Espumante Brut - O que comer com Espumante Brut?

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Ainda que muitos não saibam, o espumante brut está presente em grande parte das prateleiras e é um dos mais apreciados no mundo todo.

Essa categoria, como as demais bebidas classificadas como espumantes, costuma ser confundida com o champanhe.

Não está, de todo, incorreto. Contudo, uma célebre frase é utilizada para pôr fim a esse equívoco: “Todo champanhe é espumante, mas nem todo espumante é champanhe”.

Isso se deve por conta da localidade em que as bebidas são produzidas, em uma região da França denominada Champagne.

Dessa forma, o verdadeiro champanhe é somente aquele produzido nessa região, enquanto as demais bebidas com características semelhantes são denominadas espumantes.

A confusão não é incomum, uma vez que a própria origem do espumante se deu na França, e relaciona-se com a história do champanhe.

Ainda, é comum que as pessoas não saibam identificar as diferenças entre os espumantes, bem como ocorre com o espumante brut.

Existem diversas categorias para espumantes, que abrangem suas características de produção, sabor e textura.

De modo geral, espumante é a denominação de todo vinho, seja tinto, rosé ou branco, que apresente gás carbônico natural e perceptível em seu líquido.

A seguir, conheça mais sobre o espumante brut, sua história, como ele se diferencia das demais categorias, e, finalmente, quais as melhores harmonizações para esta bebida famosa e longamente apreciada ao redor do mundo.

Tudo o que você precisa saber sobre Espumante Brut

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Origens dos espumantes

A história dos espumantes, em um contexto geral, data seu início no século XVII, na região da França.

Antes de ganhar essa denominação, produzia-se o champanhe, como mencionado, especialmente na localidade de Champagne, que possuía grande renome neste quesito.

Antigamente, a produção dos vinhos champanhe era realizada de forma tradicional, armazenada em barris e tonéis para ser exportada por toda a Europa, a partir de uma técnica simples de fermentação.

Os vinhos são produzidos a partir da escolha das uvas, decantação e o processo de fermentação, que atribui seu aspecto alcoólico e modifica o sabor de acordo com a quantidade de açúcar que se transforma em álcool.

Contudo, durante esse período, passou-se a utilizar garrafas para transportar o líquido produzido, em vez de barris, o que, posteriormente, também originaria um método diferente de produção.

Em 1668, Dom Pérignon, responsável pela abadia de Hautvillers, localizada na região do Marne, foi encarregado de resolver um problema indesejado quanto aos champanhes que estavam sendo engarrafados.

Dom Pérignon realizou um estudo aprofundado sobre esse processo, em busca de respostas que explicassem aquela alteração, e chegou a um resultado.

Aparentemente, dentro da garrafa, o líquido passava por um segundo processo de fermentação indesejada, o que proporcionava gás incapaz de sair, por conta do pouco espaço.

Assim, o vinho permanecia com o gás, alterando o sabor original ao qual estavam acostumados.

O surgimento de uma nova categoria

No entanto, não foi decretado um problema, e sim uma nova categoria de vinhos. Diz a lenda que o pesquisador afirmou estar “bebendo estrelas” na primeira vez que experimentou o líquido borbulhante.

Nasceu, então, os espumantes. Apesar de terem se tornando sinônimos de champanhe no mundo todo, os originais são apenas os da região de Champagne.

Vinhos produzidos nas mesmas características, que passem pela segunda fermentação, são considerados apenas espumantes, mas muitas produções se popularizaram pela qualidade, tanto quanto os franceses.

Posteriormente, o método champenoise passou a ser aplicado no mundo todo, referindo-se a essa segunda fermentação natural que acontece em garrafas, e não em tonéis.

Com isso, o espumante passou a ser produzido efetivamente em várias regiões, adquirindo os aspectos variados das castas de uvas utilizados, dos terroirs e outros elementos que modificam e particularizam seu sabor.

É importante lembrar que todo vinho que passe pela segunda fermentação e adquira o gás carbônico de maneira natural e identificável, no caso, as bolhas e a efervescência, pode ser chamado espumante.

