Para quem gosta de Châteauneuf-du-Pape com presença, mas sem excesso de madeira, o La Châsse du Pape Châteauneuf-du-Pape 2023 acerta em cheio. É um tinto de imagem refinada, textura sedosa e assinatura muito segura para mesa grande e paladar exigente.
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O diferencial está no conjunto: vinhas velhas, trabalho por parcelas, barrica usada com moderação e uma safra 2023 que entregou taninos macios, fruta precisa e final salino. Resultado: um rótulo que impressiona pelo equilíbrio, não pelo excesso.
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Vinho tinto francês – La Chasse Chateauneuf Du Pape AOP 2023
Volume: 750 ml
Região: Châteauneuf-du-Pape, Vale do Rhône, França
Safra: 2023
Produtor: Gabriel Meffre.
Boca: redonda, concentrada e complexa, com taninos maduros e sedosos e final longo e especiado
Nariz: frutas maduras e especiarias, com notas de cereja, morango, framboesa e leve toque de chocolate
Uvas: Grenache (75%), Syrah (15%), Mourvèdre (10%)
Teor Alcoólico: 14,5%.
Serviço: 16 °C a 18 °C
Potencial de guarda: até 6 anos
Visual: rubi profundo, com tom granada
Amadurecimento: 20% da cuvée amadurece em barricas por 12 a 18 meses; o restante preserva a pureza da fruta
Tipo de fechamento: rolha de cortiça natural
Decantação: recomenda-se abrir ou decantar por 1 hora antes de servir.
Classificação: Seco
Harmonização: carnes vermelhas, cordeiro, preparos de cozimento lento, charcutaria, queijos curados, daube à la provençale e lasanha de berinjela
Premiações/Pontuações: Bronze no IWSC 2025; 14,5/20 na Revue du Vin de France; histórico da linha com 93 pts Decanter na safra 2022 e 91 pts Robert Parker Wine Advocate na safra 2021.
1. Châteauneuf-du-Pape: a força da safra 2023
A própria apelação descreve 2023 como um ano de vinhos finos, longos e salinos, nascidos de uma colheita extensa e de uvas muito equilibradas. Nos tintos, aparecem fruta vermelha, alcaçuz, especiarias, taninos suaves e uma finalização opulenta, fresca e mentolada.
2. Notas de degustação: fruta madura e especiarias

No nariz, o vinho abre com frutas maduras e especiarias, trazendo cereja, morango, framboesa e um toque sutil de chocolate. Em boca, é redondo, concentrado e complexo, com taninos sedosos, boa densidade e final longo, picante e muito elegante.
3. Terroir do Vale do Rhône: opulência com finesse
A graça deste rótulo está na montagem de parcelas de diferentes setores de Châteauneuf-du-Pape, com galets roulés, solos arenosos e fragmentos calcários. Essa combinação dá mais volume ao Grenache, finesse aromática à taça e um comprimento de boca que vai muito além da fruta.
4. Vinificação: precisão e carvalho na medida
A elaboração envolve desengace conforme a parcela, fermentações de 21 a 30 dias com temperatura controlada e trabalho de extração cuidadoso. Depois, uma parte do vinho passa por malolática em barrica e 20% da cuvée amadurece entre 12 e 18 meses, polindo a textura sem mascarar o terroir.
5. Harmonização: quando a garrafa encontra a mesa certa

Servido entre 16 °C e 18 °C, com cerca de uma hora de aeração, ele cresce muito à mesa. Vai lindamente com cordeiro, carnes vermelhas, pratos de molho longo, charcutaria, queijos curados e até uma lasanha de berinjela bem feita.
6. Pontuações: um rótulo que inspira confiança
A safra 2023 recebeu Bronze no IWSC 2025 e aparece com 14,5/20 na seleção da Revue du Vin de France. Melhor ainda: a linha já vinha mostrando constância, com 93 pontos na Decanter para 2022 e 91 pontos de Robert Parker Wine Advocate para 2021.
7. Gabriel Meffre: tradição que aparece na taça
Gabriel Meffre trabalha o sul do Rhône desde 1936, e a linha La Châsse nasceu para traduzir solo, variedade e estilo em cuvées de personalidade. Some a isso Grenache de vinhas muito antigas, Syrah de cerca de 25 anos e a mão de Pascale Abadie, e o resultado é um vinho de prestígio com entrega real.
