Crios Susana Balbo Torrontés 2019 – Vinho branco argentino

Se você curte branco aromático, fresco e com cara de “primeiro gole e sorriso”, o Vinho Branco Crios Susana Balbo Torrontés 2019 entra fácil na lista. Ele entrega perfume, leveza e um toque de cremosidade que deixa tudo mais gostoso.

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E tem um detalhe que eu adoro: a Torrontés aqui vem de zonas altas (Cafayate e Vale do Uco), o que ajuda a manter o vinho vibrante e com final mais mineral — perfeito pra comida leve, asiática e frutos do mar.

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Vinho branco argentino – Crios Susana Balbo Torrontés 2019

Volume: 750 ml
Região: Cafayate (Salta) e Vale do Uco (Mendoza), Argentina
Safra: 2019
Produtor: Susana Balbo Wines (Dominio del Plata)

Boca: Acidez brilhante, sutil cremosidade e final longo com pegada mineral, mantendo o conjunto bem fresco.
Nariz: Cítricos, maracujá, lichia e flores brancas (aquela vibe floral/aromática típica da Torrontés).
Uvas: 100% Torrontés
Teor Alcoólico: 13% vol.

Serviço: 8°C a 10°C (se quiser bem gelado, balde com gelo ajuda).
Potencial de guarda: Melhor jovem; estimativa de até ~4 anos a partir da safra (varia com armazenamento).
Visual: Amarelo‑palha com reflexos esverdeados.
Amadurecimento: Sem barrica; conservação/maturação sur lie por 3 meses para dar mais estrutura.
Tipo de fechamento: Tampa de rosca (screw cap).

Classificação: Branco seco.
Harmonização: Comida asiática e fusão, sushi, saladas, peixes e frutos do mar (especialmente caranguejo), carnes brancas; também vai bem com sobremesas cítricas/cremosas.
Premiações/Pontuações: 88 pontos (Oz Clarke) para o Crios Torrontés 2019; safras anteriores têm histórico de boas notas, mas pontuações variam por colheita.

1. Torrontés argentino 2019: por que o Crios é tão fácil de gostar

Torrontés é a uva branca‑ícone da Argentina quando o assunto é perfume: floral, cítrica, cheia de personalidade. No Crios, a ideia é exatamente essa: ser direto, jovem e “frutado‑aromático”, sem complicar.

O resultado é um branco seco, refrescante e super gastronômico — ótimo pra quem quer sair do básico sem entrar em vinhos difíceis.

2. Cafayate e Vale do Uco: altitude e frescor no vinho branco

A base do vinho vem de Cafayate (Salta) e Vale do Uco (Mendoza) — duas origens que, juntas, ajudam a equilibrar perfume com frescor. A ficha técnica aponta altitude média por volta de 1.700 m, o que costuma favorecer acidez e aromas mais definidos.

Na prática, é aquela sensação de vinho “limpo”, com energia, e que não cansa no segundo copo.

3. Vinificação sur lie: textura cremosa sem ficar pesado

Aqui tem um ponto bem legal: a vinificação é feita com temperatura máxima em torno de 13°C e, depois, o vinho fica sobre as lías por 3 meses para ganhar estrutura e uma cremosidade sutil.

E o estilo é claramente “sem maquiagem de madeira”: a proposta é preservar fruta, flores e aquela pegada mineral no final.

4. Notas de degustação: cítricos, flores brancas e final mineral

Crios Susana Balbo Torrontés 2019 - Degustando

No nariz, ele vai direto em cítricos, maracujá, lichia e flores brancas — o tipo de aroma que já perfuma a taça mesmo antes do gole.

Na boca, a acidez aparece brilhante, com uma cremosidade discreta (mérito do sur lie) e um final longo e mineral que dá vontade de harmonizar com comida.

5. Como servir o Crios Torrontés: temperatura, taça e “truque” simples

Eu gosto de servir Torrontés um tiquinho menos gelado do que a gente costuma fazer no calor: 8°C a 10°C preserva o frescor sem “travar” os aromas florais.

E como é tampa de rosca, é abrir e servir. Ainda assim, vale um truque: abrir com antecedência e deixar o vinho “respirar” um pouco na taça pode ajudar a mostrar mais o lado aromático.

6. Harmonização com Torrontés: sushi, frutos do mar e cozinha asiática

Crios Susana Balbo Torrontés 2019 - Harmonização

Aqui ele brilha: comida asiática e fusão, sushi, peixes e frutos do mar (caranguejo é um clássico), além de saladas e carnes brancas.

Se quiser sair do óbvio, eu adoro a ideia de testar com sobremesa cítrica ou cremosa (tipo torta de limão mais leve). Funciona porque o vinho é aromático e tem acidez pra segurar.

7. Pontuação 2019 e perfil do rótulo: o que esperar no copo

O Crios Torrontés 2019 aparece avaliado com 88 pontos por Oz Clarke, descrito como um branco seco, “snappy”, limonado e com toque mais pithy/”mordidinho”, em garrafa de screw cap.

Eu leio isso como: um estilo bem gastronômico e refrescante, mais focado em acidez e textura do que em explosão perfumada exagerada.

8. Para quem eu recomendo o Crios Torrontés 2019

Pra quem quer um branco seco aromático (sem ser doce), com perfume bonito e boca que acompanha comida.

Também é uma ótima porta de entrada pra quem já curte Sauvignon Blanc, mas quer algo mais floral — e, ao mesmo tempo, bem fácil de entender.