Ainda, atualmente, a bebida considerada champanhe é apenas a produzida na região da França, enquanto os vinhos com as mesmas características, mas de outros lugares, são apenas espumantes.

Como surgiu o rótulo?

Uma vez que se sabe a origem dos espumantes de maneira geral, podemos passar para a categoria do espumante brut, e como ele passou a ser produzido.

Uma vez que os primeiros espumantes passaram a ser consumidos no século XVII, era comum que seu líquido apresentasse uma alta taxa de açúcar.

Os açúcares provenientes das uvas não eram totalmente fermentados, o que deixava as bebidas particularmente adocicadas.

Contudo, um século mais tarde, os ingleses passaram a exigir champanhes, e espumantes, mais sóbrios, sem um teor tão alto de açúcar.

Como parâmetro de comparação, algumas empresas chegavam a adicionar quase duzentos gramas de açúcar para um litro de bebida, o que se aproxima da quantidade presente em refrigerantes, hoje.

Assim, surgiu uma nova demanda na produção de espumantes, no caso, com um aspecto mais seco, onde a maior parte do açúcar seria transformada em álcool.

Nesse contexto, a Madame Louise Pommery foi a pioneira na produção de espumantes secos, e surge, então, o rótulo de espumante brut.

Brut significa bruto, grosseiro, pouco refinado em francês. As bebidas fabricadas na região da França que continham menos açúcar passaram a ser denominadas espumantes brut, em um primeiro momento.

As produções iniciais de espumante brut mantinham seu aspecto natural. A quantidade de açúcar por litro chegava a menos de vinte, um décimo de algumas bebidas anteriormente fabricadas.

Uma vez que o rótulo brut foi criado para denominar os espumantes menos doces, outras diferenciações foram surgindo com o tempo, ramificando a categoria.

Hoje em dia, os espumantes brut não englobam todas as produções de sabor menos doce, mas sim uma pequena categoria de acordo com a quantidade de açúcar identificada na bebida.

Atualmente, a partir do espumante brut, surgiram as seguintes categorias: nature, extra brut, brut, sec, demi-sec e doce.

Diferença para outras denominações

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Se antes o espumante brut surgiu como uma denominação geral para diferenciar produções com menor teor de açúcar, hoje essa é justamente a distinção utilizada para categorizar as demais denominações.

Apesar de cada país poder apresentar suas próprias determinações, é possível seguir uma regra mais abrangente para diferenciar cada um dos tipos de espumantes.

1- Espumante brut

A começar pelo espumante brut, a concentração ideal de açúcar que precisa ser apresentada em sua composição é a de 12 gramas por litro, de acordo com as determinações francesas.

De modo geral, entra nessa categoria as produções que se encaixarem entre 8 e 15 gramas por litro, de modo menos exigente.

O espumante brut é tido como o espumante seco mais comum, e é considerado versátil, em relação as demais categorias.

2- Espumante nature

Trata-se do espumante mais seco da categoria. Enquanto o espumante brut era considerado natural antigamente, hoje essa categoria representa a produção com menor interferência.

Seu teor de açúcar se concentra em 3 gramas por litro. Dessa forma, quase todas as moléculas passam pela fermentação e se transformam em álcool.

Ainda, não apresenta licor em seu processo de fabricação. Costuma ser produzido com castas como Pinot Noir e Chardonnay.

3- Espumante extra brut

Como o nome indica, esse espumante se assemelha ao espumante brut em algumas características.

Sua concentração de açúcar é considerada entre 3 e 8 gramas por litro, ainda considerado bastante seco pelos apreciadores.

Seu sabor é marcante, e costuma apresentar bastante acidez ao paladar.

De acordo com a escala, ele antecede o espumante brut, que mantém a taxa de açúcar entre 8 e 15 gramas por litro.

4- Espumante sec

O espumante sec, ou seco, apesar de levar essa nomenclatura, é considerado relativamente seco, comparado aos anteriores.

Geralmente, contém de 15 a 20 gramas de açúcar por litro de bebida.

