Se você curte Malbec, mas anda querendo um tinto com mais “camadas” (fruta, especiaria, carvalho e estrutura), o Susana Balbo Tradición Red Blend 2021 é daqueles achados que entregam presença sem pesar.
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Ele combina a assinatura de uma das enólogas mais respeitadas da Argentina com um corte muito bem amarrado: macio no ataque, firme no meio de boca e com aquele final longo que dá vontade de repetir o gole.
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Vinho tinto argentino – Susana Balbo Tradición Red Blend 2021
Volume: 750ml
Região: Argentina — Mendoza (Agrelo, Luján de Cuyo)
Safra: 2021
Produtor: Susana Balbo Wines
Boca: Estruturado e intenso, com bom corpo, acidez na medida e taninos presentes, porém macios; final longo com toques de cacau e tostado.
Nariz: Frutas maduras (morango, amora, cereja negra e framboesa em compota), com cacau, tostado, leve chocolate e uma nuance de erva‑doce.
Uvas: 60% Malbec, 30% Cabernet Franc, 10% Cabernet Sauvignon
Teor Alcoólico: 14% vol. (pode variar conforme lote)
Serviço: 15°C a 18°C; abrir 20–30 min antes (ou decantar) e servir em taça ampla estilo Bordeaux.
Potencial de guarda: Até 6 anos em condições ideais.
Visual: Rubi escuro, profundo.
Amadurecimento: 14 meses em barricas de carvalho francês (com parte em 1º uso e parte em 2º uso).
Tipo de fechamento: Rolha
Classificação: Fino | Tinto | Seco
Harmonização: Carnes vermelhas, carne suína, queijos, massas com molhos mais intensos e pratos com cogumelos.
Premiações/Pontuações: N/D para a safra 2021 (não encontrei pontuações públicas consistentes); produtora amplamente reconhecida no setor.
1. Vinho tinto argentino que impressiona: Susana Balbo Tradición Red Blend 2021
Esse é um tinto seco de perfil intenso e elegante, feito para quem gosta de vinho com corpo e acabamento.
O “pulo do gato” aqui é equilíbrio: fruta madura, madeira bem colocada e taninos que aparecem, mas sem raspar.
2. Blend Malbec com Cabernet: por que esse corte funciona tão bem
A base de Malbec traz suculência e fruta escura/vermella bem madura, daquele jeito Mendoza que a gente reconhece de longe.
A Cabernet Franc entra com um toque mais sério: ervas finas, especiarias e frescor, levantando o conjunto.
Já a Cabernet Sauvignon ajuda a “segurar” tudo com estrutura e profundidade, dando coluna ao vinho.
3. Mendoza e Agrelo: origem e estilo no mesmo gole
Mendoza é o coração do vinho argentino, com muito sol e amplitude térmica que favorece maturação e aroma.
Agrelo, em Luján de Cuyo, costuma entregar tintos com boa cor, taninos bem formados e um perfil perfeito para madeira.
Na prática: é o tipo de origem que combina muito com cortes (blends) e com estágio em carvalho.
4. Carvalho francês por 14 meses: textura, tosta e elegância
O estágio em barricas de carvalho francês por 14 meses dá aquele tempero clássico: cacau, tosta, um quê de chocolate e notas amadeiradas elegantes.
Como parte passa por barricas de diferentes usos, o carvalho tende a aparecer mais como “moldura” do que como protagonista.
Resultado: tanino mais polido, mais volume de boca e final mais persistente.
5. Notas de degustação: aroma, boca e final do Tradición Red Blend

No visual, espere um rubi escuro e profundo, daqueles que já avisam que o vinho vem sério.
No nariz, aparecem frutas como morango, amora e cereja negra, com um lado de compota bem gostoso, além de cacau e tostado.
Em boca, ele é intenso e equilibrado, com taninos presentes e macios, e um final longo que deixa ecos de madeira e especiarias.
6. Como servir o vinho: temperatura, taça e a dica do “tempo de ar”
O ponto de serviço que mais favorece esse estilo é entre 15°C e 18°C.
Se a sua casa estiver quente, vale colocar 10 min na geladeira antes de servir, porque isso realça o frescor e segura o álcool.
