Arinto dos Açores by António Maçanita Pico DO 2019 – Vinho branco português

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Arinto dos Açores by António Maçanita Pico DO 2019 - Oferta

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Vinho branco português – Arinto dos Açores by António Maçanita Pico DO 2019

Você já experimentou um vinho que transporta você para um lugar mágico com apenas um gole? Descubra o Arinto dos Açores by António Maçanita Pico DO 2019, um vinho que não é apenas uma bebida, mas uma experiência cultural, uma viagem sensorial às ilhas dos Açores.

Continue lendo e deixe-se seduzir por essa maravilha líquida que promete ser uma aventura inesquecível em cada taça.

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Volume: 750 mL
Região: Açores
Safra: 2019
Produtor: António Maçanita

Boca: Intenso e fresco, com mineralidade e acidez intensas e agradáveis, boa persistência e nuances salinas
Nariz: Aromas minerais e cítrico, com notas de toranja
Uva: Arinto dos Açores
Teor alcoólico: 12%

Serviço: 10°C
Potencial de guarda: 2024
Visual: Amarelo-citrino límpido
Amadurecimento: 11 meses em tanques de aço inoxidável
Tipo de fechamento: Rolha natural

Classificação: Seco
Harmonização: Frutos do mar, peixes e carnes brancas, saladas
Premiações/Pontuações: 92 pontos Wine Enthusiast, Enólogo Revelação do Ano pela Revista Wine 2017, Enólogo Geração XXI pela Revista Paixão Pelo Vinho 2017, Enólogo do Ano de 2018 pela Revista de Vinhos A Essência do Vinho, Prêmio Empresa de Vinhos de 2021 pela V Grandes Escolhas, Prêmio Terroir pela Revista Paixão Pelo Vinho

Gradação de 0 a 10

Doçura: 0
Tanino: 0
Acidez: 8
Frutado: 6

 

1. Uma Uva com História: A Arinto dos Açores

Arinto dos Açores by António Maçanita Pico DO 2019 - Uvas

A Arinto dos Açores não é apenas uma uva; é uma tradição, uma herança cultural das ilhas dos Açores. Escolhida como a estrela deste rótulo, essa uva carrega consigo a personalidade única e a essência da região vinícola do Pico, reconhecida como Patrimônio Mundial da UNESCO.

Imagine degustar uma taça desse vinho e sentir a história e a cultura dos Açores em cada gole.

2. Aromas e Sabores: Uma Explosão de Sensações

Prepare-se para uma experiência sensorial inigualável. O Arinto dos Açores by António Maçanita Pico DO 2019 é uma sinfonia de aromas cítricos, minerais e salinos. No paladar, ele se revela intenso e incrivelmente fresco. Cada gole é uma viagem ao coração dos Açores, onde o mar encontra a terra e a natureza se funde com a tradição.

3. Harmonização Perfeita: O Companheiro Ideal para Sua Refeição

Arinto dos Açores by António Maçanita Pico DO 2019 - Harmonização

Se você está em busca do vinho perfeito para acompanhar pratos leves, como frutos do mar ou peixes grelhados, sua busca terminou. O Arinto dos Açores by António Maçanita Pico DO 2019 é a escolha ideal, criando uma harmonização que eleva a refeição a um novo patamar.

Imagine o sabor dos frutos do mar realçado por esse vinho extraordinário.

4. Um Vinho, Uma Experiência: Arinto dos Açores by António Maçanita

Imagine um vinho que dança em seu paladar, revelando notas cítricas refrescantes, toques minerais intrigantes e uma pitada salina que evoca o frescor do oceano. O Arinto dos Açores by António Maçanita Pico DO 2019 é essa experiência sublime, esperando para ser descoberta por você.

E adivinhe? Uma edição especial, limitada e exclusiva está disponível agora em nosso site. Não perca a chance de possuir uma garrafa dessa maravilha líquida que promete transformar cada gole em uma celebração. [Clique aqui] e aproveite essa oportunidade única antes que acabe!

 

Sobre a vinícola António Maçanita

António Maçanita destaca-se como um renomado enólogo português de sua época, sendo responsável por criar vinhos premiados e aclamados por prestigiosas competições e publicações.

Além de ser fundador e dono da FitaPreta, António também presta consultoria enológica para vinícolas há mais de 13 anos por meio de sua empresa Wine ID.

Nascido em 1979, Maçanita teve seu primeiro contato com as vinhas aos 4 anos de idade, brincando durante a colheita e degustando suco fresco de uva das cubas e pisando uvas no celeiro de um parente.

Aos 18 anos, António estava mais interessado em caçar submarinos e surfar do que em estudar direito. Inicialmente, considerou estudar Biologia Marinha, mas foi persuadido por um professor a optar por Ciências Agronômicas, uma área mais ampla que poderia levar a estudos mais avançados.

Por engano, ele se matriculou em Engenharia Agroindustrial, que incluía Enologia. Esse erro casual foi o que o conduziu ao universo da enologia.

Na faculdade, seu entusiasmo pelas vinhas cresceu rapidamente, levando-o a se envolver em um projeto de plantação de vinhas nos Açores e, em seguida, a estágios em Napa Valley, primeiro na Merryvale (2001) e depois na Rudd Estate (2002).

Após concluir seus estudos, trabalhou na vinícola D’Arenberg, na Austrália (2003), antes de seguir para Bordeaux, o coração da enologia. Para realizar esse sonho, fez um acordo com um clube de rúgbi local, que o ajudou a conseguir um estágio em uma vinícola francesa.

Enquanto esperava pela resposta, António trabalhou na colheita de 2003 na renomada vinícola Malhadinha Nova. Logo depois, recebeu a confirmação do estágio na França e seguiu para o Chateau Lynch Bages em Bordeaux.

Em 2004, fundou a Fitapreta Vinhos com seu sócio David Booth. Seu primeiro vinho, o Preta 2004, ganhou o prêmio “Troféu Alentejo no IWC em Londres”, concedido apenas uma vez antes em 22 anos de competição.

Desde então, seus vinhos têm conquistado prêmios internacionais, tanto na FitaPreta como nas várias vinícolas e produtores do sul de Portugal, para os quais presta consultoria enológica.

Projetos como a Quinta de Santana, que ganhou o prêmio de produtor do ano 2011 pela Wine, e as vinícolas Cem Reis e Herdade do Arrepiado Velho, constantemente elogiadas pela crítica, são exemplos de seu sucesso.

António Maçanita, com uma base sólida em ciência, desenvolveu projetos científicos inovadores como “Gravity-Flow Vs. Pump-Flow Methods” nos EUA e “Volatile Acidity Elimination Combination of Reverse Osmis and Electrodialysis”. Além disso, trouxe para Portugal o conhecimento da fotografia aérea.

Veja a seguir mais rótulos da vinícola António Maçanita

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