Leve, luminoso e cheio de frescor, o Vinhas do Convento Rosé VR Alentejano é aquele rosé português que abre o apetite antes mesmo do primeiro gole.
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Com Aragonez e Castelão, ele combina fruta vermelha delicada, toque tropical e final persistente, em um perfil versátil para frutos do mar, saladas e aperitivos.
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Vinho rosé português – Vinhas do Convento Rosé VR Alentejano
Volume: 750ml
Região: Alentejo, Portugal
Safra: N/V
Produtor: Adega de Redondo
Boca: Fresco, intenso e com final persistente
Nariz: Aroma sutil de cerejas, com nuances de lichia e fruta tropical
Uvas: Aragonez, Castelão
Teor Alcoólico: 12,5%
Serviço: 6ºC
Potencial de guarda: Consumo jovem; até 2 anos
Visual: Rosa claro e brilhante
Amadurecimento: Maceração pré-fermentativa, seguida de fermentação com temperatura controlada a 12ºC
Tipo de fechamento: Rolha
Classificação: Vinho rosé tranquilo meio seco
Harmonização: Frutos do mar, saladas, aperitivos, sushi, peixes magros, poke de atum, pratos com legumes e grãos
Premiações/Pontuações: Best Rosé Portugal — Meininger’s Internationaler Rosé Award 2024 para Vinhas do Convento 2023; sem pontuação divulgada para a oferta N/V
Gradação de 0 a 10
Doçura: 2
Tanino: 0
Acidez: 6
Frutado: 8
1. Vinhas do Convento Rosé: um rosé alentejano claro, fresco e convidativo
O Vinhas do Convento Rosé nasce no Alentejo, uma das regiões mais solares de Portugal, e entrega um estilo fácil de gostar: cor clara, brilho bonito e sensação refrescante.
É um vinho pensado para momentos leves, mas sem cair no comum. A presença de Aragonez e Castelão dá fruta, estrutura delicada e um final mais persistente do que muitos rosés de entrada.
2. Vinhas do Convento Rosé: notas de prova com cereja, lichia e fruta tropical

No visual, o Vinhas do Convento Rosé aparece em tom rosa claro e brilhante, uma cor que já sugere frescor e delicadeza.
No nariz, traz cerejas, nuances de lichia e fruta tropical. É um conjunto aromático sutil, mas gostoso, com aquela fruta limpa que combina muito bem com dias quentes.
Em boca, o vinho é fresco, intenso e tem final persistente. A classificação meio seca dá uma sensação mais macia, sem perder a proposta leve do rosé.
3. Vinhas do Convento Rosé: origem no Alentejo e assinatura da Adega de Redondo
O Vinhas do Convento Rosé vem do Alentejo, região portuguesa famosa por vinhos generosos, aromáticos e muito gastronômicos.
A assinatura é da Adega de Redondo, cooperativa fundada em 1956 por 14 viticultores e hoje ligada a cerca de 200 produtores da sub-região de Redondo.
Esse contexto ajuda a explicar o estilo do vinho: tradição alentejana, produção ampla e foco em rótulos acessíveis, consistentes e de boa presença à mesa.
4. Vinhas do Convento Rosé: Aragonez e Castelão em versão rosé
O corte do Vinhas do Convento Rosé reúne Aragonez e Castelão, duas castas tintas tradicionais em Portugal e muito bem adaptadas ao clima alentejano.
A Aragonez costuma contribuir com fruta vermelha e uma sensação redonda. Já a Castelão pode trazer frescor, vivacidade e um toque mais rústico quando usada em tintos.
Neste rosé, as duas trabalham em equilíbrio: fruta suficiente para encantar, acidez para refrescar e corpo leve para acompanhar comida sem pesar.
5. Vinhas do Convento Rosé: vinificação com maceração pré-fermentativa
O Vinhas do Convento Rosé passa por maceração pré-fermentativa, etapa que ajuda a extrair cor, aroma e personalidade das uvas antes da fermentação.
