Você procura o ápice do Malbec de terroir? O Catena Zapata Adrianna Mundus Bacillus Terrae 2016 concentra o DNA calcário de Gualtallary em cada gole.
É rótulo de culto, feito para quem exige autenticidade, longevidade e performance na taça.
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Com 97 pontos de críticos de referência e produção de parcela única, é um vinho para a adega de quem valoriza raridade e precisão.
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Vinho tinto argentino – Catena Zapata Adrianna Mundus Bacillus Terrae 2016
Volume: 750 ml
Região: Argentina, Mendoza — Valle de Uco (Gualtallary, Tupungato)
Safra: 2016
Produtor: Catena Zapata
Boca: Tenso e vibrante, com acidez alta, taninos firmes e finíssimos; fruta negra precisa (amora/mirtilo), grafite e toque salino‑calcário no final muito longo.
Nariz: Violeta, mirtilo e alcaçuz, com notas de ervas, chocolate amargo e pedra molhada típicas do calcário de Gualtallary.
Uvas: Malbec (100%).
Teor Alcoólico: 14% vol.
Serviço: 18 a 20 °C; taça Bordeaux ampla.
Potencial de guarda: Mais de 10 anos.
Visual: Rubi profundo com reflexos violáceos.
Amadurecimento: 18 meses em carvalho francês; fermentação com 75% iniciada em concreto (50% de cachos inteiros) e 25% concluída em foudre; maceração de 8–13 dias.
Tipo de fechamento: Rolha (cortiça natural).
Decantação: 60–90 minutos antes de servir.
Classificação: Seco
Harmonização: Bife ancho ou chorizo, carré de cordeiro, ossobuco, wagyu selado, magret de pato com redução de frutas negras, risoto de cogumelos trufados, queijos duros.
Premiações/Pontuações: 97 pts Robert Parker; 97 pts Guia Descorchados; 96+ pts Antonio Galloni (Vinous); 96 pts Tim Atkin; 96 pts James Suckling.
1. Malbec de Gualtallary
Nascido de uma microparcela de 1,4 hectare no Adrianna Vineyard, a quase 1.400 m de altitude, este tinto é a expressão máxima do calcário andino.
O solo com fósseis marinhos e rica microbiota imprime textura pedregosa e verticalidade raras ao Malbec.
2. Notas de prova

No nariz, violeta, mirtilo e alcaçuz, com ecos de grafite e chocolate amargo.
Em boca, é tenso, de acidez elétrica e taninos nobres, terminando longo, salino e muito preciso — um perfil que pede paciência na adega.
3. Viticultura e vinificação
Colheita e seleção manuais. Em 2016, 50% de cachos inteiros e 75% da fermentação iniciada em concreto; 25% concluída em foudre, a 25–30 °C, com 8–13 dias de maceração.
O amadurecimento foi de 18 meses em carvalho francês, respeitando o caráter do sítio.
4. Serviço e guarda
Sirva entre 18 e 20 °C em taça Bordeaux e decante por 60–90 minutos para domar a tensão calcária.
Guarda superior a 10 anos; muitas garrafas atingirão esplendor entre 2026 e 2034.
5. Harmonização de alta cozinha

A estrutura pede cortes nobres: bife ancho alta espessura, cordeiro rosado, ossobuco de longo cozimento ou wagyu selado.
Vai impecável com magret de pato e reduções de frutas negras, além de risotos de funghi e trufa.
6. Premiações e raridade
A safra 2016 recebeu 97 pts de Robert Parker e do Descorchados, 96+ de Galloni, 96 de Tim Atkin e James Suckling.
Em 2016, a colheita fria e chuvosa reduziu rendimentos e o engarrafamento foi de cerca de 3.360 garrafas — peça de colecionador.
7. Por que comprar agora
É um “single‑parcel” que alia finesse aromática, mineralidade calcária e arquitetura de taninos para décadas.
Para quem investe acima de R$ 3 mil em uma garrafa, poucos rótulos entregam tanta identidade, consistência crítica e potencial de apreciação.
8. Comparativos inteligentes
Prefere um perfil mais floral e red‑fruit? O vizinho Fortuna Terrae é mais acessível e aberto na juventude.
Busca densidade e fruta negra mais voluptuosa? O River Malbec cumpre esse papel. O Mundus Bacillus Terrae, porém, é o mais austero, vertical e colecionável da trilogia Adrianna.
