Ropiteau Frères AOC Gevrey-Chambertin Rouge 2020 não é apenas um vinho: é o seu passaporte particular para o terroir mais cobiçado da Borgonha.
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Cada gole desfila seda, especiarias e mineralidade, oferecendo a mesma exclusividade que colecionadores pagam fortunas para garantir — e que agora pode estar à distância de um clique.
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Vinho tinto francês – Ropiteau Frères AOC Gevrey-Chambertin Rouge 2020
Volume: 750 ml
Região: França – Gevrey-Chambertin
Safra: 2020
Produtor: Ropiteau Frères
Boca: Corpo leve a médio, elegante, equilibrado, frutado com toques de especiarias, taninos macios, boa acidez e final longo.
Nariz: Notas de frutas vermelhas e pretas, especiarias, terroso, toque de madeira e ervas frescas.
Uvas: Pinot Noir
Teor Alcoólico: 13,0% ABV
Serviço: Servir entre 15°C e 16°C. Recomenda-se decantar por 30 minutos antes de servir.
Potencial de guarda: 5 a 10 anos
Visual: Rubi médio e intenso
Amadurecimento: Vinificação em tonéis de madeira, seguida por 14 a 16 meses de amadurecimento em barricas de carvalho, sendo 20% novas.
Tipo de fechamento: Rolha de cortiça
Classificação: Seco
Harmonização: Ideal para acompanhar pratos mais leves, como carnes vermelhas magras assadas ou cozidas, carnes brancas intensas, molhos à base de tomate, ervas frescas e queijos cremosos. Sugestões: arroz de pato, atum na crosta de gergelim, mignon em redução balsâmica com purê e risoto de cogumelos.
Premiações/Pontuações: Não foram encontradas premiações específicas para a safra 2020 deste vinho.
1. Ropiteau Frères Gevrey-Chambertin 2020: ícone de Pinot Noir da Borgonha
Se você procura um tinto capaz de traduzir toda a classe da Côte de Nuits, o Ropiteau Frères Gevrey-Chambertin 2020 é o rótulo que merece um lugar de destaque na sua adega.
Elaborado 100% com Pinot Noir de parcelas selecionadas em Gevrey-Chambertin, ele equilibra potência e finesse em proporções raras. Entrega fruta limpa, taninos aveludados e uma acidez que faz o paladar vibrar do primeiro ao último gole.
2. Terroir de Gevrey-Chambertin Côte de Nuits: mineralidade e elegância
Os vinhedos de Gevrey-Chambertin repousam sobre solos calcários que afloraram após a falha geológica do Saône.
A encosta suave voltada a leste garante insolação constante, enquanto a camada de argila e ferro preserva água nos verões secos. Isso resulta em uvas pequenas, concentradas e ricas em minerais — a espinha dorsal deste grande Borgonha.
3. Vinificação e amadurecimento: 14-16 meses em carvalho francês premium
Após fermentação tradicional em tonéis de madeira, o vinho passa de 14 a 16 meses em barricas de carvalho, sendo 20% novas.
Esse estágio confere notas sutis de baunilha e especiarias doces, sem mascarar a pureza da fruta. O resultado é um corpo leve-médio, impecavelmente equilibrado.
4. Notas de degustação do Pinot Noir Borgonha 2020

No nariz, surgem cerejas escuras, framboesas maduras, pimenta-da-jamaica e um toque terroso sedutor.
Em boca, o ataque é sedoso. Taninos finos envolvem camadas de frutas vermelhas e pretas, culminando num final longo e refrescante, com leve traço de grafite que reflete o terroir calcário.
5. Harmonização gourmet: do arroz de pato ao risoto de cogumelos

A acidez alta e a textura aveludada tornam este Gevrey-Chambertin parceiro ideal para pratos como arroz de pato, atum em crosta de gergelim, filé-mignon em redução balsâmica ou risoto de cogumelos selvagens.
Queijos cremosos de vaca, como Brie trufado ou Époisses, revelam outro nível de complexidade.
6. Safra 2020 Borgonha: investimento para colecionadores exigentes
O ciclo 2020 na Borgonha uniu baixa produção e maturação perfeita das uvas, gerando tintos estruturados e vibrantes.
Enquanto concorrentes como Faiveley Vieilles Vignes 2020 já superam R$ 1.190 no Brasil, este Ropiteau Frères oferece uma relação “preço × prazer” extremamente competitiva. Além disso, tem potencial de guarda de até 10 anos.
7. Garanta o Gevrey-Chambertin que faltava na sua adega
Imagine o perfume de cerejas negras e trufas frescas se abrindo na taça, enquanto taninos sedosos alinham-se a um toque luxuoso de carvalho.
