O Borgofino Chianti DOCG entrega uma combinação irresistivelmente toscana: fruta vermelha viva, violeta, acidez refrescante e taninos macios, tudo em um tinto seco de apenas 12% de álcool.
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Na safra 2024 associada à oferta, ele recebeu 94 pontos de Luca Maroni. É um vinho premiado, gastronômico e fácil de apreciar, sem abrir mão da identidade clássica do Chianti.
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Vinho tinto italiano – Borgofino Chianti DOCG
Volume: 750 ml
Região: Toscana, Itália — Chianti DOCG
Safra: 2024 — safra associada à avaliação atual de 94 pontos
Produtor: Castellani S.p.A.
Boca: Fresco e equilibrado, com taninos sedosos, frutas vermelhas maduras, alcaçuz, nuance balsâmica e final limpo e persistente.
Nariz: Cereja vermelha, ameixa, frutas silvestres, violeta, cravo e leve toque de pimenta-do-reino.
Uvas: Sangiovese majoritária, complementada por Canaiolo e Ciliegiolo; proporções não divulgadas.
Teor Alcoólico: 12%
Serviço: 18 °C
Potencial de guarda: De 3 a 5 anos após a safra, em boas condições de armazenamento; estimativa para seu perfil jovem e frutado.
Visual: Vermelho-rubi brilhante, com reflexos granada.
Amadurecimento: N/D — a ficha específica não declara estágio em madeira nem tempo de afinamento.
Tipo de fechamento: Rolha; material não especificado.
Classificação: Seco — vinho tinto tranquilo, Chianti DOCG.
Harmonização: Ragu de carne, massas e pizzas com molho de tomate, carnes vermelhas, carnes de caça, javali com polenta e queijos como Grana Padano.
Premiações/Pontuações: 94 pontos Luca Maroni para a safra 2024, avaliada em 11/02/2026. A oferta também destaca os selos “Vinícola Sustentável” e “Vinícola Centenária”.
Gradação de 0 a 10
Doçura: 0
Tanino: 6
Acidez: 6
Frutado: 8
1. Borgofino Chianti DOCG: um tinto jovem e gastronômico
O Borgofino Chianti DOCG segue a vertente mais jovem e convidativa da denominação. Seu perfil privilegia frescor, fruta e equilíbrio, em vez de excesso de corpo, madeira ou sensação adocicada.
É aquele tinto que funciona tanto em um jantar descomplicado com pizza quanto diante de um belo prato de massa com ragu. A acidez mantém cada gole vivo e prepara o paladar para a próxima garfada.
2. Notas de prova do Borgofino Chianti DOCG

Na taça, apresenta vermelho-rubi brilhante com reflexos granada. O conjunto visual combina com sua proposta tradicional, mas sem aparência excessivamente evoluída.
Os aromas lembram cereja, ameixa e frutas silvestres, acompanhadas por violeta, cravo e pimenta-do-reino. É expressivo, mas preserva elegância e definição.
Em boca, a acidez refrescante conduz frutas vermelhas maduras, alcaçuz e uma discreta sensação balsâmica. Os taninos são sedosos, enquanto o final permanece limpo e persistente.
3. Origem do Borgofino Chianti DOCG na Toscana
O Borgofino nasce na Toscana e carrega a denominação Chianti DOCG. A oferta, porém, não informa uma das sete subzonas autorizadas, portanto o rótulo deve ser tratado simplesmente como Chianti DOCG.
Pelas regras da denominação, o vinho precisa conter entre 70% e 100% de Sangiovese. Outras variedades autorizadas na Toscana podem completar até 30% do corte.
Também vale esclarecer que Chianti e Chianti Classico são denominações diferentes. O Borgofino não é um Chianti Classico e, por isso, não deve ser associado automaticamente ao símbolo do Galo Negro.
4. Uvas do Borgofino Chianti DOCG
A Sangiovese aparece como variedade majoritária e forma a espinha dorsal do vinho. É ela que ajuda a explicar a cereja, a acidez vibrante e a vocação para acompanhar comida.
Canaiolo e Ciliegiolo entram em parcelas menores. No conjunto, contribuem para arredondar os taninos e ampliar a expressão de frutas vermelhas e flores.