Dessa forma, é considerado equilibrado e levemente adocicado, e indicado para as pessoas que estão começando a experimentar espumantes.

Trata-se do espumante menos produzido em relação a outros da categoria.

5- Espumante demi-sec

Esse espumante também pode ser chamado de meio seco, e é bastante doce.

Possui cerca de 20 a 60 gramas de açúcar por litro para ser considerado desta categoria, e é recomendado aos que não gostam tanto de espumantes secos.

Ainda, é um dos tipos mais consumidos no Brasil.

6- Espumante doce

Por fim, o espumante doce é o último da categoria entre os espumantes, e, como seu nome indica, ele contém taxas elevadas de açúcar.

Sua concentração é de mais de 60 gramas por litro, ideal para acompanhar sobremesas, pois tem uma doçura facilmente perceptível.

Como o espumante brut se diferencia

O espumante brut é o terceiro na escala de secos, no entanto, é considerado um dos mais versáteis no quesito acompanhamentos.

Seu sabor e textura são consideravelmente secos, contudo, não o suficiente para serem desagradáveis aos que não estão acostumados, com um leve aroma adocicado.

Enquanto os demais espumantes precisam ser analisados no momento de serem escolhidos, o espumante brut possui vantagem quanto a esse aspecto, se tornando uma bebida coringa.

Além disso, a quantidade de açúcar de cada vinho depende da forma como ele é produzido, o que influência diretamente em outros fatores.

A produção tradicional dos vinhos passa pelo primeiro processo de fermentação, onde o açúcar presente na mistura é fermentando e se torna álcool.

Posteriormente, a segunda fermentação atribui o gás carbônico e a efervescência características dos espumantes propriamente ditos.

Dessa forma, as diferentes denominações dos espumantes são classificadas de acordo com sua concentração de açúcar, de modo que suas produções foram mais ou menos fermentadas.

Dependendo da casta de uva utilizada, o sabor, textura e aroma também pode ser alterados a partir dessas duas fermentações.

Espumantes secos costumam apresentar um sabor mais presente do álcool, que harmoniza e se distingue das demais características.

No caso do espumante brut, especificamente, é bastante equilibrado em seu sabor, podendo apresentar toques aromáticos mais doces, dependendo do terroir onde a casta foi cultivada.

De modo geral, iniciantes conseguem diferenciar os espumantes de sabores mais marcantes apenas com a experimentação, no caso, entre o nature, o mais seco, e o doce.

Contudo, o paladar suave e equilibrado do espumante brut faz com que ele seja satisfatoriamente apreciado, mesmo pelos que não estão acostumados.

Modificações com o tempo

Assim como todo vinho, os espumantes também sofrerão modificações de acordo com o tempo em que ficam abertos e conservados após retirada sua rolha.

Além disso, os espumantes são particularmente mais propensos a alterações que podem modificar seu sabor, textura e a experiência de se aproveitar uma boa bebida efervescente.

De maneira geral, todos os vinhos sofrem com a oxidação, ou seja, o contato com o oxigênio, além dos elementos conhecidos, como temperatura, ambiente e vibração sofrida.

Vinhos com uma maior presença de taninos são propensos a preservarem seu sabor por mais tempo depois de abertos, por conta da acidez apresentada.

Pela ordem, os vinhos fortificados são os mais resistentes a serem armazenados, seguidos dos vinhos brancos e, por fim, os vinhos tintos.

No entanto, champanhes e espumantes não entram na categoria de armazenamento comum aplicada aos demais vinhos.

Isso ocorre porque sua produção é realizada a partir de uma segunda fermentação feita na garrafa, que lhe acrescenta gás carbônico, tornando-o, efetivamente, um espumante.

Ainda que o dióxido de carbono seja um dos elementos ideias para preservação do sabor, por exemplo, a partir do momento em que a garrafa é aberta e a pressão é liberada, essa efervescência começa a evaporar gradativamente.

Dessa forma, a partir do momento em que o espumante é aberto e não consumido totalmente, seu líquido deixará de conter o que o torna diferenciado, como a espuma.

