Há rosés feitos apenas para refrescar e há rótulos que também contam uma história. O Catena Rosé de la Provincia de Mendoza 2025 pertence ao segundo grupo, reunindo vinhedos de altitude, cinco uvas e uma homenagem às origens da família Catena.
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Seco, leve e vibrante, ele combina cereja vermelha, delicados aromas florais, textura discretamente cremosa e um final mineral de caráter salino. É um rosé versátil, mas com personalidade suficiente para não desaparecer à mesa.
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Vinho rosé argentino – Catena Rosé de la Provincia de Mendoza 2025
Volume: 750 ml
Região: Mendoza, Argentina — vinhedos Angélica, Agrelo e Altamira, entre 920 e 1.095 metros de altitude
Safra: 2025
Produtor: Catena Bodega y Viñedos, da família Catena Zapata
Boca: Leve, seca e vibrante, com acidez refrescante, textura sutilmente cremosa e mineralidade salina
Nariz: Cereja vermelha fresca, frutas vermelhas delicadas e notas florais
Uvas: Syrah, Grenache, Malbec, Sauvignon Blanc e Chenin Blanc
Teor Alcoólico: 12,5% vol.
Serviço: 7 a 9 °C
Potencial de guarda: Pronto para consumo; não há indicação de guarda prolongada
Visual: Rosa-claro com reflexos salmão, límpido e brilhante
Amadurecimento: Curto período em tanques de aço inoxidável
Tipo de fechamento: Rolha DIAM, conforme ficha internacional da safra 2025
Classificação: Seco
Harmonização: Aperitivos, queijos, charcutaria, peixes, frutos do mar grelhados, ceviche, sushi e saladas
Premiações/Pontuações: N/D para o rótulo na safra 2025. Como reconhecimento institucional, a Catena liderou o ranking mundial de marcas de vinho mais admiradas em 2025 e novamente em 2026.
1. Catena Rosé de la Provincia de Mendoza 2025: notas de prova

Na taça, o vinho apresenta tonalidade rosa-clara com reflexos salmão. O nariz é delicado e convidativo, marcado por cereja vermelha fresca, frutas vermelhas e suaves notas florais.
Na boca, mostra corpo leve, acidez viva e textura sutilmente cremosa. A mineralidade salina acompanha o final refrescante, deixando uma sensação gastronômica e estimulando o próximo gole.
A classificação é seca. Fichas internacionais de diferentes mercados registram entre 1,8 e 3,1 g/L de açúcar residual, variação que não altera o estilo seco declarado para o vinho.
2. Rosé de Mendoza elaborado em vinhedos de altitude
As uvas vêm de Angélica, Agrelo e Altamira, áreas de Mendoza situadas entre 920 e 1.095 metros de altitude. Os dias frescos e a intensa luminosidade da montanha ajudam a preservar aromas, acidez e vivacidade.
Os solos são de origem aluvial, com proporções variadas de areia, silte e argila. A presença de pedras nas camadas inferiores favorece a drenagem e contribui para o caráter mineral percebido no vinho.
O rótulo homenageia Nicola Catena, imigrante italiano e patriarca da família. Nicola e seu filho Domingo Vicente costumavam produzir um clarete de verão com uvas tintas colhidas precocemente em Mendoza.
A garrafa preserva elementos dessa memória familiar, incluindo o antigo símbolo “NC”. Assim, o vinho une uma proposta contemporânea a uma tradição que atravessa gerações.
3. Blend do Catena Rosé 2025 com cinco variedades
O corte reúne Syrah, Grenache, Malbec, Sauvignon Blanc e Chenin Blanc. É uma composição pouco convencional, capaz de entregar mais nuances do que um rosé elaborado com apenas uma variedade.
Grenache, Syrah e Malbec formam a base de frutas vermelhas, cor e textura. Sauvignon Blanc e Chenin Blanc ajudam a ampliar o frescor e a expressão aromática do conjunto.
Em comparação com muitos rosés mendocinos produzidos exclusivamente com Malbec, este Catena apresenta um perfil mais diversificado. A fruta permanece presente, mas divide espaço com notas florais, cremosidade e mineralidade salina.
