O Foral D. Henrique Tinto Dão DOC é aquele tinto português que chega sem complicar e entrega exatamente o que a gente espera de um bom Dão: fruta, maciez, taninos redondos e final persistente.
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Elaborado com Touriga Nacional, Jaén, Alfrocheiro Preto e Tinta Roriz, ele combina tradição, frescor e um perfil gastronômico delicioso. É vinho para abrir à mesa e deixar a conversa fluir.
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Vinho tinto português – Foral D. Henrique Tinto Dão DOC
Volume: 750 ml
Região: Dão, Portugal
Safra: 2020
Produtor: Adega Cooperativa de Mangualde
Boca: Macio, com taninos redondos e final persistente
Nariz: Aromas complexos e envolventes de frutas vermelhas, com notas de resina e leve toque especiado
Uvas: Touriga Nacional, Jaén, Alfrocheiro Preto, Tinta Roriz
Teor Alcoólico: 12,5% vol.
Serviço: 16–18 °C
Potencial de guarda: N/D; perfil recomendado para consumo imediato ou curto prazo
Visual: Vermelho-rubi intenso
Amadurecimento: Estágio em inox
Tipo de fechamento: Rolha
Classificação: Vinho tinto tranquilo seco — DOC Dão
Harmonização: Carnes, carnes brancas, pizzas e massas com molho vermelho, risotos e massas com molho branco, queijos e tábua de queijos da Serra
Premiações/Pontuações: N/D
Gradação de 0 a 10
Doçura: 0
Tanino: 6
Acidez: 6
Frutado: 6
1. Foral D. Henrique Tinto Dão DOC: notas de prova e estilo

Na taça, o Foral D. Henrique Tinto Dão DOC apresenta visual vermelho-rubi intenso, bonito e convidativo. É aquele tipo de cor que já entrega uma sensação de vinho jovem, vivo e pronto para acompanhar comida.
No nariz, aparecem frutas vermelhas de forma envolvente, com um lado mais complexo que lembra resina, ervas e especiarias suaves. A ficha técnica oficial destaca aromas complexos e notas de resina, enquanto a oferta da Evino reforça o perfil de frutas vermelhas.
Em boca, ele é macio, com taninos redondos e final persistente. O açúcar residual informado na ficha oficial é de 0,9 g/L, o que sustenta sua classificação como vinho seco.
2. Foral D. Henrique Tinto Dão DOC: origem no coração do Dão
O Foral D. Henrique Tinto Dão DOC nasce na região do Dão, no Centro de Portugal, uma das áreas mais clássicas para tintos elegantes, frescos e gastronômicos.
A própria Adega de Mangualde destaca que o Dão é uma região marcada por vinhas em altitude, solos graníticos e proteção natural de serras como Estrela, Caramulo, Montemuro, Buçaco e Nave.
Esse conjunto ajuda a explicar o estilo do vinho: fruta presente, boa estrutura, taninos sem agressividade e uma acidez que pede comida ao lado.
3. Foral D. Henrique Tinto Dão DOC: produtor e história do rótulo
O nome Foral D. Henrique Tinto Dão DOC remete à história de Mangualde. A Evino apresenta o rótulo como uma homenagem à atribuição do Foral à cidade pelo Conde D. Henrique e por D. Teresa, no ano de 1102.
Quem assina o vinho é a Adega Cooperativa de Mangualde, fundada em 1963 e localizada na região demarcada do Dão. Hoje, a cooperativa trabalha com um centro de vinificação moderno e tecnologia enológica atualizada.
Isso coloca o rótulo em uma posição muito interessante: tem memória histórica, identidade regional e uma proposta acessível para quem quer conhecer o Dão sem formalidade.
4. Foral D. Henrique Tinto Dão DOC: uvas e vinificação
O corte do Foral D. Henrique Tinto Dão DOC reúne quatro castas muito ligadas à tradição portuguesa: Touriga Nacional, Jaén, Alfrocheiro Preto e Tinta Roriz.