Por outro lado, seu sabor pode ser preservado tranquilamente pelo período de um mês, se mantido na geladeira, em posição vertical.

Assim, o paladar mais seco ou adocicado pode ser mantido, mas sem a efervescência.

Outras modificações

Além do fator temporal, existem outros elementos que podem modificar um espumante brut.

Por exemplo, a temperatura. Ao contrário de vinhos tradicionais, que podem ser servidos entre 15°C e 18°C, os espumantes devem estar entre 6°C e 8°C.

É comum deixá-los em baldes com gelo antes de servir, e permanecerem no congelador por até duas horas antes da ocasião.

Logo após aberto, o espumante já começa a perder o gás, de modo que deve ser consumido gelado e o quanto antes.

Além disso, a taça também pode ser um fator importante. Para espumantes, recomenda-se uma taça de corpo mais alongado e boca estreita, para manter a efervescência e conservar o sabor.

Por conta do dióxido de carbono, é preferível evitar sacudir o espumante antes de abri-lo, pois a espuma que jorra leva consigo boa parte do líquido e da textura.

Harmonizações

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O que comer com espumante brut? Visto que, o espumante brut é considerado o mais versátil entre os espumantes, de modo que sua categoria é capaz de harmonizar com uma grande quantidade de pratos e acompanhamentos.

De maneira geral, é indicado que a harmonização se dê pela quantidade de açúcar que compõe cada espumante, a fim de combinar os sabores da comida e da bebida sem que nenhum seja prejudicado.

Dessa forma, o espumante doce, por exemplo, não é muito harmonizado com outros pratos além de sobremesas, por conta de seu caráter extremamente doce.

Por outro lado, o espumante nature, considerado o mais seco, é melhor relacionado com pratos fortes, cujo sabor harmonize com a textura seca e o sabor ácido.

Contudo, o espumante brut possui uma vantagem sobre as demais categorias.

Sua concentração de açúcar não é alta o suficiente para deixá-lo doce, nem baixa o bastante para tornar seu gosto ácido e seco.

Assim, ele é tido como o espumante coringa para a maioria das ocasiões, e, não a toa, é o mais consumido em várias partes do mundo.

Entradas

As entradas são pratos ou acompanhamentos que precedem o prato principal em qualquer refeição, mas especialmente em jantares.

Sendo assim, costuma ser leve, apetitosa, algo que abra o apetite e conduza uma conversa agradável antes da refeição.

Por ser composta de pratos mais leves, a entrada pode ser harmonizada com vários espumantes, dependendo dos ingredientes que compõe o preparo.

O espumante brut, especificamente, é ótimo para acompanhar pratos com camarão e outros frutos do mar, por exemplo. Ambos são leves e saborosos na medida certa.

Além disso, também é possível harmonizar com canapés ou uma entrada a base de carne, desde que não seja preparada com sabor demasiado extravagante.

Saladas também costumam compor entradas, e todos os tipos de saladas podem ser harmonizadas com espumante brut, desde verduras, legumes, até combinações exóticas, com frutas ou agridoces.

Pratos principais

Enquanto isso, o prato principal precisa ser bem analisado antes de harmonizar com algum espumante.

Por conta de seu caráter mais encorpado, pratos elaborados e ingredientes sofisticados, é mais difícil combinar um espumante que não destoe do sabor do conjunto.

Ainda que o espumante brut seja bastante equilibrado, é melhor evitar pratos principais que sejam compostos por molhos fortes e carnes vermelhas, elementos de difícil combinação e costumeiramente pesados.

Por outro lado, pratos principais com carnes brancas, peixes, como lagosta ou salmão, acompanhados de molhos suaves, são ideias para combinar com espumante brut.

Se o prato principal conter algum ingrediente mais encorpado, o espumante brut pode ser uma opção, desde que seja harmonizado a partir do gosto pessoal de cada um.

Sobremesas

Como mencionado, espumantes mais doces são ideias para aproveitar com sobremesas, contudo, é possível harmonizar o espumante brut também.

Espumantes são bastante comuns na época do ano novo, que acompanha uma quantidade variada de doces e sobremesas.

