Os 8 principais produtores da Cabernet Sauvignon

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Hoje vamos falar sobre a rainha das uvas tintas: a Cabernet Sauvignon. Essa uva incrível, como mostra o seu nome, é original da França, da região de Bordeaux, mais especificamente. Além disso, a cepa é resultado do cruzamento de duas variedades distintas. Por um lado, temos a Cabernet Franc, uva tinta. Por outro lado, a Sauvignon Blanc, variedade de uva branca. Como resultado, nasceu a Cabernet Sauvignon, com características próprias e que ganhou o paladar de apaixonados por vinhos mundo afora.

A Cabernet Sauvignon tem uma casca bem escura. Ou seja, ela é uma uva rica em taninos, substância típica de uvas tintas e intensas. Quanto aos aromas, muito depende de onde essa uva foi cultivada. Acontece que, geralmente, uvas que crescem em países de clima frio, demoram mais para madurar e acabam não apresentando tanto sabor frutado. Já as uvas que crescem em países de clima quente, amadurecem muito e oferecem aromas frutados e mais açúcar residual na bebida. 

Aliás, esse é o nosso assunto de hoje. Você vai conhecer detalhes de oito países produtores de uvas Cabernet Sauvignon. Vamos começar pelo país de origem, França, e dar uma bela volta ao mundo, terminando na Austrália. Confira!

Cabernet Sauvignon – Da França para o mundo

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Como muitas uvas viníferas que hoje fazem sucesso em outros terroirs, a Cabernet Sauvignon saiu da França para o mundo. O interessante é que, em cada lugar onde criou raízes, a variedade assumiu características, aromas e sabores diferentes. Aliás, em cada um dos países que veremos a seguir, outras uvas também tiveram um papel importante, exercendo influência sobre ela. Confira os 8 maiores produtores de Cabernet Sauvignon do mundo na atualidade.

França

Em sua terra natal, dificilmente você vai encontrar um vinho varietal, ou seja, feito apenas com uvas Cabernet Sauvignon. Acontece que o clima da região de Bordeaux é instável. Isso significa que as uvas ali produzidas variam de acordo com a safra. Então, se a safra de um ano não favorece a Cabernet Sauvignon, outras uvas plantadas por ali podem se dar melhor. Sendo assim, os melhores rótulos bordaleses são os que unem a variedade em vinhos de cortes que levam uvas Merlot, Cabernet Franc, Petit Verdot, Carmenère, Malbec e outras. Como resultado, a bebida apresenta toda a potência da Cabernet Sauvignon com a untuosidade da Merlot e os aromas da Cabernet Franc, por exemplo. De fato, não é à toa que os vinhos conhecidos como “cortes bordaleses” estão entre os melhores vinhos do mundo. 

Califórnia

Em 1972, uma degustação às cegas colocou os Cabernets americanos no mapa dos vinhos. No entanto, não se tratou de sorte. O clima da Califórnia dá às uvas Cabernet Sauvignon características muito diferentes das que ela ganha no território europeu. As altas temperaturas, por exemplo, conferem aos frutos altas quantidades de tanino, aromas de frutas vermelhas e madeira. No conjunto da obra, alguns dos vinhos mais caros produzidos no estado, são feitos com a Cabernet Sauvignon, especificamente nas regiões de Oakville, Rutherford e Napa Valley. 

Aliás, de Napa Valley saiu o exemplar ganhador da competição entre Velho e Novo Mundo em 1972. Além disso, a região só perde para Bordeaux na produção de vinhos Cabernet Sauvignon. Mas, outras regiões do país também cultivam a variedade, apesar de não ganharem tanto destaque quanto a Califórnia. E se engana quem pensa que os vinhos americanos deixam a desejar na qualidade. De fato, os rótulos norte-americanos só não estão mais presentes no mundo porque o mercado interno consome grande parte da produção nacional.

Austrália

A Austrália tem muitos números para justificar seu lugar na produção vinícola mundial. Afinal, são mais de…

  • 100 variedades de uvas viníferas cultivadas no país, cultivadas em cerca de…
  • 2 mil vinícolas nos quatro cantos do país. Só de Cabernet Sauvignon, são quase…
  • 22 mil hectares de vinhedos. Tantos exemplares, vindos de tantas partes diferentes da Austrália, acabaram levando à produção de vinhos que receberam nota…
  • 97 por alguns dos maiores críticos do mundo (Penfolds Cabernet Sauvignon Barossa Valley Kalimna Block 2004; Penfolds Cabernet Sauvignon South Australia Bin 2010.)

