Imagine abrir uma garrafa de Amalaya Blanco de Corte 2024 e ser transportado, em poucos goles, às alturas vertiginosas do Valle Calchaquí, onde o sol escaldante e as noites geladas conspiram para criar um branco simplesmente inesquecível.
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Se você procura um vinho que una frescor elétrico, aromas exóticos e um preço que surpreende, continue a leitura — o próximo parágrafo pode ser a virada na sua rotina de degustações.
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Vinho branco argentino – Amalaya Blanco de Corte 2024
Volume: 750 ml
Região: Valle Calchaquí, Salta
Safra: 2024
Produtor: Amalaya
Boca: Delicado e sedoso, com grande frescor, acidez viva, sabores de grapefruit, pêssego branco e final mineral cítrico
Nariz: Aromas intensos de frutas cítricas (toranja, limão), jasmim, flor de laranjeira e uva moscatel, com toques de maçã verde
Uvas: 85 % Torrontés, 15 % Riesling
Teor Alcoólico: 13 % vol.
Serviço: Servir a 7 °C
Potencial de guarda: 4 anos
Visual: Dourado brilhante, com reflexos esverdeados
Amadurecimento: Breve permanência em tanques de inox, sem passagem por madeira
Tipo de fechamento: Screw cap (rosca de alumínio)
Classificação: Seco
Harmonização: Cozinha indiana e tailandesa de pescados; salmão na brasa; camarões com vatapá
Premiações/Pontuações: 93 Decanter, 90 Descorchados, 90 James Suckling, 90 Vinous
1. Amalaya Blanco de Corte 2024: o vinho branco argentino que traduz o Vale Calchaquí
O Amalaya Blanco de Corte 2024 comprova que o terroir extremo de Salta reúne potência solar e noites frias num mesmo gole.
Resultado? Um branco vibrante, aromático e acessível, capaz de seduzir tanto o curioso quanto o enófilo experiente.
2. Valle Calchaquí, Salta: terroir de altitude que entrega frescor e personalidade
Vinhedos a 1 .800 m de altitude recebem menos de 150 mm de chuva por ano.
A amplitude térmica diária supera 20 °C, concentrando açúcares sem perder acidez.
O solo aluvial pedregoso acrescenta mineralidade e torna cada garrafa única.
3. Blend Torrontés + Riesling: casamento aromático e vibrante
A Torrontés (85 %) entrega jasmim e flor de laranjeira.
A Riesling (15 %) adiciona tensão cítrica e notas de pedra molhada.
O corte oferece frescor pulsante e final limpo que convida ao próximo gole.
4. Perfil sensorial: aromas de jardim em flor e final cítrico mineral

Visual: amarelo-dourado brilhante com reflexos esverdeados.
Nariz: toranja, maçã verde, jasmim e lichia.
Boca: corpo leve, acidez viva, sabores de toranja e pêssego branco.
5. Produção moderna: fermentação a frio para preservar a pureza
Colheita manual com seleção de cachos.
Fermentação a 14 – 16 °C por até 20 dias em tanques de inox.
Sem malolática e breve estágio em inox para manter a fruta intacta.
6. Harmonização inteligente: do sushi ao vatapá baiano

Ceviche, sashimi ou camarões ao curry realçam a acidez cítrica.
Moqueca baiana ressalta o toque floral e mineral.
Queijos de cabra ou brie equilibram o frescor do vinho.
7. Premiações internacionais que reforçam a confiança
93 pontos Decanter.
90 pontos Descorchados, James Suckling e Vinous.
Reconhecimento unânime para quem coleciona rótulos bem avaliados.
8. Como servir e guardar: temperatura ideal e potencial de 4 anos
Sirva a 7 °C e aproveite a explosão aromática.
Guarde em local escuro entre 12 °C e 15 °C.
Evolui por até quatro anos, ganhando toques de mel e ervas secas.
9. Por que comprar agora: custo-benefício imbatível no segmento premium
Brancos de altitude raramente entregam tanta qualidade por este preço. A produção limitada da safra 2024 some rápido das prateleiras.
Quem deixa para depois corre o risco de pagar mais caro ou não encontrar.