A Touriga Nacional contribui com estrutura e perfume. A Jaén traz fruta e maciez. O Alfrocheiro costuma reforçar cor e frescor, enquanto a Tinta Roriz acrescenta corpo e presença.
Na vinificação, a ficha oficial informa desengace total, maceração prolongada, fermentação alcoólica a 28 °C e estágio em inox. Esse caminho preserva o caráter frutado e evita excesso de madeira.
5. Foral D. Henrique Tinto Dão DOC: como servir melhor
Para aproveitar o Foral D. Henrique Tinto Dão DOC, sirva levemente refrescado, entre 16 °C e 18 °C. Essa faixa ajuda a realçar a fruta e manter os taninos mais agradáveis.
Não precisa de uma decantação longa. Uma taça ampla e alguns minutos de respiro já ajudam o vinho a se mostrar melhor, principalmente nos aromas de fruta vermelha e ervas.
Se a garrafa estiver em temperatura ambiente brasileira, vale deixar cerca de 20 minutos na geladeira antes de servir. Esse detalhe simples muda bastante a experiência.
6. Foral D. Henrique Tinto Dão DOC: harmonização certeira

O Foral D. Henrique Tinto Dão DOC é muito versátil à mesa. A Evino sugere carnes brancas, pizzas e massas com molho vermelho, queijos, risotos e massas com molho branco.
A ficha técnica oficial também vai por um caminho bem gastronômico, indicando pratos de carne e tábua de queijos da Serra.
Na prática, eu colocaria fácil ao lado de frango assado, lasanha, pizza de calabresa, arroz de forno, cogumelos salteados, polenta com ragu e queijos de média intensidade.
7. Foral D. Henrique Tinto Dão DOC: comparações com outros tintos portugueses
Comparado a muitos tintos do Douro, o Foral D. Henrique Tinto Dão DOC tende a parecer menos potente e mais direto na fruta. Ele não busca peso; busca equilíbrio.
Diante de vários tintos do Alentejo, costuma entregar uma pegada mais fresca e gastronômica, com taninos mais discretos e final menos quente.
Dentro da própria linha Foral D. Henrique, o Colheita é a escolha mais franca e cotidiana. Já Reserva e Grande Reserva seguem propostas de maior estrutura e complexidade, conforme a gama apresentada pela Adega de Mangualde.
8. Foral D. Henrique Tinto Dão DOC: por que merece sua taça
O Foral D. Henrique Tinto Dão DOC merece atenção porque entrega um retrato honesto do Dão: rubi, aromático, seco, macio e fácil de harmonizar.
É um vinho para quem gosta de tintos portugueses com personalidade, mas não quer algo pesado demais. Ele funciona no almoço de domingo, na pizza da noite e na tábua de queijos sem fazer esforço.
O maior charme está justamente nisso: ele tem história, castas tradicionais, DOC Dão e uma boca redonda que agrada tanto iniciantes quanto quem já conhece vinhos portugueses.
9. Foral D. Henrique Tinto Dão DOC: veja a oferta
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Perguntas frequentes sobre Foral D. Henrique Tinto Dão DOC
1. O Foral D. Henrique Tinto Dão DOC é seco ou suave?
O Foral D. Henrique Tinto Dão DOC é um vinho tinto seco.
Ele tem perfil macio, taninos redondos e final persistente, sem sensação adocicada dominante.
2. Quais uvas compõem o Foral D. Henrique Tinto Dão DOC?
O vinho é elaborado com Touriga Nacional, Jaén, Alfrocheiro Preto e Tinta Roriz.
Essas uvas são tradicionais em Portugal e ajudam a formar um tinto frutado, equilibrado e gastronômico.
3. Qual é a região do Foral D. Henrique Tinto Dão DOC?
O Foral D. Henrique Tinto Dão DOC vem da região do Dão, em Portugal.
