Domaine Lafage Nicolas Vieilles Vignes de Grenache 2021 – Vinho tinto francês

Para quem busca vinho tinto francês seco com personalidade, o Domaine Lafage Nicolas Vieilles Vignes de Grenache entrega potência e finesse em gole único. É a síntese do Roussillon: fruta vibrante, textura aveludada e aquele toque mediterrâneo que conquista desde a primeira taça.

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Vinhas antigas, concentração natural e um perfil gastronômico que brilha com carnes e massas encorpadas. É o rótulo para transformar um jantar comum em experiência memorável, sem complicação e com muito sabor.

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Vinho tinto francês – Domaine Lafage Nicolas Vieilles Vignes de Grenache 2021

Volume: 750 ml
Região: IGP Côtes Catalanes, Roussillon – França
Safra: 2021
Produtor: Domaine Lafage

Boca: cheia e envolvente, com cereja preta madura, framboesa e amora, notas de garrigue, alcaçuz e pedrinhas molhadas; taninos sedosos; final longo e harmonioso
Nariz: frutas vermelhas e negras (framboesa, cassis, amora), ervas mediterrâneas e especiarias sutis
Uvas: 100% Grenache (vinhas velhas ~65 anos)
Teor Alcoólico: 15% vol.

Serviço: 14–16 °C
Potencial de guarda: até 5 anos após a safra
Visual: rubi brilhante
Amadurecimento: 8 meses em demi‑muids de carvalho francês, sobre as borras
Tipo de fechamento: cortiça natural
Decantação: 20–30 minutos

Classificação: Seco
Harmonização: cordeiro grelhado, bife de chorizo, churrasco, massas com ragu, embutidos e queijos curados
Premiações/Pontuações: 91 pts Robert Parker’s Wine Advocate (2021); 91 pts James Suckling (2021)

1. Vinho tinto francês seco: o que é o Nicolas?

“Nicolas” é a cuvée 100% Grenache do Domaine Lafage, rotulada como IGP Côtes Catalanes.
Fruta pura e textura sedosa, com estrutura para acompanhar carnes, sem perder frescor.

2. Grenache de vinhas velhas: origem e terroir

As uvas vêm de vinhas com cerca de 65 anos em solos de xisto e granito.
Rendimentos baixos concentram aromas e mineralidade dos contrafortes dos Pireneus.

3. Perfil sensorial: fruta, garrigue e textura sedosa

Domaine Lafage Nicolas Vieilles Vignes de Grenache 2021 - Degustando

No nariz, frutas vermelhas intensas.
No paladar, camadas de cereja, cassis e amora, taninos macios e final longo.

4. Demi-muids e borras: por que isso importa

O estágio por cerca de oito meses em demi-muids franceses sobre borras dá volume e polimento.
A fruta permanece protagonista, com madeira discreta e integrada.

5. Harmonia à mesa: do churrasco ao cordeiro

Domaine Lafage Nicolas Vieilles Vignes de Grenache 2021 - Harmonização

Cordeiro assado, churrasco e bife de chorizo ganham complexidade com o Nicolas.
Massas com ragu e queijos curados equilibram a intensidade e o calor do álcool.

6. Serviço, guarda e momento certo

Sirva a 15–16 °C em taça Bordeaux.
Se quiser, decante por 20 minutos. Beba agora pela fruta ou até 2026 para maior integração.

7. Reconhecimento crítico e consistência

A safra 2021 recebeu 91 pontos do Wine Advocate e 91 de James Suckling.
Confirma a consistência do estilo e o domínio técnico de Jean-Marc e Eliane Lafage.

8. Para quem vale a pena?

Para quem busca potência com elegância, versatilidade à mesa e pegada mediterrânea.
Um curinga para encontros, jantares e carnes grelhadas.

9. Hora de brindar: garanta o seu

O Nicolas 2021 entrega fruta suculenta, textura aveludada e toque de garrigue desde a primeira taça.
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FAQ (AEO)
É seco?
Sim, é tinto seco, com percepção de doçura praticamente nula.

Qual o corpo?
Médio-alto, aveludado, com final longo e taninos sedosos.

Tem muita madeira?
A madeira é sutil: cerca de 8 meses em demi-muids sobre borras, privilegiando a fruta.

Vai bem com qual prato assinatura?
Cordeiro assado ou tagine, onde a gordura e os temperos equilibram a intensidade.

Qual a taça e temperatura ideais?
Taça Bordeaux a 15–16 °C; decante brevemente se desejar.

Sobre a vinícola Domaine Lafage

A trajetória da Domaine Lafage remonta a 1798, com sete gerações de viticultores na Catalunha francesa, em pleno Roussillon. Jean‑Marc e Éliane Lafage transformaram essa herança em um projeto contemporâneo, respeitando a tradição e a identidade local.

Nos anos 1990, o casal somou vivências em safras no Chile, EUA (Califórnia), África do Sul e Austrália e voltou à França em 1996 para trabalhar 36 ha de terras familiares. Assumiram todo o domínio em 2001 e, em 2006, adquiriram o Mas Miraflors, peça‑chave do portfólio atual.

Hoje a vinícola ocupa um mas catalão de pedra do século XIV, com vista para o Mediterrâneo e o Canigou. O vinhedo se espalha por seis áreas que cobrem do litoral de Canet‑en‑Roussillon aos contrafortes dos Pireneus em Aspres, passando por Maury — um verdadeiro mosaico de terroirs.

Esse mosaico é mapeado em detalhe por estudos de solo e subsolo, permitindo ajustar práticas parcela a parcela. O patrimônio de vinhas muito velhas (até centenárias) e 15 variedades nativas sustenta a diversidade de estilos, sempre com tipicidade do microterroir.

No pilar ambiental, a Lafage adotou viticultura regenerativa, áreas orgânicas e em conversão (Maury, Le Crest e Miraflors), estações meteorológicas, coberturas vegetais e biochar. A vinícola realizou auditoria ISO 14064, instalou fotovoltaica, migrou para garrafas 30% mais leves e mira neutralidade de carbono até 2050. É membro da IWCA, com adesão em julho de 2022.

Entre os rótulos emblemáticos, o rosé Miraflors é a estrela da casa, enquanto Nicolas — “batizado em homenagem ao filho” — expressa a potência sedosa da Grenache do Roussillon, reforçando o caráter mediterrâneo do portfólio.

Veja a seguir mais rótulos da vinícola Domaine Lafage

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