Se você procura um Barolo de culto, o Paolo Scavino Barolo ‘Ravera’ DOCG entrega o que o termo “Barolo Ravera” promete:
precisão, profundidade aromática e aquele frescor que projeta o vinho à mesa sem perder elegância.
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Para quem investe em grandes garrafas, este rótulo alia terroir de prestígio, guarda longa e versatilidade gastronômica com pratos nobres.
É a escolha certa para uma ocasião especial — e para a sua adega.
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Vinho tinto italiano – Paolo Scavino Barolo ‘Ravera’ DOCG
Volume: 750 ml
Região: Barolo, Piemonte, Itália
Safra: a confirmar na página (pode variar por lote)
Produtor: Paolo Scavino
Boca: estruturado e vibrante, com taninos finos; camadas de cereja preta, romã, alcaçuz e notas salinas/minerais, final longo e tenso
Nariz: rosa seca, cereja, sálvia, menta, pimenta branca e toques de giz
Uvas: Nebbiolo (100%)
Teor Alcoólico: 14,5%
Serviço: 16–18 °C; taça Borgonha/Grand Cru
Potencial de guarda: 10–25 anos (dependendo da safra)
Visual: rubi-granada, reflexos alaranjados com evolução
Amadurecimento: cerca de 24 meses em combinação de barricas francesas, botti grandes e inox; afinamento em garrafa
Tipo de fechamento: rolha de cortiça natural
Decantação: 1–2 h
Classificação: Seco
Harmonização: ossobuco, risoto de funghi e trufas, costeleta de cordeiro, carne de caça, queijos curados (Parmigiano-Reggiano)
Premiações/Pontuações: Wine Spectator 96 (2017); Jeb Dunnuck 95 (2019); James Suckling 95 (2021); Wine Enthusiast 94 (2020)
1. Barolo Ravera DOCG: terroir que privilegia elegância
O cru Ravera, em Novello, reúne altitude, solos calcários e boa amplitude térmica.
Esse conjunto entrega Nebbiolos tensos, aromáticos e com acidez que sustenta a longevidade.
É um estilo que combina profundidade e precisão, sem perder finesse.
2. Nebbiolo de precisão: viticultura e colheita
Nebbiolo exige exposições privilegiadas e rendimentos contidos.
A seleção de cachos é rigorosa, visando maturação fenólica plena.
A colheita costuma ocorrer tarde, preservando acidez e perfis florais.
3. Vinificação e amadurecimento sob medida
A fermentação privilegia extração fina para taninos polidos.
O amadurecimento combina recipientes de madeira e grandes botti, preservando fruta e terroir.
O afinamento em garrafa integra os elementos e prepara o vinho para a mesa.
4. Notas de degustação: o que esperar na taça

No nariz, rosa seca, cereja, framboesa e toques de alcaçuz e giz.
Em boca, corpo médio+ a cheio, taninos firmes e textura sedosa.
Final longo, salino e refrescante, pedindo mais um gole.
5. Serviço perfeito: taça, decanter e momento
Use taça ampla tipo Borgonha/Grand Cru para ampliar aromas.
Abra com antecedência; decante 1–2 horas nas safras jovens.
Sirva entre 16 e 18 °C para preservar frescor e complexidade.
6. Harmonizações assinatura para alto padrão

Cordeiro grelhado com ervas realça a estrutura e os taninos.
Ossobuco com gremolata acompanha a acidez e os toques de especiarias.
Risoto de funghi e trufas faz eco aos traços terrosos e florais.
7. Janela de consumo e guarda por safra
Safras mais quentes tendem a ser acessíveis mais cedo, com fruta mais generosa.
Safras clássicas pedem paciência e evoluem em camadas por décadas.
Se possível, compre duas garrafas: uma para agora e outra para porão.
8. Ravera x outros crus de Barolo: o diferencial
Ravera privilegia tensão e verticalidade, com salinidade notável.
Comparado a Bussia ou Ginestra, tende a menos opulência e mais precisão.
É escolha de colecionadores que valorizam elegância e longevidade.
9. Para quem é este vinho
Para apreciadores de alta classe que buscam rótulos de terroir, colecionáveis e gastronômicos.
Para quem valoriza vinhos que evoluem lindamente com o tempo.
Para mesas especiais e menus degustação com ingredientes nobres.
10. Garanta sua garrafa do cru Ravera
Textura sedosa, taninos lapidados e uma mineralidade que persiste por longos segundos:
o Barolo “Ravera” de Paolo Scavino é a garrafa certa para coroar momentos raros.
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FAQ
O Paolo Scavino Barolo “Ravera” é seco?
Sim, é um tinto seco de Nebbiolo, com acidez firme e taninos refinados.
Qual a taça ideal?
Use taça ampla tipo Borgonha/Grand Cru para expandir os aromas e suavizar taninos.
Precisa decantar?
Nas safras jovens, decante por 1–2 horas; nas mais evoluídas, avalie no serviço.
Qual prato assinatura combina melhor?
Cordeiro, ossobuco ou risoto de trufas destacam o perfil floral e a estrutura.
Quanto tempo posso guardar?
Entre 10 e 25 anos, variando conforme a safra e as condições de armazenamento.
Sobre a vinícola Paolo Scavino
Fundada em 1921, em Castiglione Falletto, pela dupla pai‑e‑filho Lorenzo e Paolo, a casa Paolo Scavino nasceu como pequena propriedade agrícola e tornou‑se um dos nomes mais influentes do Barolo.
Enrico Scavino começou a trabalhar muito cedo (1951) e liderou a modernização técnica, mantendo foco obsessivo em uvas sãs e vinificação limpa.
Nos anos 1990 chegaram os rotofermentadores (1993) e ocorreu a transição de botti eslavônios para carvalho francês (1996–1999). O uso de madeira nova foi reduzido e o envelhecimento passou a privilegiar grandes tonéis, reforçando a pureza do Nebbiolo.
Hoje a família gere ~30 ha exclusivamente na área de Barolo, com parcelas em 8 dos 11 municípios e atuação em 20 crus históricos. Parte das uvas (10%–30%) é vendida a granel para manter padrões rigorosos.
Marcos do portfólio: em 1978, o Bric dël Fiasc virou o primeiro Barolo de vinhedo único da casa. Depois vieram movimentos estratégicos como Cannubi (1985), Rocche Annunziata (1990), Bricco Ambrogio (2002) e Monvigliero (2007). A linha Carobric blendou três terroirs icônicos, e Rocche Annunziata tornou‑se a Riserva constante.
Em 2011, a vinícola celebrou 90 anos com o Barolo Riserva “Novantesimo”, seleção de parcelas históricas da propriedade.
Ravera, em Novello, entrou na história recente da casa: a experiência começou em 2015. O sítio, voltado a leste e a ~430 m de altitude, soma ~2,7–2,8 ha e costuma ser o último a ser colhido, entregando tensão e frescor.
Em 25 de fevereiro de 2024, Enrico Scavino faleceu aos 82 anos. A gestão segue com as filhas Enrica e Elisa, que já atuavam ao lado do pai, preservando o foco em vinhos de terroir e microvinificações por parcela.
Na adega, a filosofia atual combina fermentações separadas por talhão, macerações de 8–12 dias e, para os Barolos não‑riserva, um ciclo de maturação que integra barricas neutras, botti grandes, inox e estágio em garrafa — sempre para realçar o caráter de cada cru.
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