Abrir com antecedência (20–30 min) ou decantar ajuda a “abrir” o nariz e deixar o conjunto ainda mais redondo.
7. Harmonização com carnes: quando ele brilha de verdade

Se tem um cenário em que esse tinto costuma brilhar, é carne na brasa: picanha, bife alto, costela, ancho.
Com carne suína, ele vai muito bem com lombo, barriga/torresmo de rolo e pratos com um toque adocicado de caramelização.
Nos queijos, pense em curados e semiduros (e até defumados), porque o tostado do vinho conversa direto com isso.
8. Potencial de guarda: o que esperar da evolução na garrafa
Com guarda de até 6 anos, a tendência é a fruta ir ficando mais madura e “escura”, e o lado de especiarias e madeira aparecer com mais harmonia.
Se você gosta de vinho mais frutado e vibrante, abra mais jovem.
Se prefere notas mais evoluídas (mais tosta, mais profundidade), deixe descansar um pouco.
9. Para quem eu recomendo: perfil de paladar e ocasião
Eu recomendo esse rótulo para quem quer sair do Malbec “linha reta” e entrar num vinho com mais construção e complexidade.
Também é uma ótima escolha para jantar com amigos, porque agrada fácil: tem potência, mas mantém maciez.
E como presente, ele passa uma mensagem clara: “eu trouxe um tinto sério, bem feito e com nome forte”.
10. Comparação de estilo: o que ele entrega versus um Malbec puro e versus blends mais secos
Comparado a um Malbec varietal, esse blend costuma ter mais estrutura e um lado mais especiado/herbal, com final mais longo.
Em relação a blends mais austeros (bem “secos” e rígidos), ele tende a ser mais amigável, com fruta mais evidente e tanino mais polido.
Ou seja: presença e elegância, sem aquela sensação de vinho “travado”.
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Se a ideia é ter um tinto argentino encorpado, macio e com carvalho bem integrado para elevar o churrasco ou o jantar, esse rótulo é uma aposta muito segura [clicando neste link]
FAQ — Susana Balbo Tradición Red Blend 2021
Antes de tudo: detalhes como corte exato, teor alcoólico e tempo de barrica podem variar por lote/safra. Quando isso for crucial pra você, confira o rótulo e a ficha técnica do produtor.
1) Esse vinho é seco, meio seco ou doce?
É um tinto fino seco (perfil mais gastronômico, com pouca percepção de açúcar).
2) O que significa “Red Blend”?
Significa que ele é um corte de uvas tintas (não é 100% de uma única uva). A graça é justamente o equilíbrio entre fruta, estrutura e complexidade.
3) Quais uvas entram no corte?
Em geral, esse estilo costuma trazer Malbec como base e pode combinar com castas como Cabernet Franc e/ou Cabernet Sauvignon.
Para a composição exata da safra 2021, o ideal é validar no rótulo/ficha técnica.
4) Ele passa por madeira? A madeira aparece muito?
Normalmente, sim: a proposta do rótulo é ter textura, profundidade e notas de tosta/cacau.
A sensação costuma ser de madeira bem integrada, mais “moldura” do que gosto de tábua.
5) Qual é a região desse vinho?
Ele vem da Argentina, com identidade típica de Mendoza (um berço clássico de tintos intensos e aromáticos).
6) Precisa decantar?
Não é obrigatório, mas ajuda. Eu gosto de dar 20–40 min de ar (na taça ou em decanter), principalmente se você pegar a garrafa mais jovem ou recém-aberta.
7) Qual a temperatura ideal de serviço?
Entre 15°C e 18°C.
Se o ambiente estiver quente, uns 10 min na geladeira antes de servir deixam o vinho mais vivo e elegante.
8) Qual taça funciona melhor?
Taça ampla, estilo Bordeaux (bojo maior). Ela abre melhor os aromas e “alisa” a sensação dos taninos.
9) Esse vinho é bom para churrasco?
Sim — e costuma ser exatamente esse o cenário em que ele brilha.
Vai muito bem com cortes mais gordos e carnes com reação de Maillard (aquela crostinha da brasa).
10) Harmoniza com quais pratos além de carne vermelha?
