanhol

Comte de Chamberi Mousseux Rosé Demi Sec:

Fresco, saboroso e persistente; Produtor: Félix Solís; Teor alcoólico: 10%; Uva: Tempranillo (vinho varietal); Nariz: Notas de groselha madura; Harmonização: Merengue de morango, tapas espanholas, queijo Brie com geleia de frutas vermelhas

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O Brut francês

Champagne Vollereaux Rosé de Saignée Brut:

Estrutura suave e gulosa, a boca é cheia e encorpada, pois os aromas persistem para dar um final muito longo. De grande redondeza e subtilmente adoçado por notas de frutos vermelhos; Produtor: Maison Vollereaux; Teor alcoólico: 12%; Uva: Pinot Noir (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas e morango esmagado. Após a aeração, o nariz revela notas mais gulosas, evocando aromas de pastelaria e baunilha; Harmonização: Perfeito para uma tarde estival com frutas frescas. O champagne rosé será definitivamente seu melhor parceiro para entradas ou até mesmo sobremesas como macarons

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O Demi-Sec francês

Maison Castel Cuvée Rosée Ice Demi-Sec:

Entrada delicada, estrutura carnuda e refrescante, acidez marcante, e notas intensas de frutas vermelhas; Produtor: Grupo Castel; Teor alcoólico: 11%; Uvas: Várias uvas (vinho blend); Nariz: Expressivo e intenso, com notas de framboesa, romã e groselha, e toques florais; Harmonização: Canapés, saladas, queijos leves com mel, mousses, bolos ou tortas de frutas

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O Brut brasileiro

Chandon Excellence Cuvée Prestige Rosé Brut:

Frutado, cremoso, volumoso e com boa acidez. Final persistente; Produtor: Chandon Brasil; Teor alcoólico: 12,3%; Uvas: Pinot Noir e Chardonnay (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas como morango e framboesa, com delicadas notas de pão, de licor de frutas e trufas; Harmonização: Risoto alho poró, salmão ao molho de frutas vermelhas, moqueca, ceviche, tomates recheados, linguine ao molho de camarão

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O Brut brasileiro

Chandon Rosé Brut:

Equilibrado, corpo de leve para médio, fresco, cremoso, aveludado; Produtor: Chandon Brasil; Teor alcoólico: 11,9%; Uvas: Riesling Itálico, Pinot Noir e Chardonnay (vinho blend); Nariz: Morango, amora, cereja, acerola, especiarias doces; Harmonização: Atum grelhado, carpaccio, penne ao molho de camarão, carnes churrasqueadas, salada caprese, queijos frescos ou semimoles

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O Brut brasileiro

Salton Reserva Ouro Rosé:

BRefrescante, cremoso e de agradável persistência; Produtor: Vinícola Salton; Teor alcoólico: 11,5%; Uvas: Chardonnay e Pinot Noir (vinho blend); Nariz: Frutas confitadas, cítricos, frutos secos, leveduras e brioche; Harmonização: Salmão defumado, risoto de lula, moqueca, robalo grelhado com purê de cenoura, pupunha assada, presunto cru, pastel de queijo

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O Brut chileno

Dancing Flame Rosé:

Leve, acidez equilibrada e refrescante e com delicada cremosidade; Produtor: LFE Wines – Luis Felipe Edwards; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Pinot Noir e Chardonnay (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas frescas e sutis notas florais; Harmonização: Arroz de mariscos, salmão grelhado, salada thai, espaguete ao molho funghi, talharim ao limão siciliano

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O Extra-Dry italiano

Cielo Rosé Extra Dry Prosecco DOC 2020:

Fresco, com notas de frutas vermelhas, acidez equilibrada e bolhas persistentes; Produtor: Cielo e Terra; Teor alcoólico: 11%; Uvas: Glera e Pinot Noir (vinho blend); Nariz: Frutas cítricas, como limão, pitanga, morango e cereja; Harmonização: Aperitivos, saladas, frutos do mar, comida japonesa e queijo Brie

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O Brut italiano

Rosamaro Altemura Brut:

Fresco, boa cremosidade e final frutado; Produtor: Masseria Altemura; Teor alcoólico: 11%; Uva: Negroamaro (vinho blend); Nariz: Aromas de maçã, frutas vermelhas como morango e um toque floral; Harmonização: Baião de dois vegetariano, burrata com tomate fresco, cheesecake com calda de frutas vermelhas

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O Brut espanhol

Grand Château Du Soleil Vino Espumoso Rosado Brut:

Fresco, frutado, acidez marcante, e corpo médio; Produtor: Bodegas Murviedro; Teor alcoólico: 11%; Uva: Tempranillo (vinho varietal); Nariz: Notas de frutas vermelhas frescas; Harmonização: Dadinho de tapioca, vinagrete de polvo, risoto de queijo Brie com aspargos

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O Brut italiano

Marchese Antinori Tenuta Montenisa Rosé Brut:

