Um Reserva do Alentejo que chega com pinta de clássico.
O Castelo de Arraiolos Reserva Vinho Regional Alentejano 2023 combina corte típico da região, 4 meses de madeira e um perfil encorpado, perfeito para mesas fartas.
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Vinho tinto português – Castelo de Arraiolos Reserva Vinho Regional Alentejano 2023
Volume: 750 ml
Região: Alentejo — Vinho Regional Alentejano (IGP)
Safra: 2023
Produtor: Herdade das Mouras de Arraiolos
Boca: Volumoso, taninos marcantes, harmônico e final prolongado.
Nariz: Frutas vermelhas com notas de especiarias e baunilha.
Uvas: Alicante Bouschet, Aragonez, Touriga Nacional, Trincadeira.
Teor Alcoólico: 14% vol.
Serviço: 18 °C.
Potencial de guarda: até 2028.
Visual: Vermelho‑granada.
Amadurecimento: Estágio em madeira por 4 meses.
Tipo de fechamento: Rolha de cortiça.
Classificação: Seco (tinto tranquilo).
Harmonização: Carnes vermelhas; pizzas e massas ao molho vermelho; queijos.
1. Castelo de Arraiolos Reserva 2023: notas de prova

No olfato, frutas vermelhas maduras aparecem escoltadas por especiarias e baunilha.
Em boca, é volumoso, com taninos marcantes, boa harmonia e final prolongado — um tinto que pede conversa.
2. Vinho Regional Alentejano: origem e terroir
Nascido no Alentejo, denominação “Vinho Regional Alentejano”, o rótulo espelha calor, amplitude térmica e solos variados.
A Herdade das Mouras cultiva um dos maiores vinhedos contínuos da Europa, o que garante escala e consistência.
3. Herdade das Mouras de Arraiolos: o produtor
O projeto atual ganhou tração nos anos 2000, com plantios iniciados em 2002 e primeira vindima em 2005.
Hoje, a propriedade integra tecnologia e tradição para tirar o melhor das castas portuguesas e internacionais.
4. Corte clássico: Alicante Bouschet, Aragonez, Touriga Nacional e Trincadeira
O blend reúne estrutura e cor da Alicante Bouschet, fruta e maciez do Aragonez (Tempranillo), perfume da Touriga Nacional e especiaria da Trincadeira.
Resultado: tinto intenso, com caráter alentejano e taninos presentes.
5. Vinificação e amadurecimento em madeira (4 meses)
Após a fermentação, o vinho cumpre 4 meses de estágio em madeira, agregando notas de baunilha e especiarias sem encobrir a fruta.
O objetivo é lapidar textura e alongar o fim de boca.
6. Serviço e guarda do vinho tinto
Sirva a 18 °C em taça bordalesa para valorizar volume e aromas.
Guarde até 2028 para integração maior entre fruta, taninos e a lembrança da madeira.
7. Harmonizações com comida portuguesa e do dia a dia

Carnes vermelhas grelhadas, cordeiro assado e churrasco funcionam muito bem.
Vai de massa? Molho ao sugo ou ragu de linguiça brilham. Queijos curados fecham o jogo.
8. Por que comprar o Castelo de Arraiolos Reserva
Entrega tipicidade do Alentejo, corte equilibrado e madeira comedido.
É uma escolha segura para quem gosta de tintos encorpados, mas ainda gastronômicos.
9. Comparações: estilos semelhantes do Alentejo
Se você aprecia Reservas com Alicante Bouschet e estágio breve em carvalho, este vinho fica entre os colheitas mais frutados e os Reservas longamente barricados.
Traz cor e tanino mais firmes que rótulos focados só em Aragonez, mantendo a fruta em evidência.
10. Onde encontrar o seu
Quer colocar esta garrafa na adega? Você encontra o rótulo [clicando neste link].
Perguntas frequentes sobre Castelo de Arraiolos Reserva Vinho Regional Alentejano 2023
Q1. Que vinho é este e de onde vem?
A: É um tinto seco da IGP Vinho Regional Alentejano, produzido pela Herdade das Mouras de Arraiolos.
Safra 2023, garrafa de 750 ml.
Q2. Quais são as uvas do corte?
A: Alicante Bouschet, Aragonez, Touriga Nacional e Trincadeira.
É um blend clássico do Alentejo, focado em cor, estrutura e perfume.
Q3. Como são as notas de prova (nariz e boca)?
A: Aromas de frutas vermelhas com toques de especiarias e baunilha.
Em boca, volumoso, com taninos marcantes, harmonia e final prolongado.
Q4. Qual é a classificação de dulçor e o teor alcoólico?
A: Seco (tinto tranquilo).
Teor alcoólico de 14% vol.
