Com apenas 80 000 garrafas produzidas, o Almaviva EPU 2021 é mais que um vinho: é um ingresso limitado ao terroir mais cobiçado do Chile.
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Somados aos 94 pontos de críticos como James Suckling e Wine Advocate, esses números transformam cada gole em patrimônio líquido para quem coleciona rótulos de elite.
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Vinho tinto chileno – Almaviva EPU 2021
Volume: 750 ml
Região: Puente Alto
Safra: 2021
Produtor: Almaviva
Boca: Encorpado, redondo, equilibrado, frutado, suculento, textura macia, taninos altos e maduros, acidez média‑alta que confere agradável frescor, final longo e complexo
Nariz: Intensos aromas de frutas vermelhas e pretas maduras como morangos silvestres, cassis e cereja, toques herbáceos, alcaçuz, especiarias e baunilha
Uvas: Cabernet Sauvignon (80%), Carménère (15%), Merlot (5%)
Teor Alcoólico: 15.00% ABV
Serviço: 17 °C
Potencial de guarda: 12 anos
Visual: Rubi profundo
Amadurecimento: 12 meses em barricas de carvalho francês
Tipo de fechamento: Rolha de cortiça natural
Classificação: Seco
Harmonização: Pratos estruturados como carnes vermelhas assadas, grelhadas ou defumadas, molhos à base de tomate, queijos ou especiarias. Sugestões: bife angus na parrilla, talharim com ragu de costela, risoto de funghi
1. Almaviva EPU 2021: exclusividade chilena para colecionadores
Nasceu do encontro entre a Baron Philippe de Rothschild e a Concha y Toro o Almaviva EPU 2021, segundo rótulo da icônica vinícola chilena.
“Epu” significa “dois” em mapudungun, indicando seu posto logo abaixo do grand vin, porém mantendo a mesma sofisticação: apenas 80 000 garrafas foram produzidas, todas numeradas.
Cada gole revela o pedigree de Puente Alto, uma das denominações mais valiosas do Novo Mundo.
2. Blend chileno de luxo inspirado em Bordeaux
A safra 2021 combina 80 % Cabernet Sauvignon, 15 % Carménère e 5 % Merlot, proporção que ecoa os grandes cortes bordaleses, mas com personalidade andina.
A fermentação em aço inox preserva a fruta pura; depois, 12 meses de estágio em barricas francesas (10 % novas) refinam taninos e trazem notas elegantes de cedro, chocolate e especiarias doces.
3. Notas de degustação que encantam os sentidos

No nariz, surgem cassis, amora e cereja fresca, ladeados por grafite, pimenta‑vermelha, lavanda e um delicado toque de baunilha.
Em boca, o ataque é amplo, com taninos sedosos, acidez vibrante e final longo que mistura fruta madura e mineralidade.
A textura aveludada e o equilíbrio entre potência e finesse fazem do EPU 2021 um tinto cativante desde já, mas ainda capaz de evoluir belamente na adega por mais de uma década.
4. Terroir de Puente Alto: onde a Cordilheira encontra o vinho
Localizado entre 650 m e 750 m de altitude, o vinhedo repousa em terraços aluviais de cascalho e argila, formados pelo degelo andino há milhares de anos.
Essas pedras armazenam calor durante o dia e liberam lentamente à noite, enquanto as brisas frias que descem da Cordilheira prolongam a maturação.
Isso resulta em uvas de acidez firme, taninos finos e concentração aromática — condições comparadas às melhores margens do Médoc.
5. Serviço, guarda e harmonização para experiências memoráveis

Decante o vinho por 40 minutos e sirva‑o a 17 °C para liberar suas camadas aromáticas.
A guarda recomendada alcança 12 anos, período em que ganhará maior complexidade terciária.
À mesa, brilhe com cortes premium — bife Ancho grelhado, prime rib ao carvão —, massas com ragu de costela ou risoto de funghi.
