Inspirado em uma personagem jovem, autêntica, imaginativa e curiosa, o Candel Malbec 2019 traduz essa personalidade em um tinto descontraído, frutado e fácil de apreciar.
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Produzido em Mendoza pela Fecovita, ele combina taninos macios, fruta madura e boa versatilidade gastronômica. É o tipo de Malbec que acompanha a refeição sem exigir cerimônia.
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Vinho tinto argentino – Candel Malbec
Volume: 750 mL
Região: Mendoza, Argentina
Safra: 2019
Produtor: Fecovita
Boca: Saboroso e frutado, com taninos macios
Nariz: Frutas pretas maduras
Uvas: Malbec
Teor Alcoólico: 13%
Serviço: 16 °C
Potencial de guarda: Consumo jovem; uma referência da safra indicava guarda até 2021
Visual: Vermelho-rubi intenso
Amadurecimento: N/D
Tipo de fechamento: Rolha
Classificação: Seco, inferido pelo perfil de baixa doçura; açúcar residual não informado
Harmonização: Carnes vermelhas, churrasco, pizzas, massas com molho vermelho e queijos
Premiações/Pontuações: Menção “Vinícola Sustentável” exibida na oferta; nenhuma pontuação individual do rótulo foi localizada
Gradação de 0 a 10
Doçura: 4
Tanino: 6
Acidez: 4
Frutado: 6
1. Candel Malbec na taça: aromas, sabores e textura

O Candel Malbec apresenta coloração vermelho-rubi intensa. Seus aromas remetem principalmente a frutas pretas maduras, formando um conjunto direto, agradável e bastante convidativo.
Na boca, mostra-se saboroso e frutado, com taninos macios. Seus 13% de álcool ajudam a construir uma sensação equilibrada, sem deixar o vinho excessivamente pesado.
A combinação entre fruta evidente e pouca agressividade tânica sugere um tinto de corpo médio, acessível até para quem ainda está começando a explorar os vinhos argentinos.
2. Candel Malbec e a origem em Mendoza
O Candel Malbec nasce em Mendoza, principal território vitivinícola da Argentina e uma das regiões mais associadas internacionalmente à uva Malbec.
A Cordilheira dos Andes influencia o clima local, enquanto os vinhedos mendocinos se distribuem por altitudes bastante diferentes, aproximadamente entre 430 e 2.000 metros.
A ficha do Candel não revela a sub-região ou a altitude do vinhedo. Por isso, não seria correto relacioná-lo especificamente ao Vale do Uco, Luján de Cuyo, Maipú ou outro terroir mendocino.
3. Candel Malbec e o trabalho da Fecovita
O Candel Malbec é elaborado pela Fecovita, organização que reúne mais de 5.000 viticultores, 29 cooperativas e aproximadamente 25.000 hectares de vinhedos em Mendoza.
Essa estrutura cooperativa reúne famílias produtoras de diferentes áreas da província e permite trabalhar com uma ampla diversidade de uvas, condições naturais e estilos de vinho.
No Candel, essa experiência aparece em uma proposta descomplicada: fruta madura, taninos suaves e um perfil pensado para ser apreciado ainda jovem.
4. Candel Malbec: viticultura e vinificação
A ficha pública do Candel Malbec não informa o local exato dos vinhedos, método de colheita, rendimento das plantas, duração da fermentação ou recipiente utilizado na elaboração.
Também não há informação confirmada sobre passagem por barricas ou amadurecimento em madeira. Portanto, notas de carvalho, tempo de barrica ou estágio em garrafa não devem ser atribuídos ao vinho sem documentação.
O que se pode afirmar é que o rótulo é elaborado com a uva Malbec e apresenta uma expressão predominantemente frutada, macia e voltada ao consumo jovem.
5. Como servir o Candel Malbec
A temperatura recomendada para o Candel Malbec é de aproximadamente 16 °C. Essa faixa preserva o frescor da fruta e evita que o álcool ganhe destaque excessivo.
Em dias quentes, vale colocar a garrafa na geladeira por cerca de 25 minutos antes do serviço. Uma taça de bojo médio ou grande ajuda a liberar os aromas de frutas maduras.
Por apresentar taninos macios, não exige longa decantação. Alguns minutos na taça costumam ser suficientes para que o vinho fique mais aberto e expressivo.
6. Candel Malbec à mesa

A maciez do Candel Malbec combina muito bem com carnes vermelhas grelhadas, churrasco, hambúrguer artesanal, almôndegas e preparações assadas.
Pizzas e massas com molho de tomate também funcionam muito bem. A fruta do vinho acompanha o molho, enquanto seus taninos lidam com queijos e ingredientes mais gordurosos.
Experimente ainda com pizza de quatro queijos, lasanha à bolonhesa, empanadas de carne, linguiça assada ou queijos semiduros e maduros.
7. Candel Malbec: comparações, reconhecimento e guarda
Quando comparado a Malbecs Reserva com amadurecimento declarado em carvalho, o Candel Malbec apresenta uma proposta mais direta e voltada à fruta.
