Quer um branco aromático de verdade, com cara de verão e de “primeiro gole e sorriso”?
O Susana Balbo Críos Torrontés 2022 é daqueles que perfumam a taça e somem rápido da garrafa.
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A graça aqui é o equilíbrio: aromas intensos (limão, maracujá, lichia, flores brancas) e um gole seco, leve, com acidez viva.
E ainda rola uma cremosidade sutil que deixa tudo mais gostoso.
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Vinho branco argentino – Susana Balbo Críos Torrontés 2022
Volume: 750 ml
Região: Cafayate (Salta) e Vale de Uco (Mendoza), Argentina
Safra: 2022
Produtor: Susana Balbo Wines
Boca: Seco, leve e muito refrescante, com acidez viva, uma cremosidade sutil e final longo, equilibrado e “pedindo” o próximo gole.
Nariz: Cítricos (limão), maracujá, lichia e flores brancas, com perfil aromático intenso e limpo.
Uvas: 100% Torrontés
Teor Alcoólico: 13% vol.
Serviço: 6°C a 8°C (bem gelado; balde com gelo ajuda)
Potencial de guarda: Melhor jovem; até ~3–4 anos a partir da safra (bem armazenado)
Visual: Amarelo‑palha claro com reflexos esverdeados, límpido e brilhante
Amadurecimento: Fermentação em inox e contato com as borras (sur lies) por 3 meses; sem passagem por madeira
Tipo de fechamento: Tampa de rosca (screw cap)
Classificação: Seco
Harmonização: Comida asiática e fusão, sushi, peixes e frutos do mar (caranguejo é clássico), saladas, carnes brancas; também combina com sobremesas cítricas ou cremosas.
Premiações/Pontuações: 90 pontos — Revista ADEGA (Críos Torrontés 2022; degustado em 17/11/2023)
1. Vinho branco argentino para quem ama aroma

Se você acha que vinho branco “cheira pouco”, a Torrontés vem pra derrubar essa ideia.
Ela é a uva branca emblemática da Argentina justamente pelo perfume floral e frutado.
No Críos, esse lado aromático aparece com clareza, mas sem virar algo enjoativo.
O conjunto é seco, fresco e bem gastronômico.
2. Torrontés de altitude com identidade
O diferencial do Críos é trabalhar com uvas de duas áreas altas: Cafayate e Vale de Uco.
Altitude costuma trazer noites frias e, com isso, mais frescor e definição aromática.
Na prática, você sente um branco “vivo”, com energia no paladar.
Aquele tipo de vinho que não cansa no segundo copo.
3. Safra 2022 confirmada neste rótulo
Aqui vai o ponto-chave: apesar de existirem outras safras desse mesmo nome no mercado, este anúncio corresponde à safra 2022.
A descrição sensorial e a ficha técnica batem com o material oficial e com a avaliação publicada para 2022.
Ou seja: é o mesmo rótulo “Críos Torrontés”, mas em lote/safra diferente do 2019 que você já tem cadastrado.
4. Vale de Uco e Cafayate: terroir que dá frescor
O Vale de Uco (Mendoza) é conhecido por dar tensão e acidez, com perfil mais fresco.
Cafayate (Salta) entra com altitude e aquela pegada aromática que faz a Torrontés brilhar.
A média de altitude indicada para o vinho é alta (cerca de 1.700 m).
Isso ajuda a explicar por que ele é tão perfumado e, ao mesmo tempo, tão leve.
5. Vinificação em inox e sur lies
A vinificação é pensada para preservar aroma: fermentação em tanques de aço inox, com controle de temperatura.
Depois, o vinho fica três meses sobre as borras (sur lies) para ganhar estrutura e maciez.
Resultado: você tem cremosidade sutil sem precisar de madeira.
É “textura” sem sabor de barrica.
6. Notas de degustação que entregam o “uau”
No nariz, ele vai direto ao ponto: cítricos, maracujá, lichia e flores brancas.
É aquele aroma que aparece antes mesmo do primeiro gole.
Na boca, entra refrescante, seco e equilibrado, com acidez viva.
O final é longo, com uma cremosidade discreta que dá profundidade.
7. Temperatura de serviço e taça certa
Minha dica: sirva bem gelado e use taça de branco (bojo médio) para segurar os aromas.
Se quiser “abrir” ainda mais o perfume, deixe 2–3 minutinhos na taça antes do primeiro gole.
E tem um bônus de praticidade: tampa de rosca é abrir, servir e pronto.
8. Harmonização com sushi, peixe e comida asiática

Esse é um branco que brilha com comida asiática e pratos de fusão.
Sushi e peixe grelhado ficam muito felizes com a acidez e o perfil aromático.
Saladas, carnes brancas e frutos do mar (especialmente caranguejo) também entram fácil.
E sim: sobremesas cítricas/cremosas podem funcionar muito bem.
9. 90 pontos Revista ADEGA na safra 2022
A safra 2022 recebeu 90 pontos em avaliação publicada, destacando frescor, textura e final cativante.
É um ótimo sinal de consistência e qualidade dentro da proposta “aromático e fácil de gostar”.
10. Por que vale ter esse Torrontés na sua adega
Ele entrega três coisas que muita gente procura no branco do dia a dia:
Aroma marcante, gole seco e versatilidade na mesa.
Além disso, é um vinho ótimo para dias quentes e encontros leves.
Você abre e ele “resolve” do aperitivo ao prato principal.