Infelizmente, são poucos os rótulos australianos conhecidos no Brasil. Mas, o país está em terceiro lugar na produção mundial de vinhos Cabernet Sauvignon e é um dos cinco maiores exportadores. As principais regiões australianas produtoras de vinhos Cabernet Sauvignon são Coonawara, Margaret River (conhecida como “Bordeaux Australiana”), Clare Valley, Barrosa Valley e Yarra Valley.

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Itália

Ainda no Velho Mundo, ou seja, no continente europeu, a Itália é o maior produtor de Cabernet Sauvignon fora da França. Mas, a saga desses vinhos é tão incrível quanto os rótulos produzidos na Velha Bota. Afinal, conta a história que a Cabernet Sauvignon chegou ao país e era cultivada junto com a Cabernet Franc. Até aqui, nenhum problema. Mas, a coisa mudou de figura quando a variedade passou a ser usada na Toscana, gerando vinhos maravilhosos. 

O problema é que a uva estrangeira não poderia ser cultivada em solo italiano. Muito menos na produção dos tradicionais vinhos italianos. Dessa forma, ele se tornou um vinho “clandestino”, já que não poderia levar o nome Chianti, que estampava nas garrafas do melhores vinhos da Toscana. Além disso, estavam fadados a serem conhecidos como simples “vino da tavola”, vinhos de mesa. No entanto, o mercado internacional, especialmente o inglês e o americano, deram aos Cabernets na Toscana o apelido de Supertoscanos. Dessa forma, eles ganham maior prestígio e fama do que os vinhos de mesa comuns da região.

Brasil

Voltando ao continente americano, é digno de nota que a Cabernet Sauvignon é uma das uvas mais importantes da vitivinicultura brasileira. De fato, ela está presente em quase todas as regiões produtoras espalhadas por todo o país. Na verdade, isso torna os vinhos brasileiros muito interessantes. Afinal, cada região possui clima e outros fatores ambientais completamente próprios. Sendo assim, cada terroir confere às uvas aromas, sabores e níveis de dulçor diferentes. Confira.

Regiões produtoras de Cabernet Sauvignon no Brasil

  • Serra Gaúcha: A região produz vinhos com teor alcoólico menor que outras regiões. Ao mesmo tempo, a cor dos frutos é mais escura. Mas, ainda no Rio Grande do Sul, a Cabernet Sauvignon pode ser usada na produção de vinhos com Denominação de Origem.
  • Campanha Gaúcha: Ainda no sul, os vinhos Cabernet Sauvignon da região vêm de uvas de cor mais leve e aromas mais presentes. Assim, os vinhos são mais complexos que os produzidos na Serra., além de também apresentarem maior teor alcoólico.
  • Santa Catarina e Paraná: Nesses locais, os vinhos feitos a partir de uvas Cabernet Sauvignon costumam passar por barricas. Isso significa que, por algum tempo, a bebida fermenta em tonéis de madeira. Por isso, é comum encontrar rótulos brasileiros de excelente qualidade e preços acessíveis. 
  • São Paulo, Sul de Minas, Rio de Janeiro e Espírito Santo: Subindo para o Sudeste, encontramos diversas regiões produtoras. Em alguns casos, o cultivo de uvas Cabernet Sauvignon ainda está em fase de desenvolvimento.
  • Vale do São Francisco: A região já é reconhecida como grande produtora de vinhos maravilhosos. No entanto, o clima não é o mais indicado para a variedade francesa. Infelizmente, o calor local atrapalha no processo de maturação dos frutos. Por isso, é mais comum encontrar a Cabernet Sauvignon em blends com outras variedades.

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África do Sul

Não é de hoje que a África do Sul produz vinhos. De fato, já no século 17 o país se aventurava na vitivinicultura. Mas, de acordo com a Forbes, foi só após o Apartheid que o país pôde respirar e investir no mercado. Assim, já na década de 1990, os produtores de vinhos da África do Sul, deram os primeiros passos para que seus vinhos se apresentassem ao mundo. De início, foram os vinhos brancos que representaram os produtores, levando para outras terras, notícias de que havia muito para se ver no continente africano. Sendo assim, o país fincou sua bandeira no enoturismo mundial. Nesse cenário, a Cabernet Sauvignon representa nada menos do que 40% de todos os vinhedos da África do Sul. Além dela, o país cultiva Shiraz, Pinotage e Merlot.