Depois, a fermentação ocorre com temperatura controlada a 12ºC, um cuidado importante para preservar frescor e aromas frutados.
O resultado é um rosé de perfil jovem, aromático e direto, ideal para quem gosta de vinhos vibrantes e fáceis de servir.
6. Vinhas do Convento Rosé: temperatura de serviço e melhor momento
A Evino indica serviço a 6ºC para o Vinhas do Convento Rosé, bem gelado, destacando a sensação refrescante do vinho.
Uma boa dica é colocar a garrafa na geladeira por algumas horas e servir em taças de vinho branco. Assim, o rosé mantém frescor, mas ainda deixa os aromas aparecerem.
Se estiver muito gelado, aguarde alguns minutos na taça. A fruta de cereja, lichia e tropical tende a ficar mais expressiva conforme a temperatura sobe levemente.
7. Vinhas do Convento Rosé: harmonização com frutos do mar, saladas e sushi

O Vinhas do Convento Rosé combina muito bem com frutos do mar, saladas e aperitivos, como indicado na própria oferta.
Também vai muito bem com sushi, peixes magros, saladas frias e poke de atum. A acidez refresca, enquanto o toque meio seco conversa com molhos cítricos e levemente adocicados.
Para um almoço leve, experimente com salada de camarão, ceviche suave, bruschetta de tomate ou legumes grelhados. É o tipo de rosé que deixa a mesa mais descontraída.
8. Vinhas do Convento Rosé: reconhecimento internacional do rótulo
O Vinhas do Convento Rosé ganhou destaque internacional com a safra 2023, reconhecida como Best Rosé Portugal no Meininger’s Internationaler Rosé Award 2024.
Na avaliação do prêmio, o vinho foi descrito com aroma harmonioso de framboesa e fruta cítrica, leve especiaria, equilíbrio, concentração e final longo com toque mineral.
Como a oferta atual está sem safra informada, o prêmio deve ser lido como reconhecimento do rótulo, não como pontuação específica da garrafa N/V disponível.
9. Vinhas do Convento Rosé: por que escolher este rosé português
O Vinhas do Convento Rosé é uma ótima escolha para quem quer um rosé português refrescante, aromático e versátil, sem complicar o momento.
Comparado a rosés mais secos e minerais, ele tende a ser mais frutado e macio. Perto de rosés muito simples, entrega um diferencial na persistência e no histórico do rótulo.
É um vinho para ter à mão quando a ideia é servir algo leve, bonito na taça e fácil de harmonizar. Funciona no almoço, no happy hour e naquele jantar sem formalidade.
10. Vinhas do Convento Rosé: onde conferir a oferta
Para ver a disponibilidade do Vinhas do Convento Rosé VR Alentejano e conferir os detalhes da oferta, [clicando neste link].
Perguntas frequentes sobre Vinhas do Convento Rosé VR Alentejano
1. O que é o Vinhas do Convento Rosé VR Alentejano?
O Vinhas do Convento Rosé VR Alentejano é um vinho rosé português produzido no Alentejo, com perfil fresco, frutado e fácil de harmonizar.
É uma boa escolha para quem busca um rosé leve, aromático e versátil.
2. Quais uvas compõem o Vinhas do Convento Rosé?
O vinho é elaborado com as uvas Aragonez e Castelão, duas castas tintas tradicionais em Portugal.
No rosé, elas ajudam a entregar fruta vermelha, frescor e boa persistência em boca.
3. O Vinhas do Convento Rosé é seco ou suave?
O Vinhas do Convento Rosé VR Alentejano é classificado como meio seco.
Isso significa que ele tende a ter uma sensação mais macia, sem perder o frescor típico de um bom rosé.
4. Qual é o sabor do Vinhas do Convento Rosé VR Alentejano?
Em boca, o vinho é fresco, intenso e com final persistente.