11. Comparação rápida com outros brancos aromáticos
Se você curte Sauvignon Blanc, aqui você ganha mais floral e exotismo (lichia e maracujá).
Se você gosta de brancos tipo Gewürztraminer, vai achar o Críos mais leve e mais seco na sensação.
E se você já provou Torrontés muito “perfumeiro”, o Críos costuma ser mais equilibrado.
A acidez e a textura (sur lies) seguram o conjunto com elegância.
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FAQ — Perguntas frequentes sobre Susana Balbo Críos Torrontés 2022
1) Esse Críos Torrontés é doce ou seco?
Ele é seco. O estilo é bem aromático no nariz, mas a boca é fresca, com acidez viva e final limpo.
2) Qual é a uva desse vinho?
É feito com 100% Torrontés, a uva branca mais emblemática da Argentina quando o assunto é perfume e frescor.
3) De onde vem (origem/região)?
Argentina, com uvas de Cafayate (Salta) e Vale de Uco (Mendoza), combinação que costuma entregar aroma + frescor.
4) Qual é a safra deste rótulo?
A oferta corresponde à safra 2022. É comum existir o mesmo rótulo em safras diferentes no mercado.
5) Qual o teor alcoólico?
13% vol. (aprox.). É um branco com boa leveza para beber gelado e acompanhar comida.
6) Quais aromas e sabores eu devo esperar?
Aromas de cítricos, maracujá, lichia e flores brancas. Na boca, é leve, refrescante e equilibrado.
7) Tem passagem por madeira/barrica?
Não. A proposta é preservar o perfil aromático e a pureza da fruta, com vinificação focada em frescor.
8) Qual a melhor temperatura para servir?
Entre 6°C e 8°C. Quanto mais quente, mais o álcool aparece e menos a acidez “brilha”.
9) Precisa decantar?
Não precisa. Se quiser, basta deixar 2–3 minutinhos na taça para os aromas abrirem.
10) Qual taça é ideal?
Taça de branco (bojo médio). Ela segura bem o perfume da Torrontés sem “explodir” o álcool.
11) Harmoniza com o quê?
Vai muito bem com sushi, peixes, frutos do mar, comida asiática, saladas e carnes brancas.
12) Dá para guardar por quanto tempo?
Ele é melhor jovem, quando está mais vibrante e aromático. Em geral, dá para guardar alguns anos bem armazenado, mas o charme é o frescor.
13) O que significa a tampa de rosca (screw cap)?
É escolha de estilo e praticidade: ajuda a manter o vinho mais fresco e reduz risco de “cheiro de rolha”.
14) Vinho tem glúten?
Em geral, vinho é naturalmente sem glúten, mas se isso for crítico (ex.: doença celíaca), vale conferir especificações do importador/fabricante.
15) Tem sulfitos?
Quase todo vinho tem sulfitos (naturais e/ou adicionados) para estabilidade. Se você é sensível, moderação e atenção ao rótulo.
16) Qual a diferença para o Críos Torrontés 2019 que existe no seu site?
A diferença mais comum é a safra (e isso muda frescor, intensidade aromática e “energia” de boca). Este anúncio é 2022, então tende a mostrar perfil mais vibrante e jovem.
Sobre a vinícola Susana Balbo Wines
Com uma trajetória marcante no universo vinícola, Susana Balbo Wines, antes conhecida como Dominio del Plata, destaca-se como o legado da primeira enóloga da Argentina, Susana Balbo. Esta visionária, frequentemente aclamada como a “Rainha de Torrontés”, revolucionou a abordagem da Argentina para a sua variedade branca nativa, introduzindo um estilo mais moderno e vibrante.
Localizada no coração de Luján de Cuyo, uma região prestigiada por seus vinhos tintos em Agrelo, a vinícola Susana Balbo Wines é um empreendimento familiar. Fundada em 1999, a vinícola é hoje gerida por Susana, seus filhos José e Ana, e o renomado viticultor Edy del Popolo.
Embora grande parte de sua produção se origine do Vale do Uco, a vinícola mantém parcerias estratégicas com produtores de diversas regiões argentinas. Em relação a seus vinhedos, Susana Balbo Wines orgulha-se de possuir propriedades em Agrelo e Gualtallary, além de contratos de longa duração em locais como La Delfina, Los Carolinos e Brío.
A trajetória de Susana Balbo é repleta de conquistas. Em 1981, ela se destacou como a primeira enóloga formada na Argentina. Sua carreira ganhou impulso em Cafayate, onde, trabalhando na Michel Torino, ela reinventou a produção de vinhos brancos da região, consolidando o Torrontés como uma variedade emblemática da Argentina.
Ao longo dos anos, Susana se tornou uma fervorosa defensora dos vinhos brancos argentinos. Contrariando a tendência nacional de foco nos tintos, sua vinícola apresenta um portfólio robusto de vinhos brancos. Após uma passagem notável pela Catena Zapata e Martins, Susana inaugurou sua própria vinícola em 1999.
Seus vinhos e sua carreira renderam-lhe inúmeros prêmios, incluindo o título de “Mulher do Ano” pela The Drinks Business em 2015 e o prêmio BRAVO Lifetime Achievement em 2019. Além de sua influência no mundo vinícola, Susana também se destacou na política, servindo como congressista e sendo eleita presidente da Vinhos da Argentina por três mandatos.
Hoje, ao lado de seu filho José e do viticultor Edy del Popolo, Susana Balbo continua a enriquecer o legado vinícola da Argentina.
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