Quer um Malbec argentino pronto para a parrilla, encorpado e sedoso? O Las Perdices Reserva Malbec 2022 nasce em Agrelo (Luján de Cuyo, Mendoza) a 1.030 m e passa 12 meses em carvalho novo — 50% francês, 50% americano — entregando taninos macios, fruta vermelha vibrante e final longo.
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Versátil na mesa, é parceiro ideal de churrasco e massas ricas. Sirva a 16–18 °C, guarde por 5–7 anos e espere um perfil gastronômico que conversa com cortes bovinos e queijos duros — escolha segura para quem prioriza qualidade e custo‑benefício.
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Vinho tinto argentino – Las Perdices Reserva Malbec 2022
Volume: 750 ml
Região: Agrelo, Luján de Cuyo, Mendoza, Argentina
Safra: 2022
Produtor: Viña Las Perdices
Boca: Suave e equilibrado, com frutas (ameixa, frutas vermelhas), violeta, toques de chocolate e café; taninos macios e maduros; final agradável e longo
Nariz: Frutas vermelhas (framboesa), com notas de baunilha e café oriundas da passagem por carvalho
Uvas: 100% Malbec
Teor Alcoólico: 14,5% ABV
Serviço: 16–18 °C
Potencial de guarda: 5–7 anos
Visual: Rubi intenso com reflexos violáceos
Amadurecimento: 12 meses em carvalho novo (50% francês, 50% americano)
Tipo de fechamento: Rolha de cortiça
Decantação: 25 minutos
Classificação: Seco
Harmonização: Carnes e vegetais grelhados, massas e queijos duros (ex.: picanha com chimichurri, cordeiro assado, legumes grelhados com queijo curado)
Premiações/Pontuações: Vivino (usuários): ~3,8/5 para o rótulo; Wine-Searcher (todas as safras): média 87/100 em 11 avaliações de críticos
1. Las Perdices Reserva Malbec 2022
A safra 2022 do Las Perdices Reserva Malbec reúne fruta vibrante, elegância e carvalho bem integrado. Ele nasce em Agrelo (Luján de Cuyo), a 1.030 m de altitude, e amadurece por 12 meses em barricas novas (metade francesas, metade americanas).
Entrega um tinto envolvente, gastronômico e com personalidade. É daqueles que pedem mais um gole e um bom corte na grelha.
2. Malbec de Agrelo (Luján de Cuyo)
Agrelo é sinônimo de Malbec de altitude com dias ensolarados e noites frescas. A amplitude térmica preserva aromas de frutas vermelhas e a típica violeta do varietal.
O terroir confere concentração com frescor, taninos macios e final longo. É a assinatura clássica de Luján de Cuyo.
3. 12 meses em carvalho francês e americano
O carvalho francês agrega complexidade aromática e sensação de redondez em boca. O americano intensifica sabores e evoca café e chocolate.
O resultado é um tinto mais estruturado, com textura cremosa e camadas que se revelam a cada minuto na taça.
4. Notas de degustação do Malbec argentino

Nariz: framboesa, ameixa e lembranças de baunilha e café do estágio em madeira.
Boca: macio, equilibrado, com ciruelas, guindas, violeta, chocolate e café.
Os taninos são maduros, e o final é longo e agradável. Um vinho seco que combina intensidade e elegância.
5. Teor alcoólico 14,5% e perfil de corpo
Com 14,5% de álcool, posiciona-se entre os encorpados de Mendoza. Mantém equilíbrio, ideal para pratos mais estruturados.
Esse patamar alcoólico conversa bem com gordura e proteína das carnes.
6. Como servir (temperatura e decantação)
Sirva entre 16–18 °C para destacar camadas de fruta e especiarias. Decante por ~25 minutos antes de apreciar.
Esse cuidado suaviza a madeira jovem e abre os aromas florais, elevando a experiência.
7. Harmonização com carnes e queijos

Carnes e vegetais grelhados, massas com molho de tomate ou ragu e queijos duros como parmesão.