É um rosé leve, com boa presença frutada e uma sensação agradável para dias quentes ou refeições descontraídas.
5. Quais aromas aparecem no Vinhas do Convento Rosé?
O vinho apresenta aromas sutis de cereja, com nuances de lichia e fruta tropical.
O conjunto aromático é delicado, convidativo e combina muito bem com o estilo jovem do rótulo.
6. Com quais pratos harmonizar o Vinhas do Convento Rosé?
Ele harmoniza muito bem com frutos do mar, saladas, aperitivos, sushi, peixes magros e poke de atum.
Também funciona com pratos leves à base de legumes, grãos e molhos cítricos.
7. Qual é a temperatura ideal para servir o Vinhas do Convento Rosé?
A temperatura indicada é de aproximadamente 6ºC.
Servir bem gelado ajuda a valorizar o frescor, a leveza e os aromas frutados do vinho.
8. O Vinhas do Convento Rosé tem safra?
Na oferta analisada, a safra não aparece informada; por isso, o vinho foi tratado como N/V, ou seja, sem safra definida.
Isso não impede o consumo, mas vale conferir a garrafa recebida caso a safra seja importante para você.
9. Quem produz o Vinhas do Convento Rosé VR Alentejano?
O produtor é a Adega de Redondo, uma tradicional cooperativa portuguesa localizada no Alentejo.
Ela é conhecida por elaborar vinhos acessíveis, gastronômicos e ligados ao terroir da sub-região de Redondo.
10. O Vinhas do Convento Rosé ganhou prêmios?
O rótulo Vinhas do Convento Rosé 2023 foi reconhecido como Best Rosé Portugal no Meininger’s Internationaler Rosé Award 2024.
Como a oferta atual está sem safra informada, esse prêmio deve ser entendido como reconhecimento do rótulo, não necessariamente da garrafa N/V.
11. O Vinhas do Convento Rosé pode ser guardado por muito tempo?
É um vinho indicado para consumo jovem, idealmente em até 2 anos.
Por ser rosé, seu melhor momento costuma estar ligado ao frescor, à fruta e à vivacidade.
12. Para qual ocasião o Vinhas do Convento Rosé é mais indicado?
Ele é ótimo para almoço leve, happy hour, praia, piscina, entradas, comida japonesa e encontros informais.
É um rosé fácil de servir, bonito na taça e muito versátil à mesa.
Sobre a vinícola Adega Cooperativa de Redondo
A Adega Cooperativa de Redondo foi fundada em 1956 por 14 viticultores, em um momento decisivo para a preservação e modernização da viticultura alentejana. Desde então, tornou-se uma das grandes referências cooperativas de Portugal.
Seu crescimento está ligado à força coletiva dos produtores locais. Hoje, a Adega congrega cerca de 200 produtores e representa mais de 75% da viticultura da sub-região de Redondo, no coração do Alentejo.
O terroir de Redondo é profundamente influenciado pela Serra d’Ossa, que protege as vinhas dos ventos dominantes e favorece maturações mais equilibradas. A região combina clima mediterrâneo/continental, verões quentes, invernos secos e solos com presença de granito e xisto.
Entre suas linhas mais notáveis estão Porta da Ravessa, Real Lavrador, AR, Maré Viva, Latitude, Longitude, Albarrada e Castelo de Alandroal. A marca Vinhas do Convento aparece em materiais de exportação ligados ao produtor.
A Adega também mantém foco em qualidade, segurança alimentar e sustentabilidade. Ela obteve certificação FSSC 22000 e aderiu ao Programa de Sustentabilidade dos Vinhos do Alentejo, com atenção à eficiência energética, gestão de água e resíduos.
Atualmente, a Adega de Redondo segue como um produtor de grande escala e forte presença no mercado português e internacional, unindo tradição cooperativa, castas alentejanas e uma leitura moderna dos vinhos do Alentejo.
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