Ele também tende a ser mais imediato do que tintos muito estruturados ou marcados por taninos firmes. Seu destaque está na facilidade de beber e na versatilidade gastronômica.
A oferta apresenta a menção “Vinícola Sustentável”, relacionada ao produtor, mas não informa medalhas ou notas concedidas especificamente ao Candel Malbec.
Uma ficha histórica da safra 2019 indicava consumo até 2021. Caso a garrafa seja realmente dessa safra, procedência e conservação são pontos importantes, pois não se trata de um vinho projetado para longa evolução.
8. Por que escolher o Candel Malbec
O Candel Malbec faz sentido para quem procura um tinto argentino frutado, macio e capaz de acompanhar diversas receitas sem dominar os sabores do prato.
É especialmente interessante para encontros informais, noites de pizza, churrascos e refeições do cotidiano. Sua proposta não é entregar grande complexidade, mas proporcionar uma experiência agradável e descomplicada.
9. Candel Malbec: confira a oferta
Para verificar a disponibilidade do lote e as condições atuais do Candel Malbec, clicando neste link.
Perguntas frequentes sobre Candel Malbec
1. Qual é a uva do Candel Malbec?
O Candel Malbec é elaborado com a uva Malbec, variedade emblemática da Argentina, conhecida por seus aromas frutados e taninos geralmente macios.
2. De onde é o Candel Malbec?
O vinho é produzido em Mendoza, principal região vitivinícola da Argentina e referência mundial na elaboração de vinhos com a uva Malbec.
3. Qual é a safra do Candel Malbec?
A oferta consultada corresponde à safra 2019. Como o estoque pode variar, vale conferir a safra indicada no anúncio e na garrafa antes da compra.
4. O Candel Malbec é seco ou doce?
O Candel Malbec é classificado como vinho seco. Apesar dos sabores de frutas maduras, ele não apresenta o perfil açucarado típico de um vinho doce.
5. Quais são os aromas do Candel Malbec?
Seus aromas remetem principalmente a frutas pretas maduras. É um perfil direto, agradável e fácil de reconhecer na taça.
6. Como é o sabor do Candel Malbec?
Na boca, o vinho é frutado, saboroso e macio, com taninos suaves. Seus 13% de álcool contribuem para um conjunto equilibrado e descomplicado.
7. Qual é a temperatura ideal para servir o Candel Malbec?
A temperatura recomendada é de aproximadamente 16 °C. Servi-lo levemente refrescado ajuda a preservar o frescor e a expressão das frutas.
8. O Candel Malbec precisa ser decantado?
Não é necessário fazer uma longa decantação. Alguns minutos de contato com o ar na taça costumam ser suficientes para deixar seus aromas mais abertos.
9. O que harmoniza com o Candel Malbec?
Ele combina com churrasco, carnes vermelhas, hambúrguer, pizzas, massas com molho de tomate, empanadas, linguiças e queijos semiduros.
10. O Candel Malbec passa por barricas de carvalho?
A ficha pública consultada não informa amadurecimento em barricas. Por isso, não é possível confirmar passagem por madeira ou atribuir notas de carvalho ao vinho.
11. Quem produz o Candel Malbec?
O rótulo é produzido pela Fecovita, organização cooperativa de Mendoza que reúne milhares de viticultores e diversas cooperativas da região.
12. O Candel Malbec é um vinho de guarda?
Sua proposta é de consumo jovem, valorizando fruta e maciez. Como a safra 2019 já apresenta alguns anos de evolução, a conservação da garrafa é especialmente importante.
Sobre a vinícola Fecovita
A Fecovita, Federação de Cooperativas Vitivinícolas Argentinas, foi fundada em 18 de outubro de 1980. Sua formação inicial reuniu 20 cooperativas e nasceu do movimento cooperativista iniciado por produtores mendocinos na década de 1970.
Um de seus grandes marcos ocorreu em 1990, quando assumiu as áreas de engarrafamento e comercialização da antiga Bodega y Viñedos Giol. Esse passo ampliou sua capacidade produtiva e sua presença no mercado argentino.
Em 2004, o grupo criou a Bodega Estancia Mendoza, voltada aos segmentos intermediário e superior. Em 2006, incorporou a Bodega Resero e, em 2008, participou da criação do Fórum Mundial de Cooperativas Vitivinícolas.
Outro avanço ocorreu em 2018, com a inauguração da unidade Toro e de um novo centro de distribuição. Esses investimentos reforçaram a modernização tecnológica e a capacidade de atendimento da organização.
Atualmente, a Fecovita reúne mais de 5.000 viticultores em 29 cooperativas, responsáveis pelo cultivo de aproximadamente 25.000 hectares nas principais áreas produtoras de Mendoza.
Entre seus nomes mais conhecidos estão Toro, Estancia Mendoza e Bodega Los Helechos. O portfólio atual também inclui marcas como Dilema, Finca Magnolia, Giol, La Colina de Oro e Paradoja.
A Bodega Los Helechos, por exemplo, está instalada no Vale do Uco, a cerca de 1.100 metros de altitude. Essa diversidade territorial permite à Fecovita produzir desde vinhos jovens e cotidianos até linhas Reserva e rótulos de maior expressão.
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