Argentina

Vinhos argentinos ganharam fama e projeção por sua qualidade e diferentes estilos. Umas das responsáveis é a Cabernet Sauvignon. Afinal, a variedade só perde para a Malbec em vinhedos na terra do tango. Atualmente, ela representa cerca de 15% de todas as uvas tintas do país. De fato, a diferença de climas na Argentina, também resulta em diferentes qualidades de rótulos. Por exemplo, se as uvas são cultivadas em regiões de clima quente, os vinhos trazem aromas de tabaco e frutas negras. Por outro lado, o clima frio dá aos vinhos mais taninos e intensidade. No fim das contas, qualquer um dos vinhos Cabernet Sauvignon harmoniza perfeitamente com outro produto nacional delicioso: as carnes.

Chile

Os vinhos Cabernet Sauvignon produzidos no Chile são os mais conhecidos e comercializados por aqui. Aliás, a maestria com que os produtores aprenderam a trabalhar a variedade, faz com eles sejam capazes de produzir vinhos de estilos diferentes. Consequentemente, você encontra vinhos Cabernet Sauvignon chilenos caros e baratos, dependendo do que procura em um rótulo.

Um pouco mais sobre o terroir chileno

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O Chile também possui diversas regiões produtoras de uvas Cabernet Sauvignon. Dentre elas, podemos citar o Valle del Maipo, o Valle del Rapel, o Valle del Cachapoal e o Valle de Colchagua. De fato, cada uma delas tem um papel determinante na fama e na disseminação do vinho chileno por todo o mundo. 

O Valle del Rapel possui vinhedos espalhados por vales e colinas que são cortados pelo Rio Cachapoal. Nessa região, no entanto, a incidência de chuva é mínima, tornando o solo seco e o clima quente. Ainda assim, o local recebe uma brisa refrescante que vem da Cordilheira dos Andes, que umidifica as plantações e irriga as vinhas. E é esse conjunto incrível de fatores que resultam em vinhos únicos, que carregam a identidade chilena por onde quer que vão. Para conhecer detalhes de cada uma das excelentes regiões vinícolas do Chile, clique aqui.

Agora que você conhece os caminhos da Cabernet Sauvignon pelo mundo, descubra qual região produtora agrada mais o seu paladar, pela seleta lista de vinhos abaixo:

 

O francês multirregional

Terre des Anges Cabernet Sauvignon 2020:

Arredondado, equilibrado, taninos macios; Produtor: Domaines Montariol Degroote; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas bem maduras; Harmonização: Queijos maduro, hambúrguer, massas com molho ao sugo

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O argentino do Vale do Uco

Salentein Killka Cabernet Sauvignon 2021:

Vinho jovem, corpo médio, frutado, boa estrutura, taninos sedosos; Produtor: Bodegas Salentein; Teor alcoólico: 13,9%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas, especiarias, um toque de baunilha; Harmonização: Ensopado de carne, nhoque de batata doce ao sugo, sanduíche de pernil, queijos semiduros

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O argentino de Mendoza

Terrazas de Los Andes Reserva Cabernet Sauvignon 2020:

Corpo médio para encorpado, frutado, redondo, taninos firmes, acidez média para alta que lhe confere um bom frescor, final longo, complexo e agradável; Produtor: Terrazas de los Andes; Teor alcoólico: 14%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Intensos aromas de frutas negras maduras, cassis, mirtilo, especiarias, tosta e sutis notas herbáceas; Harmonização: Picanha na manteiga de ervas, risoto de funghi ao vinho tinto, polenta mole com ragu de costela, legumes na brasa

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O argentino de Mendoza

Sayanca Cabernet Sauvignon 2021:

Refrescante, equilibrado e persistente; Produtor: Finca Agostino Hnos; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Elegante, com notas de frutas vermelhas e pretas maduras, e toques de menta; Harmonização: Charcutaria, tábua de queijos curados, massa com ragu

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O americano da Califórnia

Dark Horse Cabernet Sauvignon 2019:

Taninos aveludados, frutado e boa acidez; Produtor: Dark Horse; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Frutas negras, ameixa, groselha preta e cacau; Harmonização: Carne vermelha, costela ao molho barbecue, escondidinho de carne seca, batata recheada com shimeji

