Gran Alma Negra 2018: imagine servir, num jantar íntimo, um tinto tão profundo que ganhou o apelido de “Alma Negra”. Avaliado em 93 pontos por Antonio Galloni e produzido em quantidades reduzidas, ele promete encantar até os colecionadores mais exigentes.
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Vinho tinto argentino – Gran Alma Negra 2018
Volume: 750 ml
Região: Mendoza (Valle de Uco), Argentina
Safra: 2018
Produtor: Tikal (Ernesto Catena)
Boca: Encorpado, taninos firmes mas elegantes, final persistente com toques de frutas negras, especiarias, couro e cacau
Nariz: Aromas complexos de ameixa, cereja, baunilha, chocolate, notas defumadas e terrosas
Uvas: Blend secreto (Mistério I), à base de Malbec, possivelmente com Bonarda
Teor Alcoólico: 14 %
Serviço: 16–18 °C (recomendado), pode harmonizar com carnes grelhadas ou cordeiro
Potencial de guarda: 7–10 anos (algumas fontes indicam guarda de 10 + anos)
Visual: Cor muito escura, quase negra, intensa
Amadurecimento: Envelhecido em barricas de carvalho francês por longo período
Tipo de fechamento: Não documentado (provavelmente rolha de cortiça tradicional)
Classificação: Seco
Harmonização: Carnes vermelhas grelhadas, churrasco, cordeiro, bife de lombo
Premiações/Pontuações: 93 pontos – Antonio Galloni 2018
1. Gran Alma Negra 2018: vinho argentino premium de 93 pontos
Quando Antonio Galloni concedeu 93 pontos a esta safra, ele selou o status do Gran Alma Negra como um dos tintos mais desejados da Argentina.
Produzido em micro-lotes, o rótulo reúne as melhores barricas do Alma Negra original, amadurecendo por mais tempo em carvalho francês.
O resultado é um tinto exuberante, profundo e de produção limitadíssima — perfeito para quem coleciona vinhos de alta gama.
2. Ernesto Catena: arte e inovação no terroir de Mendoza
Filho de Nicolás Catena, Ernesto é conhecido por combinar viticultura biodinâmica, design ousado e cortes nada convencionais.
Em seu projeto Tikal, ele transforma o Vale do Uco em palco de vinhos que unem tradição e vanguarda.
Tudo isso com foco absoluto em elegância, autenticidade e identidade argentina.
3. Blend Secreto Mistery I: a essência do corte exclusivo
O Gran Alma Negra nasce de um blend secreto Mistery I, que muitos associam a Malbec e Bonarda em proporções guardadas a sete chaves.
O resultado é um tinto de cor quase negra, taninos polidos e estrutura de encher a boca.
É um vinho capaz de evoluir com graça por mais de dez anos na adega, sem perder frescor nem intensidade.
4. Notas de degustação: potência, elegância e camadas de sabor

No nariz, surgem ameixas maduras, chocolate, violetas e um leve toque defumado.
Em boca, é encorpado, com taninos aveludados, frutas negras, especiarias e cacau.
O final é persistente e sedutor — a definição de complexidade para quem busca intensidade sem perder finesse.
5. Harmonização com carnes vermelhas: experiência gastronômica de alto nível

Este vinho brilha ao lado de bife de chorizo, cordeiro ao forno ou churrasco argentino.
Também eleva pratos de caça, embutidos finos e queijos curados.
Sirva entre 16 e 18 °C e permita alguns minutos na taça para que as camadas aromáticas se revelem por completo.
6. Por que comprar Gran Alma Negra agora: investimento e prazer
Com produção escassa, alta pontuação e preço que ainda cabe no bolso de quem valoriza rótulos de caráter único, o Gran Alma Negra 2018 tende a ganhar complexidade e valor com o tempo.
Seja para consumo imediato em ocasiões especiais ou como investimento na adega, ele entrega tudo o que um grande vinho argentino pode oferecer.
7. Edição Limitada: garanta o gran finale da sua adega
Produzido em micro-lotes selecionados a partir das melhores barricas do consagrado Alma Negra, o Gran Alma Negra 2018 alia corpo sedoso, 93 pontos de Antonio Galloni e potencial de guarda superior a dez anos.
É um tinto pensado para colecionadores que prezam exclusividade e sofisticação.
Em razão da demanda internacional e da produção reduzida, cada garrafa some rapidamente das prateleiras especializadas, sobretudo nas importadoras brasileiras de alto padrão.
Se você deseja um vinho que impressione em jantares privativos ou que valorize sua adega premium a longo prazo, este é o momento de agir.
Sobre a vinícola Tikal
Ernesto Catena, descendente de uma linhagem italiana de enólogos de quatro gerações, fundou a Tikal com uma visão artística e humanista. Inspirado pelo Renascimento, ele vê o universo do vinho como uma tela em branco, desde o cultivo das uvas até o momento em que o vinho é servido.
Com a palavra-chave “Tikal” em mente, Ernesto sempre buscou colaboradores com uma chama criativa ardente, garantindo que a essência da marca fosse mantida. A colaboração é a alma da Tikal, permeando desde o cultivo até as estratégias de mercado. A equipe valoriza a paixão, o aprendizado contínuo e a busca pela excelência, não apenas no sabor dos vinhos, mas também na essência com que são produzidos. Para eles, momentos simples, como desfrutar de uma refeição e saborear o vinho, são os mais preciosos.
Com o passar dos anos, a Tikal se transformou em uma obra-prima. Seu vinhedo biodinâmico foi esculpido para ser admirado do alto, evocando a grandiosidade das antigas cidades maias e incas. A vinícola é um santuário de biodiversidade, onde a fauna e flora coexistem, promovendo equilíbrio e harmonia. O Jardim de Rosas é uma ode ao Sol, enquanto o Labirinto de Vinhas celebra a Lua com ritmos e danças.
A Tikal não é apenas uma vinícola, mas um refúgio onde a arte e a natureza se entrelaçam. Para mergulhar nesse universo mágico, a Tikal convida todos a conhecerem o lar de Ernesto Catena, o poeta del vino.
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