Q5. Qual a temperatura e a taça ideais de serviço?
A: Sirva a 18 °C.
Prefira taça bordalesa, que valoriza estrutura e aromas.
Q6. Precisa decantar?
A: Não é obrigatório, mas 30–45 minutos de aeração ajudam a domar os taninos e abrir os aromas.
Se preferir, areje na taça com movimentos circulares.
Q7. Com quais pratos combina melhor?
A: Carnes vermelhas, cordeiro, churrasco e pratos de massas ao molho vermelho vão muito bem.
Pizzas e queijos curados também são ótimos pares.
Q8. Passou por madeira? Qual o efeito no perfil?
A: Sim, 4 meses de estágio em madeira.
Isso adiciona notas sutis de baunilha/especiarias e lapida a textura sem esconder a fruta.
Q9. Quanto tempo posso guardar?
A: Tem bom potencial até 2028.
Guarde em local fresco e escuro, na horizontal.
Q10. Qual é a cor/visual do vinho?
A: Vermelho‑granada intenso.
A Alicante Bouschet contribui bastante para a profundidade de cor.
Q11. Possui premiações ou pontuações?
A: N/D até o momento.
Se surgir referência oficial, ela deve aparecer no rótulo ou na página do produto.
Q12. Qual é o tipo de fechamento?
A: Rolha de cortiça.
Ideal para uma evolução suave até seu pico de consumo.
Sobre a vinícola Adega das Mouras de Arraiolos
Fundada em 2001, a Adega das Mouras de Arraiolos emergiu rapidamente como uma potência vinícola no Alentejo ao transformar 326 ha de terras históricas em uma das maiores vinhas contínuas da Europa. A trajetória inclui marcos como o início do projeto em 2000, a primeira vindima em 2005, reconhecimento crítico já em 2007, prêmios internacionais de embalagem em 2019 e medalhas de ouro e prata no Concours Mondial de Bruxelles em 2020. Com enologia conduzida por Jaime Quendera e uma adega de 4 000 m² capaz de processar 3 000 t de uvas, a empresa combina inovação, sustentabilidade e tradição para produzir rótulos como Conde de Arraiolos, Tapada das Lebres e Solar das Mouras.
Origens e Fundação (2000 – 2001)
O projeto nasceu em 2000, quando o empresário lisboeta Henrique Neves dos Santos adquiriu as terras da atual herdade, vislumbrando o potencial vitivinícola da região.
A constituição formal da Sociedade Agrícola da Herdade das Mouras de Arraiolos, S.A. ocorreu em 2 de agosto de 2001, conforme registo oficial.
Expansão da Vinha e Infraestrutura (2002 – 2005)
Em 2002 iniciou-se a plantação de 227 ha de vinhas em regime contínuo, projeto finalizado em 2005, ano que também marcou a primeira colheita comercial.
Para garantir irrigação sustentável, foi construída uma barragem de águas pluviais e implantado sistema de “gota-a-gota”.
Primeiras Colheitas e Reconhecimento (2005 – 2010)
A safra inaugural de 2005 inaugurou vinhos como Conde de Arraiolos Reserva, que logo chamaram atenção pela relação qualidade-preço.
Em 2007, rótulos da adega já recebiam avaliações da crítica internacional, incluindo notas na plataforma de Jancis Robinson.
Consolidação da Marca e Prêmios (2010 – 2020)
A casa ampliou portfólio com linhas Tapada das Lebres e Mouras de Arraiolos, sempre sob a batuta do enólogo Jaime Quendera, conhecido por elevar rótulos populares a patamares de excelência.
Em 2019, a agência M&A Creative conquistou prata no MUSE Design Awards com a embalagem de Conde de Arraiolos, evidenciando a preocupação estética da marca.
Inovação, Sustentabilidade e Distinções Recentes (2020 – Presente)
O tinto Conde de Arraiolos Superior 2020 arrebatou medalha de ouro no Concours Mondial de Bruxelles, reforçando o status internacional da herdade.
Na mesma competição, Tapada das Lebres Premium garantiu prata, confirmando consistência de qualidade.
Hoje a adega opera em estrutura de 4 000 m² com capacidade para 3 000 t/ano, mesclando técnicas tradicionais com tecnologia de ponta.
Portfólio, Filosofia e Enoturismo
A vinícola trabalha 9 castas tintas e 4 brancas — destaque para Trincadeira, Aragonez e Syrah — alinhadas à filosofia de expressar o terroir alentejano com frescor e fruta exuberante.
Além de visitas guiadas às vinhas e caves, oferece degustações temáticas que evidenciam prêmios recentes, consolidando-a como ponto obrigatório na Rota dos Vinhos do Alentejo.
Veja a seguir mais rótulos da vinícola Adega das Mouras de Arraiolos
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