Cosechas Antiguas Nicolás Catena Zapata 2009 não é o tipo de rótulo que se abre só para matar a curiosidade. É uma garrafa de liberação tardia de adega, nascida de um dos cortes mais emblemáticos da Argentina e pensada para quem procura grande vinho, não apenas fama.
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Aqui, o apelo vai muito além do nome Catena Zapata. A safra 2009 junta Cabernet Sauvignon e Malbec de vinhedos de altitude em Mendoza para entregar um tinto de desenho sério, profundo e refinado, mais sobre textura e precisão do que sobre exuberância imediata.
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Vinho tinto argentino – Cosechas Antiguas Nicolás Catena Zapata 2009
Volume: 750ml
Região: Mendoza, Argentina — Valle de Uco e Agrelo (Luján de Cuyo)
Safra: 2009
Produtor: Catena Zapata
Boca: Encorpado, concentrado e profundo, com frutas negras maduras, mineralidade marcante, taninos firmes e final longo
Nariz: Frutas negras maduras, chocolate amargo, licor, ervas frescas, notas florais, especiadas e toque mineral
Uvas: Cabernet Sauvignon (75%), Malbec (25%)
Teor Alcoólico: 14% a 14,5%, conforme a fonte consultada
Serviço: 18 a 20°C
Potencial de guarda: Mais de 10 anos
Visual: Violeta profundo e intenso, com reflexos azulados e tons quase negros
Amadurecimento: 18 a 24 meses em barricas de carvalho francês, conforme a fonte consultada
Tipo de fechamento: N/D
Decantação: Recomendada; 30 a 60 minutos
Classificação: Seco
Harmonização: Ribeye com osso, carré de cordeiro, carnes de caça, cogumelos, risoto de funghi e queijos curados
Premiações/Pontuações: 95 Robert Parker / The Wine Advocate, 95 James Suckling, 94 Wine Spectator, 92+ Antonio Galloni
1. Nicolás Catena Zapata e o terroir de Mendoza
O corte nasce de um mosaico raro de vinhedos: La Pirámide, em Agrelo, para o Cabernet Sauvignon, além de Domingo, Adrianna e Nicasia, que costuram Villa Bastías, Gualtallary e Altamira. É um vinho que une Valle de Uco e Luján de Cuyo na mesma arquitetura, com altitudes de 950 a 1.450 metros.
Na taça, isso se traduz em tensão, frescor natural e um recorte mineral que segura a concentração. É Mendoza em versão de precisão, com solos aluviais, calcário, argila e cascalho trabalhando a favor de um tinto de guarda muito mais sofisticado do que simplesmente potente.
2. Notas de degustação: profundidade, frescor e textura

A cor já entrega o nível de ambição do rótulo: violeta profundo, intenso, quase negro. No nariz, surgem frutas negras, chocolate amargo, licor, ervas frescas, flores, especiarias e uma assinatura mineral muito clara.
Em boca, ele entra encorpado e concentrado, com camadas de amora, ameixa preta, cassis, mocha e um eco pedregoso que alonga o final. Os taninos são firmes, mas polidos, e a acidez mantém tudo em tensão, o que ajuda a explicar por que este 2009 continua tão convincente.
3. Safra 2009: por que este vinho de guarda impressiona
A colheita de 2009 teve mais chuva no fim da primavera e no começo do verão, mas o ciclo virou com tempo seco, temperaturas moderadas e noites ventiladas até maio. O resultado foi uma safra adiantada, sanidade excelente e uma combinação rara de aromas intensos, concentração e acidez natural.
A própria equipe da Catena tratou 2009 como um ano memorável. Isso aparece no equilíbrio entre músculo e refinamento: não é um tinto cansado pela idade, e sim um vinho que ganhou camadas sem perder pulso nem nitidez.
4. Vinificação: microvinificações e carvalho francês
A elaboração é minuciosa: 10% de cachos inteiros, 90% de bagos inteiros, fermentação integral em recipientes de carvalho francês de 225 a 500 litros, leveduras nativas e malolática em barrica. Some a isso 210 microvinificações de diferentes fileiras e momentos de colheita, e você entende por que o vinho tem tanta nuance.
Nas fontes consultadas para a safra 2009, o estágio em carvalho aparece entre 18 e 24 meses. Independentemente da variação de ficha, o ponto central converge: madeira a serviço da estrutura, da integração e do potencial de longa evolução, sem mascarar fruta nem terroir.
5. Serviço e harmonização: como extrair o melhor da garrafa

Sirva entre 18 e 20°C e dê de 30 a 60 minutos de decanter para o vinho respirar e ampliar o repertório aromático. Esse tempo já ajuda bastante a soltar a fruta escura, a mineralidade e a trama tânica sem abrir mão da precisão.
Pelo corpo e pela arquitetura do corte, ele pede pratos à altura: ribeye com osso, carré de cordeiro, carnes de caça, cogumelos trufados, risoto de funghi e queijos curados. É o tipo de tinto que eleva um jantar importante ao patamar de experiência.
6. Por que comprar: raridade, pedigree e estilo
O grande diferencial deste Cosechas Antiguas é entregar um ícone argentino em fase evolutiva sedutora e já com leitura de adega. Em vez de apostar só em fruta exuberante, ele caminha para um perfil mais bordalês, com coluna vertebral de Cabernet Sauvignon, recorte mineral e elegância de final.