9. Garanta sua garrafa
Se você busca um Malbec de parcela capaz de rivalizar com tintos de culto do mundo, este 2016 é a escolha óbvia para a sua adega.
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Perguntas frequentes sobre Catena Zapata Adrianna Mundus Bacillus Terrae 2016
1) O que torna este vinho tão especial?
É um Malbec de microparcela no Adrianna Vineyard, em Gualtallary, a quase 1.500 m de altitude. Entrega mineralidade calcária, precisão aromática e longevidade digna de ícone.
2) Qual é o perfil aromático e de boca?
No nariz, violetas, mirtilo e notas de alcaçuz, com ecos de grafite e pedra molhada. Em boca, é tenso, de acidez alta e taninos finíssimos, com final muito longo.
3) Qual a uva e o teor alcoólico?
100% Malbec. Teor alcoólico de 14% vol., em equilíbrio com a acidez vibrante e a estrutura de taninos.
4) Como devo servir para aproveitar o máximo?
Use taça Bordeaux ampla e sirva entre 18 °C e 20 °C. Decante por 60–90 minutos para revelar camadas minerais e polir os taninos.
5) Qual é o potencial de guarda?
“Mais de 10 anos”. É delicioso agora, mas evolui com grande classe; quem tiver paciência será recompensado com complexidade e textura ainda mais nobres.
6) Quais pratos harmonizam melhor?
Cortes nobres na brasa (bife ancho, prime rib), cordeiro rosado, ossobuco e pato confit. Vai muito bem com cogumelos e toques trufados, além de queijos curados.
7) É um vinho de madeira marcada?
Não. A passagem por carvalho francês é calibrada para respeitar o terroir. O protagonismo fica com a fruta precisa, a tensão calcária e a elegância do conjunto.
8) Como foi a safra 2016 na prática?
Ano mais frio e desafiador em Mendoza, o que trouxe frescor, perfumes intensos e taninos de giz. No Mundus Bacillus Terrae, isso se traduz em finesse e verticalidade.
9) Vale o investimento para quem busca rótulos acima de R$ 3 mil?
Sim, se você procura colecionabilidade, identidade de parcela e aprovação crítica consistente. É daqueles vinhos que enriquecem a adega e brilham em grandes ocasiões.
10) Ele é igual ao Fortuna Terrae ou ao River?
Não. O Mundus Bacillus Terrae é o mais austero e mineral da trilogia Adrianna. O Fortuna Terrae tende a ser mais floral e aberto; o River, mais denso e frutado.
11) Preciso usar aerador além do decanter?
O decanter clássico é suficiente. Se optar por aerador, use com suavidade para não acelerar demais a abertura; a evolução controlada favorece a precisão do vinho.
12) Algum cuidado extra de armazenamento?
Guarde deitado, em 12–14 °C, com umidade adequada e longe de luz. É fechado com rolha de cortiça; estabilidade de temperatura é fundamental para sua longevidade.
Sobre a vinícola Catena Zapata
Fundada em 1902 por Nicola Catena, a Bodega Catena Zapata transformou o entendimento do terroir de Mendoza ao apostar em vinhedos de altitude extrema.
Nos anos 1990, Nicolás Catena liderou a revolução de qualidade, consolidando Gualtallary como um dos grandes crus da América do Sul.
Em 1992 nasceu o Adrianna Vineyard, em Tupungato, a cerca de 1.450 m de altitude, hoje referência mundial de solos calcários no Novo Mundo.
Em 1995, Laura Catena criou o Catena Institute of Wine, centro de pesquisa que mapeia cada metro das vinhas e seleciona clones históricos de Malbec para máxima expressão.
O time é capitaneado por Alejandro Vigil, enólogo‑chefe desde 2007, figura central na leitura de microparcéis e no desenho de vinhos de longa guarda.
A casa assina rótulos que frequentam o topo dos rankings internacionais e é repetidamente listada entre as marcas mais admiradas do planeta.
Entre as linhas mais notáveis estão os “Vinos de Parcela” do Adrianna (Mundus Bacillus Terrae, Fortuna Terrae e River), os Chardonnays White Bones e White Stones e os ícones Nicolás Catena Zapata e Malbec Argentino.
Hoje, a Catena Zapata segue como referência de elegância e pesquisa, aliando sustentabilidade, viticultura de precisão e um estilo que coloca Mendoza entre as grandes origens do mundo.
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