Alísios Pinot Noir 2023 é o Pinot Noir brasileiro que entrega leveza, frescor e fruta vermelha vibrante da Campanha Gaúcha. Com 12,5% de álcool e tampa de rosca, é prático no dia a dia sem abrir mão da elegância.
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Parte do lote passa 6 meses em carvalho francês, ganhando uma pitada de especiaria e complexidade. É o tinto certo para quem busca prazer imediato, ótima harmonização e preço inteligente.
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Vinho tinto brasileiro – Alísios Pinot Noir 2023
Volume: 750ml
Região: Campanha Gaúcha, Rio Grande do Sul, Brasil
Safra: 2023
Produtor: Miolo Wine Group
Boca: Fresco e delicado, taninos sutis, final frutado.
Nariz: Morango e cranberry, com toques de pinhão e café.
Uvas: Pinot Noir
Teor Alcoólico: 12.5%
Serviço: 16ºC
Potencial de guarda: 2025
Visual: Rubi com tons granada
Amadurecimento: Parte do lote em aço inox; parte em barricas de carvalho francês por 6 meses
Tipo de fechamento: Tampa de rosca
Classificação: Seco
Harmonização: Carnes brancas, carnes vermelhas leves, queijos, risotos e massas de molho branco
Premiações/Pontuações: — (sem registros confirmados para a safra 2023 até o momento)
Gradação de 0 a 10
Doçura: 0
Tanino: 4
Acidez: 6
Frutado: 6
1. Pinot Noir brasileiro leve e refrescante
Se você busca um Pinot Noir acessível e fiel ao perfil leve, o Alísios 2023 entrega fruta vermelha viva, taninos macios e final suculento, perfeito para climas mais quentes e para quem prefere tintos elegantes em vez de encorpados.
2. Campanha Gaúcha: o terroir por trás do rótulo
Na fronteira com o Uruguai, a Campanha Gaúcha combina baixa pluviosidade e amplitude térmica, favorecendo maturação equilibrada e frescor — condições ideais para tintos finos e estilos mais sutis como o Pinot Noir.
3. Nariz e boca: fruta vermelha e delicadeza

Aromas de morango e cranberry abrem a taça, seguidos por toques discretos de pinhão e café. Em boca, é fresco, de corpo leve, com taninos finos e final frutado, pedindo mais um gole.
4. Como servir e harmonizar sem erro

Sirva a 16 °C em taça borgonha para realçar aromas. Acompanha muito bem aves assadas, risotos e massas de molho branco, além de queijos de massa semidura e carnes vermelhas leves.
5. Vinificação e amadurecimento bem dosados
O vinho combina pureza de fruta (lotes em aço inox) com complexidade sutil (lotes em carvalho francês por seis meses), fechando com tampa de rosca para preservar frescor e precisão aromática.
6. Quem faz: Miolo Wine Group
A linha Alísios é elaborada pela Miolo Wine Group, um dos grupos líderes do Brasil, com trajetória que remete a 1897 e atuação moderna desde 1989, explorando diversos terroirs do país.
7. Momento de consumo e guarda
Está pronto para beber agora e tem evolução favorável no curtíssimo prazo, até 2025, quando a fruta e a acidez devem seguir em harmonia.
8. Aproveite o melhor agora
Se a sua ideia de Pinot Noir é frescor, fruta limpa e delicadeza na taça, o Alísios Pinot Noir 2023 entrega exatamente isso com um toque de especiaria da madeira. É aquele tinto versátil que brilha sozinho ou à mesa, pronto para abrir e apreciar [clicando aqui].
Sobre a vinícola Miolo Wine Group
A Miolo Wine Group é uma das locomotivas do vinho brasileiro. Nasceu da tradição iniciada em 1897 e hoje exporta para mais de 30 países, com produção média anual em torno de 10 milhões de litros e cerca de 1.000 hectares próprios, em quatro unidades no país. É membro‑fundador do Wines of Brasil.
Como empresa, a vinícola foi oficialmente fundada em 1989. Em 1992, engarrafou o primeiro rótulo (Merlot safra 1990) e, em 1994, lançou o Miolo Seleção, marco de distribuição nacional. Em 1998, iniciou o “Projeto Qualidade”, com investimentos em tecnologia, equipe e viticultura de precisão.
O ícone Lote 43 homenageia o terreno original da família em Vale dos Vinhedos. O vinho passou a ser elaborado em safras de excelência e teve sua primeira edição em 1999, associado depois ao selo de Denominação de Origem Vale dos Vinhedos (DOVV).
A expansão levou o grupo a quatro polos: Miolo (Vale dos Vinhedos/RS), Seival Estate (Candiota/RS), Almadén (Santana do Livramento/RS) e Terranova (Casa Nova/BA). Em Terranova, o clima semiárido irrigado permite duas colheitas anuais; já Seival e Almadén destacam a Campanha Gaúcha. Juntas, as unidades somam milhões de litros/ano e exploram estilos do espumante ao tinto de guarda.
A década de 2000 consolidou o crescimento: 2000 marcou o início do projeto Seival; 2001, a chegada a Terranova no Vale do São Francisco; e 2009, a compra da tradicional Vinícola Almadén. A aquisição da Almadén foi um ponto de inflexão na escala produtiva do grupo.
Em inovação, a Miolo liderou a mecanização: em 2011, a Almadén introduziu a colheita mecânica no Brasil, e a Seival realizou a primeira colheita mecânica noturna, medida que ajuda a preservar frescor e sanidade das uvas.
O movimento mais recente ampliou a pegada internacional: em dezembro de 2024, a Miolo adquiriu a Bodega Renacer, em Mendoza (Argentina), agregando 30 hectares de vinhas e um novo terroir ao portfólio. O objetivo é somar competências e estilos sul‑americanos sob a mesma bandeira.
Hoje, a Miolo alia enoturismo robusto e linhas reconhecidas — de espumantes como Millésime e Cuvée Tradition a tintos de referência, como Merlot Terroir e Lote 43 — sustentada por viticultura multirregional e foco em qualidade consistente safra após safra.
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