Pearly Bay Cabernet Sauvignon-Shiraz 2019

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Vinho tinto sul-africano

Volume: 750 mL
Região: Western Cape
Safra: 2019
Boca: Taninos macios, equilibrado e com final persistente
Produtor: KWV
Uvas: Cabernet Sauvignon e Syrah/Shiraz
Teor alcoólico: 13,5%
Serviço: 15° – 16°C
Potencial de guarda: 2022
Nariz: Cereja, morango, mirtilo e pimenta preta
Visual: Vermelho-rubi
Amadurecimento: Estágio em barricas de carvalho
Harmonização: Ravióli ao sugo, samosas e Babaganoush

Gradação de 0 a 10

Doçura: 2
Tanino: 6
Acidez: 6
Frutado: 6

Breve descrição:

Com vinhos frescos e fáceis de beber, a linha de vinhos Pearly Bay nos remete então a uma baía com praias intermináveis na costa sul-africana.

Este Pearly Bay Cabernet Sauvignon-Shiraz, ou seja, feito com duas uvas muito cultivadas no país, nos entrega goles macios e persistentes, como as ondas do mar.

E exalando em taça aromas de frutas negras frescas com um leve toque de pimenta preta, é sem dúvida um par perfeito para um bom ravióli ao sugo.

 

Sobre a vinícola:

KWV, “Ko-operatieve Wijnbouwers Vereniging van Zuid Afrika” — ou seja, Associação Cooperativa de Vinicultores da África do Sul — é um grande produtor de vinhos, vinhos fortificados, conhaques e outras bebidas alcoólicas com base na região de Paarl, na África do Sul.

Foi fundada como uma cooperativa em 1918 a fim de proteger os produtores da perda de mercados após a Guerra dos Bôeres e a Primeira Guerra Mundial.

A cooperativa desenvolveu e manteve os mercados de exportação com a Europa e, no momento em que eclodia a Segunda Guerra Mundial, mudou o foco para a Ásia e África.

Na década de 1980 houve o agravamento das relações com o resto do mundo devido ao apartheid e por isso a KWV se concentrou no desenvolvimento de novos produtos para o mercado local, incluindo vinhos aromatizados.

Posteriormente, com a reabertura dos mercados estrangeiros aos produtos sul-africanos em 1990, a KWV perdeu o controle do comércio de exportação e começou a reestruturar e desenvolver novas estratégias.

Em seguida, já em 1997, ela passou de uma cooperativa a uma empresa, e hoje o acionista majoritário é a HCI, uma holding de investimentos em empoderamento de negros controlada pelo Sindicato dos Trabalhadores de Vestuário e Têxteis da África do Sul.

O lado cooperativo do negócio tornou-se a Wijngaard Co-operative.

De 1979 a 2009, a KWV foi a principal acionista da Stellenbosch Farmers ‘Co-operative (posteriormente Distell). A KWV agora é proprietária, assim como co-proprietária, de várias outras marcas em vários mercados, incluindo Roodeberg, Laborie, Golden Kaan e Pearly Bay.

Referência: www.wine-searcher.com

Veja a seguir mais rótulos da vinícola KWV

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