Essa área é conhecida por tintos elegantes, frescos e com boa vocação para acompanhar comida.
4. Qual é o teor alcoólico do Foral D. Henrique Tinto Dão DOC?
O teor alcoólico do Foral D. Henrique Tinto Dão DOC é de 12,5% vol.
Isso reforça seu estilo equilibrado, sem excesso de peso ou calor alcoólico.
5. Qual é a temperatura ideal para servir o Foral D. Henrique Tinto Dão DOC?
A temperatura ideal de serviço fica entre 16 °C e 18 °C.
Se o vinho estiver em temperatura ambiente muito quente, vale refrescar a garrafa antes de servir.
6. Com quais pratos o Foral D. Henrique Tinto Dão DOC harmoniza?
Ele combina muito bem com carnes, frango assado, pizzas, massas com molho vermelho, risotos e queijos.
Também funciona com tábuas de queijos de média intensidade e pratos do dia a dia.
7. O Foral D. Henrique Tinto Dão DOC passa por madeira?
O Foral D. Henrique Tinto Dão DOC tem estágio em inox.
Por isso, seu perfil tende a valorizar mais fruta, frescor e maciez do que notas marcadas de carvalho.
8. O Foral D. Henrique Tinto Dão DOC é bom para iniciantes?
Sim, é uma ótima escolha para quem está começando nos vinhos portugueses.
Ele tem taninos redondos, boa fruta e um estilo fácil de gostar, sem ser pesado demais.
9. Qual é a safra do Foral D. Henrique Tinto Dão DOC?
A safra consolidada para este rótulo é 2020.
Como ofertas online podem variar, o ideal é sempre conferir a safra indicada no anúncio e no rótulo recebido.
10. Quem produz o Foral D. Henrique Tinto Dão DOC?
O produtor é a Adega Cooperativa de Mangualde, uma vinícola tradicional da região do Dão.
A adega foi fundada em 1963 e trabalha com castas portuguesas clássicas.
11. O Foral D. Henrique Tinto Dão DOC tem potencial de guarda?
Ele é mais indicado para consumo imediato ou de curto prazo.
Seu melhor momento tende a ser quando a fruta, a maciez e o frescor estão bem presentes.
12. O Foral D. Henrique Tinto Dão DOC vale a pena?
Vale especialmente para quem procura um tinto português seco, macio e versátil à mesa.
É um vinho com boa identidade regional, castas tradicionais e perfil muito gastronômico.
Sobre a vinícola Adega Cooperativa de Mangualde
A Adega Cooperativa de Mangualde foi fundada em 4 de dezembro de 1963, no Centro de Portugal, dentro da região demarcada do Dão. Em 2023, celebrou 60 anos de história, consolidando sua importância para a viticultura local.
Sua trajetória está ligada ao espírito cooperativo português: reunir produtores, valorizar as uvas da região e transformar a identidade do Dão em vinhos acessíveis, consistentes e cheios de personalidade.
Hoje, a adega conta com um centro de vinificação moderno, capacidade para vinificar 6.000 toneladas de uvas e estrutura com depósitos, cubas, barricas, laboratório de enologia, linha de engarrafamento e loja própria.
O terroir em torno de Mangualde expressa bem o Dão: vinhas em altitude, clima com invernos frios e chuvosos, verões secos e quentes, além de solos predominantemente graníticos.
Entre suas linhas notáveis estão Foral D. Henrique, Castelo de Azurara, Coleção Mocho, Cepa Selecionada e D. Melo. A linha Foral D. Henrique reúne versões Colheita, Reserva, Grande Reserva e outros rótulos que valorizam castas tradicionais portuguesas.
Além da produção de vinhos, a cooperativa também expandiu sua atuação para o enoturismo com o Centro Interpretativo da Vinha e do Vinho, reforçando a ligação entre vinho, cultura e território.
Veja a seguir mais rótulos da vinícola Adega Cooperativa Mangualde
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