Imagine abrir uma garrafa de Alamos Sauvignon Blanc 2024 e sentir, logo na primeira taça, a vibração cítrica que nasce a mais de 1 100 m de altitude nas encostas de Tupungato, em Mendoza.
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As notas de toranja, grapefruit e maracujá explodem em aromas limpos, descritas pelos especialistas como ricas e suculentas, com acidez perfeita para nos conquistar até o último gole.
Não à toa, o rótulo figura entre os melhores brancos de valor do mercado internacional, disputado tanto por sommeliers quanto por apreciadores casuais.
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Vinho branco argentino – Alamos Sauvignon Blanc 2024
Volume: 750ml
Região: Mendoza
Safra: 2024
Produtor: Alamos
Boca: Equilibrado, frutado, com acidez vivaz e final refrescante
Nariz: Intensos aromas de toranja, frutas cítricas frescas e maracujá
Uvas: Sauvignon Blanc (100%)
Teor Alcoólico: 11,5%
Serviço: 07 a 09ºC
Potencial de guarda: Pronto para consumo
Visual: Amarelo-esverdeado
Amadurecimento: Fermentado e maturado em tanques de aço inoxidável, sem contato com madeira
Tipo de fechamento: Tampa de rosca (screw cap)
Classificação: Seco
Harmonização: Peixes, frutos do mar, pratos leves e queijo de cabra
Premiações/Pontuações: Não há informações disponíveis até o momento.
1. Alamos Sauvignon Blanc 2024
A safra 2024 do Alamos Sauvignon Blanc chega direto dos vinhedos de grande altitude de Tupungato, no Valle de Uco, para entregar um branco vibrante, leve (11,5% de teor alcoólico) e irresistivelmente refrescante.
O blend 100% Sauvignon Blanc mostra a elegância que a combinação de dias ensolarados e noites frias gera na fruta, preservando acidez natural e realçando aromas cítricos intensos.
2. Vinho branco argentino premium
Produzido pela vinícola Alamos – braço jovem da família Catena –, este rótulo reforça o prestígio que a Argentina conquistou entre os grandes terroirs mundiais de brancos.
O clima continental moderado de Mendoza garante maturação completa sem perder frescor, resultando em um perfil contemporâneo que agrada desde iniciantes até enófilos experientes.
3. Sauvignon Blanc Mendoza: terroir de altitude
As uvas são colhidas entre 900 e 1.500 metros de altitude, onde solos aluviais pedregosos e temperaturas noturnas baixas concentram aromas e mantêm acidez elétrica.
Essa condição confere notas de lima-da-pérsia, toranja e maracujá logo no primeiro contato com a taça, somadas a um delicado toque herbal típico da variedade.
4. Notas de degustação cítricas e tropicais

— Visual: amarelo-esverdeado luminoso.
— Nariz: explosão de toranja, lima, maracujá e relva recém-cortada.
— Boca: corpo leve, fruta suculenta, textura macia, acidez crocante e final refrescante que convida ao próximo gole.
Tudo isso embalado pela vinificação em tanques de aço inox, sem contato com madeira, preservando pureza e precisão aromática.
5. Harmonização com frutos do mar e pratos leves

O caráter cítrico e a acidez vivaz fazem do Alamos Sauvignon Blanc o parceiro perfeito para ceviches, ostras frescas, camarões grelhados e sushi.
Vai igualmente bem com saladas verdes, queijos de cabra e pratos vegetarianos condimentados com ervas frescas.
Se quiser ousar, experimente com uma moqueca baiana de peixe branco: contraste delicioso!
6. Produtor Alamos | Legado da família Catena
Criada por Laura Catena para mostrar ao mundo o potencial dos vinhedos andinos a preços acessíveis, a Alamos cultiva práticas sustentáveis e aposta em vinhos de fruta limpa e frescor marcante.
O Sauvignon Blanc, lançado pela primeira vez na década passada, consolidou a reputação da marca como referência em brancos de alta altitude na América do Sul.
7. Oferta irresistível de Sauvignon Blanc
Sinta a acidez vibrante do Alamos Sauvignon Blanc 2024 envolver o paladar com camadas de toranja, lima e maracujá frescos, enquanto a textura leve convida a repetir cada gole.