As porcentagens de cada variedade não foram divulgadas. Ainda assim, o blend está alinhado à tradição toscana e às exigências da denominação Chianti DOCG.
5. Viticultura e vinificação do Borgofino Chianti DOCG
A ficha específica do Borgofino Chianti DOCG não revela detalhes como duração da maceração, recipiente de fermentação ou eventual afinamento. Por isso, não é correto afirmar que ele passou por barricas.
Como referência do estilo da casa, outro Chianti DOCG da Castellani fermenta em aço inox com temperatura controlada, permanece cerca de 15 dias com as cascas e realiza fermentação malolática antes de um breve afinamento.
Esse protocolo pertence a outro rótulo e não comprova o método exato do Borgofino, mas ajuda a entender a abordagem frutada e fresca empregada pela vinícola em seus Chiantis jovens.
A Castellani possui certificação organizacional Equalitas e mantém ações ambientais ao longo da cadeia produtiva. Isso não significa, porém, que o Borgofino seja um vinho orgânico certificado.
6. Como servir o Borgofino Chianti DOCG
A temperatura indicada é de 18 °C. Em dias quentes, deixar a garrafa por cerca de 20 minutos na geladeira ajuda a evitar que o álcool e os taninos pareçam mais evidentes.
Uma taça de tamanho médio, com bojo levemente fechado, favorece os aromas de cereja, violeta e especiarias. Não há necessidade de decantação prolongada.
Basta abrir a garrafa de 15 a 20 minutos antes de servir. O vinho já está em uma fase bastante acessível e voltada ao consumo jovem.
7. Harmonização com Borgofino Chianti DOCG

Massas ao molho de tomate, pizza margherita, lasanha à bolonhesa e nhoque com ragu são combinações certeiras. A acidez do vinho acompanha o tomate sem perder vivacidade.
Também vale servi-lo com bisteca grelhada, rosbife, carne assada, javali com polenta ou outros pratos de caça. A proteína deixa os taninos ainda mais macios.
Entre os queijos, Grana Padano, parmesão, pecorino e opções semiduras funcionam muito bem. A intensidade deve ser moderada para não encobrir a fruta do vinho.
8. Borgofino Chianti DOCG versus Riserva e Chianti Classico
Comparado a um Chianti Riserva, o Borgofino privilegia fruta fresca, leveza e consumo imediato. Uma Riserva normalmente busca maior estrutura, amadurecimento e desenvolvimento de aromas terciários.
Já o Chianti Classico vem de outra área regulamentada, exige pelo menos 80% de Sangiovese e possui regras próprias. São estilos relacionados pela Toscana, mas não equivalentes.
Diante de tintos italianos mais encorpados, como muitos Primitivos, o Borgofino tende a parecer menos denso e mais ácido. É uma escolha interessante para quem prefere frescor à potência.
9. Os 94 pontos do Borgofino Chianti DOCG 2024
O relatório oficial de Luca Maroni registra 94 pontos para o Borgofino Chianti DOCG 2024. A avaliação foi realizada em 11 de fevereiro de 2026.
A pontuação reforça a consistência de um vinho com proposta acessível e direta. Aqui, o destaque não está na concentração extrema, mas no equilíbrio entre fruta, frescor e persistência.
10. Por que o Borgofino Chianti DOCG merece atenção
Este é um rótulo indicado para quem procura um tinto italiano seco, frutado e gastronômico. Os 12% de álcool também favorecem uma experiência mais leve e fluida à mesa.
O conjunto reúne denominação DOCG, uvas tradicionais, 94 pontos e a experiência de uma família produtora com mais de 120 anos de atividade.
Não espere um tinto volumoso ou marcado por madeira. A graça do Borgofino está justamente na cereja, na acidez e nos taninos sedosos que pedem comida e outra taça.
11. Borgofino Chianti DOCG na Evino
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Perguntas frequentes sobre Borgofino Chianti DOCG
1. O que é o Borgofino Chianti DOCG?
É um vinho tinto italiano produzido na Toscana e certificado como Chianti DOCG. Tem perfil frutado, fresco e gastronômico.