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O americano da Califórnia

Carnivor Cabernet Sauvignon 2018:

Corpo de médio para encorpado, taninos presentes, boa acidez, traço de doçura, final longo; Produtor: Carnivor Wines; Teor alcoólico: 14%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Frutas negras maduras, frutas vermelhas maduras, chocolate, amadeirado, torrefação; Harmonização: Risoto de parmesão, picanha ao forno, iscas de filé-mignon, maminha grelhada, penne à bolonhesa, batata recheada

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O australiano de Coonawarra

Mrs Q Cabernet Sauvignon 2015:

Encorpado, taninos equilibrados e final longo; Produtor: Quarisa Wines; Teor alcoólico: 13,6%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Aromas de frutas vermelhas maduras, cassis, pimenta preta e tosta; Harmonização: Paleta de cordeiro, pimentão recheado, berinjela grelhada

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O italiano de Vêneto

Famiglia Cielo dal 1908 Cabernet Sauvignon Veneto IGT 2020:

Frutado e cheio, com taninos macios; Produtor: Cielo e Terra; Teor alcoólico: 12%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Aroma intenso, com notas de framboesa e especiarias; Harmonização: Carnes vermelhas e de caça assadas, queijos maduros

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O brasileiro do Vale dos Vinhedos

Don Laurindo Reserva Cabernet Sauvignon 2018 375mL:

Frutado, com taninos redondos, boa estrutura e final persistente; Produtor: Don Laurindo; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Aroma de frutas negras, como ameixa e amora, e notas de cacau e baunilha; Harmonização: Carnes vermelhas e de caça, massas com molho ao sugo

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O sul africano de Western Cape

Nederburg 56 Hundred Cabernet Sauvignon 2018:

Frutado, bom corpo, acidez agradável, taninos sedosos, leve amadeirado; Produtor: Nederburg; Teor alcoólico: 13,5%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Cereja, amora, framboesa, especiarias, leve amadeirado; Harmonização: Hambúrguer com fritas, cogumelos gratinados ao forno, estrogonofe de carne, nhoque à bolonhesa, bolinho de arroz, berinjela à parmegiana

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O argentino de Luján de Cuyo

Las Perdices Reserva Cabernet Sauvignon 2018:

Encorpado, bom volume, com sabores de pimentão vermelho, especiarias e notas de chocolate e café; Produtor: Viña Las Perdices; Teor alcoólico: 14,5%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Cerejas, notas de pimenta, baunilha e café; Harmonização: Carnes vermelhas grelhadas ou assadas, pratos com molhos de especiarias

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O argentino de Mendoza

Trapiche Vineyards Cabernet Sauvignon 2021:

Médio corpo; taninos macios, frutado e fresco; Produtor: Trapiche; Teor alcoólico: 13%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Ameixa, frutas vermelhas, baunilha e toque herbáceo; Harmonização: Carnes vermelhas grelhadas e assadas

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O argentino de Mendoza

Pirueta Cabernet Sauvignon 2021:

Taninos marcados e macios, acidez deliciosa e corpo médio; Produtor: Fecovita; Teor alcoólico: 12,7%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Cereja, groselha preta, pimentão e toques de cacau; Harmonização: Polenta com linguiça, hambúrguer, filé ao molho poivre

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O chileno do Vale Central

Wine Festival San Javier Cabernet Sauvignon Valle Central DO 2021:

Saboroso, equilibrado, taninos macios e final longo; Produtor: Cremaschi Furlotti; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Agradável, com notas de frutas pretas, e toques de cassis e ervas; Harmonização: Costela com molho barbecue, polpetone recheado, queijo Parmesão

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O chileno do Valle del Cachapoal

Calyptra Zahir D.O. Valle de Cachapoal Cabernet Sauvignon 2012:

Um vinho com complexidade em sabores, encorpado, taninos presentes e macios, textura sedosa e suave, boa acidez, frutado, amadeirado, final longo e persistente; Produtor: Calyptra; Teor alcoólico: 15%; Uva: Cabernet Sauvignon (vinho varietal); Nariz: Aromas de frutas negras e vermelhas maduras como cereja, ameixa, cassis e framboesa. Especiarias, notas herbáceas e amadeirada; Harmonização: Bife ancho, risoto de gorgonzola com nozes, lombo de cordeiro ao molho rotie de amora, cogumelos salteados

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