9. Comparação rápida: Crios vs outros Torrontés argentinos

Se você pega Torrontés muito “perfumeiro”, às vezes o vinho fica menos gastronômico. O Crios tende a equilibrar: aroma presente, mas com acidez e final mineral sustentando o conjunto.

E o uso de sur lie ajuda a deixar a textura mais interessante, sem precisar de madeira.

10. Onde faz sentido garantir a sua garrafa do Crios Torrontés 2019

Se a sua ideia é ter um branco argentino aromático, seco e muito versátil pra comida, esse rótulo entrega exatamente isso — e é um daqueles vinhos que resolvem do sushi ao jantar leve sem esforço: [clicando neste link]

FAQ — Vinho Branco Crios Susana Balbo Torrontés 2019

1) Esse anúncio é mesmo da safra 2019?
Sim: o rótulo ofertado é o Crios Susana Balbo Torrontés 2019 (cosecha 2019). Só vale conferir no recebimento se o ano está impresso no contrarrótulo/garrafa.

2) Esse Torrontés é doce ou seco?
Ele é um branco seco. O que engana às vezes é o perfume bem frutado e floral, que dá sensação “mais macia”, mas o estilo é seco e fresco.

3) Qual é a uva Torrontés?
É a uva branca aromática mais emblemática da Argentina: muito floral, cítrica e perfumada, ótima para quem gosta de vinhos expressivos no aroma.

4) De onde vem esse Crios Torrontés?
As uvas vêm de áreas de altitude na Argentina, com destaque para Cafayate (Salta) e Vale do Uco (Mendoza), ajudando a manter frescor e vibração.

5) Qual o teor alcoólico?
13% vol. (padrão para esse estilo).

6) Qual é o volume da garrafa?
750 ml.

7) Ele passa por barrica? Fica amadeirado?
Não é um vinho “amadeirado”. A proposta aqui é preservar fruta, flores e frescor, sem aquele sabor de madeira.

8) Qual a melhor temperatura para servir?
Eu recomendo 8°C a 10°C. Bem gelado fica refrescante, mas nessa faixa o aroma aparece com mais charme.

9) Precisa decantar?
Não precisa. É abrir e servir. Se quiser realçar o aroma, deixe alguns minutos na taça antes do primeiro gole.

10) Com quais comidas ele combina mais?
Vai muito bem com sushi, peixes, frutos do mar, saladas e cozinha asiática (inclusive pratos levemente picantes). Também é ótimo para aperitivo.

11) Quanto tempo posso guardar?
É melhor jovem, pela pegada aromática e fresca. Em geral, dá para curtir bem por alguns anos se ficar bem armazenado (local fresco, sem luz e sem variações de temperatura).

12) Quanto tempo dura depois de aberto?
Se você tampar e guardar na geladeira, costuma ficar bem por 2 a 3 dias, mantendo o frescor.

13) O fechamento é rolha ou rosca?
Normalmente vem com tampa de rosca, prática e ótima para manter a vivacidade do vinho.

14) Vinho tem sulfitos?
A grande maioria dos vinhos tem sulfitos em algum nível. Se você é sensível, vale moderar e, quando necessário, buscar a declaração do produtor no rótulo/contrarrótulo.

15) É um bom vinho para presente?
Sim, especialmente para quem gosta de brancos aromáticos e fáceis de gostar. A Torrontés tem aquele “efeito uau” no aroma que impressiona rápido.

Sobre a vinícola Susana Balbo Wines

Com uma trajetória marcante no universo vinícola, Susana Balbo Wines, antes conhecida como Dominio del Plata, destaca-se como o legado da primeira enóloga da Argentina, Susana Balbo. Esta visionária, frequentemente aclamada como a “Rainha de Torrontés”, revolucionou a abordagem da Argentina para a sua variedade branca nativa, introduzindo um estilo mais moderno e vibrante.

Localizada no coração de Luján de Cuyo, uma região prestigiada por seus vinhos tintos em Agrelo, a vinícola Susana Balbo Wines é um empreendimento familiar. Fundada em 1999, a vinícola é hoje gerida por Susana, seus filhos José e Ana, e o renomado viticultor Edy del Popolo.

Embora grande parte de sua produção se origine do Vale do Uco, a vinícola mantém parcerias estratégicas com produtores de diversas regiões argentinas. Em relação a seus vinhedos, Susana Balbo Wines orgulha-se de possuir propriedades em Agrelo e Gualtallary, além de contratos de longa duração em locais como La Delfina, Los Carolinos e Brío.

A trajetória de Susana Balbo é repleta de conquistas. Em 1981, ela se destacou como a primeira enóloga formada na Argentina. Sua carreira ganhou impulso em Cafayate, onde, trabalhando na Michel Torino, ela reinventou a produção de vinhos brancos da região, consolidando o Torrontés como uma variedade emblemática da Argentina.

Ao longo dos anos, Susana se tornou uma fervorosa defensora dos vinhos brancos argentinos. Contrariando a tendência nacional de foco nos tintos, sua vinícola apresenta um portfólio robusto de vinhos brancos. Após uma passagem notável pela Catena Zapata e Martins, Susana inaugurou sua própria vinícola em 1999.

Seus vinhos e sua carreira renderam-lhe inúmeros prêmios, incluindo o título de “Mulher do Ano” pela The Drinks Business em 2015 e o prêmio BRAVO Lifetime Achievement em 2019. Além de sua influência no mundo vinícola, Susana também se destacou na política, servindo como congressista e sendo eleita presidente da Vinhos da Argentina por três mandatos.

Hoje, ao lado de seu filho José e do viticultor Edy del Popolo, Susana Balbo continua a enriquecer o legado vinícola da Argentina.

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