Funciona muito bem com:
- Massas com molho intenso (ragù, bolonhesa bem reduzida, ragu de cogumelos)
- Porco com crosta e ervas
- Queijos curados e semiduros
11) É um vinho “pesado” ou mais equilibrado?
Ele tende a ser encorpado, mas com uma pegada macia e bem amarrada.
Se você curte tinto com presença, mas sem aspereza, é uma boa aposta.
12) Qual a diferença para um Malbec puro?
Um Malbec 100% costuma ser mais “fruta direta”. No blend, você ganha mais estrutura, mais camadas (ervas/especiarias) e final mais persistente.
13) Quantas taças rende uma garrafa?
Uma garrafa de 750 ml rende, em média, 5 taças de 150 ml (ou 4 taças mais generosas).
14) Quanto tempo dura depois de aberto?
Bem tampado e na geladeira, costuma ficar legal por 2 a 3 dias.
Dica prática: volte à temperatura de serviço antes de beber de novo.
15) Dá para guardar?
Se estiver bem armazenado (escuro, fresco, sem variação de temperatura), é comum que esse estilo aguente alguns anos e ganhe nuances mais terciárias (mais especiaria, mais complexidade).
16) Contém glúten?
Vinho, por natureza, não leva glúten.
Se você tem restrição severa, vale checar o rótulo/SAC para tranquilidade total.
17) Tem sulfitos?
Na maioria dos vinhos, sim: há sulfitos (naturais e/ou adicionados) e isso costuma constar no rótulo.
18) Esse vinho é vegano?
Nem todo vinho é vegano (alguns usam clarificantes de origem animal).
Se isso for importante, confirme com a Susana Balbo Wines ou na ficha técnica oficial do lote.
19) Quem é Susana Balbo?
Susana Balbo é uma das figuras mais influentes do vinho argentino, e a assinatura dela costuma aparecer em rótulos com equilíbrio, precisão e acabamento elegante.
Sobre a vinícola Susana Balbo Wines
Com uma trajetória marcante no universo vinícola, Susana Balbo Wines, antes conhecida como Dominio del Plata, destaca-se como o legado da primeira enóloga da Argentina, Susana Balbo. Esta visionária, frequentemente aclamada como a “Rainha de Torrontés”, revolucionou a abordagem da Argentina para a sua variedade branca nativa, introduzindo um estilo mais moderno e vibrante.
Localizada no coração de Luján de Cuyo, uma região prestigiada por seus vinhos tintos em Agrelo, a vinícola Susana Balbo Wines é um empreendimento familiar. Fundada em 1999, a vinícola é hoje gerida por Susana, seus filhos José e Ana, e o renomado viticultor Edy del Popolo.
Embora grande parte de sua produção se origine do Vale do Uco, a vinícola mantém parcerias estratégicas com produtores de diversas regiões argentinas. Em relação a seus vinhedos, Susana Balbo Wines orgulha-se de possuir propriedades em Agrelo e Gualtallary, além de contratos de longa duração em locais como La Delfina, Los Carolinos e Brío.
A trajetória de Susana Balbo é repleta de conquistas. Em 1981, ela se destacou como a primeira enóloga formada na Argentina. Sua carreira ganhou impulso em Cafayate, onde, trabalhando na Michel Torino, ela reinventou a produção de vinhos brancos da região, consolidando o Torrontés como uma variedade emblemática da Argentina.
Ao longo dos anos, Susana se tornou uma fervorosa defensora dos vinhos brancos argentinos. Contrariando a tendência nacional de foco nos tintos, sua vinícola apresenta um portfólio robusto de vinhos brancos. Após uma passagem notável pela Catena Zapata e Martins, Susana inaugurou sua própria vinícola em 1999.
Seus vinhos e sua carreira renderam-lhe inúmeros prêmios, incluindo o título de “Mulher do Ano” pela The Drinks Business em 2015 e o prêmio BRAVO Lifetime Achievement em 2019. Além de sua influência no mundo vinícola, Susana também se destacou na política, servindo como congressista e sendo eleita presidente da Vinhos da Argentina por três mandatos.
Hoje, ao lado de seu filho José e do viticultor Edy del Popolo, Susana Balbo continua a enriquecer o legado vinícola da Argentina.
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