8. Oferta Evino: hora de garantir a garrafa
Se a ideia é abrir um tinto francês de prestígio, com safra 2023 muito sedutora e assinatura clássica do Rhône, esta é uma escolha que merece atenção na oferta da Evino. Vale garantir sua garrafa agora [clicando aqui].
Perguntas frequentes sobre La Châsse du Pape Châteauneuf-du-Pape 2023
1. Que estilo de vinho é esse?
É um tinto francês de Châteauneuf-du-Pape, no sul do Vale do Rhône, com 14,5% de álcool e proposta clássica da apelação: concentração, especiarias e boa profundidade.
2. O La Châsse du Pape 2023 é seco?
Sim. A safra 2023 aparece no IWSC como vinho seco, com açúcar residual abaixo de 5 g/L, então a sensação em boca é de tinto seco, sem dulçor perceptível.
3. Quais uvas entram no corte?
O blend informado no IWSC é de 75% Grenache, 15% Syrah e 10% Mourvèdre. É um corte muito típico de Châteauneuf-du-Pape e ajuda a explicar a combinação de fruta, corpo e especiarias.
4. Como ele costuma aparecer na taça?
No nariz, traz frutas maduras e especiarias, com cereja, morango, framboesa e toque de chocolate. Em boca, é redondo, concentrado, complexo e termina longo, com taninos maduros e sedosos.
5. Precisa decantar?
Vale muito a pena. O produtor recomenda abrir o vinho cerca de 1 hora antes da prova, o que ajuda a soltar os aromas e deixar a textura ainda mais harmoniosa.
6. Qual é a temperatura ideal de serviço?
A referência de serviço encontrada para o rótulo é entre 16 °C e 18 °C. Nessa faixa, a fruta aparece melhor e o álcool fica mais equilibrado na percepção.
7. Com quais pratos ele funciona melhor?
Vai especialmente bem com carne vermelha, charcutaria e queijos, e o produtor ainda cita daube à la provençale e lasanha de berinjela como ótimos pares. É um vinho que claramente gosta de mesa farta.
8. Dá para guardar ou é melhor beber jovem?
Dá para fazer as duas coisas. A indicação encontrada para esta safra é de até 6 anos de guarda, mas o perfil aromático e a recomendação de abrir 1 hora antes mostram que ele já pode dar muito prazer agora.
9. A safra 2023 foi boa em Châteauneuf-du-Pape?
Sim. A própria apelação descreve 2023 como um ano de vinhos finos, longos e salinos, com uvas de ótima qualidade e colheita equilibrada, o que reforça o interesse por este rótulo.
10. Quem produz esse vinho?
O rótulo é da Maison Gabriel Meffre, casa fundada em 1936 em Gigondas e hoje reconhecida como uma das referências do sul do Rhône. É um nome tradicional, com forte vínculo com terroirs da região.
11. Ele tem alguma premiação ou reconhecimento recente?
Tem sim. O La Châsse du Pape 2023 recebeu medalha Bronze no IWSC 2025, e também aparece com nota 14,5/20 na seleção da Revue du Vin de France exibida pela Carrefour Ma Cave.
12. Qual é o formato da garrafa e o tipo de fechamento?
A garrafa é de 750 ml e o fechamento informado no IWSC é com rolha natural. É o formato esperado para um tinto francês dessa categoria.
Sobre o Gabriel Meffre
A história remonta a 1936, quando o próprio Gabriel, junto de sua esposa, decidiu fundar uma pequena vinícola no coração de Gigondas, na região do Rhône.
Esse modesto começo, marcado por apenas alguns hectares de vinhas, logo se transformaria em uma das referências de vinhos franceses mundialmente.
Nos anos 1950, a vinícola passou por uma expansão significativa, atingindo mercados além do local e começando a firmar seu nome no cenário nacional.
A consolidação veio na década de 1970, período em que a Gabriel iniciou a exportação de seus rótulos, conquistando paladares exigentes em diversos países.
A partir dos anos 1990, a empresa investiu em modernas técnicas de vinificação, sem jamais abandonar o cuidado artesanal que caracteriza seus vinhos.
Esse equilíbrio entre tradição e inovação garantiu o selo de qualidade e permitiu que novas gerações conhecessem o legado de Meffre.
Hoje, a Maison é reconhecida por sua abordagem sustentável e sua variedade de rótulos, que incluem denominações como Gigondas, Vacqueyras e Côtes du Rhône.
Cada garrafa carrega a paixão e o compromisso de produzir vinhos autênticos, refletindo a rica herança do Rhône e a dedicação contínua à excelência.
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