Para brilhar: picanha com chimichurri, cordeiro assado e legumes na brasa com queijo curado.
Versatilidade e presença à mesa, sem perder a elegância.
8. Potencial de guarda 5–7 anos
Para a adega, o potencial de guarda é de 5 a 7 anos em condições adequadas. A fruta generosa e a estrutura do carvalho sustentam evolução positiva.
Abrir jovem entrega potência e frescor. Guardar revela mais especiarias e integração.
9. Fechamento em rolha de cortiça
A rolha de cortiça favorece micro-oxigenação lenta e evolução elegante. Excelente para quem pretende guardar algumas garrafas.
Garante vedação confiável e experiência tradicional.
10. Avaliações e reputação do rótulo
Entre consumidores, o rótulo mantém avaliação sólida dentro da categoria Malbec Reserva.
Mostra consistência de safra para safra, sinal de qualidade e ótimo custo-benefício.
É uma escolha segura para quem busca o estilo clássico de Mendoza.
11. Desejo em taça: um Malbec que chama para a parrilla
Aromas de fruta vermelha suculenta e framboesa unem-se a toques de baunilha e café da passagem por carvalho. Em boca, textura sedosa, violeta em evidência e final longo — perfeito para churrasco, massas ricas e queijos curados.
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Sobre a vinícola Viña Las Perdices
A Viña Las Perdices é um exemplo de como tradição familiar, inovação tecnológica e visão de futuro podem andar juntas nos vinhedos de Mendoza. Fundada oficialmente em 2004, mas com raízes que remontam à chegada de Juan Muñoz López em 1952, a bodega hoje cultiva mais de 85 hectares em Agrelo, a mais de 1 000 m de altitude, trabalha mais de 20 castas e exporta vinhos para dezenas de países. Ao longo de sete décadas, a empresa marcou sua trajetória com marcos como a construção da vinícola em 2002, o lançamento de linhas inovadoras como Chac Chac e o pioneirismo em embalagens sustentáveis, sempre respaldada por pontuações de destaque e certificações de sustentabilidade.
Raízes familiares e primeiras videiras
Juan Muñoz López deixou a Andaluzia em 1952 e se instalou em Mendoza em 1954, iniciando o cultivo de videiras em 1958.
Em 1972 a família adquiriu a atual propriedade em Agrelo, Luján de Cuyo, começando a consolidar um terroir que hoje é referência.
Consolidação em Agrelo
Os vinhedos ficam entre 990 e 1 030 m de altitude, sobre solos aluviais de textura franco‑argilosa, favorecendo maturação lenta e concentração aromática.
Atualmente são mais de 85 hectares com colheita manual em caixas de 17 kg para preservar a integridade dos cachos.
A construção da vinícola e a primeira safra
A obra da bodega foi iniciada em 2002 com o objetivo de elaborar tintos e brancos de alta qualidade que expressem Agrelo.
Dois anos depois, em 2004, Juan Carlos e Nicolás Muñoz engarrafaram a primeira safra de Las Perdices, dando início a uma trajetória de vinhos autorais e grande aceitação internacional.
Portfólio diversificado e inovação constante
O catálogo cresceu para 24 rótulos, incluindo linhas que exploram variedades pouco comuns na Argentina, como Albariño e Ancellotta.
Em 2024, a bodega lançou o primeiro “pouch wine” do país, unindo praticidade e menor pegada de carbono.
Reconhecimento global
Las Perdices acumula prêmios nacionais e internacionais, com pontuações acima de 90 pontos em guias como Descorchados e Tim Atkin, além de medalhas no Decanter World Wine Awards.
As exportações já alcançam mercados como Brasil, EUA e Chile, com milhares de remessas anuais registradas em bases aduaneiras.
Compromisso com a sustentabilidade
A vinícola aderiu ao Protocolo de Sustentabilidade de Bodegas de Argentina, implementando práticas de manejo responsável da água e energia.
Iniciativas como uso de embalagens leves e energias renováveis integram o plano estratégico ao horizonte 2030, posicionando a marca entre as líderes verdes do país.
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