Assim, é possível harmonizar o brut com sobremesas que não tenham chocolate em sua composição, combinando melhor com chantilly e frutas.

Cremes e sabores mais suaves também são ideias para harmonizar com o espumante brut sem ter seu sabor modificado.

Além disso, o espumante brut é bastante equilibrado em termos de acidez, o que o torna perfeito para sobremesas como tortas.

Queijos

A combinação de vinhos e queijos é tradicional, e, para cada bebida, há um queijo que harmoniza.

Certamente, não seria diferente com espumantes, especialmente o espumante brut.

O caráter adocicado de algumas categorias de espumante harmonizam com determinados tipos de queijo, enquanto espumantes secos combinam com outros.

Ainda que o espumante brut seja particularmente equilibrado, ele harmoniza melhor com queijos Brie, Camembert e queijo de cabra.

Por conta do sabor suave, o espumante não sobressairá, ressaltando o paladar do queijo.

Além disso, o espumante brut também pode harmonizar com outros tipos de queijo que acompanhem pratos ou receitas, desde que seu sabor não seja demasiado intenso.

Conclusão

espumante brut

Entre as várias categorias de vinhos, os espumantes se destacam por conta da efervescência e o sabor diferenciado.

Os espumantes surgiram em meados do século XVII, quando os champanhes, especificamente, deixaram de ser armazenados e transportados em tonéis e passaram a ser engarrafados.

Descobriu-se, então, que a garrafa gerava uma segunda fermentação ao vinho, fazendo com que desenvolvessem gás carbônico, e, consequentemente, espuma e efervescência.

Contudo, em vez de ser considerado um problema, esse tipo de champanhe passou a ser apreciado no mundo todo, sendo reconhecido pelo nome de espumante.

Por outro lado, no século XIX, os ingleses exigiram um tipo de vinho com menos teor de açúcar, o que deu origem ao espumante brut, que, em francês, significa bruto, natural.

Atualmente, outras categorias de espumante se desenvolveram a partir do brut.

Eles são categorizados através da concentração de açúcar que apresentam em sua composição.

Dessa forma, espumantes menos adocicados são chamados espumantes nature, brut e extra-brut, enquanto os que apresentam mais açúcar são o sec, demi-sec e doces.

O espumante brut é considerado o mais equilibrado entre os espumantes, com sabor nem tão ácido e nem tão doce.

Assim, trata-se de um espumante adequado para harmonizar com os mais variados tipos de pratos e acompanhamentos.

É preferível que os espumantes acompanhem refeições mais suaves, de modo que os sabores não sejam sobrepostos de maneira desagradável.

Contudo, é preciso se atentar para o consumo dos espumantes. Por conta do dióxido de carbono, seu sabor pode ser mantido por muito tempo, mas a efervescência se dissipa com rapidez, de modo que é indicado que ele seja consumido o quanto antes após aberto.

Por fim, o espumante brut é especialmente equilibrado, o mais consumido dentre as categorias de espumante, e perfeito para quando se quer acertar na escolha, seja qual for a ocasião.

Espumante brut, se você curtiu o artigo acima, experimente você este requinte:

 

O espumante Airén francês

Prince de Coste Blanc de Blancs Brut:

Com borbulhas finas e persistentes, que aumentam a sensação de frescor; Produtor: Veuve Ambal; Teor alcoólico: 11,5%; Uva: Airén (vinho varietal); Nariz: Notas de frutas brancas e cítricas sobre um fundo mineral; Harmonização: Aperitivos, frutos do mar e carnes brancas

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O espumante Durello italiano

Casalotta Durello Brut:

Cremoso, refrescante e profundo; Produtor: Adria Vini; Teor alcoólico: 11,5%; Uva: Durello (vinho varietal); Nariz: Aromas de maçã verde, com toques cítricos e florais; Harmonização: Peixe assado com alcaparras, macarrão ao camarão com leite de coco, abobrinha recheada com queijo

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O espumante blend francês

Duc d’Henry Blanc de Blancs Brut:

Fresco e delicado; Produtor: Veuve Ambal; Teor alcoólico: 11,5%; Uvas: Várias uvas (vinho blend); Nariz: Notas de damasco e pêssego; Harmonização: Frutos do mar, queijos brancos

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O espumante blend francês

Beau Monde Blanc de Blancs:

Leve, refrescante com acabamento elegante; Produtor: Beau Monde; Teor alcoólico: 11,5%; Uvas: Chardonnay, Ugni Blanc, Colombard, Durello e Airén (vinho blend); Nariz: Aromas de pêra e pêssego branco, com floral delicado; Harmonização: Espaguete com camarões salteados na manteiga e temperos frescos, risoto de brie com pera e nozes, filé de peixe assado com mix de legumes

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O espumante blend francês

Champagne Dom Pérignon Vintage 2010 Brut:

Um vinho redondo, macio, com presença cheia, rica e suculenta. Na boca é generoso, firme e assertivo. Um vinho frutado com nuances de especiarias, com bom volume e frescor. Apresenta um final longo, mineral e complexo; Produtor: Moët & Chandon; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Chardonnay e Pinot Noir (vinho blend); Nariz: Frutas cristalizadas, manga verde, melão e abacaxi, casca de laranja, sutis notas florais de peônia e jasmim, toques de pão tostado; Harmonização: Lagosta à thermidor, moqueca de cação, temaki de salmão, pato ao molho de laranja, shitake na manteiga, cogumelos, pratos à base de algas e queijos moles

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O espumante Chardonnay francês

Champagne Vollereaux Blanc de Blancs Brut:

Após um ataque franco e acidulado, descobre-se um Champagne francês aveludado e suave; Produtor: Maison Vollereaux; Teor alcoólico: 12%; Uva: Chardonnay (vinho varietal); Nariz: Bastante agradável com aromas delicados de infusão de tília seca, mesclados com notas minerais e aéreas; Harmonização: Pratos de peixes de carne branca, como o tamboril, e como aperitivo

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O espumante blend brasileiro

Família Geisse Cave Amadeu Brut 375mL:

Excelente frescor, boa estrutura, cremosidade e acidez; Produtor: Família Geisse; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Chardonnay e Pinot Noir (vinho blend); Nariz: Notas de frutas tropicais; Harmonização: Saladas, peixes e frutos do mar

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O espumante blend francês

Champagne Montaudon Brut:

Cremoso, boa acidez, médio corpo, elegante; Produtor: Maison Montaudon; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay (vinho blend); Nariz: Frutas brancas, mel, torradas, pão, fermento; Harmonização: Salmão defumado, ostras, robalo grelhado com purê de mandioquinha, moqueca, risoto de lula, queijos brancos moles, pupunha assada, pastel de queijo brie

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⇒ O espumante blend francês

Champagne Vollereaux Brut Réserve:

Delicado, frutado, macio, com boa densidade e com perlage persistente; Produtor: Maison Vollereaux; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Chardonnay, Pinot Meunier e Pinot Noir (vinho blend); Nariz: Frutas brancas e mel, com algumas notas maduras e de damasco; Harmonização: Perfeito como aperitivo ou harmonizando com uma ceia. Um Champagne bem versátil!

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O espumante Pinot Noir argentino

Las Perdices Rosé Brut:

Na boca é equilibrado, com presença de frutas frescas; Produtor: Viña Las Perdices; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Pinot Noir (vinho varietal); Nariz: Destacam-se a presença de frutas vermelhas, notas florais (rosas) e aromas finos de cereja; Harmonização: Como aperitivo, suflê de camarão, salmão grelhado, bolinho de bacalhau, salada de folhas com tiras de filé de frango e morangos

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⇒ O espumante blend francês

Champagne Vollereaux Rosé de Saignée Brut:

