António Maçanita FitaPreta O Ancestral 2019

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Vinho branco português

Volume: 750 mL
Região: Alentejo
Safra: 2019
Boca: Tem bom volume, é muito fresco, frutado e apresenta um final bastante persistente
Produtor: Fita Preta – Maçanita
Uvas: Roupeiro/Síria, Alicante Branco/Boal de Alicante, Arinto, Rabo de Ovelha, Tamarez/Trincadeira das Pratas
Teor alcoólico: 12,5%
Serviço: 9°C
Nariz: Frutas cítricas, pêssego branco e aromas de pedra molhada pela chuva
Visual: Amarelo com tons esverdeados
Tipo de fechamento: Rolha
Harmonização: Frutos do mar, sardinha frita, peixes grelhados e sashimis
Premiações/Pontuações: 17/20 pela Revista Grandes Escolhas; 90 pontos pelo crítico Robert Parker

Gradação de 0 a 10

Doçura: 0
Tanino: 0
Acidez: 8
Frutado: 8

Breve descrição:

Para elaborar este sofisticado branco português foram então usadas uvas de duas vinhas diferentes, eis a composição:

Vinha da Nora (60%) tem 35-37 anos, em produção biológica desde 2015, as castas são Roupeiro (ou Síria; 50% do total), Rabo de Ovelha (20%), Arinto (10%), Tamarez (ou Trincadeira das Pratas; 10% do total) e Alicante Branco (ou Boal de Alicante; 10% do total); da Vinha de Vale do Cepo (40%), com 47 anos e certificada como produção integrada, as castas são Roupeiro (20%), Alicante Branco (10%) e Tamarez (10%).

O nome “O Ancestral” no rótulo indica que é um vinho que vem de um esforço de resgatar a antiga fórmula dos brancos de Alentejo, usando um grande número de castas típicas da região.

Enfim, produzido com intervenção mínima, expressa os aromas puros do Alentejo.

 

Sobre a vinícola:

António Maçanita é certamente um dos principais enólogos portugueses da sua geração, criando vinhos que são consecutivamente reconhecidos em concursos e publicações de maior prestígio.

Não apenas fundador e proprietário da FitaPreta, António é também consultor enólogo de produtores de vinho há mais de 13 anos através da sua empresa de consultoria Wine ID.

Nascido em 1979, teve o primeiro contato com a vinha aos 4 anos, no momento em que brincava na vinha durante a vindima, bebendo sumo de uva fresco das cubas e pisando as uvas na adega de uma prima.

Aos 18 anos, a vida de Antonio era mais caçar submarinos e surfar do que estudar direito. A princípio ele pensou em estudar Biologia Marinha, mas um professor o convenceu a escolher Ciências Agronômicas, uma nota mais geral que poderia ser usada para estudos mais avançados.

Ele se matriculou no curso, mas por algum motivo se enganou nos códigos e acabou ingressando na Engenharia Agroindustrial que incluía Enologia. E foi assim que um capricho do destino o levou ao caminho da enologia.

Na universidade o entusiasmo pela vinha foi imediato, levando-o então a envolver-se na plantação de uma vinha nos Açores, seguido de estágios em Napa Valley, primeiro em Merryvale (2001) e depois em Rudd Estate (2002).

Assim que terminou o curso foi trabalhar na adega D’Arenberg, Austrália (2003) antes de decidir ir para a meca da enologia em Bordeaux. Para que tal fato acontecesse, ele fez um acordo com um clube de rúgbi local e, em troca, eles conseguiriam um estágio em um produtor de vinho local.

Enquanto aguardava a decisão, Antonio encerrou a safra de 2003 em um produto que hoje é referência no mundo dos vinhos, o Malhadinha Nova.

Logo após, chegou a notícia de que havia obtido a etapa na França e partiu para o Chateau Lynch Bages em Bordeaux.

Em seguida, no ano de 2004, criou com o seu sócio David Booth a empresa Fitapreta Vinhos, em que o seu primeiro vinho, Preta 2004, foi galardoado com o prémio “Troféu Alentejo no IWC em Londres” atribuído apenas uma vez antes em 22 anos de competição.

Desde então os prémios têm sido diversos na crítica internacional, tanto na FitaPreta como nas várias adegas e produtores de vinho do Sul, dos quais é consultor de enologia.

Exemplos disso são a Quinta de Santana com o troféu produtor do ano 2011 pela Wine, assim como os projetos Cem Reis e Herdade do Arrepiado Velho, constantemente valorizados pela crítica.

Inegavelmente forte em ciência, desenvolveu alguns projetos científicos inovadores, como “Gravity-Flow Vs. Pump-Flow Methods” nos EUA, “Volatile Acidity Elimination Combination of Reverse Osmis and Electrodialysis”.

Logo depois, trouxe para Portugal o know-how da fotografia aérea aplicada à vinha, de onde saiu a sua obra “Novo conceito de Terroir”.

Desde 2006 tem trabalhado com vários chefs em projetos de harmonização de vinhos e alimentos desde 2010 na Disciplina “Harmonização de Vinhos” para chefs da Escola de Hotelaria de Ponta Delgada.

Comunicador nato, António desdobra-se para correr o mundo promovendo a sua Empresa FitaPreta Vinhos, participando em diversos programas de televisão, que vão desde a cozinha aos temas empresariais.

Referência: winehouseportugal.com

Veja a seguir mais rótulos da vinícola António Maçanita

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