Você já imaginou sentir, logo no primeiro gole do Le Petit Clos 2018, a harmonia entre o frescor das frutas negras chilenas e a fineza do envelhecimento em carvalho francês?
Críticos como James Suckling não pensaram duas vezes antes de premiá-lo com 94 pontos, elevando-o ao topo dos grandes tintos do Chile.
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Segure essa imagem: nas próximas linhas você vai entender por que cada gota desse corte bordalês de Apalta pode transformar seu jantar em um momento lendário — e descobrir como garantir a sua garrafa antes que ela desapareça do mercado.
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Vinho tinto chileno – Le Petit Clos 2018
Volume: 750 ml
Região: Apalta Valley, Colchagua Valley (Chile)
Safra: 2018
Produtor: Clos Apalta (Domaines Bournet‑Lapostolle)
Nariz: Frutas vermelhas maduras (cassis, cereja, amora), especiarias doces, toques de tabaco, couro e nuances minerais – grafite e granada
Boca: Macio, com fruta madura e estrutura firme; taninos sedosos; final longo, persistente e de boa acidez
Uvas: 53 % Carménère, 32 % Cabernet Sauvignon, 12 % Merlot, 3 % Petit Verdot
Teor Alcoólico: 14,5 % vol
Serviço: 15‑18 °C
Potencial de guarda: Já no ponto ou em sua maturidade; recomenda‑se consumo imediato ou guarda até cerca de 2038
Visual: Vermelho granada intenso com reflexos violáceos, de coloração profunda e bordas levemente púrpura
Amadurecimento: 22 meses em barricas de carvalho francês (6 mês em barricas novas, +16 mês em 21 % novas e 79 % de segundo uso)
Tipo de fechamento: Rolha de cortiça (cork)
Classificação: Seco
Harmonização: Carnes vermelhas (vaca, cordeiro, caça), risotos de cogumelos, pratos saborosos que complementem especiarias e terra (ex.: risoto de funghi)
Premiações/Pontuações:
- 91–93 pontos Robert Parker e Wine Spectator
- 94 pontos James Suckling e Wine Advocate
1. Le Petit Clos 2018: ícone chileno que une elegância e potência
Produzido pela família Bournet-Lapostolle no lendário terroir de Apalta, o Le Petit Clos 2018 surge como a “porta de entrada” para quem deseja provar a sofisticação da Clos Apalta sem abrir mão de intensidade.
Ele combina vinhas antigas, manejo orgânico-biodinâmico e uma vinificação precisa para entregar um tinto de presença marcante e, ao mesmo tempo, acessível ao paladar de iniciantes e colecionadores.
2. Vinho chileno premium: o segredo do Vale de Apalta
O Vale de Apalta, Colchagua, é famoso pelo clima mediterrâneo, com dias quentes e noites frescas, que geram uvas de maturação lenta e taninos aveludados.
O solo de origem aluvial, rico em pedras roladas, reforça a mineralidade que você percebe no final de cada gole.
Esse terroir, aliado a práticas sustentáveis, torna o Le Petit Clos um dos rótulos mais consistentes do Chile.
3. Corte bordalês com Carménère: ficha técnica que impressiona
- Blend: 53 % Carménère, 32 % Cabernet Sauvignon, 12 % Merlot, 3 % Petit Verdot
- Safra: 2018
- Teor alcoólico: 14,5 % vol
- Volume: 750 ml
- Classificação: Seco
- Amadurecimento: 22 meses em barricas de carvalho francês (21 % novas)
- Fechamento: Rolha de cortiça
Esse corte alia a suculência da Carménère com a estrutura do Cabernet e a maciez do Merlot, resultando em grande equilíbrio.
4. Complexidade aromática: frutas negras, especiarias e grafite

No nariz, aparecem cassis, amora e cereja envoltos em pimenta-preta, cravo, tabaco e um traço mineral de grafite.
Na boca, taninos finos abraçam notas de fruta madura, chocolate amargo e ervas secas, culminando em um final longo, fresco e profundamente elegante.
5. Amadurecimento em carvalho francês: textura sedosa e longevidade
Os 22 meses de estágio em carvalho francês afinam a estrutura, arredondam os taninos e adicionam camadas de baunilha, cacau e cedro.
Essa evolução em madeira garante um potencial de guarda de pelo menos 15 anos, para quem gosta de colecionar tesouros na adega.
6. Harmonização irresistível: da parrilla ao risoto de funghi

Sirva entre 15 °C e 18 °C para extrair o máximo aroma. Combine com:
- Bife de chorizo malpassado ou cordeiro confitado
- Risoto de cogumelos ou polenta cremosa com ragu de costela
- Queijos de casca lavada e trufas negras
O toque terroso e a acidez vibrante fazem o vinho “limpar” o paladar, pedindo o próximo pedaço.