4. Vinificação do Catena Rosé e preservação do frescor
Os cachos inteiros passam por uma curta maceração carbônica de aproximadamente quatro horas. Essa etapa limita a extração de cor e favorece um perfil frutado, delicado e pouco tânico.
A fermentação acontece em tanques de aço inoxidável, a 16 °C, durante um período de 23 a 40 dias. O vinho permanece por pouco tempo no inox antes do engarrafamento.
Como não há passagem por madeira, a fruta, a acidez e a mineralidade permanecem em primeiro plano. A safra 2025 tem Alejandro Vigil como enólogo responsável.
5. Temperatura de serviço do Catena Rosé 2025
A temperatura indicada é de 7 a 9 °C. Muito gelado, o vinho pode esconder parte dos aromas florais e da textura; acima dessa faixa, tende a perder a sensação de vivacidade.
Uma taça de vinho branco com bojo médio ajuda a concentrar os aromas sem comprometer o frescor. Não é necessário decantar, pois o rótulo foi elaborado para ser aberto e apreciado jovem.
Durante o serviço, um balde com água e gelo mantém a temperatura com mais regularidade do que deixar a garrafa apenas sobre a mesa.
6. Harmonização com Catena Rosé de la Provincia

A combinação mais direta é com peixes e frutos do mar. Camarões grelhados, ceviche, tartare de salmão, lula, polvo e sushi encontram equilíbrio na acidez e no final salino do vinho.
A textura leve também funciona com aperitivos, tábuas de queijos, charcutaria e saladas. Queijos de cabra, muçarela de búfala, presunto cru e bruschettas são escolhas especialmente interessantes.
Para pratos quentes, vale apostar em massas com tomate fresco, risotos de frutos do mar, pizzas delicadas e aves grelhadas. Preparações muito picantes, doces ou carregadas de molhos pesados podem encobrir sua sutileza.
7. Prêmios da Catena Zapata e a safra 2025
Até o momento da pesquisa, não foi localizada uma pontuação específica para o Catena Rosé de la Provincia de Mendoza 2025. Por isso, não é correto atribuir ao rótulo notas concedidas a safras anteriores ou a outros vinhos da casa.
O grande reconhecimento disponível é institucional: a Catena ocupou o primeiro lugar entre as marcas de vinho mais admiradas do mundo em 2025 e manteve a liderança em 2026. Esse prêmio pertence à marca, e não representa uma nota individual para esta garrafa.
8. Por que escolher o Catena Rosé 2025
Este rosé se destaca pela união de três elementos: origem de altitude, corte com cinco variedades e vinificação sem influência de madeira. O resultado é um vinho fresco, mas com mais textura e profundidade do que rosés puramente frutados.
Também chama atenção pela versatilidade. Pode abrir uma refeição como aperitivo, acompanhar entradas ou seguir à mesa com peixes, frutos do mar, queijos e pratos leves.
Para quem já conhece os Malbecs da Catena, o rótulo revela um lado diferente da produtora. Continua profundamente ligado a Mendoza, porém aposta em leveza, salinidade e delicadeza aromática.
9. Onde encontrar Catena Rosé de la Provincia de Mendoza 2025
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Perguntas frequentes sobre Catena Rosé de la Provincia de Mendoza 2025
1. O Catena Rosé de la Provincia de Mendoza 2025 é seco ou doce?
O Catena Rosé 2025 é classificado como seco. Sua acidez vibrante e a mineralidade salina deixam o vinho refrescante, sem sensação adocicada marcante.
2. Quais uvas são usadas no Catena Rosé 2025?
O vinho é elaborado com Syrah, Grenache, Malbec, Sauvignon Blanc e Chenin Blanc. O corte combina frutas vermelhas, aromas florais, frescor e delicada textura cremosa.
3. Quais são os aromas do Catena Rosé de la Provincia de Mendoza 2025?
No nariz, aparecem cereja fresca, frutas vermelhas delicadas e notas florais. O perfil aromático é elegante, limpo e bastante convidativo.
4. Como é o sabor do Catena Rosé 2025?
Na boca, é leve, seco e vibrante, com acidez refrescante e textura discretamente cremosa. O final apresenta uma agradável mineralidade salina.
5. Com quais pratos o Catena Rosé 2025 harmoniza?
Combina com ceviche, sushi, camarões, peixes, saladas, queijos leves e charcutaria. Também acompanha massas delicadas, pizzas leves, aves grelhadas e risotos de frutos do mar.
