Se você curte Cabernet Sauvignon argentino com cara de Mendoza (fruta madura, estrutura e madeira bem integrada), o Susana Balbo Tradición Cabernet Sauvignon 2019 é o tipo de garrafa que “acerta em cheio” sem pedir cerimônia.
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E tem um detalhe delicioso por trás do rótulo: a linha Tradición foi pensada para o mercado brasileiro, com um estilo bem redondo e gastronômico — daqueles que brilham na mesa.
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Vinho tinto argentino – Susana Balbo Tradición Cabernet Sauvignon 2019
Volume: 750 ml
Região: Mendoza (Agrelo, Luján de Cuyo) — Argentina
Safra: 2019
Produtor: Susana Balbo Wines
Boca: Bom corpo, taninos maduros (com sensação mais “doce”) e acidez bem dosada; final persistente com toque defumado.
Nariz: Frutas vermelhas e negras (cereja, amora, ameixa), cacau, baunilha e especiarias, com leve nota de eucalipto.
Uvas: 100% Cabernet Sauvignon
Teor Alcoólico: 14% vol
Serviço: 16–18°C; decantar 15–30 min; taça Bordeaux.
Potencial de guarda: até 6 anos (bem armazenado)
Visual: Rubi profundo/escuro com reflexos violáceos.
Amadurecimento: 14 meses em carvalho francês (1º e 2º uso; 50% 1º uso / 50% 2º uso).
Tipo de fechamento: Rolha (cortiça natural).
Classificação: Fino | Tinto | Seco
Harmonização: Carnes vermelhas, cordeiro/caça, massas com cogumelos, queijos curados.
Premiações/Pontuações: N/D
1. Cabernet Sauvignon argentino seco: o estilo do Tradición 2019
Aqui você encontra um tinto seco, de bom corpo e pegada clássica de Cabernet: fruta evidente, taninos presentes e uma sensação de equilíbrio que deixa o vinho “fácil de gostar”.
O resultado é um Cabernet que entrega intensidade sem ficar pesado, com textura macia e final gostoso, daqueles que pedem o próximo gole.
2. Mendoza e Luján de Cuyo: terroir de Agrelo aos pés dos Andes
O Tradición Cabernet Sauvignon 2019 nasce em Mendoza, com destaque para Luján de Cuyo (Agrelo), uma das áreas mais tradicionais para tintos estruturados na Argentina.
Em termos de estilo, esse pedaço de Mendoza costuma combinar dias ensolarados com noites mais frescas, ajudando a uva a ganhar concentração e, ao mesmo tempo, manter frescor.
3. Carvalho francês 14 meses: vinificação e amadurecimento
A proposta aqui não é “disfarçar” a Cabernet, e sim lapidar. A linha trabalha com seleção de cachos e vinificação com controle de temperatura para preservar o lado frutado e limpo do vinho.
Depois vem o grande diferencial de textura: 14 meses em carvalho francês, com parte das barricas de primeiro uso e parte de segundo uso, trazendo polimento sem perder identidade.
4. Notas de degustação: frutas, especiarias e final persistente

No visual, espere um rubi profundo, daqueles que já “anunciam” intensidade na taça.
No nariz, o vinho passeia por frutas negras e vermelhas (amora, ameixa, cereja), especiarias (canela, noz‑moscada), toques de cacau/baunilha e uma pontinha mais fresca que lembra eucalipto.
Na boca, entra com bom corpo, taninos firmes (mas maduros) e acidez que dá água na boca. O final é persistente, com uma nota levemente defumada que faz bonito com comida.
5. Como servir Cabernet Sauvignon: temperatura, taça e decanter
Meu combo favorito para esse rótulo é simples: 16–18°C, taça estilo Bordeaux e, se der, 15 a 30 minutos de decanter. Isso ajuda a fruta aparecer mais e deixa os taninos ainda mais domados.
Dica prática: se você não tiver decanter, abrir a garrafa e deixar “respirar” na taça por alguns minutos já resolve bem.
6. Harmonização com Cabernet Sauvignon: carnes e massas

A harmonização mais óbvia (e mais certeira) é com carnes vermelhas, carnes suínas e queijos — especialmente quando tem gordura e tosta, que conversam lindo com tanino e carvalho.
Quer ir além do básico? Ele fica excelente com choripán, entrecôte na brasa e também com massas e risotos em versões mais intensas, tipo ragu de cogumelos.
7. Para quem é: Cabernet com presença, sem exagero
Esse é um vinho para quem gosta de Cabernet Sauvignon “de verdade”, mas não quer um tinto duro ou austero.
Também é um ótimo coringa para jantar com amigos: agrada quem curte potência e também quem busca um tinto macio e saboroso.
8. Comparação: Tradición vs Cabernet de linhas premium
Pense no Tradición como um Cabernet com assinatura de casa e foco em prazer imediato: fruta clara, madeira bem colocada e muita vocação gastronômica.
Se você já bebeu linhas mais “sérias” da própria vinícola (mais complexas e com perfil de guarda maior), aqui a proposta é ser mais direto e convidativo — sem abrir mão de qualidade.
9. Susana Balbo Wines: reputação por trás do rótulo
A Susana Balbo Wines foi fundada em 1999 por Susana Balbo, reconhecida como a primeira enóloga mulher da Argentina — e uma figura fundamental na valorização de uvas emblemáticas do país, como a Torrontés.