Estrutura suave e gulosa, a boca é cheia e encorpada, pois os aromas persistem para dar um final muito longo. De grande redondeza e subtilmente adoçado por notas de frutos vermelhos; Produtor: Maison Vollereaux; Teor alcoólico: 12%; Uva: Pinot Noir (vinho varietal); Nariz: Frutas vermelhas e morango esmagado. Após a aeração, o nariz revela notas mais gulosas, evocando aromas de pastelaria e baunilha; Harmonização: Perfeito para uma tarde estival com frutas frescas. O champagne rosé será definitivamente seu melhor parceiro para entradas ou até mesmo sobremesas como macarons

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O espumante blend chileno

Lastarria D.O. Colchagua Costa Brut:

Redondo, cremoso e refrescante; Produtor: Luis Felipe Edwards; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Chardonnay e Pinot Noir (vinho blend); Nariz: Aromas cítricos e notas de maçãs verdes e flores brancas; Harmonização: Empadão de palmito com catupiry, filé de peixe grelhado com alcaparras e aspargos, salada de grão de bico com legumes

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O espumante blend francês

Champagne Moët & Chandon Impérial Brut Magnum 1,5 L:

Estruturado, boa presença, cremoso, boa acidez, notas de brioche; Produtor: Moët & Chandon; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Pinot Noir, Chardonnay e Pinot Meunier (vinho blend); Nariz: Maçã verde, pêssego, pera, flores brancas, brioche, nozes, cítrico; Harmonização: Folhado de salmão, risoto de camarão, vieiras empanadas, codorna recheada, moqueca capixaba, ostras frescas

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O espumante blend brasileiro

Chandon Excellence Cuvée Prestige Rosé Brut:

Frutado, cremoso, volumoso e com boa acidez. Final persistente; Produtor: Chandon Brasil; Teor alcoólico: 12,3%; Uvas: Pinot Noir e Chardonnay (vinho blend); Nariz: Frutas vermelhas como morango e framboesa, com delicadas notas de pão, de licor de frutas e trufas; Harmonização: Risoto alho poró, salmão ao molho de frutas vermelhas, moqueca, ceviche, tomates recheados, linguine ao molho de camarão

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O espumante blend italiano

Bella Retta D.O.C. Prosecco Rosé Brut 2020:

Fresco, corpo leve e boa acidez; Produtor: Botter; Teor alcoólico: 11%; Uvas: Glera e Pinot Noir (vinho blend); Nariz: Aromas florais de rosas e frutas como pêssego e maçã; Harmonização: Salmão grelhado com legumes, espaguete de palmito e shimeji, carpaccio de atum, quiche lorraine, bruschetta caprese

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O espumante blend espanhol

Duet Mousseux Brut:

Equilibrado, saboroso e refrescante; Produtor: Félix Solís; Teor alcoólico: 10,5%; Uvas: Airén e Viúra (vinho blend); Nariz: Frutas cítricas e toques florais; Harmonização: Frutos do mar, queijos brancos

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O espumante blend espanhol

Mim Reserva Cava Brut:

Na boca é delicado, boa cremosidade e final longo; Produtor: Maset del Lleó; Teor alcoólico: 11%; Uvas: Xarel-lo, Macabeo e Parellada (vinho blend); Nariz: Aromas delicados de frutas brancas, maçã, pera e flor de laranjeira; Harmonização: Como aperitivo, frutos do mar, com chips de abobrinha, lasanha de alcachofra, quiche de aspargos

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O espumante blend espanhol

Tanggier Brut Rosé:

Refrescante, levemente frutado e com boa acidez; Produtor: Lozano; Teor alcoólico: 11%; Uvas: Tempranillo e Bobal (vinho blend); Nariz: Morango, framboesa e cerejas frescas; Harmonização: Canapés, saladas e peixes pouco gordurosos

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O espumante Glera brasileiro

Cainelli Espumante Prosecco Brut:

Fresco, elegante e persistente; Produtor: Cainelli; Teor alcoólico: 11,5%; Uva: Glera (vinho varietal); Nariz: Frutas cítricas com notas de pão tostado; Harmonização: Queijos, saladas, feijoada, peixes, risotos

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O espumante Macabeo espanhol

Castillo Santa Barbara Brut:

Leve, boa acidez e equilíbrio perfeito entre acidez e açúcar residual; Produtor: Bodegas Fernando Castro; Teor alcoólico: 10%; Uva: Macabeo (vinho varietal); Nariz: Frutas cítricas, maça, floral, amêndoas; Harmonização: Suflê de frango, tortellini de ricota ao molho branco, espeto de legumes, salgadinhos fritos, saladas, queijos frescos

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O espumante blend espanhol

Cava Gran Barón Mediterranean Edition Brut:

Harmonioso, frutado e apetitoso, com acidez equilibrada e final redondo e elegante; Produtor: Vallformosa; Teor alcoólico: 11,5%; Uvas: Macabeo, Xarel-lo e Parellada (vinho blend); Nariz: Aromas intensos de melão maduro e banana, com toques de damasco, maçã e notas tostadas; Harmonização: Queijo Camembert, peixes grelhados, frutos do mar, canapés e aperitivos

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O espumante blend italiano

Marchese Antinori Tenuta Montenisa Blanc de Blancs Brut:

Elegante, perlage fina e persistente, equilíbrio entre vivacidade e corpo, agradavelmente versátil; Produtor: Villa Antinori; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Chardonnay e Pinot Bianco (vinho blend); Nariz: Notas de maçã-verde, polpa branca de pêssego, glicínias e casca de pão; Harmonização: Queijos de meia idade, risoto de frutos do mar, petiscos à base de peixe

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O espumante blend italiano

Marchese Antinori Tenuta Montenisa Cuvée Royale Brut:

Equilibrado, vivaz, redondo, cremoso, perlage agradável e persistente; Produtor: Villa Antinori; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Chardonnay, Pinot Nero, Pinot Bianco (vinho blend); Nariz: Notas de pêssegos brancos, crosta de pão, fermento e toques florais; Harmonização: Hors d’oeuvres de vegetais, carnes brancas grelhadas, risoto de camarão

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O espumante blend espanhol

Edoné Gran Cuvée Brut 2015:

Sabor de frutas maduras, saboroso, persistente e bem estruturado; Produtor: Viñedos Balmoral; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Chardonnay e Pinot Noir (vinho blend); Nariz: Aroma complexo nozes frescas, com notas florais e frutadas; Harmonização: Risoto de camarão

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O espumante blend francês

Champagne Nicolas Feuillatte Brut Réserve Exclusive:

Vibrante, com fruta intensa e expressiva, final longo e complexo; Produtor: Nicolas Feuillatte; Teor alcoólico: 12%; Uvas: Pinot Noir e Chardonnay (vinho blend); Nariz: Aromas de pêra, damasco e frutas maduras como maracujá; Harmonização: Aperitivos, como canapés, e pratos leves

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O espumante Pinot Nero italiano

Marchese Antinori Tenuta Montenisa Rosé Brut:

Fresco, agradavelmente estruturado, elegante, grande harmonia, excelente persistência; Produtor: Villa Antinori; Teor alcoólico: 12,5%; Uva: Pinot Nero (vinho blend); Nariz: Flores silvestres secas, pequenos frutos vermelhos, fermento, massa de pão; Harmonização: Antepastos à base de carnes curadas, caldeirada de marisco, suflê de queijo meia-cura, sobremesas com frutas ou chocolate ligeiramente amargo

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O espumante blend brasileiro

Séries By Salton Rosé Brut:

Leve, cremoso, acidez agradável; Produtor: Vinícola Salton; Teor alcoólico: 11,5%; Uvas: Glera, Merlot e Ugni Blanc (vinho blend); Nariz: Morango, cereja, cítrico; Harmonização: Carpaccio, espetinho de camarão, costelinha suína assada, salada verde com atum, frango recheado, queijos semiduros

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O espumante blend espanhol

Edoné Gran Cuvée Rosé Brut 2017:

Refrescante, apresenta notas de frutas vermelhas e perlage fino; Produtor: Viñedos Balmoral; Teor alcoólico: 12,5%; Uvas: Tempranillo, Syrah e Pinot Noir (vinho blend); Nariz: Aroma de torta de frutas vermelhas e notas de especiarias; Harmonização: Cheesecake de frutas

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