2. Quais uvas compõem o Borgofino Chianti DOCG?
O corte é elaborado majoritariamente com Sangiovese, acompanhada por pequenas parcelas de Canaiolo e Ciliegiolo. As proporções exatas não foram divulgadas.
3. O Borgofino Chianti DOCG é seco ou doce?
É um vinho tinto seco. O regulamento da denominação descreve o Chianti como seco, harmônico, saboroso e levemente tânico.
4. Quais são os aromas do Borgofino Chianti DOCG?
Apresenta aromas de cereja vermelha, ameixa e frutas silvestres, acompanhados por violeta, cravo e um toque sutil de pimenta-do-reino.
5. Como é o sabor do Borgofino Chianti DOCG?
Em boca, combina acidez refrescante, taninos sedosos e frutas vermelhas maduras. Surgem ainda alcaçuz, nuance balsâmica e um final limpo e persistente.
6. Com quais pratos o Borgofino Chianti DOCG harmoniza?
Vai muito bem com pizzas, massas ao molho vermelho, ragu de carne, carnes vermelhas e pratos de caça. Também acompanha queijos como Grana Padano.
7. Qual é a temperatura ideal para servir o Borgofino Chianti DOCG?
A temperatura indicada é de 18 °C. Em dias quentes, vale resfriar a garrafa brevemente antes do serviço para preservar seu frescor.
8. Qual é o teor alcoólico e o volume da garrafa?
O Borgofino Chianti DOCG possui 12% de teor alcoólico e é comercializado em garrafa de 750 ml, fechada com rolha.
9. Qual safra recebeu 94 pontos de Luca Maroni?
A oferta destaca 94 pontos de Luca Maroni, enquanto o relatório do avaliador identifica a pontuação para o Borgofino Chianti DOCG 2024.
10. O Borgofino Chianti DOCG é um Chianti Classico?
Não. O rótulo é classificado como Chianti DOCG e não apresenta a denominação Chianti Classico no nome ou na ficha da oferta.
11. Quem produz o Borgofino Chianti DOCG?
O vinho é ligado à Castellani, família produtora com mais de 120 anos de atuação e mais de 250 hectares de vinhedos na Toscana.
12. O Borgofino Chianti DOCG é um vinho orgânico?
A oferta destaca a atuação sustentável da vinícola, mas não informa que este rótulo possua certificação orgânica. Portanto, os dois conceitos não devem ser tratados como equivalentes.
Sobre a vinícola Castellani S.p.A.
A Castellani S.p.A. foi fundada oficialmente em 1903, embora sua história tenha começado no fim do século XIX. Em Montecalvoli, Alfredo Castellani passou de viticultor a produtor que engarrafava e comercializava os próprios vinhos.
Duilio e Mario conduziram a primeira expansão, enquanto Giorgio iniciou as exportações. Após a enchente de 1966, Roberto Castellani entrou no negócio e impulsionou a presença internacional da família.
O ano de 1982 marcou outra transformação. Depois de um incêndio em Santa Lucia, a empresa incorporou a Tenuta di Campomaggio e recebeu Piergiorgio Castellani, responsável por intensificar pesquisas vitícolas e experimentações tecnológicas.
Atualmente, as propriedades da família somam mais de 250 hectares de vinhedos na Toscana. O portfólio percorre áreas como Radda in Chianti, Crespina, Terricciola, Palaia e as Colinas Pisanes.
A Tenuta di Campomaggio possui 32 hectares de vinhas entre 280 e 480 metros de altitude. Poggio al Casone reúne 40 hectares orgânicos, enquanto Burchino ocupa cerca de 37 hectares em Terricciola.
Entre suas coleções e linhas mais conhecidas estão Castellani 1903, Famiglia Castellani, Collesano, St. Giorgio e Guadalmare, além dos vinhos ligados às propriedades Campomaggio, Ceppaiano, Burchino e Poggio al Casone.
Em 2024, a companhia informou mais de 23,5 milhões de garrafas vendidas e 94% do volume destinado à exportação. A organização possui certificações Equalitas, BRCGS e IFS e segue sob forte participação da família.
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