Hoje, o projeto tem cara de família e alcance internacional, com rótulos superprestigiados (como Nosotros, que já recebeu notas altíssimas em relatórios do James Suckling). E o Tradición entra nessa história como um rótulo pensado especialmente para o Brasil.
10. Onde encontrar o Susana Balbo Tradición Cabernet Sauvignon 2019
Se você gosta de tinto argentino com madeira bem integrada e vocação para mesa, esse rótulo tem tudo para virar “garrafa de referência” no seu repertório. Confira a oferta na Amazon [clicando aqui].
FAQ — Susana Balbo Tradición Cabernet Sauvignon 2019
1) Esse vinho é seco ou suave?
É seco (estilo “fino”), com fruta madura e estrutura de Cabernet Sauvignon.
2) Qual é a uva desse rótulo?
Cabernet Sauvignon (varietal indicado no cadastro do produto e em fichas de lojas especializadas).
3) Qual é a safra?
Safra 2019.
4) Qual é o volume da garrafa?
Garrafa de 750 ml.
5) De onde ele vem (país e região)?
É um tinto da Argentina, de Mendoza, com menções a Agrelo / Luján de Cuyo em fichas do varejo.
6) Qual é o teor alcoólico?
No cadastro da Amazon aparece 13%, mas em fichas de lojas especializadas é comum ver 14% — vale conferir o contrarrótulo da garrafa recebida.
7) Ele passa por barrica (carvalho)? Por quanto tempo?
Sim, há indicação de passagem por carvalho; as fichas variam entre 12 meses e 14 meses (dependendo do cadastro/fornecedor).
8) Quais aromas e sabores eu posso esperar?
Perfil clássico de Cabernet: frutas escuras e vermelhas (tipo ameixa/cassis/cereja) com notas de especiarias e toques de chocolate/baunilha/cedro vindos do carvalho.
9) Como servir (temperatura e decantação)?
Sirva em torno de 16–18°C; se puder, decante ~30 min para o vinho abrir mais aromas e textura.
10) Harmoniza com o quê?
Vai muito bem com carnes vermelhas, carne suína, assados, massas com molhos intensos e queijos curados.
11) Contém glúten? Contém sulfitos?
No cadastro do produto consta não contém glúten e contém sulfitos.
12) Preciso guardar muito tempo antes de beber?
Não precisa: é um Cabernet bem gastronômico e dá para aproveitar jovem. Se guardar, faça isso em local fresco, escuro e sem variação de temperatura.
13) Quanto tempo dura depois de aberto?
Em geral, 2 a 3 dias (bem fechado e, idealmente, refrigerado) mantendo boa qualidade.
14) O que significa “Tradición” dentro da Susana Balbo?
Na descrição do produto, a linha é apresentada como um projeto com histórias/linhas da casa, e o Tradición aparece como rótulo pensado especialmente para o Brasil.
15) Para quem esse vinho é uma boa escolha?
Para quem quer um Cabernet argentino com presença, taninos bem domados e um toque de carvalho que combina fácil com comida.
Sobre a vinícola Susana Balbo Wines
Com uma trajetória marcante no universo vinícola, Susana Balbo Wines, antes conhecida como Dominio del Plata, destaca-se como o legado da primeira enóloga da Argentina, Susana Balbo. Esta visionária, frequentemente aclamada como a “Rainha de Torrontés”, revolucionou a abordagem da Argentina para a sua variedade branca nativa, introduzindo um estilo mais moderno e vibrante.
Localizada no coração de Luján de Cuyo, uma região prestigiada por seus vinhos tintos em Agrelo, a vinícola Susana Balbo Wines é um empreendimento familiar. Fundada em 1999, a vinícola é hoje gerida por Susana, seus filhos José e Ana, e o renomado viticultor Edy del Popolo.
Embora grande parte de sua produção se origine do Vale do Uco, a vinícola mantém parcerias estratégicas com produtores de diversas regiões argentinas. Em relação a seus vinhedos, Susana Balbo Wines orgulha-se de possuir propriedades em Agrelo e Gualtallary, além de contratos de longa duração em locais como La Delfina, Los Carolinos e Brío.
A trajetória de Susana Balbo é repleta de conquistas. Em 1981, ela se destacou como a primeira enóloga formada na Argentina. Sua carreira ganhou impulso em Cafayate, onde, trabalhando na Michel Torino, ela reinventou a produção de vinhos brancos da região, consolidando o Torrontés como uma variedade emblemática da Argentina.
Ao longo dos anos, Susana se tornou uma fervorosa defensora dos vinhos brancos argentinos. Contrariando a tendência nacional de foco nos tintos, sua vinícola apresenta um portfólio robusto de vinhos brancos. Após uma passagem notável pela Catena Zapata e Martins, Susana inaugurou sua própria vinícola em 1999.
Seus vinhos e sua carreira renderam-lhe inúmeros prêmios, incluindo o título de “Mulher do Ano” pela The Drinks Business em 2015 e o prêmio BRAVO Lifetime Achievement em 2019. Além de sua influência no mundo vinícola, Susana também se destacou na política, servindo como congressista e sendo eleita presidente da Vinhos da Argentina por três mandatos.
Hoje, ao lado de seu filho José e do viticultor Edy del Popolo, Susana Balbo continua a enriquecer o legado vinícola da Argentina.
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