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Sobre a vinícola Alamos
Alamos é a linha de entrada da emblemática Bodega Catena Zapata, criada em 1993 para mostrar ao mundo o potencial dos vinhedos de grande altitude de Mendoza. Fundamentada na tradição familiar iniciada em 1902 por Nicola Catena, a marca evoluiu rapidamente graças à visão de Nicolás Catena, à expertise de consultores como Paul Hobbs e à condução de Laura Catena. Hoje, Alamos distribui milhões de garrafas em mais de 50 países, coleciona prêmios internacionais e segue investindo em sustentabilidade, inovação e impacto social.
Fundação e raízes familiares (1902–1980)
Nicola Catena, imigrante italiano, plantou o primeiro vinhedo da família em Mendoza em 1902, lançando as bases da futura Bodega Catena Zapata. Ao longo das décadas seguintes, seu filho Domingo expandiu os negócios e consolidou a vinícola entre as maiores da Argentina.
Nos anos 1980, o neto Nicolás, recém-doutor em economia pela Universidade da Califórnia em Berkeley, voltou dos EUA decidido a provar que os vinhos argentinos poderiam rivalizar com os melhores do mundo. Ele começou a plantar vinhas em altitudes extremas, até então consideradas inviáveis, buscando frescor, finesse e acidez equilibrada.
Lançamento da marca Alamos (1990–1995)
Para diferenciar os diversos níveis de qualidade, Nicolás criou, em 1993, a linha Alamos, batizada em homenagem aos álamos (poplars) que protegem as vinhas andinas dos ventos frios. O objetivo era oferecer vinhos acessíveis, mas fiéis ao terroir de altitude, com foco especial no mercado norte-americano.
O primeiro grande destaque veio com o lançamento de Alamos Malbec e Alamos Chardonnay, que logo conquistaram crítica e público nos Estados Unidos. A partir daí, a linha cresceu e passou a incluir Pinot Noir, Cabernet Sauvignon, Bonarda e Torrontés, mantendo o estilo frutado e elegante que a consagrou.
Inovação em viticultura de altitude
A família Catena foi pioneira em cultivar uvas em altitudes superiores a 1.000 metros, chegando a quase 1.500 metros na Finca Adrianna — considerada hoje um dos vinhedos mais emblemáticos da América do Sul. Essa ousadia resultou em vinhos com taninos polidos, boa acidez e maior expressão aromática.
Consultores internacionais renomados, como Paul Hobbs, contribuíram para a elevação dos padrões de qualidade da vinícola, principalmente nas primeiras safras que buscaram mostrar o valor do Malbec e do Pinot Noir para o mundo.
Reconhecimento global e marcos recentes (1999–2025)
No fim dos anos 1990, as exportações da linha Alamos ultrapassaram 12 mil caixas, com crescimento acelerado nos anos seguintes. Rapidamente, a marca tornou-se uma das mais vendidas da Argentina nos EUA e referência mundial em vinhos de bom custo-benefício.
Em 2009, Nicolás Catena recebeu o prêmio Decanter Man of the Year, um dos maiores reconhecimentos da indústria do vinho. A linha Alamos, desde então, tem colecionado notas 90+ em publicações como Wine Spectator e Wine Enthusiast, além de medalhas em concursos internacionais.
Compromisso social e sustentabilidade
A Alamos integra as iniciativas do Catena Institute of Wine, voltadas à pesquisa de terroirs andinos, práticas sustentáveis e soluções para as mudanças climáticas. Entre os projetos estão irrigação de precisão, energia solar, reflorestamento e vinificação regenerativa.
A marca também investe em programas de capacitação para trabalhadores rurais e apoio à educação em comunidades vitivinícolas, reforçando sua responsabilidade social e o compromisso com o desenvolvimento sustentável.
Portfólio e estilo enológico
Os vinhos Alamos são produzidos com uvas selecionadas das regiões mais altas de Mendoza, oferecendo opções como Malbec, Pinot Noir, Cabernet Sauvignon, Chardonnay, Bonarda e Torrontés.
A vinificação ocorre com controle rigoroso de temperatura, fermentação em aço inox e estágio parcial em carvalho francês, equilibrando frescor e complexidade. Alguns rótulos, como o Alamos Selección Pinot Noir, passam por seleção de parcelas específicas e envelhecimento mais intenso para alcançar maior sofisticação.
Perspectivas futuras
Sob a liderança de Laura Catena, a quarta geração da família, a marca Alamos segue expandindo seus mercados para Europa e Ásia, enquanto fortalece seus projetos de pesquisa, sustentabilidade e excelência. O foco é continuar democratizando o acesso a vinhos de qualidade, com identidade argentina e vocação internacional.
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