6. Qual é a temperatura ideal para servir o Catena Rosé 2025?
A temperatura recomendada fica entre 7 e 9 °C. Servi-lo muito gelado pode esconder os aromas, enquanto temperaturas mais altas reduzem sua sensação de frescor.
7. O Catena Rosé de la Provincia de Mendoza 2025 precisa ser decantado?
Não é necessário decantar o vinho. Ele foi elaborado para ser apreciado jovem, logo após a abertura, preservando sua vivacidade e expressão frutada.
8. De onde vêm as uvas do Catena Rosé 2025?
As uvas são cultivadas em vinhedos de Mendoza, incluindo áreas como Angélica, Agrelo e Altamira. As altitudes variam aproximadamente entre 920 e 1.095 metros.
9. O Catena Rosé 2025 passa por barricas de carvalho?
Não. A fermentação e o breve amadurecimento acontecem em tanques de aço inoxidável, mantendo a fruta, a acidez e a mineralidade em primeiro plano.
10. Qual é o teor alcoólico do Catena Rosé de la Provincia de Mendoza 2025?
O vinho apresenta 12,5% de álcool por volume. Esse teor contribui para seu perfil leve, equilibrado e fácil de apreciar.
11. O Catena Rosé 2025 pode ser guardado por vários anos?
Ele foi pensado principalmente para consumo jovem, quando mostra mais frescor e intensidade aromática. Não há indicação de potencial prolongado de guarda para a safra 2025.
12. O Catena Rosé de la Provincia de Mendoza 2025 recebeu prêmios?
Não há premiações ou pontuações específicas confirmadas para essa safra. A produtora Catena, porém, possui amplo reconhecimento internacional pela qualidade e consistência de seus vinhos.
Sobre a vinícola Catena Bodega y Viñedos
A trajetória da Catena começou em 1902, quando o imigrante italiano Nicola Catena plantou seu primeiro vinhedo de Malbec em Mendoza. Mais de um século depois, a propriedade continua ligada à família e já alcançou sua quarta geração.
Atualmente, seus vinhos são abastecidos por seis vinhedos históricos: Angélica, La Pirámide, Nicasia, Domingo, Adrianna e Angélica Sur. As propriedades ocupam diferentes áreas e altitudes de Mendoza, permitindo explorar microclimas e solos bastante diversos.
Uma transformação decisiva ocorreu nos anos 1980, quando Nicolás Catena retornou de uma temporada na Califórnia disposto a produzir vinhos argentinos capazes de competir internacionalmente. Ele modernizou a vinícola e direcionou o trabalho para parcelas de maior qualidade.
Em 1992, Nicolás plantou o vinhedo Adrianna em Gualtallary, a aproximadamente 1.500 metros de altitude. A escolha contrariava a ideia de que as uvas não amadureceriam naquela zona fria, mas acabou se tornando um dos grandes marcos da viticultura de altitude argentina.
Outro momento importante chegou em 1994, com a elaboração do primeiro Malbec varietal premium argentino exportado mundialmente. Esse trabalho abriu caminho para a linha Catena Alta e ajudou a ampliar o reconhecimento internacional da Malbec de Mendoza.
A pesquisa científica ganhou força com a criação do Catena Institute of Wine, fundado por Laura Catena em 1995. O instituto estuda altitude, solos, material genético, longevidade das vinhas e as particularidades dos diferentes terroirs mendocinos.
Laura Catena, representante da quarta geração, permanece como diretora-geral da vinícola. Sua formação em biologia e medicina reforçou uma cultura de pesquisa que hoje ocupa lugar central no trabalho da família.
Entre as linhas mais conhecidas estão Catena, Catena Appellation, DV Catena, Catena Alta, Angélica Zapata, Malbec Argentino, Nicolás Catena Zapata e os vinhos de parcela do Adrianna Vineyard, como White Stones, White Bones, River e Mundus Bacillus Terrae.
A casa chegou a 2026 como uma das principais referências do vinho argentino, mantendo gestão familiar e forte presença internacional. A liderança consecutiva no ranking mundial da Drinks International em 2025 e 2026 resume o prestígio atual da marca.
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