Fresco, agradavelmente estruturado, elegante, grande harmonia, excelente persistência; Produtor: Villa Antinori; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Pinot Nero (vinho blend); Nariz: Flores silvestres secas, pequenos frutos vermelhos, fermento, massa de pão; Harmonização: Antepastos à base de carnes curadas, caldeirada de marisco, suflê de queijo meia-cura, sobremesas com frutas ou chocolate ligeiramente amargo

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O Brut italiano

Fantinel One & Only Rosé Brut 2019:

Elegante, frutas vermelhas, leve, boa acidez, delicada cremosidade; Produtor: Fantinel; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Pinot Noir e Chardonnay (vinho blend); Nariz: Groselha, morango, framboesa, floral; Harmonização: Risoto de salmão, canapés variados, penne à carbonara, quiche lorraine, abobrinha recheada com tomate seco, queijos frescos ou semiduros

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O Brut francês

Marie-Louise Parisot Rosé Brut:

Paladar redondo com toques de frutas em calda; Produtor: Marie Louise Parisot – Labouré-Roi; Teor alcoólico: 11,5%; Uvas: Airén, Ugni Blanc, Pinot Noir, Grenache e Gamay (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas, morango; Harmonização: Espetinho de camarão, salmão defumado, moqueca com pirão, codorna recheada, carpaccio de rosbife, queijos leves

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O doce argentino

Dadá Nº 7 Pink Sweet:

Cremoso, delicado e refrescante; Produtor: Finca Las Moras; Teor alcoólico: 5,5%; Uvas: Torrontés e Malbec (vinho blend); Nariz: Notas florais como de rosa, limão, casca de laranja, canela; Harmonização: Perfeito para acompanhar para sushi e frutos do mar. Assim como é ideal para servir ao lado de sobremesas à base de massa folhada, cremes, maçãs ou frutas de caroço

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O doce brasileiro

Solear Moscatel Rosé NV:

Bolhas macias, com boa intensidade de fruta e saboroso dulçor; Produtor: Nova Aliança; Teor alcoólico: 7,6%; Uva: Moscatel (vinho varietal); Nariz: Morango, cereja e framboesa; Harmonização: Torta de morango, Pad Thai e dadinho de tapioca com geleia de pimenta

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O demi-sec brasileiro

Chandon Passion On Ice Demi-Sec:

Leve, frutado, macio, acidez agradável, delicada doçura; Produtor: Chandon Brasil; Teor alcoólico: 11,7%; Uva: Malvasia de Cândia, Malvasia Bianca, Moscatel Graúdo e Pinot Noir (vinho blend); Nariz: Pêssego, maracujá, lichia, jambo, flor de laranjeira; Harmonização: Salmão ao forno, lagosta, aperitivos, salada de folhas verdes com frutas tropicais, torta de frutas vermelhas, mix de queijos

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O Brut espanhol

Tanggier Brut Rosé:

Refrescante, levemente frutado e com boa acidez; Produtor: Lozano; Teor alcoólico: 11%; Uvas: Tempranillo e Bobal (vinho blend); Nariz: Morango, framboesa e cerejas frescas; Harmonização: Canapés, saladas e peixes pouco gordurosos

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O Brut espanhol

Cava Heretat Del Padruell Rosé Brut:

Frutado, com borbulhas delicadas e refrescantes; Produtor: J. García Carrión; Teor alcoólico: 11,5%; Uva: Pinot Noir (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas e romã; Harmonização: Canapés e outros aperitivos

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O Brut brasileiro

Lidio Carraro Faces do Brasil Rosé Brut:

Leve, acidez agradável, fácil de beber; Produtor: Lidio Carraro; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Pinot Noir (vinho varietal); Nariz: Cereja, morango, romã; Harmonização: Camarão no coco, salada com frutas vermelhas, bruschetta tradicional, wrap de peito de peru, torradinhas com patê de salaminho, salada de bacalhau

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O Brut espanhol

Marques de La Carrasca Rose Brut:

Frutado, fresco e cremoso; Produtor: Bodegas Lozano; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Tempranillo e Bobal (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas frescas; Harmonização: Pizza portuguesa, salmão grelhado, quiche de tomate seco, comida japonesa, arroz primavera

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O Brut brasileiro

Don Giovanni Rosé Brut:

Borbulhas finas, refrescante e frutado; Produtor: Don Giovanni; Teor alcoólico: 12,4%; Uvas: Merlot, Pinot Noir e Chardonnay (vinho blend); Nariz: Amora, framboesa e pitanga; Harmonização: Queijos salgados, aves, peixes

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O Brut espanhol

Edoné Gran Cuvée Rosé Brut 2017:

Refrescante, apresenta notas de frutas vermelhas e perlage fino; Produtor: Viñedos Balmoral; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Tempranillo, Syrah e Pinot Noir (vinho blend); Nariz: Aroma de torta de frutas vermelhas e notas de especiarias; Harmonização: Cheesecake de frutas

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