10. Desperte seus sentidos com a edição especial de altitude
Imagine notas vibrantes de toranja, jasmim e pêssego branco explodindo no palato, seguidas por um toque mineral que refresca cada gole — tudo isso em um branco de produção limitada que já conquistou 93 pontos na Decanter.
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Sobre a vinícola Amalaya
Bodega Amalaya: vinhos de altitude que transformaram a esperança em sucesso
Fundação e origem (2010) – A Bodega Amalaya nasceu oficialmente em 2010 como o segundo grande projeto do visionário Donald Hess nos Vales Calchaquíes, em Salta, reforçando o compromisso do Grupo Colomé com os vinhos de grande altitude. O nome Amalaya vem do dialeto indígena local e significa “esperança de um milagre”, alusão à coragem de plantar em solos pedregosos, 1 800 m acima do nível do mar, onde nem os incas se arriscavam a cultivar.
1. Antes de ser bodega: o experimento de 2003
Em 2003, ainda dentro da Bodega Colomé, Hess lançou a linha experimental Amalaya para testar cortes que fossem além do Malbec. A frase que guiou a empreitada — “Se os cortes fazem sucesso no Velho Mundo, por que não aqui?” — marcaria o DNA da futura vinícola.
2. Terroir extremo de Cafayate
Localizada em Cafayate, coração do Valle Calchaquí, a propriedade beneficia-se de dias ensolarados, noites frias e menos de 150 mm de chuva ao ano. Os vinhedos San Isidro e Las Mercedes, a 1 800 m de altitude, garantem maturação lenta, acidez vibrante e aromas concentrados.
3. Filosofia sustentável e inovação
Assim como Colomé, a Amalaya opera com práticas sustentáveis: irrigação por gotejamento, manejo orgânico sempre que possível e forte responsabilidade social na comunidade local. A vinícola integra o portfólio da Hess Family Wine Estates, conhecida pela atenção à arte, gastronomia e sustentabilidade.
4. Marcos que consolidaram a marca
- 2010 – Primeira safra própria engarrafada como Amalaya.
- 2014 – Ampliação de área plantada e modernização da adega para 1,5 milhões de litros/ano.
- 2019 – Parceria de distribuição com a Folio Fine Wine Partners, de Michael Mondavi, para fortalecer a presença nos EUA.
- 2023 – Falecimento de Donald Hess; a gestão passa integralmente para Larissa e Christoph Ehrbar, segunda geração que mantém o foco em vinhos de altitude.
5. Portfólio e estilo enológico
Hoje a Amalaya produz cerca de 1,2 milhão de garrafas/ano, divididas em:
- Amalaya Blanco (Torrontés 85 % + Riesling 15 %) – frescor e aromas florais.
- Amalaya Malbec (com Tannat ou Syrah) – fruta negra, taninos macios.
- Gran Corte & Corte Único – blends premium de longa guarda que exibem potência, profundidade e assinatura mineral do deserto andino.
O enólogo Thibaut Delmotte, radicado em Salta desde 2005, conduz os vinhos com fermentação a frio, uso criterioso de barricas francesas e busca de pureza varietal. Resultados constantes entre 90 e 94 pontos em publicações como Decanter, Vinous e James Suckling atestam a qualidade.
6. Visitas e enoturismo
A bodega, situada na Ruta 25 de Mayo, oferece degustações panorâmicas sobre o vale, tours guiados pelos vinhedos de cactos gigantes e experiências gastronômicas que harmonizam pratos andinos com os cortes Amalaya. Reservas antecipadas são recomendadas, pois a capacidade é limitada para preservar o ambiente agreste.
Por que a Amalaya domina a busca por “vinhos de altitude argentinos”?
- Altitudes recordes garantem acidez natural e expressão aromática única.
- Narrativa autêntica – do “milagre” agrícola ao legado familiar Hess/Ehrbar.
- Reconhecimento global de críticos e importadores em mais de 30 países.
- Oferta diversificada que vai do branco floral ao tinto de guarda, todos com ótima relação qualidade-preço.
Para quem procura vinhos argentinos com identidade, frescor e história, conhecer a trajetória da Bodega Amalaya é essencial — e um convite irresistível a provar cada gole dessa “esperança de um milagre” que deu certo nas alturas de Salta.
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