Varanda do Castelo Reserva Beira Interior DOC 2018 é o tinto de altitude que coloca Pinhel no mapa dos grandes achados de Portugal. Um corte clássico — Tinta Roriz, Touriga Franca e Touriga Nacional — lapidado para entregar fruta precisa, especiarias elegantes e um final longo.
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Premiado com Ouro no VinDuero‑VinDouro 2025 (inclusive na edição “en Femenino”), ele reúne tipicidade, frescor e aquele toque de madeira que traz camadas sem pesar. Ótimo para quem busca caráter e equilíbrio na mesma taça.
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Vinho tinto português – Varanda do Castelo Reserva Beira Interior DOC 2018
Volume: 750 ml
Região: Beira Interior, Portugal
Safra: 2018
Produtor: Adega Cooperativa de Pinhel
Boca: Harmônico, taninos balanceados, acidez agradável e final longo.
Nariz: Frutas pretas e vermelhas, ervas, com toque de tabaco e couro.
Uvas: Tinta Roriz, Touriga Franca, Touriga Nacional.
Teor Alcoólico: 13,5%
Serviço: 16 ºC
Potencial de guarda: Até 2026
Visual: Vermelho‑rubi com reflexos granada
Amadurecimento: Estágio em madeira
Tipo de fechamento: Rolha de cortiça
Classificação: Seco
Harmonização: Carnes de caça, carnes vermelhas, pizzas e massas de molho vermelho, queijos.
Premiações/Pontuações: Ouro — Premios VinDuero‑VinDouro 2025 (Arribe de Oro, 91,50 pts; Arribe de Oro en Femenino, 91,20 pts).
Gradação de 0 a 10
Doçura: 0
Tanino: 6
Acidez: 6
Frutado: 8
1. Notas de prova — Varanda do Castelo Reserva

No nariz, surgem frutas pretas e vermelhas, notas de ervas e lembranças de tabaco e couro. Em boca, é harmônico, com taninos polidos, acidez agradável e persistência notável — um vinho que “cresce” no copo.
2. Origem e identidade — Beira Interior DOC
Nascido em Pinhel, sub‑região de altitude da Beira Interior, este tinto reflete solos majoritariamente graníticos e um clima continental de invernos frios e verões secos, que imprimem frescor e tensão à fruta.
3. Produtor — Adega Cooperativa de Pinhel
Cooperativa histórica fundada em 1947, a Adega de Pinhel consolidou um portfólio que homenageia a terra e as gentes da região — caso do rótulo Varanda do Castelo, concebido para enaltecer o terroir local.
4. Viticultura e vinificação — Touriga Nacional, Roriz e Franca
O corte reúne estrutura (Tinta Roriz), perfume e fineza (Touriga Nacional) e textura (Touriga Franca). O estágio em madeira adiciona ecos de baunilha e especiarias, sem camuflar a acidez típica de altitude.
5. Serviço — temperatura e taça
Sirva a 16 ºC em taça bordalesa para realçar fruta e especiarias. Se desejar mais integração de taninos, arejar por alguns minutos já faz diferença.
6. Harmonização — do forno à brasa

Vai muito bem com carnes de caça e vermelhas, pizzas e massas de molho vermelho, além de queijos de média cura. A acidez equilibrada ajuda a limpar o palato sem perder a suculência.
7. Premiações — ouro no VinDuero 2025
O rótulo conquistou Ouro no VinDuero‑VinDouro 2025 (91,50 pts) e Ouro “en Femenino” (91,20 pts), confirmando o excelente equilíbrio entre fruta, frescor e madeira.
8. Por que vale a pena — elegância de altitude
Se você curte tintos portugueses com frescor, aqui há um passo além: a Beira Interior entrega perfis mais tensos e minerais que muitos Alentejanos, e mais diretos e francos que boa parte dos Dão e Douro do mesmo patamar.
9. Garanta o seu — Varanda do Castelo Reserva
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Perguntas frequentes sobre Varanda do Castelo Reserva Beira Interior DOC 2018
1) Qual é o estilo e o dulçor?
É um tinto DOC da Beira Interior, elaborado pela Adega Cooperativa de Pinhel.
Classificação: Seco, com frescor de altitude e taninos polidos.
2) Quais são as uvas do corte?
Tinta Roriz, Touriga Franca e Touriga Nacional.
Roriz dá estrutura, Nacional traz perfume e Franca aporta textura.
3) Qual o teor alcoólico e o corpo?
13,5% vol.
Corpo médio para cheio, bem equilibrado pela acidez e com final longo.
4) Como servir: precisa decantar?
Temperatura ideal: 16 ºC.
Abra e areje por 15–20 minutos (ou decante rápido) para integrar taninos e realçar aromas.
5) Qual taça usar?
Use taça bordalesa de bojo médio/grande para concentrar fruta e especiarias.
Evite taças pequenas: este tinto ganha com oxigenação.
6) Dá para guardar? Até quando?
Potencial estimado até 2026.
Já está ótimo em 2025; bem conservado, mantém o auge entre 2024–2026.
7) Há passagem por madeira? Qual o efeito?
Sim, há estágio em madeira.
Traz toques de baunilha/especiarias sem encobrir a fruta e o frescor.
8) Quais aromas e sabores esperar?
No nariz: frutas pretas e vermelhas, ervas, toques de tabaco e couro.
Em boca: harmonia, taninos finos, acidez agradável e persistência.
9) Com o que harmoniza melhor?
Carnes de caça e vermelhas grelhadas, pizzas e massas ao molho vermelho,
além de queijos de média cura.
10) O vinho tem prêmios? Quais?
Sim: Ouro no VinDuero‑VinDouro 2025 (91,50 pts)
e Ouro “en Femenino” (91,20 pts).
11) Qual o fechamento e o volume da garrafa?
Fechamento com rolha de cortiça.
Volume 750 ml.
12) É vegano? Contém sulfitos?
A vinícola não declara selo vegano (N/D).
Como a grande maioria dos vinhos, contém sulfitos.
Sobre a vinícola Adega Cooperativa de Pinhel
Fundada em 1947, em Pinhel (distrito da Guarda), a cooperativa nasceu para organizar a produção local e valorizar vinhos de uma zona de grande tradição. Ao longo das décadas, evoluiu tecnologicamente sem perder o foco no caráter da Beira Interior, de clima agreste e vinhas em altitude.
O portfólio privilegia castas tradicionais como Tinta Roriz, Touriga Nacional e Touriga Franca, com linhas que prestam tributo à história regional — entre elas, Varanda do Castelo e D. Manuel I. O estilo busca fruta nítida, acidez firme e uso criterioso de madeira, resultando em tintos equilibrados, gastronômicos e com forte identidade territorial.
A Adega de Pinhel mantém o compromisso com a DOC Beira Interior, trabalhando uvas de solos majoritariamente graníticos e parcelas influenciadas pelas serras da Estrela, Gardunha, Açor, Marofa e Malcata. O resultado são vinhos de altitude, frescos e expressivos, que vêm acumulando distinções em concursos ibéricos.
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