Tudo é traduzido na elegância inconfundível do Ropiteau Frères AOC Gevrey-Chambertin Rouge 2020.
Seu jantar ganha um novo patamar de sofisticação com esse Pinot Noir da Côte de Nuits, produzido em quantidades limitadas para quem exige exclusividade e caráter de guarda.
Sobre a vinícola Ropiteau Frères
Resumo em uma frase: Fundada em 1848 em Meursault, a Maison Ropiteau Frères transformou‐se numa referência de Borgonha ao longo de mais de 175 anos, com marcos que vão da aquisição das históricas Caves de l’Hôpital em 1940 à integração ao grupo Boisset e sua expansão global no século XXI, mantendo foco em Chardonnay e Pinot Noir de terroirs nobres.
História e Linha do Tempo da Ropiteau Frères
1848 – Fundação em Meursault
Jean Ropiteau, então com apenas 24 anos, criou a firma de négociant em Meursault durante o conturbado período revolucionário francês, começando a comprar mostos e vinificar nos próprios barris de carvalho da região.
1890-1930 – Primeira grande expansão
No fim do século XIX e início do XX, a casa ampliou relações de compra de uvas em toda a Côte de Beaune, consolidando‐se como especialista em brancos de Meursault e começando as primeiras exportações para o Reino Unido.
1940 – Aquisição das lendárias Caves de l’Hôpital
Auguste Ropiteau, bisneto do fundador, comprou as caves datadas dos século XVII na antiga propriedade do Hospices de Beaune — hoje coração da empresa — e também terras vitícolas extras, ato que vinculou definitivamente o nome Ropiteau à expressão “Grand Meursault”.
1960-1980 – Reconhecimento pelos brancos de prestígio
Durante essas décadas, a maison incorporou práticas de fermentação em barrica para seus Chardonnays e lançou cuvées de vinhas velhas, alcançando destaque em concursos de degustação internacionais e guias como La Revue du Vin de France.
2000 – Entrada na Boisset Collection
A família Boisset adicionou a marca ao seu portfólio, aportando capital para modernizar a adega, reforçar práticas sustentáveis e abrir novos mercados na América do Norte e Ásia, sem alterar o estilo de vinificação focado em terroir.
2010-2024 – Inovação e sustentabilidade
A vinícola adotou prensagem pneumática suave, leveduras nativas controladas e barretes de carvalho de florestas certificadas, além de transitar gradualmente para viticultura HVE (Haute Valeur Environnementale) em várias parcelas.
Filosofia de Produção
Ênfase em Chardonnay e Pinot Noir
A Ropiteau Frères concentra 80 % da sua produção em brancos de Meursault, Puligny-Montrachet e Chassagne-Montrachet, com vinificações em barricas de 228 L (20 % novas) para preservar tensão mineral. Os tintos vêm de parcelas em Gevrey-Chambertin, Pommard e Santenay, priorizando extração suave e élevage de 12-16 meses.
Caves Históricas
As Caves de l’Hôpital — galerias abobadadas de pedra datadas do século XVII — mantêm temperatura natural de 12 °C e umidade constante, condições ideais para a lenta evolução dos vinhos em barrica e garrafa.
Portfólio e Destaques Recentes
| Rótulo | AOC | Perfil |
|---|---|---|
| Meursault “Clos du Cromin” | Côte de Beaune | Notas de manteiga e avelã, final salino |
| Chassagne-Montrachet | Côte de Beaune | Fruta cítrica, baunilha sutil, acidez vibrante |
| Gevrey-Chambertin “Les Évocelles” | Côte de Nuits | Cereja negra, especiarias, taninos aveludados |
| Bourgogne Pinot Noir | Regional | Fruta vermelha fresca, acessível e gastronômico |
Reconhecimento Internacional
- Rótulos de Meursault da casa recebem regularmente 90-93 pontos em Wine Spectator e James Suckling; safras 2019 e 2020 foram particularmente elogiadas pela pureza de fruta.
- A marca é distribuída em mais de 40 países e figura entre os Top 10 exportadores de vinho branco premium da Borgonha, segundo o Bureau Interprofessionnel des Vins de Bourgogne (BIVB).
Curiosidades
Algumas barricas utilizadas no élevage são fabricadas com carvalho proveniente da floresta de Tronçais, considerada a mais fina da França.
O logotipo original trazia apenas a letra “R” estilizada; após 2000, ganhou o brasão borgonhês com dois barris cruzados, simbolizando tradição e modernidade.
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