7. Pontuações que confirmam a qualidade: 94 JS & WA
O Le Petit Clos 2018 coleciona 94 pontos de James Suckling e Wine Advocate e aparece no Top 100 de vinhos chilenos de 2021.
Essas notas reforçam que você está diante de um rótulo com pedigree internacional — e que ainda custa menos do que muitos tintos europeus da mesma envergadura.
8. Potencial de guarda: investimento prazeroso até 2038
Graças à acidez firme e à estrutura de taninos bem polidos, o vinho pode evoluir lindamente por mais de uma década.
Com o tempo, ele desenvolve nuances de couro, cedro e figos secos. Se preferir bebê-lo jovem, decante por 1 hora para liberar toda a exuberância de aromas.
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10. Última chance de provar este tesouro chileno
Com produção limitada a apenas 7.456 caixas, o Le Petit Clos 2018 some rapidamente das prateleiras virtuais.
Críticos de peso, como James Suckling, cravaram 94 pontos e elevaram ainda mais a disputa por cada garrafa.
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Sobre a vinícola Clos Apalta
Fundada em 1994 por Alexandra Marnier Lapostolle e Cyril de Bournet, a Clos Apalta — hoje Domaines Bournet-Lapostolle — transformou-se em poucos anos em uma das vinícolas mais prestigiadas do Chile, aliando tradição francesa, terroir do Vale de Apalta e inovação tecnológica. Entre seus marcos estão o primeiro rótulo ícone criado em 1997, a adega de gravidade inaugurada em 2006, a consagração como “Wine of the Year” da Wine Spectator em 2008, a certificação biodinâmica em 2012, a mudança de nome em 2016 e as sucessivas pontuações perfeitas de 100 pontos concedidas por James Suckling em 2015, 2017 e 2020.
Origens e fundação (1994)
Alexandra Marnier Lapostolle, herdeira do licor Grand Marnier, e seu marido, Cyril de Bournet, chegaram ao Chile em 1994 determinados a produzir vinhos de classe mundial a partir de vinhas centenárias de Carmenère plantadas em Apalta.
Primeiro ícone e reconhecimento inicial (1997-2001)
O primeiro Clos Apalta foi lançado na safra 1997, demonstrando o potencial do terroir e ganhando destaque imediato na imprensa especializada.
As safras 2000 e 2001 foram classificadas no Top 3 e Top 2 da Wine Spectator, consolidando o rótulo como referência entre os “super chilenos”.
Adega de gravidade: engenharia a serviço do vinho (1999-2006)
Entre 1999 e 2005 a família construiu uma adega subterrânea de seis níveis, esculpida no granito da encosta e operada 100 % por gravidade; a inauguração oficial ocorreu em 2006.
A estrutura segue a proporção áurea e mantém temperatura natural estável, garantindo fermentações suaves e uso mínimo de bombas.
Consagração global: Wine of the Year 2008
A safra 2005 recebeu o título de “Wine of the Year” pela Wine Spectator em 2008, feito inédito para um vinho sul-americano na época.
Esse reconhecimento impulsionou as exportações e colocou o Vale de Apalta em destaque definitivo no mapa do vinho mundial.
Viticultura orgânica e biodinâmica (2012)
Em 2012, todos os 160 hectares de vinhedos alcançaram certificação orgânica pela CERES e biodinâmica pela DEMETER, reforçando o compromisso com práticas sustentáveis.
Rebranding: Domaines Bournet-Lapostolle (2016)
Para refletir a gestão de Charles de Bournet e a expansão para outras propriedades, a vinícola passou a adotar o nome Domaines Bournet-Lapostolle em 2016, ano em que o Clos Apalta 2013 foi lançado na Place de Bordeaux.
Pontuações perfeitas e lendas vivas (2015-2020)
A safra 2015 recebeu 100 pontos de James Suckling em 2018; a 2017 repetiu o feito em 2020, tornando-se a terceira vez que o rótulo atinge a nota máxima.
Esses resultados mantêm Clos Apalta entre os raros vinhos do mundo a acumular múltiplos 100 pontos consecutivos.
Inovações e futuro sustentável
Hoje o time liderado por Jacques Bégarie investe em microvinificações, pesquisa de leveduras nativas e neutralidade de carbono, garantindo que as próximas gerações sigam elevando o padrão qualitativo da vinícola.
Veja a seguir mais rótulos da vinícola Clos Apalta
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