Também pesa o pedigree da cuvée. Nicolás Catena Zapata nasceu em 1997, ganhou fama internacional em provas às cegas contra grandes nomes do vinho mundial e se tornou a primeira cuvée de luxo argentina exportada globalmente; hoje, o prestígio da marca é reforçado pelo posto de vinho mais admirado do mundo em 2025.
7. Onde comprar um ícone argentino
Se a sua ideia é abrir uma garrafa que una história, prestígio, evolução em adega e assinatura de uma das casas mais influentes de Mendoza, esta oferta faz sentido imediato. Para garantir o seu Cosechas Antiguas Nicolás Catena Zapata 2009 na Mistral, [clicando aqui].
Perguntas frequentes sobre Cosechas Antiguas Nicolás Catena Zapata 2009
O que significa “Cosechas Antiguas” neste rótulo?
Aqui, a ideia é de liberação tardia: uma pequena reserva de garrafas que permaneceu repousando nas caves frias da família Catena Zapata antes de chegar ao mercado.
Qual é o corte de uvas do vinho?
A safra 2009 é composta por 75% Cabernet Sauvignon e 25% Malbec, combinação que dá ao vinho coluna vertebral, profundidade e muita presença em boca.
De onde vêm as uvas?
As parcelas vêm de quatro vinhedos importantes: Adrianna e Nicasia, no Valle de Uco, além de Domingo e La Pirámide, em Tupungato e Agrelo. As altitudes vão de 950 a 1.450 metros.
Como é o perfil do vinho na taça?
Espere um tinto encorpado, concentrado e vivo, com acidez embutida e notas de cassis, cereja preta, mocha, especiarias e um toque mineral no final.
O que torna a safra 2009 especial?
A própria Catena descreve 2009 como uma colheita de sanidade excelente, com muita concentração, comprimento e acidez natural. Alejandro Vigil chegou a chamá-la de sua melhor safra na casa até então.
Como esse vinho foi vinificado?
A elaboração foi minuciosa: fermentação integral em carvalho francês de 225 a 500 litros, leveduras nativas, 10% de cachos inteiros, 90% de bagos inteiros e 18 meses de maturação em barricas francesas.
Vale decantar antes de servir?
Como recomendação prática, sim. A ficha oficial informa que o vinho é sem clarificação e sem filtração, além de poder apresentar borras e sedimento, então uma decantação cuidadosa costuma ajudar bastante.
Qual é a temperatura ideal de serviço?
A indicação da Mistral é servir entre 18 e 20°C. Nessa faixa, o vinho tende a mostrar melhor a profundidade de fruta, o frescor e a textura dos taninos.
Qual é o teor alcoólico do 2009?
Há uma pequena diferença entre as fontes: a página oficial da safra 2009 informa 14%, enquanto a Mistral traz 14,5%. Em ambos os casos, o perfil é de potência com equilíbrio.
Ainda tem potencial de guarda?
Sim, desde que a garrafa tenha sido bem armazenada. A Mistral fala em mais de 10 anos de guarda, e o relatório da safra destaca taninos e acidez naturais muito favoráveis à longevidade.
É um vinho bem pontuado?
Sim. A página da Mistral exibe 95 Robert Parker, 95 James Suckling, 94 Wine Spectator e 92+ Antonio Galloni, reforçando o status de rótulo de prestígio.
Sobre a vinícola Catena Zapata
Fundada em 1902, quando o imigrante italiano Nicola Catena plantou seu primeiro vinhedo de Malbec em Mendoza, a Catena Zapata se tornou uma das casas decisivas para a transformação do vinho argentino em referência mundial. A família atravessou quatro gerações, ampliou sua presença com Domingo Catena e, depois, com Nicolás, trocou o foco do volume pela obsessão por fine wine.
A grande virada veio a partir dos anos 1980, quando Nicolás Catena Zapata voltou de Berkeley influenciado pela revolução da Napa Valley e começou a combinar rigor vitícola, seleção clonal, inox, carvalho francês e uma ambição clara de competir com os melhores vinhos do mundo. Em 1992, a família plantou o Adrianna Vineyard em Gualtallary, quase a 1.500 metros, marco central da revolução dos vinhos de altitude em Mendoza.
Nos anos seguintes, a casa aprofundou o estudo de parcelas, solo e material vegetal, trabalho que ganhou escala com Laura Catena e o Catena Institute. Hoje, Laura representa a quarta geração, Alejandro Vigil conduz a enologia, e o portfólio vai de Catena e Catena Alta a Angélica Zapata, Nicolás Catena Zapata, Malbec Argentino, Nicasia Vineyard e aos vinhos de parcela do Adrianna Vineyard.
O status atual confirma o tamanho da vinícola. Em 2018, a Catena entrou na La Place de Bordeaux com Nicolás Catena Zapata e Adrianna Vineyard Mundus Bacillus Terrae; em 2023, o Adrianna Vineyard foi eleito o melhor vinhedo do mundo; e, em 2025, Catena foi escolhida como a marca de vinho mais admirada do planeta. É uma casa histórica, mas com energia de laboratório, terroir de elite e prestígio absolutamente contemporâneo.
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