Queijos curados (Comté 24 meses, Parmigiano Reggiano) intensificam sua cremosidade e realçam o frescor.
6. Como comprar Almaviva EPU 2021 no Brasil com segurança
O rótulo está disponível no site parceiro do Center Gourmet por R$ 699,90 (valor para não sócios)*, com envio para todo o Brasil e opções de pagamento em até 3 vezes sem juros.
Estoques são limitados; portanto, garanta já a sua garrafa e desfrute de um dos blends mais desejados da América do Sul clicando [neste link oficial].
7. Saboreie o prestígio antes que acabe
Imagine abrir uma garrafa numerada do Almaviva EPU 2021, uma edição de apenas 80 000 unidades que combina a elegância de Bordeaux com a potência do terroir de Puente Alto.
Marcada por 94 pontos da crítica internacional, os taninos sedosos e a fruta negra suculenta se revelam em camadas que parecem não ter fim — um convite irresistível para quem trata vinho como investimento e prazer.
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*Preço consultado em 18 de julho de 2025 e sujeito a alteração.
Sobre a vinícola Almaviva
Desde 1997, a parceria entre a família Rothschild (Château Mouton) e a Viña Concha y Toro elevou o Chile ao mapa dos vinhos de culto com a criação da Vinícola Almaviva. Em pouco mais de duas décadas, o projeto já conquistou pontuações perfeitas, lançou um segundo rótulo cobiçado e celebrou seu 25º aniversário como uma das marcas mais valiosas da América do Sul.
Fundação e espírito visionário (1997)
- 1997 – assinatura do acordo entre Baroness Philippine de Rothschild e Eduardo Guilisasti Tagle para criar um “château” chileno inspirado no modelo bordalês.
- O vinhedo‐‑berço, tocado desde 1978 em Puente Alto, combina vinhas antigas de Cabernet Sauvignon e Carménère com condução francesa de precisão.
Primeira safra e estreia mundial (1996‑1998)
- A primeira colheita ocorreu em 1996, antes mesmo de o contrato ser formalizado; o vinho foi lançado na La Place de Bordeaux em 1998, marcando a estreia internacional do Chile nesse mercado exclusivo.
- Críticos elogiaram a elegância europeia aliada à fruta andina — o Decanter destacou o Almaviva 1999 como um dos Cabernet ícones do novo mundo.
Consolidação e expansão nos anos 2000
- 2001 – surgem os primeiros lotes de EPU, o “segundo vinho” da casa, destinado inicialmente ao mercado chileno e brasileiro.
- A década viu sucessivas altas notas: Robert Parker chegou a conceder 100 pontos à safra 2015, coroando o rótulo como referência de Maipo Alto.
Liderança enológica e busca incessante pela qualidade
- O enólogo francês Patrick Léon comandou as primeiras safras, imprimindo o DNA bordalês; em 2007, Michel Friou assumiu a direção técnica, trazendo experiência no Chile e em Bordeaux.
- Friou reforçou a viticultura sustentável, manejo por parcelas e colheitas noturnas para preservar frescor e precisão aromática.
Marcos recentes: 25 anos de história e recordes de mercado
- Em 2022, Almaviva comemorou 25 anos com edição especial adornada por detalhes comemorativos e evento em Santiago.
- A safra 2020 esgotou‑se em poucas horas na La Place, repetindo o feito do EPU 2019 — prova de sua força entre negociantes mundiais.
- Em 2024, publicações internacionais destacaram a vinícola por seu “approach transatlântico” e o potencial de vinhas não enxertadas plantadas nos anos 1970.
Compromisso futuro
A Vinícola Almaviva segue ampliando áreas plantadas (acréscimo de 5 ha em 2021) e investindo em pesquisa climática para manter a tipicidade de Puente Alto perante as mudanças globais. A meta continua clara: produzir um dos cortes bordaleses mais elegantes do hemisfério sul, safra após safra.
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